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Governadora Celina Leão visita obras do Parque Urbano da Estrutural

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão vistoriou, nesta sexta-feira (2/10), as obras do Parque Urbano da Estrutural, onde uma área que já foi usada como lixão dá lugar a espaços e equipamentos de esporte e lazer. “Nós tiramos aqui de dentro mais de 150 caminhões de lixo”, afirmou a governadora. “Um parque desse dentro da Estrutural vai ser o melhor lugar para a população vir no fim de semana e nos feriados.” O local já conta com cercamento, pista interna de caminhada e parquinhos infantis concluídos, enquanto as equipes executam as calçadas externas, quadras poliesportivas, campos de futebol, pontos de encontro comunitário (PECs), espaços com aparelhos de ginástica ao ar livre, estacionamentos e outros equipamentos, além da construção de duas escolas. As intervenções integram as ordens de serviço assinadas pela chefe do Executivo durante a passagem do programa GDF na Sua Porta pela cidade. Na visita desta sexta-feira, Celina anunciou iluminação para o espaço e defendeu campanhas de educação para combater o descarte irregular de resíduos, que ainda ocorre no entorno do parque. “Quando você vê uma coisa bonita, cuidada, urbanizada, a própria população vai começar a cuidar, e é isso que a gente quer mudar aqui”, disse. As intervenções integram as ordens de serviço assinadas por Celina Leão durante a passagem do programa GDF na Sua Porta pela cidade | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O secretário de Governo do Distrito Federal, Takane do Nascimento, estimou em cerca de R$ 3 milhões o investimento no conjunto de intervenções. “É uma área que tem um apelo muito grande para a comunidade aqui, da cidade da Estrutural, porque eles não tinham um local para poder trazer as crianças, poder se divertir”, afirmou Takane. Esporte e convivência Segundo a Secretaria de Obras e Infraestrutura, o cercamento recebeu investimento superior a R$ 2 milhões, em uma ação conjunta com a administração regional. Os painéis, com aproximadamente 2,25 metros de altura, delimitam o espaço para dificultar ocupações irregulares, inibir o descarte de lixo e entulho e contribuir para a segurança dos usuários. A coordenadora-geral da associação Mães Guerreiras, Dayane Santos de Oliveira, 32 anos, acompanhou a visita e conversou com a governadora sobre as necessidades das famílias de Santa Luzia. A entidade atua na comunidade desde 2019, com reforço escolar, distribuição de cestas e doações de frutas e verduras, e atende cerca de 2 mil famílias, segundo ela. “Esse parque vai ajudar bastante, porque as crianças não tinham onde brincar, não tinham um lugar de diversão”, afirmou Dayane. Escolas e infraestrutura A governadora também destacou as obras de pavimentação e abastecimento de água na Chácara Santa Luzia, onde a iluminação pública já chegou. “A cidade está em construção, terminando a última parte, que ainda não tinha asfalto, que ainda não tinha água, que ainda não tinha iluminação, que era a Chácara Santa Luzia”, declarou. Segundo a governadora, as intervenções avançaram após a obtenção das autorizações ambientais necessárias. As equipes trabalham na pavimentação das ruas e dos acessos à comunidade. Celina Leão mencionou ainda uma proposta de recuperação ambiental para a área do antigo Lixão da Estrutural, distinta do parque visitado. A possibilidade de criar outro parque urbano naquele terreno depende de planejamento e de medidas para enfrentar problemas como a presença de chorume. “Esse é um projeto mais estratégico, de longo prazo”, afirmou.

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Serviços do Na Hora serão suspensos no sábado 10 de outubro

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Os serviços das unidades de atendimento do Na Hora, órgão da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), serão suspensos no sábado, 10 de outubro de 2026. A medida foi estabelecida pela Portaria nº 951, de 1º de outubro de 2026, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a pedido do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do Distrito Federal (Sindireta-DF). A suspensão permitirá que os servidores tenham um período prolongado de descanso em razão do feriado de 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrado na segunda-feira. Não haverá atendimento ao público no sábado, e os serviços serão retomados normalmente no dia 13 de outubro. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Projeto leva educação turística às escolas e beneficia mais de 6 mil estudantes do DF e Entorno

