Distrito Federal institui equipe técnica para implementação do AdaptaCidades
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Distrito Federal instituiu a equipe técnica responsável pela implementação do AdaptaCidades. A designação consta da Portaria nº 72, de 17 de agosto de 2026, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (19/8). A iniciativa integra o programa Cidades Verdes Resilientes, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), e oferece apoio técnico à elaboração de instrumentos de planejamento voltados à adaptação aos impactos da mudança do clima. O Distrito Federal aderiu ao AdaptaCidades em 2025. O Instituto Brasília Ambiental é um dos órgãos do GDF que integram o grupo do AdaptaCidades | Foto: Divulgação Com a publicação da portaria, fica formalizada a estrutura técnica responsável por conduzir as atividades previstas no Termo de Adesão firmado entre o DF e o MMA. O grupo é formado por representantes da Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF), do Instituto Brasília Ambiental, do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) e da Secretaria de Saúde (SES-DF). Também poderão participar, quando necessário, representantes de outros órgãos, entidades, instituições acadêmicas e da sociedade civil, mediante convite da equipe técnica. Atuação da equipe Entre as atribuições previstas na Portaria nº 72 está a coordenação do processo de elaboração dos planos de adaptação à mudança do clima nas quatro macrorregiões definidas para o Distrito Federal, com anuência do MMA. A equipe também será responsável pela elaboração do plano de trabalho da iniciativa, pela participação em reuniões e atividades de capacitação e pelo acompanhamento das ações desenvolvidas no âmbito do AdaptaCidades. Caberá ainda ao grupo manter a articulação técnica com o MMA durante a execução da iniciativa. O AdaptaCidades prevê suporte técnico e metodológico aos entes participantes, incluindo capacitação para o planejamento da adaptação climática, acesso a informações sobre riscos climáticos em escala local e regional e orientação para a elaboração dos planos. De acordo com a portaria, a iniciativa terá vigência de 36 meses, com possibilidade de prorrogação automática por igual período, nos termos do Termo de Adesão. A participação dos integrantes da equipe técnica não prevê remuneração adicional. *Com informações da Sema-DF
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Acidentes com escorpiões: saiba como evitar
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Evitar acidentes com escorpiões é um desafio que exige esforço coletivo ao longo do ano. “É uma atenção parecida com a da dengue: se um vizinho mantém, por exemplo, o terreno com entulho, coloca em risco toda a comunidade ao redor”, afirma o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde (SES-DF), Wendel de Medeiros. As recomendações são simples: retirar entulhos, manter quintais e outras áreas limpas, vedar ralos, tapar buracos em paredes e combater pragas, principalmente baratas. O foco é reduzir a oferta de locais para os escorpiões se esconderem, eliminar o acesso aos ambientes residenciais e dificultar a alimentação desses animais. Por meio dos telefones 160 ou 162, é possível solicitar apoio da Vigilância Ambiental. Os agentes podem atuar em cenários de ampla infestação e orientar os moradores, principalmente na identificação de pontos críticos no imóvel. O avanço no combate aos escorpiões a longo prazo, porém, depende diretamente dos moradores. “Atuamos no controle e na orientação, mas não conseguimos eliminar o animal do ambiente urbano, uma vez que ele está adaptado”, explica Medeiros. É preciso ficar atento à desinsetização contra baratas, que são o principal alimento dos escorpiões. Após o procedimento, é importante redobrar a atenção, pois, apesar de não serem afetados diretamente pelos inseticidas, escorpiões podem sair de seus esconderijos, aumentando a chance de acidentes com humanos. Por meio dos telefones 160 ou 162, é possível solicitar