20/11/19 12:09
Atualizado em 20/11/19 às 12:09

Equipes vão a escolas falar sobre alimentação saudável

Intervenções fazem parte do projeto ‘Alimenta aí, galerinha’, elaborado em parceria com as secretarias de Saúde e de Educação

Os alunos aperfeiçoam conhecimentos sobre hábitos saudáveis de alimentação | Foto: Divulgação / SES

Sete escolas públicas do Distrito Federal receberam mais uma intervenção do projeto Alimenta aí, galerinha, fruto de parceria entre as secretarias de Saúde (SES) e de Educação (SEE). Em Planaltina, Sobradinho, Asa Norte, Taguatinga, Guará, Samambaia e São Sebastião, cerca de mil estudantes entre cinco e 13 anos de idade aprenderam mais sobre alimentação saudável.

No Guará, uma gincana colaborativa foi o método escolhido para ensinar crianças de dez a 12 anos da Escola Classe SRIA. Os alunos prepararam uma receita saudável, além de participar de jogos que estimularam a prática de atividade física. Ao final, todos receberam uma medalha e um espetinho de frutas.

Alunos de quatro a 12 anos da Escola Classe 9, em Planaltina, participaram da simulação de um mercadinho, onde fizeram compras e debateram sobre os itens adquiridos. “A discussão foi baseada no Guia alimentar para população brasileira [editado pelo Ministério da Saúde], trabalhando os conceitos de alimentos in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados”, explica a nutricionista Aline Toso, da SEE.

A Escola Classe 831, em Samambaia, teve o maior número de participantes, envolvendo 350 alunos de cinco a 13 anos. O trabalho foi feito por profissionais da Unidade Básica de Saúde (UBS) 3, que apresentaram exposição de embalagens de produtos identificando o teor de três vilões da alimentação: gordura, açúcar e sal.

O programa

Alimenta aí, galerinha atua por meio de ações de educação alimentar e nutricional. A iniciativa é alinhada aos objetivos do programa Crescer Saudável, do Ministério da Saúde, que abrange trabalhos de vigilância nutricional, promoção da alimentação adequada e saudável, incentivo às práticas corporais e de atividade física, bem como cuidados às crianças que apresentam obesidade.

* Com informações da SES