2/2/21 21:43
Atualizado em 15/6/21 às 18:32

‘Criança Feliz Brasiliense’ fez mais de 27 mil atendimentos em 2020

O programa acompanhou 1,6 mil indivíduos em 16 regiões administrativas do DF. Para 2021, a expectativa é ampliar para 16 RAs e dobrar acompanhamentos

Mayara Noronha Rocha: “As equipes tiveram que se reinventar nesse período, mas não deixaram as famílias de lado”| Foto: Dyego Santos/Sedes

Mesmo em meio à pandemia da covid-19, o Criança Feliz Brasiliense registrou27.645 atendimentos no ano passado. O número foi apresentado nesta terça-feira (2), durante a primeira reunião do Comitê Gestor do programa, no Palácio do Buriti.

“As equipes tiveram que reinventar nesse período, mas, mesmo assim, não deixaram de estar ao lado das famílias neste momento tão importante, a primeira infância”, comemora a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha.

De acordo com os dados apresentados, 54,30% das famílias acompanhadas, a maioria tinha crianças de até 3 anos, tinham irmãos na faixa estaria de 3 a 6 anos. Ainda conforme o estudo, Santa Maria, Samambaia, Taguatinga e Estrutural foram as cidades com mais indivíduos acompanhados.

O comitê gestor do programa é coordenado pela Casa Civil e composto pelas secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), de Saúde (SES), de Educação (SEE), de Justiça e Cidadania (Sejus), da Mulher (SM) e de Esporte e Lazer (SEL).

“Trata-se de uma atenção complementar às famílias. Ou seja, mais uma forma de estarmos sempre atentos aquelas vulnerabilidades”, enfatiza Érika Felipelli, secretária da Mulher. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destaca que  “ter um olhar especial com a criança agora, garante-lhe um futuro mais justo lá na frente”.

O programa

O foco do Criança Feliz Brasiliense é a atenção e o apoio à família, fortalecimento de vínculos e estímulo ao desenvolvimento infantil, tendo como público-alvo famílias com gestantes e crianças com até seis anos ou 72 meses de vida inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, por 24 meses, prorrogável pelo mesmo período.

A iniciativa chegou às famílias beneficiárias por meio de visitas domiciliares previamente agendadas. Os encontros têm duração média de 45 minutos e são realizados pelos visitadores (nível médio) que oferecem orientações e estimulam os cuidadores a realizarem atividades sistematicamente planejadas junto supervisores (nível superior).

Lançado pelo GDF em 2019, o programa vem acompanhando 1,6 mil crianças e mães neste ano. A expectativa é chegar a 3,2 mil beneficiários em 2021 com o novo contrato a ser retomado nas regiões de maior vulnerabilidade social do DF: Paranoá, São Sebastião, Itapoã, Varjão, Brazlândia, Fercal, Sobradinho, Planaltina, Ceilândia, Estrutural, Taguatinga, Riacho Fundo I e II, Samambaia, Recanto das Emas e Santa Maria.

*Com informações da Sedes