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2/7/15 às 21:24, Atualizado em 12/5/16 às 17:50

Custo de manutenção da frota de veículos cai 30% em relação a 2014

Somente com combustível, economia do governo de Brasília foi de R$ 1,7 milhão nos cinco primeiros meses de 2015 quando comparada ao mesmo período do ano passado

Paula Oliveira, da Agência Brasília


. Foto: Andre Borges/Agência Brasília

Atualizado em 2 de julho de 2015, às 19h28.

Ao contrário do informado anteriormente pela Secretaria de Gestão Administrativa e Desburocratização, a redução do consumo de combustível foi de 42% e não de 58%.

Na outra versão, a Agência Brasília divulgou que a diminuição da quantidade de veículos alugados era de 49%. O correto é 51%.

O governo de Brasília gastou 615.930 litros a menos de combustível nos cinco primeiros meses deste ano do que em igual período de 2014 — redução de 42%. Essa quantidade significa economia de R$ 1,747 milhão para os cofres públicos, mesmo com a elevação do preço do insumo provocada pelo aumento da tributação em janeiro deste ano. Além disso, com a devolução de veículos alugados, o Executivo local conseguiu diminuir em 51% — de 1.277 para 634 — a frota que atende os órgãos da administração direta. Com locação, foram economizados R$ 3.625.560 milhões.

Segundo dados do Sistema Integrado de Gestão Governamental (Siggo), até julho, foram liquidados R$ 6.988.071,81 dos R$ 27.277.076,13 empenhados neste ano para manutenção da frota — combustível, locação e serviços mecânicos. A economia foi de cerca de 30%. Em 2014, no mesmo período, gastaram-se R$ 9.573.014,93. “Esse valor [R$ 27 milhões] corresponde a contratos previstos para 2015 e, levando em consideração a nossa média de gastos até agora, pode ser que nem todo o valor empenhado seja liquidado”, explica Kayra Dantas de Carvalho Rocha, subsecretária de Administração Geral, da Secretaria de Gestão Administrativa e Desburocratização.

Centralização de contratos 
O Executivo local também conseguiu diminuir a quantidade de veículos parados por falta de manutenção. “Até 2014, o contrato do Estado englobava apenas uma parcela da frota, e o restante ficava sem conserto quando apresentava problemas mecânicos”, pontua o secretário-adjunto de Gestão Administrativa e Desburocratização, Alexandre Ribeiro Pereira Lopes. Para ganhar poder de negociação com fornecedores, a nova gestão optou por centralizar os contratos em uma única secretaria. Antes, cada órgão fazia o próprio contrato.

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