apoio da Vigilância Ambiental | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Compromisso o ano inteiro O cuidado contra os escorpiões deve ocorrer ao longo de todo o ano. “Não existe uma única época de risco. A prevenção deve ser contínua, com inspeções periódicas”, reforça a gerente de Vigilância Ambiental de Vetores e Animais Peçonhentos e Ações de Campo da SES-DF, Hérica Bassani. “Não existe uma única época de risco. A prevenção deve ser contínua, com inspeções periódicas” Hérica Bassani, gerente de Vigilância Ambiental de Vetores e Animais Peçonhentos Em 2025, por exemplo, os 4,7 mil acidentes com escorpiões registrados no Distrito Federal ocorreram em diferentes épocas do ano. Entretanto, no início das chuvas, no segundo semestre, há um leve aumento dos casos. “É comum que o alagamento de abrigos naturais e artificiais faça com que os escorpiões se desloquem para locais secos, aumentando a possibilidade de contato com as pessoas”, diz Bassani. Por outro lado, no período da seca, o acúmulo de materiais, entulhos, folhas secas e outros abrigos próximos às residências também favorece a aproximação e a permanência do animal no ambiente domiciliar. “Os escorpiões permanecem ativos em todas as estações, especialmente em áreas urbanas onde encontram abundância de abrigo e de alimento”, acrescenta a gerente. Além disso, a especialista destaca que os escorpiões são muito eficientes na reprodução. Uma das espécies presentes no DF, o escorpião-amarelo (Tityus serrulatus), consegue realizar a partenogênese, em que uma fêmea consegue se reproduzir sozinha. Um único escorpião dessa espécie pode gerar até 160 filhotes ao longo do ano se estiver em condições ideais para a sobrevivência. A SES-DF tem ampliado a capacidade de monitoramento, inclusive ao orientar a população e os profissionais de saúde a informarem cada ocorrência. “A notificação é fundamental, porque permite direcionar as ações de vigilância e controle, planejar campanhas educativas, subsidiar políticas públicas de prevenção e organizar a distribuição dos soros antivenenos”, elenca Bassani. Em todos os casos de picada de escorpião, o paciente deve procurar imediatamente uma unidade de saúde Soro e o que fazer As unidades de saúde do DF receberam, no ano passado, mais de 830 ampolas do soro antiescorpiônico. Atualmente, a Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde mantém estoque estratégico para reposição, enquanto os hospitais da rede pública dispõem de doses para aplicação imediata. Apesar disso, nem sempre o soro é necessário. A indicação segue o critério clínico. Enquanto pacientes classificados como graves podem receber até seis ampolas, nos casos moderados são suficientes três. Já em situações avaliadas como leves, o tratamento se limita a combater a dor provocada pela picada. Em todos os casos de picada de escorpião, contudo, o paciente deve procurar imediatamente uma unidade de saúde. “A piora do quadro pode ocorrer em poucas horas, e a pessoa passa a apresentar episódios de vômitos, suor extremo, confusão mental e dificuldade respiratória”, alerta a farmacêutica toxicologista da SES-DF, Flávia Neri. “A piora do quadro pode ocorrer em poucas horas e a pessoa passa a apresentar episódios de vômitos, suor extremo, confusão mental e dificuldade respiratória” Flávia Neri, farmacêutica toxicologista Se o acidente ocorrer com adultos que não apresentem sintomas além de dor, uma opção é procurar a rede de unidades básicas de saúde (UBSs). Nos casos leves, são aplicados analgésicos e feita a observação por até 12 horas. Quando o soro se mostra necessário, os pacientes permanecem em observação por, no mínimo, 24 horas após receberem as ampolas. Os vômitos e as dores desaparecem rapidamente, mas é preciso monitorar indicadores no sangue. Em ocorrências que envolvem crianças, sobretudo aquelas menores de 10 anos, é necessário levá-las diretamente ao hospital. “O público infantil possui menor superfície corpórea, o que eleva substancialmente o risco de complicações sistêmicas graves