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Pacientes da rede pública podem solicitar órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção

O Programa de Órteses, Próteses e Meios Auxiliares de Locomoção (OPM) oferece gratuitamente equipamentos como cadeiras de rodas, andadores, coletes ortopédicos, entre outros, para pacientes da rede pública. A partir da comprovação de necessidade, que pode ser feita por laudo ou relatório de profissional de saúde — como médico, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, enfermeiro ou assistente social —, é possível solicitar a inclusão na iniciativa. O objetivo da ação é a garantia do acesso a tecnologias assistivas que promovam maior independência, mobilidade, funcionalidade e qualidade de vida a pessoas com deficiência. São atendidos adultos, crianças e idosos — pessoas com mais de 80 anos têm prioridade no recebimento de equipamentos. Para fazer a solicitação, o paciente deve comparecer ao Núcleo Ambulatorial de Órteses e Próteses, localizado na Estação do Metrô da 114 Sul, levando: Documento de identidade (RG) CPF Cartão do SUS Comprovante de residência Pedido ou relatório de um profissional de saúde Após o atendimento inicial, o paciente passa por uma avaliação com fisioterapeuta, que analisará suas necessidades físicas, funcionais e motoras, e indicará o equipamento mais adequado para o caso. Depois da avaliação e cadastro, em caso de aprovação, a entrega da maioria dos equipamentos ocorre no Núcleo de Produção de Prótese e Órtese (Oficina Ortopédica de Brasília), localizado no SIA. Veja a lista de equipamentos oferecidos: Cadeiras de rodas; Cadeiras de banho; Palmilhas; Coletes ortopédicos; Órteses; Calçados especiais; Almofadas terapêuticas; Bengalas; Andadores; Próteses para amputação de membros superiores e inferiores. Quando necessário, equipamentos como cadeiras de rodas, órteses, próteses e palmilhas podem ser confeccionados sob medida para cada paciente, a fim de garantir maior adaptabilidade do paciente. O programa também oferece manutenção e ajustes ao longo do período de garantia contratual. O prazo médio de entrega dos equipamentos depende da disponibilidade e do andamento dos processos de compra e contratação. O acompanhamento da posição na fila de espera deve ser realizado pelo WhatsApp do serviço: (61) 98184-1960.

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Governadora participa de solenidade de promoção de policiais militares após redução do interstício

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão participou, nesta quarta-feira (26/8), da solenidade que celebrou a promoção de 685 policiais militares da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). O evento foi realizado na Academia de Polícia Militar de Brasília. “Isso é reconhecimento de uma carreira que precisa progredir, de homens que às vezes esperam dez anos para subir e ter uma promoção na sua carreira. Homens e mulheres que trouxeram este estado para o estado mais seguro do Brasil”, afirmou a chefe do Executivo. “Isso é reconhecimento de uma carreira que precisa progredir, de homens que às vezes esperam 10 anos para subir e ter uma promoção na sua carreira. Homens e mulheres que trouxeram este estado para o estado mais seguro do Brasil”, destacou a governadora Celina Leão | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília As promoções foram viabilizadas por ato publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de 19 de agosto. O ato assinado pela governadora reduziu o período mínimo de permanência exigido no posto ou graduação e antecipou o fluxo de carreira dos policiais que cumpriram os demais requisitos previstos na legislação. Do total de promovidos, 251 são oficiais e 434 são praças. Segundo o comandante-geral da PMDF, coronel Palhares, a promoção reconhece a dedicação diária dos agentes. “A promoção para o policial militar representa mais do que uma ascensão funcional, mais do que vocês progredirem na carreira. Ela representa o reconhecimento da corporação pelo esforço do policial militar, pela dedicação do policial militar, por tudo que ele entrega diariamente à nossa sociedade”,  agradeceu. A solenidade celebrou a promoção de 685 policiais militares As promoções dos oficiais foram divulgadas em edição extra do DODF, enquanto as promoções das praças constaram no Boletim do Comando Geral (BCG). Para integrar o quadro de acesso, o policial militar deve atender às condições estabelecidas na Lei nº 12.086/2009, incluindo o cumprimento dos cursos exigidos, a aptidão para o serviço ativo, as condições específicas de cada quadro e os critérios relacionados aos conceitos profissional e moral.  