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Conhecer melhor a cidade em que vive também é uma forma de fazer turismo. Com essa proposta, o projeto "Sou de Brasília, Mas Não Conhecia", 2ª edição, vai beneficiar mais de 6 mil estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal e do Entorno, por meio de atividades de educação turística e visitas guiadas aos principais atrativos da capital. A iniciativa, realizada pelo Instituto Cultural Caminhos (ICC), em parceria com a Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF), busca aproximar crianças e adolescentes do patrimônio histórico, cultural, arquitetônico e cívico de Brasília. A programação está dividida em duas etapas complementares. A primeira, de Turismo Pedagógico, prevê 76 palestras em 38 atendimentos escolares, com conteúdos sobre a história, a cultura, a arquitetura e os pontos turísticos da capital. Na segunda etapa, de Turismo Cívico, até 3.040 estudantes terão a oportunidade de conhecer presencialmente os atrativos da cidade, acompanhados por guias de turismo. A proposta parte de uma realidade: morar em Brasília não significa, necessariamente, conhecer seus principais pontos turísticos. Por isso, o projeto busca democratizar o acesso ao turismo, especialmente entre estudantes que, por questões econômicas ou de mobilidade, ainda não tiveram a oportunidade de vivenciar esses espaços. As atividades são gratuitas e já estão em andamento. Quatro escolas receberam a programação de Turismo Pedagógico, que leva aos estudantes conteúdos sobre a história e os atrativos de Brasília, preparando-os para as visitas guiadas. O projeto busca democratizar o acesso ao turismo entre estudantes que ainda não tiveram a oportunidade de vivenciar esses espaços | Foto: Divulgação/Setur-DF Para o secretário de Turismo do DF, Bernardo Antunes, iniciativas como essa contribuem para ampliar o conhecimento da população sobre a própria cidade e fortalecer a relação dos moradores com o destino turístico. “Brasília tem uma riqueza histórica, cultural e arquitetônica que merece ser conhecida, principalmente por quem vive aqui. Quando proporcionamos aos estudantes a oportunidade de conhecer nossos atrativos, também despertamos o sentimento de pertencimento e valorizamos o turismo dentro da própria cidade. Esses jovens passam a enxergar Brasília por uma nova perspectiva e podem se tornar multiplicadores desse conhecimento junto às suas famílias e comunidades”, afirma o secretário. Além de ampliar o acesso aos atrativos, a iniciativa aproxima o turismo do ambiente escolar. A integração entre as palestras e as visitas permite que os estudantes relacionem os conteúdos trabalhados em sala de aula à experiência prática, especialmente nas áreas de História, Geografia, Cultura e Cidadania. O projeto também prevê acompanhamento de profissionais durante as visitas, transporte, lanche e recursos de acessibilidade, incluindo intérpretes de Libras nas duas etapas, conforme as necessidades dos participantes. Os roteiros contemplam atrativos turísticos de Brasília, definidos de acordo com a proposta pedagógica e a disponibilidade dos espaços. "Quando proporcionamos aos estudantes a oportunidade de conhecer nossos atrativos, também despertamos o sentimento de pertencimento e valorizamos o turismo dentro da própria cidade" Bernardo Antunes, secretário de Turismo A segunda edição dá continuidade ao trabalho realizado anteriormente, que alcançou cerca de 7 mil estudantes nas atividades pedagógicas e levou 2.400 alunos a visitas guiadas. A experiência reforça a proposta de utilizar o turismo como ferramenta de aprendizagem e de aproximação da população com o patrimônio da capital. Ao estimular o conhecimento sobre os atrativos locais, o projeto também contribui para fortalecer o turismo interno e ampliar o reconhecimento de Brasília como destino turístico entre seus próprios moradores. Período de realização: → Turismo Pedagógico: de 28 de setembro a 25 de novembro de 2026.  → Turismo Cívico: de 16 de outubro a 11 de dezembro de 2026.   *Com informações da Setur-DF

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Usina de energia limpa do TSE entra em operação antes das eleições

