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Atualizado em 17/5/16 às 14:19

Planaltina comemora 153 anos com infraestrutura

Na série de entrevistas semanais com administradores regionais, Nilvan Vasconcellos detalha à AGÊNCIA BRASÍLIA as ações que Planaltina recebe para melhorar a qualidade de vida da população


. Foto: Pedro Ventura

O administrador regional de Planaltina, Nilvan Vasconcellos, no cargo desde 1º de janeiro de 2011, conta que, pela primeira vez, velhos problemas da cidade mais antiga do Distrito Federal estão sendo solucionados. Só em iluminação pública, foram investidos R$ 3,5 milhões. As redes de esgotamento sanitário e de drenagem de águas pluviais, além da preservação do meio ambiente e obras de infraestrutura, também recebem atenção especial.

Planaltina fez aniversário neste mês. Que melhorias a população recebeu?

Estamos realizando uma série de melhorias na cidade. No Setor Estância, que não tinha asfalto, temos 50% das obras de pavimentação prontas e o restante será entregue até setembro deste ano. Também licitamos a ampliação da DF-355, temos orçamento para o asfaltamento da DF-230 e estamos licitando os projetos da DF-131 e do recapeamento da DF-345. Também investimos R$ 3,5 milhões em iluminação pública, instalando postes e luminárias na entrada da cidade, nas DFs 128 e 230, no Setor Residencial Oeste e em outros pontos escuros que ofereciam risco à população. A Avenida Independência, uma via de difícil circulação para pedestres e motoristas, recebeu seu primeiro semáforo. A comunidade também recebeu mais de 3 mil m² de novas calçadas, 5 mil m² de meios-fios, rampas de acessibilidade, e 6km de pavimentação asfáltica no Arapoanga. Nós também entregamos um posto de Polícia Comunitária, para que a Polícia Militar fique mais próxima dos moradores.

O que tem sido feito para melhorar as redes de esgoto e de captação de água das chuvas?

Estamos concluindo as obras de drenagem de águas pluviais da Avenida Águas de Coco, no Arapoanga. São mais de 600m de rede coletora instalados, além da abertura de ramais. Esse pedido é antigo e a obra estava parada por problemas nos contratos das licitações. Lá no Arapoanga, também concluímos 40% do esgotamento sanitário e o restante deve ser entregue até dezembro. No Condomínio Sarandi, que não recebia benfeitorias há muito tempo, temos obras de esgotamento sanitário em andamento, que devem ser concluídas em 60 dias. Além disso, estamos substituindo o sistema de água potável em 21 condomínios.

Lazer, esportes e cultura também recebem investimentos?

Está em construção um Centro Educacional Infantil, na Estância, que atenderá a aproximadamente 400 alunos de 4 a 5 anos. Na área de lazer, cultura e esportes, temos a instalação de cinco Pontos de Encontro Comunitário (PECs), três praças, a retomada das obras do centro olímpico, colocação de luminárias no campo de grama sintética, construção de quatro quadras poliesportivas e de um campo de futebol. Por meio do Fundo de Desenvolvimento Urbano (Fundurb), faremos um complexo cultural e, ainda, o Parque de Exposições de Planaltina. São investimentos importantes porque Planaltina sedia grandes eventos todos os anos. Só a Via Sacra reúne mais de 100 mil pessoas em um dia. Assim, estamos fortalecendo a cultura razendo investimentos para a cidade.

E na área de saúde?

Reformamos o setor de emergência do hospital regional, e o ambulatório também recebe reparos; o Centro de Saúde Nº 1 teve, pela primeira vez, a estrutura totalmente reformada; e transferimos o Nº 3, que funcionava em espaço alugado no Setor Tradicional, para local com melhores condições de atendimento.

De que forma a administração trata questões de meio ambiente com a comunidade?

Nós estamos colocando em discussão temas como coleta seletiva, sustentabilidade e destinação correta de resíduos sólidos. Buscamos conscientizar a comunidade por meio de palestras em escolas, levamos orientações a 250 carroceiros, buscamos parcerias com a Associação Comercial e com a Universidade de Brasília (UnB) para a promoção de sensibilização. Além disso, instalamos três locais de coleta específica de resíduos – um para pilhas, outro para restos de material de construção, e mais um para descarte de eletrônicos.