1/2/19 17:49
Atualizado em 4/2/19 às 16:43

GDF bate recorde e aprova em janeiro mais de 80 projetos de construção no Distrito Federal

Das 82 propostas validadas, pelo menos 20 são de empreendimentos de grande porte que vão ajudar a aquecer a economia local

Canteiro de obras na Ponte do Bragueto. Renato Alves / Agência Brasília

 

Em um mês de trabalho concentrado, a Central de Aprovação de Projetos (CAP), órgão ligado à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, aprovou 82 projetos de construção no Distrito Federal. Esse número representa a quantidade de novas obras autorizadas a iniciar imediatamente. Foram analisadas 357 propostas neste primeiro mês de governo.

Do total de aprovações, 20 referem-se a empreendimentos de grande porte. São prédios residenciais, hospital e um centro de armazenagem de sementes que, ao abrir canteiros de obras, devem impulsionar a geração de empregos, estimular o aumento da renda de trabalhadores e, consequentemente, aquecer a economia do DF.

A área liberada para construção é de 511.295 metros quadrados, o equivalente a 71 campos do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. “O resultado está alinhado com a diretriz dada pelo governador Ibaneis Rocha de que as aprovações de projetos precisam ser eficientes e céleres”, defende o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira.

Crescimento
Em março de 2015, quando a Central de Aprovação de Projetos foi estruturada, o número de projetos aprovados foi de 18, ou seja, quase 80% a menos do que em janeiro de 2019. Se comparado a janeiro de 2015, essa diferença é ainda maior: naquele mês foram apenas cinco projetos validados. “Atribuo esta marca alcançada um recorde para o período, especialmente por se tratar de um mês de janeiro em início de gestão. É um resultado para se festejar”, disse Oliveira.

O desempenho favorável da CAP se deveu a um diagnóstico feito ainda no período de transição do governo anterior para o governo Ibaneis. Ao não incluir os servidores do setor no Decreto nº 39.611, de 1º de janeiro de 2019 – que exonerava o quadro de servidores comissionados e de cargos de confiança –, foi possível dar continuidade ao fluxo de trabalho implementado. “Mantivemos a equipe que é treinada e vinha trabalhando de maneira organizada”, explicou o subsecretário da Central de Aprovação de Projetos, Luiz Otávio Alves Rodrigues.