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Acordo reforça segurança do fornecimento de energia durante as eleições deste ano no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Neoenergia Brasília e o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) firmaram, na segunda-feira (28/9), um Acordo de Cooperação Técnica para reforçar a segurança e a continuidade do fornecimento de energia durante as eleições de 2026. A parceria prevê atuação integrada nos dois turnos do pleito, com foco nos locais de votação e nas estruturas da Justiça Eleitoral. O plano inclui inspeções preventivas na rede, poda de vegetação e a suspensão de desligamentos programados para manutenção da rede elétrica nos dias que antecedem e durante a votação. A Neoenergia também disponibilizará uma cartilha de orientação aos responsáveis pelos locais de votação e manterá um canal direto com o TRE-DF para agilizar o atendimento em eventuais ocorrências.  Poda de árvores e manutenção preventiva na rede fazem do acordo de cooperação técnica firmado entre a Neoenergia e o TRE-DF | Foto: Divulgação   “Essa parceria reforça nosso compromisso com a prestação de um serviço essencial para que o processo eleitoral ocorra com tranquilidade” André Santos, diretor-presidente da Neoenergia Brasília “Uma eleição exige planejamento, integração e capacidade de resposta. Ao unir o conhecimento do TRE-DF sobre os locais e a dinâmica do processo eleitoral à nossa estrutura técnica e operacional, conseguimos atuar de forma preventiva e estar ainda mais preparados para eventuais ocorrências”, destaca André Santos, diretor-presidente da Neoenergia Brasília. “Essa parceria reforça nosso compromisso com a prestação de um serviço essencial para que o processo eleitoral ocorra com tranquilidade”, observa. “A cooperação com a Neoenergia Brasília permite antecipar desafios, fortalecer o planejamento e ampliar a capacidade de resposta, contribuindo para que os serviços essenciais funcionem de forma adequada durante as eleições”, destaca o presidente do TRE-DF, desembargador Angelo Canducci Passareli. Operação especial Além das ações previstas no acordo, a Neoenergia Brasília preparou uma operação especial para os dias de votação. O plano contempla reforço das equipes de campo, monitoramento em tempo real e atenção especial às instalações estratégicas. O Distrito Federal terá 614 locais de votação e mais de 2,2 milhões de eleitores aptos a votar. Durante o primeiro e, se necessário, o segundo turno, o contingente de técnicos de campo será ampliado em mais de 35%, enquanto a equipe do Centro de Operações Integradas (COI) terá reforço de 30%. Também serão mobilizadas equipes extras, distribuídas de acordo com a concentração de eleitores, o tempo de deslocamento e a criticidade dos circuitos. Técnicos especialistas estarão posicionados nos seis centros operacionais da companhia para apoiar as equipes de campo. Mais de 6 mil ações preventivas  A preparação para as eleições já resultou em mais de 6 mil correções na rede elétrica e relacionadas à vegetação em regiões com maior concentração de eleitores. Foram realizadas inspeções em circuitos que atendem a instalações estratégicas, como TSE, TRE-DF e Câmara Legislativa, além de alimentadores que suprem juntas apuradoras e importantes locais de votação. Os problemas identificados foram corrigidos e não há pendências para o período eleitoral. Na área de subtransmissão, a companhia inspecionou mais de 1.800 quilômetros de linhas e 100% das subestações. Também foram realizadas ampliações e renovações de ativos em cinco subestações, além da digitalização e renovação da Subestação Brazlândia. Ao todo, foram executadas mais de 143 manutenções preventivas e corretivas. 

