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30/3/22 às 16:30, Atualizado em 30/3/22 às 18:33

Hospital de Apoio comemora 28 anos nesta quarta (30)

Referência latino-americana em teste do pezinho, unidade melhorou instalações para garantir mais alegria aos pacientes e aprimorou capacitação de servidores

Agência Saúde* | Edição: Saulo Moreno

“Essa é a essência e a qualidade dos profissionais que atuam nesse hospital” - general Manoel Pafiadache, secretário de Saúde

Pacientes, voluntários, servidores e autoridades participaram, nesta quarta-feira (30), de cerimônia para celebrar os 28 anos do Hospital de Apoio de Brasília (HAB). A unidade é referência em cuidados paliativos, na reabilitação adulto e infantil, na triagem neonatal e em doenças neuromusculares e raras de origem genética.

“Nós temos em Brasília grandes ícones na área da saúde e alguns desses nomes estão aqui no Hospital de Apoio”, afirmou o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, durante a cerimônia. O gestor da pasta acrescentou que a unidade responde positivamente em relação às demandas da Secretaria. “Essa é a essência e a qualidade dos profissionais que atuam nesse hospital”.

O secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, ressaltou durante a cerimônia que o HAB, além de “abrigar” alguns dos ícones da área de saúde, responde positivamente em relação às demandas da pasta | Fotos: Sandro Araújo / Agência Saúde-DF

O diretor-geral do HAB, Alexandre Lyra de Aragão Lisboa, destacou os trabalhos feitos na triagem neonatal. “Esse hospital, hoje, é o melhor da América Latina em teste do pezinho”. Lyra ainda ressaltou reformas na estrutura da unidade. “Melhoramos as instalações físicas para proporcionar maior alegria aos pacientes e também aprimoramos a capacitação dos servidores”, enfatizou.

Entre as pessoas que acompanhavam o evento estava o estudante Isac Pereira de Queiroz, 18 anos. Em 5 de fevereiro, ele limpava uma estrutura de iluminação quando desequilibrou da escada em que estava e caiu de uma altura de 3 metros. De lá para cá, é atendido no Hospital de Apoio para recobrar o movimento das pernas. “Eu sentia muito formigamento, queimação. Isso tem passado”. Satisfeito com o tratamento que recebe ali, o rapaz estima que sua recuperação possa variar de seis meses a 2 anos.

“Prezamos por um ambiente preparado e organizado e essas câmaras fornecem essa estrutura” - Washingthom Felipe de Souza, diretor-administrativo do HAB

O irmão dele, Pedro Pereira Queiroz, 21 anos, reveza com a mãe para acompanhar Isac nas consultas. Ele ressalta que o trabalho feito pela equipe da unidade tem sido importante para a família. “Esse hospital é uma referência na questão de saúde”, elogiou.

Após a cerimônia, o secretário vistoriou as instalações do hospital. Em 24 de março, foram colocadas três novas câmaras mortuárias com três gavetas em cada; também foram adquiridos dois carros pantográficos, que são camas com elevadores para alcançar as gavetas mais altas. O diretor-administrativo, Washingthom Felipe de Souza, explicou que o equipamento anterior estava obsoleto. “Prezamos por um ambiente preparado e organizado e essas câmaras fornecem essa estrutura”, avaliou.

O evento, que começou com a execução do Hino Nacional, pela banda do Batalhão Presidencial, e o hasteamento da bandeira do Brasil, continuou no período da tarde, quando houve a inauguração da Praça Voluntário Alex Ribeiro. O espaço recebe o nome em homenagem ao voluntário que atuou ali por 15 anos e morreu após diagnóstico de câncer no fígado.

Pela manhã, estiveram presentes na cerimônia o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Pedro Zancanaro; o superintendente da Região Leste, Sidney Sotero Mendonça; a diretora-geral do Hospital Materno Infantil Antônio Lisboa (Hmib), Marina da Silveira Araújo; o diretor do Departamento de Saúde e Assistência Social do Ministério da Defesa, brigadeiro Laerte Lobato de Moraes, e outras autoridades.

*Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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