e óbito. Vômitos são um sinal clínico precoce, indicativo e muito sensível de gravidade”, destaca Neri. Como evitar acidentes com animais peçonhentos Examine roupas e calçados antes de usá-los Mantenha camas, sofás e berços afastados da parede Mantenha lençóis, cobertores e cortinas sem contato direto com o chão Use luvas grossas ao manusear materiais de construção, na limpeza de jardins ou ao lidar com materiais que possam servir de abrigo a escorpiões Sacuda roupas pessoais, roupas de cama e sapatos antes de usá-los Remova abrigos. Escorpiões gostam de se esconder em lugares escuros, principalmente durante o dia Ao colher frutas, apoiar-se ou recostar-se em árvores ou plantas, observe se há lagartas no local Ao podar árvores ou colher frutos, proteja as mãos com luvas grossas e use camisas de mangas longas Evite a presença de crianças perto de árvores ou plantas que contenham taturanas, pois elas são atraídas pelo colorido desses animais e podem querer tocá-los Como impedir a presença de escorpiões em casa Guarde caixas de papelão em gavetas, não no chão Mantenha seus armários e quartos bem organizados Mantenha os ambientes da casa ventilados e higienizados Tire sapatos e roupas do chão No quintal, apare moitas e folhagens que escorpiões possam usar como esconderijo Livre-se de pilhas de madeira, pedras, restos de plantas e materiais de construção Dentro de casa, tampe buracos Use panos ou vedadores nas aberturas das portas Prevenção de acidentes com animais peçonhentos no trabalho Use luvas de raspa de couro e calçados fechados, entre outros equipamentos de proteção individual (EPIs), durante o manuseio de materiais de construção, o transporte de lenha, a movimentação de móveis, as atividades rurais e a limpeza de jardins, quintais e terrenos baldios Observe sempre com atenção o local de trabalho e os caminhos a percorrer Não coloque as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, nem em espaços situados em montes de lenha ou entre pedras. Caso seja necessário mexer nesses lugares, use um pedaço de madeira, enxada ou foice Os trabalhadores do campo devem sempre utilizar os EPIs, como botas ou perneiras. *Com informações da SES-DF
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Lista de Prestadores Credenciados pelo GDF Saúde
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Entenda a diferença entre as unidades de atendimento
A escolha da unidade de saúde conforme os sintomas busca agilizar o atendimento de casos graves no Distrito Federal. A rede pública é dividida em níveis de atendimento: as unidades básicas de saúde (UBSs) atuam na prevenção e acompanhamento; as unidades de pronto atendimento (UPAs) recebem urgências de média complexidade; e os hospitais públicos atendem alta complexidade, emergências e especialidades. Unidades básicas de saúde As UBSs são a porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) e oferecem consultas em clínica médica, saúde da família, pediatria, ginecologia, enfermagem e odontologia. Também oferecem vacinação, planejamento familiar, pré-natal, acompanhamento no puerpério, curativos, troca de sondas, acompanhamento de hipertensão e diabetes, exames preventivos (Papanicolau), consultas de puericultura e inserção de métodos contraceptivos (DIU e Implanon). O atendimento nas UBSs ocorre por consultas agendadas e acolhimento de demandas do dia | Fotos: Divulgação Sintomas leves ou moderados, como febre baixa, tosse leve, dor de garganta, dor de cabeça e diarreia moderada, passam por avaliação em UBSs. As unidades também fazem renovação de receitas de uso contínuo e solicitação de exames de rotina. O atendimento ocorre por consultas agendadas e acolhimento de demandas do dia. É necessário apresentar documento oficial com foto, CPF, Cartão SUS (se houver) e comprovante de residência atualizado. Este último documento é necessário para a vinculação do paciente à equipe responsável pelo território onde mora. Unidades de pronto atendimento As UPAs integram a rede de urgência e emergência de média