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Dia Mundial contra a raiva: vacinação no DF registra recorde de animais imunizados

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A vacinação contra a raiva alcançou 99.903 cães e gatos no Distrito Federal neste ano, o maior quantitativo registrado nos últimos anos. Foram imunizados 82.878 cães e 17.025 gatos, um aumento de 87,18% em relação a 2025. O resultado reforça a importância da vacinação para manter a raiva sob controle e proteger tanto os animais quanto a população. Apesar dos avanços, a doença continua exigindo atenção permanente, já que o vírus segue circulando entre animais. "É um resultado expressivo, com o maior quantitativo registrado nos últimos anos", celebra o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Wendel Medeiros. O assunto é sério e que ganhou data própria. Nesta segunda-feira (28), é celebrado o Dia Mundial contra a Raiva, uma homenagem a Louis Pasteur, cientista francês que desenvolveu a primeira vacina de combate à doença, em 1885. Hoje, mais de um século depois, a imunização de cães e gatos ainda é uma das principais formas de prevenção. "É um desafio estratégico da saúde pública a necessidade de fortalecer a percepção de risco contínuo, considerando que o vírus da raiva mantém circulação ativa", afirma Medeiros. Onde e como vacinar seu animal? Todos os cães e gatos, a partir dos três meses de vida, devem ser vacinados anualmente, inclusive fêmeas que estiverem prenhas ou amamentando. Caso o animal esteja doente, a equipe irá avaliar o caso. Mesmo que os pets vivam em casas ou apartamentos, é preciso levá-los para receber a dose, pois há chance de haver contato com outros animais, como morcegos. Nesta segunda-feira (28), é celebrado o Dia Mundial contra a Raiva, uma homenagem a Louis Pasteur, cientista francês que desenvolveu a primeira vacina de combate à doença, em 1885 | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Além das campanhas de vacinação, o imunizante está disponível de segunda a sexta-feira na sede da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival) e nos Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental. A lista completa com endereços e horários de funcionamento está disponível neste link, atualizada conforme a disponibilidade do serviço. Para que o animal receba a dose, o tutor precisa ser maior de idade e levar um documento de identificação válido e com foto. Vale ressaltar que a vacina oferecida no Sistema Único de Saúde (SUS) é destinada exclusivamente a cães e gatos. Quem tiver roedores, primatas ou suínos deve focar em outras medidas preventivas: evitar o contato e isolar animais que apresentem alteração de comportamento, como dificuldades de locomoção, alteração nos sons produzidos e salivação excessiva. Produtores com rebanhos de bovinos, ovinos, caprinos, equinos e suínos também precisam ficar atentos à raiva. Nesses cenários, as ações preventivas ficam a cargo da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF). Quais cuidados tomar? Caso cães ou gatos estejam com sinais de raiva, é preciso acionar a Vigilância Ambiental pelo telefone (61) 3449-4434 (WhatsApp). Nunca tente manejar, tratar ou medicar o animal por conta própria. Destaca-se que a Vigilância Ambiental não é responsável por resgatar animais de rua. Outro cuidado fundamental é evitar o contato com animais como morcegos ou macacos, principalmente se estiverem mortos. A Vigilância Ambiental também pode ser contatada nesses casos. Vale lembrar que animais silvestres são protegidos por lei e matá-los é crime. Como a raiva é transmitida? O vírus causador da raiva, do gênero Lyssavirus, é transmitido pela saliva, por meio de mordidas, lambidas e arranhões de animais infectados. Em geral, o ciclo da doença é iniciado entre animais silvestres, passando para animais de criação ou animais domésticos, antes de haver casos em humanos. Em cães e gatos, a transmissão pela saliva ocorre de dois a cinco dias antes do aparecimento dos sinais da doença. Isso porque, no primeiro momento, o vírus se multiplica no local da lesão. Só depois migra para o cérebro e as glândulas salivares, causando os sintomas. Depois dessa fase, a possibilidade de óbito é de quase 100%. O que fazer em caso de mordida? Se houver acidentes com animais, lave imediatamente o ferimento com água e sabão. Em seguida, procure atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou hospital para ser avaliado. Os profissionais do SUS são treinados para avaliar a ocorrência de acordo com as características do paciente, do ferimento e do animal envolvido. No momento da avaliação, pode ser indicada a profilaxia pós-exposição, de acordo com o risco identificado pelos profissionais de saúde. A conduta pode envolver vacina e/ou soro antirrábico. Quais são os sintomas em humanos? Nos seres humanos, os sinais da raiva são similares aos de várias outras doenças: febre, dor de cabeça, perda de apetite e náuseas. Porém, em poucos dias, surgem sintomas neurológicos, como alterações de comportamento, espasmos, convulsões, delírios, alucinações