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8/12/22 às 23:18, Atualizado em 9/12/22 às 08:37

Oitenta novos médicos se formaram na noite desta quinta-feira (8)

Eles compõem a 17ª turma da graduação em Medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde, que integra a estrutura da UnDF

Agência Brasília* | Edição: Rosualdo Rodrigues

Oitenta novos médicos se formaram na noite desta quinta-feira (8). Os alunos da 17ª turma do curso de graduação em Medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) receberam o diploma em solenidade no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). A Escs integra a estrutura da Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury (UnDF).

A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, destacou o desafio da pandemia de covid-19, enfrentado pelos formandos durante a graduação | Fotos: Jade Abreu/Ascom SES

A formanda Rízia Tayline Nunes da Silva, 34 anos, comemorou a conquista. “Era um sonho de menina, sempre quis ser médica e hoje saio com o meu diploma”. Ela está na segunda graduação e ressaltou a importância do curso feito na Escs.

“Desde o meu primeiro ano tivemos acesso à atenção primária à saúde, trabalhando como internos nas unidades básicas e tento a possibilidade de aprender e de oferecer o serviço à população”. A graduanda prestou a assistência no Guará e no Varjão.

“Há mais de 20 anos, o Distrito Federal tem feito a diferença e, principalmente, na vanguarda com essa escola com metodologias ativas, que preconizam o protagonismo discente” Simone Benck, reitora da UnDF

A diretora Marta Rocha de Moura acrescentou que a Escs é a única faculdade do país ligada diretamente a uma secretaria de Saúde e essa característica permite uma vivência dentro da realidade dos atendimentos. “Os alunos estão inseridos nos cenários e têm o contato com o cotidiano desde o primeiro dia.”

Presidente da Fepecs, a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, destacou o desafio da pandemia de covid-19, enfrentado pelos formandos durante a graduação. “Vocês não apenas viveram a pandemia durante os anos do ciclo de estágio profissional, como foram testados em suas capacidades de resistência e resiliência ao longo de meses da maior crise sanitária dos últimos 100 anos”, acrescentou em discurso.

“Há mais de 20 anos, o Distrito Federal tem feito a diferença e, principalmente, na vanguarda com essa escola com metodologias ativas, que preconizam o protagonismo discente”, afirmou a reitora da UnDF, Simone Benck. A professora enfatizou que o método da Escs agrega conhecimento e qualidade para a nova universidade.

A médica ressalta essa experiência para a formação de profissionais da saúde que tiveram importante papel na pandemia. “Nesse momento de calamidade, a rede hospitalar cresceu, a vigilância laboratorial trabalhou com um tempo de resposta ágil e eficaz, implementamos ações de monitoramento e avaliação, implantamos centros operacionais e estratégicos, ampliamos o corpo clínico, enfim, mobilizamos a rede e conseguimos dar uma resposta satisfatória à sociedade diante de um cenário de crise.”

A formanda Rízia Tayline Nunes comemorou a conquista: “Era um sonho de menina, sempre quis ser médica”

Na próxima quinta-feira (15), será a colação de grau de mais 71 enfermeiros. Desde o início, em 2001, a Escs já formou 1.180 profissionais médicos e 472 enfermeiros. A escola tem objetivo de ministrar, de desenvolver e aperfeiçoar o ensino-aprendizagem das Ciências da Saúde, mediante cursos de graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão, apoiar as atividades de pesquisa da área da saúde.

Os Programas de Residência Médica e Multiprofissional hoje abrigam 1.732 residentes em especialização lato sensu, que executam suas atividades em toda a rede da Secretaria de Saúde.

O acesso aos cursos de graduação da Escs ocorre uma vez ao ano, sendo a seleção realizada por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

*Com informações da Secretaria de Saúde do DF

Oitenta novos médicos se formaram na noite desta quinta-feira (8)

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