15/4/20 17:24
Atualizado em 15/4/20 às 17:24

Calçadão é recuperado no Sudoeste/Octogonal 

Ação realizada com verba de emenda parlamentar alcança 1,5 quilômetro de passeios nos anéis externos das Áreas Octogonais Sul (AOS), usadas para prática de exercício e lazer

Pontos críticos e prioritários do calçadão dos anéis externos do Setor de Habitações Coletivas – Áreas Octogonais Sul (AOS) do Distrito Federal passam por recuperação. São 1,5 quilômetro de reparos a partir de R$ 250 mil de verba parlamentar recebida pela Administração Regional do Sudoeste/Octogonal. O serviço foi demandado pela população local e é executado por empresa contratada desde segunda-feira (13).

O administrador regional Luiz Eduardo Gomes conta que, normalmente, o espaço é utilizado pelos moradores para prática de exercícios como corrida e caminhada, mas o trajeto andava comprometido. “Conseguimos a verba importante para resolver o problema dos locais com maior deterioração enquanto não é possível fazer a recuperação completa. Temos alguns trechos que apresentam insegurança para o pedestre ou que precisava ser dividido com um ponto de táxi.”, explica. 

A demanda foi solicitada pela própria população via Ouvidoria (telefone 162) e ponderada pela administração regional. “As recomendações para que as pessoas fiquem em casa contribuiu para conseguirmos fazer a obra, já que há muito movimento nesse local”, conta o gestor. Ele diz que a intenção é que a cidade saia melhor desse momento crítico provocado pela pandemia do novo coronavírus. “Quando tudo isso acabar, queremos que a região tenha uma série de melhorias. O Estado não parou”, aponta. 

Morador da AOS 4, o servidor público Marcos Santana, de 51 anos, tem o costume de correr todos os dias pela manhã, mas a prática foi interrompida como forma de prevenção à Covid-19. “Temos alguns problemas no passeio, como irregularidades e pontos com danos. Acho que é válida toda tentativa de melhorar a cidade”, opina. 

Para ele, o governo acerta em aproveitar o tempo de baixa movimentação para realizar as intervenções. “Quando essa situação delicada passar, teremos um espaço melhorado para usufruir”, pensa o homem, que vive na região há mais de 20 anos.