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Pessoas acima de 60 podem participar de missas e cultos
Continua vetado o acesso em cultos, missas e rituais presenciais de crianças com menos de 12 anos Igrejas com capacidade inferior a 200 pessoas também não podem fazer celebrações presenciais. Foto: Joel Rodrigues | Agência Brasília O decreto nº 41.099, publicado na edição desta quarta (12) do Diário Oficial do Distrito Federal, traz alterações nos textos dos decretos nº 40.846, de 30 de maio, e nº 40.982, de 13 de junho, que dispõe sobre a realização de cultos, missas e rituais de qualquer credo ou religião e reconhece as atividades religiosas como serviços essenciais, respectivamente. O texto do novo decreto permite que as pessoas maiores de 60 anos de idade sem comorbidades para a Covid-19 possam participar presencialmente das atividades religiosas. De acordo com o coordenador de assuntos religiosos do GDF, Kildare Araújo, a liberação dos maiores de 60 anos não altera os procedimentos que as igrejas e estabelecimentos religiosos já tinham que cumprir, como medição de temperatura; exigência da utilização de máscara; distanciamento de, no mínimo, dois metros entre os presentes; e higienização constante das mãos e dos sapatos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] “Era um pleito das lideranças religiosas essa liberação em função de ser um público que frequenta muito as igrejas, e estava fazendo falta na rotina das pessoas as idas presenciais a missas e cultos”, explica Kildare. Vetos Continuam vetados o acesso em cultos, missas e rituais presenciais de crianças com menos de 12 anos e de pessoas com comorbidades para a Covid-19. Igrejas com capacidade inferior a 200 pessoas estão proibidas de realizarem celebrações presenciais, estando liberados, para estes locais, somente cultos online e em formato drive-in, além de atendimento e aconselhamento individuais.
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Maternidades públicas e Casa de Parto terão vacina contra tuberculose
Cabe ao profissional de saúde repassar aos responsáveis pelo recém-nascido orientações sobre a evolução da cicatriz vacinal e os demais cuidados necessários | Foto: Agência Saúde A Secretaria de Saúde implantará a vacina BCG nas maternidades dos hospitais regionais e na Casa de Parto para ampliar a cobertura vacinal e prevenir as formas graves de tuberculose (miliar e meníngea). A ação segue recomendação do Ministério da Saúde, que orienta que a administração da vacina BCG seja em dose única, o mais precocemente possível – de preferência na maternidade, logo após o nascimento. Nesse sentido, a Gerência de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Saúde elaborou o Plano Integrado de Melhoria dos Indicadores de Imunização para o DF. O documento foi publicado em 2019 e, desde a sua publicação no Diário Oficial do DF, a área técnica vem desenvolvendo estratégias para melhorar os níveis da cobertura vacinal. [Olho texto=”“a vacina sendo realizada nas maternidades, os pais receberão informação sobre a BCG e as demais vacinas do calendário, o que pode melhorar a adesão à vacinação”” assinatura=”Renata Brandão, gerente de Imunização da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”centro”] A BCG é uma vacina que protege contra as formas graves de tuberculose e faz parte do primeiro pilar da Estratégia pelo Fim da Tuberculose, concertação aprovada em 2015 pela Organização Mundial de Saúde (OMS). No DF, no primeiro quadrimestre deste ano, a adesão à BCG estava abaixo da expectativa em comparação ao mesmo período do ano passado. Apenas 72% do público está com a cobertura da vacina em dia. As demais vacinas do calendário infantil também apresentam coberturas abaixo da meta no primeiro quadrimestre de 2020. Gerente de Imunização da Secretaria de Saúde, Renata Brandão afirma que as vacinas são uma estratégia de bloqueio de doenças e a maneira mais eficaz de evitar as formas graves de algumas delas, como é o caso da tuberculose. “O objetivo é facilitar o acesso e melhorar as coberturas vacinais no DF. Atualmente, para otimização do imunobiológico, a vacina da BCG é realizada nas UBSs em dias específicos e, com a realização nas maternidades, as puérperas não precisarão se deslocar com o recém-nascido logo após a alta”, destacou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No momento da vacina cabe ao profissional de saúde repassar aos responsáveis pelo recém-nascido orientações sobre a evolução da cicatriz vacinal e os cuidados necessários, bem como sobre as demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação. Renata ressalta ainda que “a vacina sendo realizada nas maternidades, os pais receberão informação sobre a BCG e as demais vacinas do calendário, o que pode melhorar a adesão à vacinação”. O Sistema Único Saúde (SUS) oferece vacinas para a população que são iniciadas na infância até a fase adulta. Saiba mais sobre o calendário vacinal do DF para todas as idades no site da Secretaria de Saúde. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Operação 5º Mandamento faz mais de 300 abordagens no fim de semana