complexidade 24 horas por dia. As unidades oferecem atendimento para quadros agudos, estabilização, leitos de observação por até 24 horas, exames laboratoriais de urgência, radiografias e administração de medicamentos injetáveis. Não é exigido encaminhamento prévio. A UPA é indicada para febre alta persistente, dores intensas no abdômen, vômitos persistentes, desidratação moderada ou grave, falta de ar ou crise asmática moderada, cortes para sutura simples, ferimentos com sangramento moderado e alterações de pressão arterial com tontura ou dor de cabeça intensa. Hospitais públicos Já os hospitais regionais e unidades de referência atendem a alta complexidade, emergências cirúrgicas e especialidades. Dispõem de centros cirúrgicos, unidades de terapia intensiva (UTIs), exames de imagem (tomografia e ressonância magnética) e prontos-socorros em cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, ortopedia, traumatologia, neurocirurgia, oftalmologia, cardiologia e queimados. Os hospitais funcionam durante toda a semana, 24 horas por dia, não exigem encaminhamento e atendem casos de emergência mesmo sem documentos O atendimento hospitalar é indicado para suspeita de infarto ou acidente vascular cerebral (AVC), fraturas expostas ou com deformidades, acidentes de trânsito graves, quedas de altura, queimaduras extensas ou profundas, sangramentos incontroláveis, trabalho de parto avançado, sangramento gestacional, perda de consciência, dor intensa no peito, perda de força em um lado do corpo, paralisia súbita, falta de ar grave e convulsões. Os hospitais funcionam a semana inteira, 24 horas por dia, não exigem encaminhamento e atendem casos de emergência mesmo sem documentos. Protocolos Nas UPAs e hospitais, a ordem de atendimento segue o Protocolo de Classificação de Risco, pela Triagem de Manchester — um sistema criado em novembro de 1994 na cidade de Manchester, na Inglaterra, por um grupo colaborativo de médicos e enfermeiros conhecido como Manchester Triage Group. O método nasceu da necessidade de substituir triagens puramente intuitivas por um sistema científico, auditável e baseado no risco clínico real do paciente. A cor vermelha indica atendimento imediato; laranja, em até dez minutos; amarela, até 60 minutos; verde, até 360 minutos; e azul, até 720 minutos. Casos verdes e azuis possuem perfil de atendimento para UBS. Pacientes com demandas de baixa gravidade atendidos em hospitais ou UPAs passam pela triagem e podem ser orientados a procurar a UBS. E, quando uma UBS ou UPA identifica a necessidade de internação em UTI ou cirurgia de alta complexidade, a unidade presta o atendimento inicial e aciona o Complexo Regulador em Saúde do DF ou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) para a transferência. Endereços, horários de funcionamento e serviços estão disponíveis neste portal e na Carta de Serviços ao Cidadão, disponível neste link.
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Regime de trabalho para policiais civis gestantes e lactantes tem nova regulamentação
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foi publicada nesta quarta-feira (19/8), no Diário Oficial do Distrito Federal, a Portaria nº 354, que estabelece regras sobre o regime de trabalho da servidora policial civil gestante e da lactante, e dá outras providências. A norma entra em vigor na data de sua publicação e revoga a Portaria nº 02, de 9 de janeiro de 2020. Entre as principais medidas, a policial gestante ou lactante com filho de até um ano de idade fica dispensada de escalas de operação policial, plantão, sobreaviso e serviço voluntário gratificado. A restrição não impede a realização de procedimentos de polícia judiciária e atividades administrativas na própria unidade, durante o horário de funcionamento. A servidora também poderá optar por não usufruir das restrições relacionadas às escalas, mediante requerimento ao Departamento de Gestão de Pessoas (DGP). A norma também estabelece que a policial gestante ou com filho de até dois anos não