e paralisia. O paciente também sofre com dificuldade para beber água e deglutir alimentos, além de apresentar salivação intensa. Em seguida, há o estado de coma e, em quase todos os casos, o óbito. Vale lembrar que a raiva não é transmitida por ficar no mesmo ambiente que um animal contaminado nem pelo contato com fezes ou urina. Também não há contaminação em caso de mordidas ou picadas de répteis, insetos ou aves, pois a doença afeta apenas mamíferos. Casos no DF Desde a fundação de Brasília, em 1960, foram registrados somente dois casos de raiva humana no DF: em 1978 e em 2022, ambos tendo como resultado o óbito. "A situação dos casos de raiva em humanos está controlada no DF. Mas, a manutenção desse cenário seguro exige vigilância e imunização contínuas", explica a enfermeira Geila Márcia Meneguessi, da área de Vigilância Epidemiológica da SES-DF. Os agentes atuam de forma integrada na identificação e na investigação de situações suspeitas, na avaliação do risco de exposição e na adoção das medidas necessárias para interromper a cadeia de transmissão. Vacina para prevenção O SUS também disponibiliza um esquema de vacinação pré-exposição para pessoas que têm mais chances de sofrer acidentes com animais ou entrar em contato com o vírus. É o caso de médicos veterinários, engenheiros agrônomos, zootecnistas, biólogos e estudantes dessas áreas. Também tomam a vacina funcionários de zoológicos, de clínicas veterinárias e de propriedades rurais, entre outras categorias. Para receber as doses, o profissional pode procurar uma unidade de saúde e apresentar um documento que comprove o risco de exposição ao vírus da raiva, como crachá funcional, declaração laboral ou da faculdade. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Pronto-Socorro do Hospital de Brazlândia passa por obras de ampliação e modernização 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A reforma e ampliação do Pronto-Socorro do Hospital Regional de Brazlândia (HRBz) entrou em uma nova etapa: a execução de serviços remanescentes, incluindo a construção da nova subestação elétrica da unidade. Localizado na Área Especial 6, no Setor Tradicional, o hospital passa por intervenções que contemplam a modernização da estrutura construída na década de 1970, com ampliação da capacidade assistencial, adequação às normas atuais de segurança e acessibilidade e melhoria das condições de atendimento para pacientes e profissionais.  O orçamento global da obra é de R$ 20,2 milhões. O projeto contempla a ampliação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), a reforma das unidades de Odontologia Ambulatorial, Laboratório de Análises Clínicas, Agência Transfusional e subestação elétrica, além da implantação de uma nova Unidade de Cirurgia Ambulatorial. Também estão previstas a construção de um novo bloco de internação da clínica cirúrgica e melhorias de acessibilidade na Sala Vermelha.   Processo de modernização Projeto prevê ampliação da UPA e reforma das unidades de Odontologia Ambulatorial, Laboratório de Análises Clínicas, Agência Transfusional e da subestação elétrica, entre outras | Foto: Divulgação/Novacap   "Não estamos executando uma simples reforma. Esta é uma requalificação completa deste hospital” Fernando Leite, diretor-presidente da Novacap Ao todo, 1,3 mil metros quadrados da estrutura existente serão demolidos para dar lugar a aproximadamente 10 mil metros quadrados de área construída. O projeto inclui 2.880 m² de novas edificações e mais de 6,1 mil m² destinados a estacionamento. Com as intervenções, a área de funcionamento do hospital passará de aproximadamente 5 mil m² para 6 mil m². De acordo com o diretor de Planejamento e Projetos da Novacap, Carlos Spies, a continuidade dos serviços permite dar sequência ao processo de modernização da unidade. “A requalificação do hospital permitirá adequar a estrutura às necessidades atuais da população e oferecer melhores condições para o atendimento e para o trabalho dos profissionais de saúde”, destacou.  Bloco de internação da clínica cirúrgica A necessidade da reforma está relacionada à idade da edificação e à necessidade de adequação às normas atuais. Entre as intervenções estão melhorias nas instalações elétricas, segurança contra incêndio, rotas de fuga e acessibilidade, além da reorganização e ampliação dos ambientes destinados ao atendimento. A modernização também inclui uma nova estrutura para cirurgia ambulatorial e um bloco de internação da clínica cirúrgica. O projeto foi dividido em etapas para reduzir os impactos sobre o funcionamento da unidade e permitir a manutenção dos serviços de saúde durante a execução das intervenções. Para o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, a intervenção representa uma transformação estrutural da unidade. “Esse hospital é de 1976 e tem pelo menos 40 anos que essa demanda é pedida ao GDF. Não estamos executando uma simples reforma. Esta é uma requalificação completa deste hospital”, avaliou. *Com informações da Novacap  

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