5/11/19 15:47
Atualizado em 5/11/19 às 15:47

Brasília Ambiental divulga pesquisa sobre caramujo-gigante

Projeto científico em parceria com a UNB irá auxiliar na elaboração do Plano de Prevenção

| Foto: Reprodução

O Brasília Ambiental divulga nesta terça-feira (5) resultado de pesquisa sobre a espécie exótica invasora achatina fulica (caramujo-gigante-africano) no território do Distrito Federal. Trabalho conjunto com o programa de pós-graduação em Ecologia da Universidade de Brasília (UnB), o projeto científico finalizado em outubro irá auxiliar na elaboração do Plano de Prevenção, Erradicação, Controle e Monitoramento do animal.

De acordo com o analista de Atividades do Meio Ambiente Thiago Silvestre, a pesquisa é importante para desenvolver o controle da espécie e esclarecer dúvidas da população. “Teremos subsídios para a construção do plano distrital de controle da espécie, além de munir a população de informações acerca do manejo adequado desses indivíduos e das ações vindouras de prevenção e controle do caramujo-gigante-africano por parte dos órgãos de controle ambiental”, esclarece.

Os próximos passos da parceria do Brasília Ambiental com a Universidade de Brasília será a divulgação de cartazes e folders sobre a espécie nos parques sob gestão do Brasília Ambiental. O objetivo é mapear as regiões onde o molusco foi encontrado.

Pesquisa

O trabalho de campo foi realizado em 30 regiões administrativas e envolveu 613 pessoas. Foram 423 pesquisas respondidas pela internet e 190 pessoalmente, em um universo de 57% formado por homens e 42% por mulheres, com idades entre 11 e 83 anos.

Desse total, 28% possuem educação básica finalizada, 32% com nível superior de graduação e 40% com pós-graduação.  Além disso, 78% dos participantes disseram já ter ouvido falar de espécies exóticas e 87% revelaram acreditar nos efeitos negativos causados por esse tipo de espécie.

“Esta espécie exótica invasora se encontra com larga distribuição no DF, nas regiões do Lago Norte, Jardim Botânico e Sobradinho”, cita o documento.

Para mais informações, basta entrar em contato pelos e-mails dicon@ibram.df.gov.br ou exoticasdf.unb@gmail.com.

 

* Com informações do Brasília Ambiental