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28/1/22 às 12:31, Atualizado em 28/1/22 às 12:54

Gama tem manutenção na rede de águas pluviais

No ano passado, 139 bocas de lobo foram limpas, 114 passaram por reparos e duas foram totalmente reconstruídas na cidade

Catarina Lima, da Agência Brasília I Edição: Débora Cronemberger

Conserto em bocas de lobo: após limpeza, várias precisaram ser reconstruídas | Foto: Divulgação/GDF Presente

O Polo Sul II do GDF Presente, em parceria com a Administração do Gama, realizou, nos últimos 15 dias, a troca de 40 tampas de bocas de lobo e consertou meios-fios vazados em várias áreas da região administrativa, com destaque para os setores Leste e Sul da cidade. A ação faz parte do trabalho de manutenção da rede de drenagem.

“O GDF vem realizando várias ações em nossa cidade que fazem parte de uma série de trabalhos de parceria entre os órgãos do governo, sempre buscando melhorias para o Gama” Joseane Araújo, administradora regional do Gama

De acordo com o coordenador do Polo Sul II, Rodrigo Caverna, muitas tampas estavam destruídas ou quebradas, além de muitos bueiros obstruídos. A ação teve o objetivo de evitar entupimentos e alagamentos nas ruas da cidade.

Em 2021, 139 bocas de lobo foram limpas, 114 passaram por reparos e duas foram totalmente reconstruídas, só no Gama. Mas o serviço mais executado no ano passado ano na cidade foi a desobstrução de rede: 900 metros passaram por limpeza total. A Novacap também fez reparo, construiu e reconstruiu poços de visita. Ao longo do ano, foram gastos R$ 87,9 mil no trabalho.

“O GDF vem realizando várias ações em nossa cidade que fazem parte de uma série de trabalhos de parceria entre os órgãos do governo, sempre buscando melhorias para o Gama”, disse a administradora da cidade, Joseane Araújo.

Segundo Rodrigo Caverna, o trabalho de manutenção nas redes é fundamental para evitar alagamentos durante o período de chuvas. Foi retirado muito lixo das bocas de lobo, principalmente garrafas de plástico, que, se não fossem recolhidas, formariam uma espécie de bucha que não deixa a água passar.

O feirante Leopoldino Gonçalves da Silva, de 30 anos, se sente aliviado com a troca das tampas e a limpeza das bocas de lobo. Ele se lembrou de um ano em que o serviço não foi feito e a água dos alagamentos invadiu a feira. “A feira daqui do Gama fica no Setor Norte, um terreno mais baixo. Quando há alagamento, a água escorre toda para cá. Se não houver condições para escoamento, a feira é alagada”, explicou.

O processo de limpeza de boca de lobo é feito regularmente, a fim de garantir que as águas pluviais escoam corretamente, impedindo que materiais sólidos retidos durante as chuvas sejam levados para as galerias. O acúmulo dessa quantidade e variedade de lixo nas bocas de lobo é proveniente dos rejeitos que a população joga nas vias da cidade. Quando chove, esses resíduos são carregados pela movimentação da água pluvial nas ruas até as bocas de lobo, causando entupimentos e consequentes enchentes urbanas.

 

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