será obrigada a realizar viagem a serviço que exija pernoite. Para a policial, a dispensa vale nos 60 dias seguintes ao nascimento do filho. Pelas novas medidas, a policial gestante ou lactante com filho de até um ano de idade fica dispensada de escalas de operação policial, plantão, sobreaviso e serviço voluntário gratificado | Foto: Divulgação/PCDF Atestado médico As restrições decorrentes da gravidez e da lactação, assim como as que envolvem afastamento em viagem a serviço que exija pernoite, passam a valer a partir da comunicação da condição à chefia imediata, mediante apresentação de atestado médico. A policial gestante também fica dispensada de compensar as horas não trabalhadas para consultas médicas e exames de pré-natal, mediante comunicação à chefia imediata e apresentação dos respectivos atestados. Após o término da licença-maternidade, a policial deverá retornar à mesma unidade em que estava lotada antes da licença e permanecer nela por, no mínimo, seis meses, salvo manifestação formal em sentido contrário. Para as servidoras lactantes, a portaria garante duas horas para amamentação durante a jornada de trabalho, sem redução de direitos, até que o filho complete 12 meses. A flexibilidade poderá ser utilizada no início ou no fim do expediente, inclusive para facilitar a conciliação com os horários de creches ou similares. A portaria se aplica, no que couber, aos casos de adoção e guarda, bem como às servidoras das carreiras Gestão de Apoio às Atividades Policiais Civis e Atividades Complementares de Segurança Pública, lotadas nas unidades da PCDF. Os casos omissos serão solucionados pela direção do Departamento de Gestão de Pessoas. *Com informações da PCDF
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AVISO – INDISPONIBILIDADE DO SEI-GDF PARA MANUTENÇÃO EMERGENCIAL
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Aulões na Biblioteca Nacional retornam em setembro com 700 vagas gratuitas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O projeto de aulões na BNB (Biblioteca Nacional de Brasília) está de volta para sua quarta edição. A programação será aberta em 5 de setembro, com uma aula gratuita ministrada pelo professor Frederico Carvalho Torres — o Fredão, referência nacional em análise estatística do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O encontro será realizado das 9h às 12h, no auditório do Museu Nacional, com 700 vagas. Professor de Matemática desde 2010, Fredão é estatístico pela Universidade de Brasília (UnB) e mestre em matemática pelo Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat). Seu trabalho combina preparação para o Enem com análise técnica do exame, especialmente a partir da Teoria de Resposta ao Item (TRI) e dos microdados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Em 2017, fundou o Mente Matemática, plataforma que já formou mais de 15 mil alunos. Nas duas últimas edições do Enem, mais de 250 estudantes da plataforma alcançaram notas acima de 900. Ele também está à frente da Plataforma Professor Fredão, dedicada ao estudo técnico e estatístico da prova. A experiência do professor com o exame inclui a participação, como candidato, nas 12 últimas edições do Enem. Nas sete mais recentes, alcançou quatro gabaritos. Em 2012, foi aprovado em primeiro lugar nacional no exame de admissão do Profmat. O professor também é autor de materiais focados na preparação para o Enem, como a Coleção Enem por Habilidades e Dificuldades, e já proferiu palestras sobre o tema em mais de dez cidades brasileiras. Nas redes sociais, especialmente no perfil @professorfredao, apresenta análises do exame combinando dados técnicos e uma linguagem bem-humorada. Serviço ♦ Aulões na BNB — aula inaugural com o professor Fredão → Data: 5 de setembro → Horário: das 9h às 12h → Local: auditório do Museu Nacional de Brasília → Vagas: 700 → Entrada gratuita. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Debate celebra jovens com altas habilidades e superdotação
