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4/10/22 às 15:42, Atualizado em 7/10/22 às 18:42

Investimentos na construção e manutenção de escolas ultrapassam R$ 435 mi

De 2019 a 2022, 86 novas unidades foram entregues à população, ampliando em 300% o número de salas de aula; boa infraestrutura melhora condições de ensino, garantem professores

Hédio Ferreira Júnior, da Agência Brasília | Edição: Renata Lu

Brasília, 27 de agosto de 2022 – O Governo do Distrito Federal (GDF) investiu, de janeiro de 2019 a dezembro de 2022, R$ 435.174.313,86 na construção, reconstrução e manutenção de escolas da rede pública. Neste período, 684 unidades de ensino passaram por algum tipo de obra de infraestrutura, enquanto outras 65 foram erguidas do zero. Destas, 43 já estão em atividade e outras 22 estarão prontas até o final do ano.

“A vontade de trabalhar é outra. O que era um ambiente deprimente e desestruturado, hoje é prazeroso e faz render muito mais nossas atividades”, Andrea Cristina Berson, professora na EC 11 de Taguatinga | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Esses números foram reforçados pela construção de 37 blocos de apoio em algumas escolas. Tanto investimento resultou em 570 novas salas de aula, 299% a mais do existente em 2018, e a abertura de 40.806 vagas, uma quantidade 700% superior há quatro anos.

De acordo com a secretária de Educação Hélvia Paranaguá, os números são bastante positivos e refletem a preocupação do governo em criar ambientes confortáveis e com infraestrutura adequada ao bem-estar e melhor aprendizado do aluno. “As ofertas de vagas já tinham crescido 409% no primeiro semestre do ano e chegará ao final de dezembro ainda maior, pois nosso foco sempre é atender bem o estudante”, disse ela.

O investimento resultou em 570 novas salas de aula, 299% a mais do existente em 2018, e a abertura de 40.806 vagas, uma quantidade 700% superior há quatro anos

Dos recursos aplicados pelo GDF nas escolas públicas de Brasília, R$ 195.257.680,99 foram direcionados em obras de manutenção, sejam em reformas ou na reestruturação. Este é o caso da Escola Classe (EC) 11 de Taguatinga, onde atualmente estão matriculados 620 crianças, da educação infantil ao 5º ano.

Erguido em 1979, o prédio passou 42 anos sem receber uma grande obra. Se chovia, gotejava nas salas, que tinham buracos no chão, móveis estragados, banheiros em mau estado de conservação e muitos problemas estruturais. A reprovação dos alunos do terceiro ano em 2020 era de 52%. A direção foi mudada e a unidade começou a receber investimentos para se transformar: banheiros novos, parte elétrica e hidráulica refeita, forros do teto trocados, pinturas, reorganização das salas de apoio e das salas de aula, novos equipamentos, área de lazer e outras mudanças que somaram cerca de R$ 1 milhão.

Com a volta às aulas presenciais em 2021, professores e alunos encontraram uma nova unidade e a realidade escolar se transformou. “A vontade de trabalhar é outra. O que era um ambiente deprimente e desestruturado, hoje é prazeroso e faz render muito mais nossas atividades”, declara a professora Andrea Cristina Berson. “Nossa reprovação do 3º ano, tão problemática até então, chegou a 5 alunos no ano passado”, completa a diretora da EC 11, Tatyane Emídio.

O Centro de Ensino Infantil (CEI) 10 de Taguatinga também foi reformado

Também é consenso entre pais de alunos e estudantes que estudar em uma escola novinha ou reformada impulsiona o prazer pelo estudo e aprendizado. O publicitário André Carvalho, 36, tem três filhos. Um deles é Rafael, 4 anos, diagnosticado com espectro autista. Em 2022, ele matriculou o menino no Centro de Ensino Infantil (CEI) 10, também em Taguatinga.

“Além da direção e dos professores dedicados, estar numa escola novinha deixa o meu filho mais empolgado e à vontade para estar aqui e aprender. Até a minha filha menor vem entusiasmada comigo buscá-lo, já que o ambiente é bem organizado e agradável”, declara.

Investimentos na construção e manutenção de escolas ultrapassam R$ 435 mi

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