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Parceria garante atendimento gratuito a mais mulheres vítimas de violência

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e a Universidade Católica de Brasília (UCB) firmaram acordo de cooperação para oferecer acolhimento psicossocial e jurídico gratuito a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, seus familiares e mulheres vítimas de crimes contra a dignidade sexual. Os atendimentos serão realizados nos Núcleos Integrados de Atendimento à Mulher (Nuiam) da PCDF, de forma presencial ou remota, pela UCB, sem qualquer cobrança às pessoas atendidas. A iniciativa também contempla vítimas de crimes contra a dignidade sexual ocorridos fora do contexto previsto na Lei Maria da Penha. O acordo de cooperação foi assinado em 12 de agosto de 2026 e terá vigência de 60 meses, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período. *Com informações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)

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Capacitação prepara 1,2 mil militares para atendimento qualificado à população LGBTQIA+

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) realizou, nesta quarta-feira (26), capacitação para 1.218 alunos do XII Curso de Formação de Praças da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). A formação foi planejada e conduzida pela SSP-DF, em parceria com a PMDF e com participação de especialistas da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O objetivo é padronizar procedimentos técnicos e ampliar o conhecimento sobre aspectos relacionados à identidade de gênero e orientação sexual que podem interferir diretamente na condução de abordagens, revistas, custódias e atendimentos a vítimas. Intitulada Letramento Policial e Direitos Humanos: Excelência no Atendimento à População LGBTQIA+, a atividade integra a formação dos novos policiais e trabalha situações práticas que podem ser encontradas durante o policiamento, desde o primeiro atendimento até o registro adequado de ocorrências e a preservação de provas.  Entre os conteúdos estão o uso adequado do nome social e dos pronomes, procedimentos de revista pessoal e custódia, identificação da motivação discriminatória e cuidados necessários para evitar a revitimização durante o atendimento.  Durante a capacitação, os alunos aprendem como registrar informações relevantes envolvendo pessoas trans e travestis, casais homoafetivos e ocorrências nas quais seja necessário identificar possível motivação discriminatória | Foto: Divulgação/SSP-DF  Os alunos também recebem orientações sobre como registrar informações relevantes para a investigação. A identificação correta de indícios de motivação LGBTQIA+fóbica e a preservação dos elementos de prova podem contribuir para as etapas posteriores de apuração pela Polícia Civil e atuação dos demais órgãos do sistema de Justiça. A formação abordou, ainda, a aplicação dos direitos humanos à atividade operacional, relacionando legalidade, imparcialidade e segurança jurídica dos próprios agentes durante as intervenções. Situações práticas Na metodologia utilizada no encontro foram demonstrados estudos de caso, vídeos e atividades interativas para aproximar o conteúdo das ocorrências que podem ser atendidas pelos policiais nas ruas. Entre as situações analisadas estão atendimentos envolvendo pessoas trans e travestis, casais homoafetivos e ocorrências nas quais seja necessário identificar possível motivação discriminatória. Os participantes puderam encaminhar, de forma anônima, perguntas por meio de QR Code, permitindo o esclarecimento de dúvidas relacionadas aos procedimentos operacionais. O conteúdo técnico contou com a participação do delegado da PCDF Anderson Cavichioli, da Delegacia da Criança e do Adolescente II (DCA II) e presidente da Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública LGBTI+ (Renosp-LGBTI+), e da delegada Ângela Maria dos Santos, da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin).  *Com informações da PMDF

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Qualificação Profissional 2024 (Copiar)

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Programa Fábrica Social 2025

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Qualificação Profissional 2024

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Micro empreendedorismo (Copiar)

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Atendimentos Sine 2025 (Copiar)

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Governadora recebe vítima de cárcere privado e reforça acolhimento a vítimas de violência