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Dia da Superdotação 2026 reuniu famílias, estudantes, especialistas, profissionais, autoridades e instituições para ampliar o debate sobre altas habilidades e superdotação. Realizado na Universidade de Brasília (UnB), no sábado (15/8), o encontro contou com mais de 50 atrações gratuitas para diferentes públicos. A secretária da Juventude, Fabiana Lacerda, participou do evento e destacou a importância do acolhimento, da valorização dos talentos e do fortalecimento do protagonismo juvenil. “O Governo do Distrito Federal tem compromisso com a pauta das altas habilidades e superdotação", disse. "Precisamos ampliar o acolhimento, reconhecer esses talentos e criar oportunidades para que crianças, adolescentes e jovens possam desenvolver todo o seu potencial.” No encontro foram abordados temas como dupla excepcionalidade, saúde mental e desenvolvimento e, também, atividades culturais e educativas | Foto: Divulgação/Sejuve-DF "Queremos construir pontes e fortalecer essa rede para que mais jovens tenham seus talentos reconhecidos e possam contribuir com o desenvolvimento do Distrito Federal” Fabiana Lacerda, secretária da Juventude Ela ressaltou que valorizar as altas habilidades também é fortalecer o protagonismo juvenil. "Quantos outros jovens podem se destacar, desenvolver novas ideias e contribuir para soluções que podem transformar o futuro do Distrito Federal?”, indagou. “A Secretaria da Juventude está à disposição das famílias, instituições e organizações que atuam nessa área. Queremos construir pontes e fortalecer essa rede para que mais jovens tenham seus talentos reconhecidos e possam contribuir com o desenvolvimento do Distrito Federal.” A programação reuniu atividades científicas, culturais e educativas, com oficinas e ações relacionadas a temas como matemática, astronomia, tecnologia, inteligência artificial, empreendedorismo, música, xadrez, educação emocional e orientação profissional. Também foram abordados temas como dupla excepcionalidade, saúde mental e desenvolvimento. O evento contou com a participação de instituições como Ministério da Educação (MEC), Universidade de Brasília, Secretaria da Juventude, Defensoria Pública, Ouvidoria, Ministério Público do Distrito Federal, Procuradoria Geral do DF, Ordem dos Advogados do Brasil, Federação Nacional das Escolas Particulares e Frente Parlamentar do Autismo, entre outras. Realizado pelo Instituto Raises, Instituto Ravi, Precocidades em Movimento (Premiah) e parceiros institucionais, o Dia da Superdotação 2026 também teve programação online, entre os dias 10 e 13 de agosto. A iniciativa reforçou a importância da união entre famílias, escolas, universidades, sociedade civil e poder público para ampliar o reconhecimento das altas habilidades e superdotação e criar oportunidades de desenvolvimento e protagonismo. *Com informações da Sejuve-DF
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre em Taguatinga e no Plano Piloto nesta quinta-feira (20)
Nesta quinta-feira (20), a partir das 9h, servidores estarão em Taguatinga e no Plano Piloto para oferecer acolhimento e assistência social a pessoas em situação de rua que quiserem ajuda. Após o atendimento, os pertences serão transportados ao endereço indicado pelas pessoas atendidas ou, caso não haja um ponto fixo, os objetos pessoais serão levados a um depósito no SIA (Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. A divulgação das ações de acolhimento segue o que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A decisão determina que o Poder Executivo Distrital divulgue “previamente o dia, o horário e o local das ações de zeladoria urbana nos seus respectivos sites” e que preste “informações claras sobre a destinação de bens porventura apreendidos, o local de armazenamento dos itens e o procedimento de recuperação do bem”. Confira os pontos demarcados para a ação desta quinta Taguatinga CSG 13, atrás do atacadista Super Adega QSD 22/32, área de mata atrás da 3ª Igreja Presbiteriana de Taguatinga Avenida Samdu Sul, na