A operação integrada 5º Mandamento, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), fez mais de 300 abordagens pessoais entre sexta-feira (7) e domingo (9), no Gama, Plano Piloto, Santa Maria, Sobradinho II e Itapoã. O foco foi a redução de crimes violentos contra a vida. A operação é de caráter contínuo e reúne as forças de segurança – Polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) -, além de outros órgãos, como DF Legal e Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF). [Numeralha titulo_grande=”180″ texto=”servidores participaram da operação, que resultou na prisão em flagrante por porte de munição e posse de pequena quantidade de drogas.” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Cerca de 180 servidores participaram da operação, que resultou na prisão em flagrante por porte de munição e posse de pequena quantidade de drogas. Durante as abordagens realizadas conjuntamente pela PMDF e PCDF, foram consultados antecedentes criminais das 311 pessoas abordadas. A Divisão de Operações Especiais (DOE), da PCDF, apoiou a ação. “A 5º Mandamento faz parte de uma série de ações estratégicas da SSP-DF para manter o índice de redução de crimes contra vida. O último mês foi considerado o mês de julho em que o maior número de vidas foram poupadas em 21 anos. Queremos manter esses índices em queda e levar ainda mais segurança para a população do Distrito Federal”, argumenta o secretário de Segurança Pública, delegado Anderson Torres. O Detran-DF fez 179 autuações de infração diversas, carteiras vencidas ou não habilitados. Dois veículos foram recolhidos ao depósito. O DER-DF realizou 12 notificações de trânsito. Vinte e nove estabelecimentos foram fiscalizados pelo DF Legal. Desses, oito apresentaram inconsistências no funcionamento e foram autuados. Dois outros comércios foram fechados, pois havia aglomeração de pessoas sem máscaras de proteção individual, em descumprimento a medidas de enfrentamento à Covid-19 estabelecidas pelo governo local. Estabelecimentos comerciais também receberam orientações da equipe do Corpo de Bombeiros. Planejamento A coordenação operacional da 5º Mandamento é feita pela Subsecretaria de Operações Integradas (Sopi), vinculada à SSP-DF. Os locais percorridos são definidos a partir de levantamento das Subsecretarias de Inteligência (SI) e de Gestão da Informação (SGI) da pasta, que mapearam locais, dias e horários e locais de maior incidência de cada crime. “O objetivo é, além do policiamento ostensivo a pé e motorizado, ações de vigilância sanitária e fiscalização de trânsito, com ações nos locais apontados pela análise criminal e apoio de tropas e forças especializadas da PMDF e PCDF”, contou o subsecretário de Operações Integradas, o coronel Márcio Vasconcelos. A operação integrada faz referência ao mandamento bíblico: Não Matarás. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Resultados zerados e testes liberados
Com foco e em tempo recorde, 35 profissionais zeraram a fila de pendências | Foto: Agência Saúde Graças à força-tarefa promovida por servidores durante este fim de semana, o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) conseguiu zerar a fila de 3,8 mil exames RT-PCR pendentes de resultado para detectar casos suspeitos da Covid-19. Mais do que isso, os esforços levaram o laboratório a atingir a marca de 80 mil testes liberados desde o início da pandemia, em março, até esta segunda-feira (10). [Olho texto=”“Seria impossível atingir a marca de 80 mil exames se não fosse essa força-tarefa e a dedicação dos servidores”” assinatura=”Fabiano Costa, gerente de Biologia Médica do Lacen” esquerda_direita_centro=”centro”] A equipe é formada por aproximadamente 50 servidores, que possibilitam ao Lacen funcionar 24 horas por dia, durante toda a semana. Mas, desde sexta-feira (7), em torno de 35 profissionais se comprometeram exclusivamente a zerar a fila. “Somente ontem [9] foram quase 2 mil exames liberados. Vários servidores se disponibilizaram a vir no fim de semana, fora de suas escalas e independentemente de carga horária contratual, com esse objetivo de zerar essas amostras represadas”, afirmou o gerente de Biologia Médica do Lacen-DF, Fabiano Costa. Equipe de Biologia Molecular realizou diagnósticos e desenvolveu técnica que possibilita aumentar média diária de exames RT-PCR | Foto: Agência Saúde Com os profissionais a postos, todos os equipamentos do Lacen-DF para testes ficaram direcionados no fim de semana para entregar os resultados dos exames de coronavírus pendentes. Assim, ao longo de três dias, quase 5 mil amostras foram liberadas. “Seria impossível atingir a marca de 80 mil exames se não fosse essa força-tarefa e a dedicação dos servidores”, agradeceu o gerente. Novo protocolo Além disso, o Lacen-DF também desenvolveu e aprimorou um novo protocolo de extração interno, para dar respostas mais céleres aos casos suspeitos de Covid-19. Tudo isso graças à equipe de Biologia Molecular, que, além de realizar o diagnóstico, desenvolveu a técnica que possibilitou aumentar a média diária de exames RT-PCR. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Neste protocolo, determinado volume do reagente de extração é pipetado (levado de um recipiente a outro) em placa de PCR, seguido da adição da amostra. Essa placa passa por uma etapa de variação de temperatura em termobloco e gelo, depois submetida à RT-PCR. Essa técnica permite um resultado mais rápido e com menor custo. Surgiu devido à alta demanda por testes para diagnosticar a Covid-19 e a dificuldade mundial em adquirir os kits para extração automatizada de ácidos nucleicos, que é etapa inicial do processo de detecção molecular do vírus Sars-CoV-2, essencial em exames do tipo RT-PCR. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Boletim de Pessoal – Agosto de 2020
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