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão recebeu, nesta quarta-feira (26/8), no Palácio do Buriti, uma mulher vítima de violência que foi mantida em cárcere privado por cinco dias em Águas Lindas de Goiás. No encontro, a vítima afirmou que pretende se mudar para o Distrito Federal com os dois filhos em busca de segurança e de uma nova etapa de vida. O caso ganhou repercussão nacional após a vítima ser localizada e resgatada pela polícia. Segundo informações divulgadas sobre a investigação, ela foi encontrada presa, amarrada e amordaçada em um imóvel. O ex-companheiro foi preso em flagrante e é investigado por sequestro, estupro e cárcere privado. Durante a conversa no Palácio do Buriti, Celina destacou a importância de acolher mulheres vítimas de violência e de fortalecer a coragem para denunciar situações de agressão: “A gente ouviu o relato dela. Não tem como não se impactar. Essa situação horrorizou o Brasil inteiro. E aqui hoje o nosso gesto é de acolhimento, para que as mulheres tenham coragem de denunciar. Ela denunciou e, mesmo assim, ainda sofreu; e, pelos relatos que ela trouxe hoje, ainda sofre uma revitimização com o julgamento da própria sociedade”. Celina Leão:  "Nosso gesto é de acolhimento, para que as mulheres tenham coragem de denunciar" | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília A governadora afirmou que as políticas públicas oferecidas pelo governo para mulheres em situação de vulnerabilidade podem ser acionadas pela vítima. Entre as possibilidades mencionadas por Celina estão o Aluguel Social, o programa Viva Flor e o acompanhamento psicológico disponibilizado pela rede. “Ela deve se deslocar ao Distrito Federal para vir residir com as crianças aqui, ficar sob os nossos programas: o Aluguel Social, pelo qual ela vai ter uma residência onde terá endereço indefinido; o Viva Flor; e também o do acompanhamento psicológico que a gente tem na secretaria [da Mulher]. Queremos que ela se sinta acolhida por nós. A gente tem uma política muito firme aqui de combate à violência às mulheres, e a gente não aceita, em hipótese alguma, julgar quem já sofreu ou sofre violência”, enfatizou a governadora.  As políticas citadas fazem parte de uma rede de proteção que reúne ações de assistência, segurança e atendimento psicossocial. O objetivo é oferecer caminhos para que mulheres em situação de violência possam romper o ciclo de agressões e reconstruir a própria autonomia. No caso do Viva Flor, a política está relacionada à proteção de mulheres em situação de violência que apresentam risco e necessitam de acompanhamento especializado. Já o atendimento psicológico pode integrar a rede de assistência destinada às mulheres que chegam aos serviços públicos em situação de vulnerabilidade. O governo do Distrito Federal tem programas, como o Aluguel Social e o Viva Flor, para acolher mulheres vítimas de violência doméstica “Hoje eu tenho para onde ir” Durante o encontro, a vítima agradeceu o apoio recebido após o caso ganhar repercussão nacional. Emocionada, ela relatou que as mensagens e manifestações de solidariedade a ajudaram a enfrentar o período de violência e a tomar a decisão de buscar uma nova vida para ela e os filhos. “Eu quero agradecer a todo mundo que orou, que divulgou, que não desistiu. A divulgação foi imensa; a todos que mandaram mensagem, que eu não consegui responder nem um terço, mas que continuam me apoiando, me dando palavras de conforto, me dando aquele carinho, aquele abraço amigo e realmente pegando na minha mão e dando comigo.” Ela também falou sobre a dificuldade de deixar uma situação de violência sem ter condições materiais para recomeçar. Segundo a vítima, esse foi um dos principais obstáculos enfrentados antes de encontrar uma possibilidade de mudança. “Eu não me sinto sozinha. Se não fossem vocês, vocês da rede social, você, governadora, que está pegando na minha mão, me acolhendo, me tirando do perigo, eu não sei o que seria de mim. As pessoas comentavam: ‘você tem que sair daí, você tem que sair daí’, mas eu ficava me perguntando: ‘e eu vou para onde?’, porque eu não tenho condições. Para onde eu vou com os meus dois filhos sozinha?’.” A perspectiva de reconstrução da vida no Distrito Federal representa, para ela, uma oportunidade de oferecer segurança e melhores condições aos filhos. “Hoje eu tenho para onde ir. Hoje eu tive uma segunda possibilidade de vida. Agora eu e meus filhos estamos seguros. A partir de agora eu sou mãe solo, e eles terão um estudo de qualidade no Distrito Federal”, compartilhou.  

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