altura da QSB 12/13 C12, atrás do Lote 13 Setor Hoteleiro Quadra C3, marquise da Caixa Econômica Quadra C5, marquise do Lote 6 Quadra C7, marquise das Casas Bahia Biblioteca Pública na Avenida Comercial CNB 3, marquise do Templo Budista Ponto de captação de água, córrego cortado, margem da Avenida Elmo Serejo Área verde em frente ao pronto-socorro do Hospital Regional de Taguatinga QNC, muro lateral do HRT, próximo à Promotoria de Justiça de Taguatinga QNC/QNF 01, área de mata localizada acima do campo de futebol de terra, próximo ao Senai Imediações do Centro Pop QND 21/23, marquise da calçada em frente ao comércio local QNL 4, Bloco D, próximo ao Edifício Braz Viana QNL 13, Bloco H QNH Área Especial 178 QNM 34/36, em frente ao supermercado Bom de Preço QNM 36, Setor M Norte Plano Piloto Proximidades da Torre de TV Torre de TV, subsolo Setor Comercial Sul Centro Pop, 903 Sul SHIGS 703/704, Praça Galdino Jesus dos Santos Vias W5 e W4 Sul, extensão da 902 à 905 e da 702 à 705 SQS 303, área verde no interior da quadra e nos fundos da Igreja São Camilo Área verde da 305/306 Sul, ao lado da W2 CLS 306, ao lado do Banco Santander Cerca da escola Parque 308 Sul Eixo Rodoviário Sul (Eixão) SQS 313, ao lado do parquinho de areia Entre as quadras 114/115 Sul
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Sem chuva há mais de 50 dias, DF acende alerta para incêndios florestais
O Distrito Federal enfrenta um período de estiagem e está há 54 dias consecutivos sem precipitações. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a última chuva na capital federal ocorreu em 25 de junho, decorrente de uma massa de ar seco que atua sobre a região Centro-Oeste e inibe a formação de nuvens. Diante do cenário, típico desta época do ano, frentes de trabalho atuam para mitigar os riscos de incêndios florestais por meio de prevenção, monitoramento e combate. Região registra índices baixos de umidade relativa do ar, com temperaturas mais altas durante a tarde; condição aumenta risco de incêndios | Imagem: Divulgação As condições climáticas atuais, marcadas por baixa umidade relativa do ar, temperaturas elevadas nas tardes e ventos de fracos a moderados, reduzem a umidade disponível no solo e na vegetação do Cerrado. Essa combinação aumenta o risco de ignição e acelera a propagação do fogo, o que demanda atenção redobrada. Temperatura tende a ser amena de manhã, com calor intenso à tarde Segundo o Inmet, nos próximos dias, a previsão aponta para a persistência das condições dos baixos índices de umidade relativa do ar, com possibilidade de atingir níveis críticos no período da tarde, o que pode motivar a emissão de avisos meteorológicos. Em relação às temperaturas, as tendências apontam para uma estabilidade, com manhãs amenas e tardes de calor intenso, o que mantém elevada a amplitude térmica. No Plano Piloto, as mínimas oscilam entre 14°C e 16°C, enquanto as máximas variam de 30°C a 31°C. Nas demais regiões do DF, especialmente no Paranoá, as temperaturas mínimas devem ficar, em média, 1°C abaixo das previstas para Brasília, e as máximas tendem a ser, também em média, 1°C acima, com destaque para a região do Gama. Os ventos, de modo geral, sopram com intensidade fraca a moderada em todo o território, com possibilidade de rajadas pontuais. Ações de prevenção Para conter o avanço do fogo nas áreas protegidas, ações contínuas buscam a redução de material combustível. Somente em 2026, equipes técnicas executaram cerca de 300 hectares de queima prescrita e estabeleceram 50 quilômetros de aceiros que funcionam como barreiras de proteção dentro das unidades de conservação (UCs). A estruturação do planejamento envolve 150 brigadistas com contratos de dois anos para a manutenção dos trabalhos preventivos ao longo de todo o ano, permitindo que as equipes ajam com antecedência ao período crítico de seca para mitigar o risco de incêndios. Para manter atualizados os registros das áreas das UCs afetadas pelas chamas, o monitoramento utiliza o Programa de Monitoramento de Áreas