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. As eleições gerais de 2026 terão um novo componente de sustentabilidade. Às vésperas do primeiro turno, marcado para este domingo (4/10), entrou em operação a usina fotovoltaica destinada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), instalada em área da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), em parceria com a Companhia Energética de Brasília (CEB). Com a geração solar, será possível compensar 100% do consumo anual de energia elétrica do Tribunal e reduzir as emissões de gases de efeito estufa associadas ao uso de eletricidade. A estrutura reúne 5.628 módulos fotovoltaicos em uma área de aproximadamente nove hectares e tem potência instalada de 4,024 MWp. A previsão é produzir cerca de 7,7 GWh de energia renovável por ano — quantidade suficiente para abastecer aproximadamente 1.830 residências, considerando casas com quatro moradores e consumo médio de 350 kWh mensais.  Usina solar que vai abastecer o TSE: consumo de energia limpa e renovável aos longo dos próximos 30 anos | Foto: Divulgação/Terracap O impacto ambiental ganha dimensão quando considerado o período de funcionamento do empreendimento. Ao longo dos 30 anos de vida útil projetados, a geração solar poderá evitar aproximadamente 18,5 mil toneladas de CO₂. Mesmo descontadas as emissões relacionadas ao próprio ciclo de vida da usina, o benefício líquido estimado permanece em cerca de 10,6 mil toneladas de CO₂. Esse resultado equivale, em termos de sequestro de carbono, ao benefício ambiental associado a aproximadamente 176 mil mudas de árvores. A substituição de energia da rede por geração fotovoltaica contribui, assim, para reduzir a pegada de carbono do consumo de eletricidade do TSE ao longo das próximas décadas. A iniciativa também dá uma nova função a uma área pública com restrições de aproveitamento imobiliário convencional. O terreno da Terracap passa a produzir energia renovável, conciliando a utilização eficiente do patrimônio público com sustentabilidade e redução de emissões. A usina integra o modelo de geração compartilhada desenvolvido pela Terracap e pela CEB para ampliar o uso de fontes renováveis por órgãos públicos. A iniciativa também contempla o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho da Justiça Federal (CJF).   *Com informações da Terracap

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PED – Pesquisa de Emprego e Desemprego

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PDAD Rural – Pesquisa Domiciliar por Amostra de Domicílio nas Áreas Rurais

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PDAD 2004

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PDAD 2011

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Abertos editais de R$ 4,5 milhões para pontos e pontões de cultura

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) abriu dois editais da Rede Distrital de Pontos de Cultura, com investimento total de R$ 4,5 milhões. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 22 de outubro pela plataforma Pnab DF. O Edital de Chamamento Público nº 19/2026 destina R$ 3,6 milhões à seleção de 24 projetos continuados de pontos de cultura. Cada proposta selecionada receberá R$ 150 mil para execução durante 12 meses, prazo que poderá ser prorrogado por igual período. Os projetos devem ampliar o acesso da população a bens e serviços culturais nos territórios e comunidades onde os pontos de cultura atuam. O edital prevê apoio a ações de formação cultural, realização de eventos e atividades de circulação e difusão cultural, além de medidas de acessibilidade compatíveis com cada iniciativa.  Apresentação de maracatu: editais destinam recursos a projetos que priorizam a cultura de base comunitária e a diversidade das manifestações | Foto: Divulgação/Secec-DF Já o Edital de Chamamento Público nº 20/2026 destina R$ 900 mil à premiação de 31 iniciativas, atividades ou ações já realizadas por pontos e pontões de cultura. Os prêmios serão de R$ 40 mil para entidades culturais com constituição jurídica e de R$ 20 mil para grupos e coletivos sem constituição jurídica. Desconcentratação territorial A premiação tem natureza de doação sem encargo: será paga diretamente aos contemplados, sem exigência de contrapartida ou prestação de contas. O edital também permitirá a pré-certificação de entidades e coletivos que ainda não possuam certificação como Ponto de Cultura, pelo Ministério da Cultura, desde que atendam aos requisitos previstos. Os dois chamamentos são realizados com recursos do governo federal, repassados ao Distrito Federal pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab). Os editais priorizam a cultura de base comunitária, a diversidade cultural e a desconcentração territorial dos recursos, com atenção a regiões de maior vulnerabilidade social e econômica. “Os editais reconhecem tanto o trabalho contínuo desenvolvido nos territórios quanto as iniciativas que já produzem resultados para suas comunidades. São instrumentos que ajudam a dar condições para que essas redes mantenham suas atividades, ampliem o acesso à cultura e preservem saberes que fazem parte da vida do Distrito Federal”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto.    *Com informações da Secec-DF

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