Queimadas (Promaq), que gera mapas e relatórios periódicos. Entre 2020 e 2024, as áreas que apresentaram maior recorrência de queimadas foram os parques distritais Boca da Mata e Recanto das Emas, a Arie Granja do Ipê, a Floresta Distrital dos Pinheiros e os parques ecológicos Ezechias Heringer, Tororó e Riacho Fundo, além de unidades federais como o Parque Nacional de Brasília, a Floresta Nacional de Brasília e a Reserva Biológica da Contagem. Operação Verde Vivo 3.786 Número de ocorrências de incêndio em vegetação registradas até o dia 16 deste mês no DF A operação Verde Vivo 2026, iniciada em abril com previsão de término em novembro, é estruturada de forma gradual conforme o avanço da estiagem. O foco principal é o monitoramento, a prevenção e o combate aos incêndios. Na fase mais crítica, o planejamento prevê o emprego diário de até 169 combatentes e 35 viaturas, além de equipamentos especializados, aeronaves e drones. Em situações de grandes proporções que demandem reforço de pessoal, estima-se a mobilização de um contingente adicional de até mil profissionais dedicados ao combate de incêndios florestais. No monitoramento de áreas vulneráveis, empregam-se recursos tecnológicos como câmeras, imagens de satélite, aeronaves tripuladas e drones. Até o dia 16 deste mês, o DF contabilizou 3.738 ocorrências de incêndio em vegetação. Desse total, 3.270 chamados ocorreram durante o período da operação Verde Vivo, com picos em julho (1.096 ocorrências) e agosto (1.012 ocorrências até o dia 16). Os números atuais mostram-se inferiores aos do mesmo período de 2025, quando o DF registrou 4.346 ocorrências até 16 de agosto, sendo 3.512 no decorrer da operação daquele ano. Impacto ambiental e legislação Os incêndios descontrolados provocam danos ambientais. O fogo causa a perda de biomassa e a degradação do solo pela queima de matéria orgânica superficial — o que estimula a erosão e o assoreamento de cursos d'água, além de alterar a estrutura da vegetação lenhosa e reduzir a fauna nativa. Multa por provocar queimadas irregulares pode passar de R$ 50 mil A fumaça gerada também compromete a qualidade do ar, provocando desconforto respiratório para a população urbana. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) durante o incêndio no Parque Nacional de Brasília em 2024 registrou alteração na qualidade do ar e na rotina dos moradores da capital. A legislação estabelece sanções para quem provocar queimadas irregulares. O uso do fogo para fins agropastoris sem autorização legal sujeita o responsável a multas de R$ 1.000 por hectare ou fração, conforme o Decreto Federal nº 6.514/2008. Caso o fogo atinja áreas sob proteção legal, como unidades de conservação e áreas de preservação permanente (APPs), a conduta é classificada como infração grave, com penalidades que superam R$ 50 mil, além de embargo da área e a obrigação de recuperação ambiental. Orientações Recomenda-se hidratação constante durante todo esse período de seca | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A colaboração dos cidadãos é fundamental para conter incidentes. Veja abaixo as principais orientações de utilidade pública. ► Evitar o uso do fogo Não utilizar chamas para limpeza de terrenos rurais e não queimar lixo, restos de poda ou folhas secas. ► Descarte seguro Não atirar bitucas de cigarro em áreas de vegetação ou margens de rodovias. ► Cuidados com faíscas Evitar fogueiras e fogos de artifício próximos a áreas verdes. ► Cuidados de saúde Beber água para manter a hidratação, umidificar ambientes internos, evitar desperdícios no uso da água e reduzir a exposição direta ao sol nos períodos mais quentes do dia, entre as 10h e as 16h. ► Ao avistar um foco de incêndio ativo, a orientação é manter distância da área de risco e acionar o telefone de emergência 193, informando o endereço exato ou pontos de referência. Denúncias sobre infrações ambientais e queimadas irregulares podem ser feitas pelos canais telefônicos como o 162.
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