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Reforma do parquinho da QNN 6/8 leva mais lazer e segurança a famílias de Ceilândia

A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o programa GDF Presente, reformou mais um parquinho na cidade. Desta vez, os serviços contemplaram a área de lazer localizada na QNN 6/8, em Ceilândia Sul, próxima à Escola Classe 22 da Guariroba. O espaço, bastante utilizado por alunos da unidade escolar e pela comunidade da região, recebeu serviços de limpeza geral, manutenção dos brinquedos, pintura, solda, serralheria e reposição de areia. Nas últimas semanas, quatro parquinhos de Ceilândia receberam ação de manutenção do GDF | Foto: Divulgação/ Administração Regional de Ceilândia As equipes também realizaram a limpeza completa do local, devolvendo melhores condições de uso para as crianças e famílias que frequentam diariamente o espaço público. [LEIA_TAMBEM]A ação integra o trabalho contínuo de recuperação de áreas públicas desenvolvido pela Administração Regional de Ceilândia em diferentes pontos da cidade, garantindo mais segurança, conforto e qualidade de vida para a população. “Nosso compromisso é cuidar dos espaços públicos e oferecer ambientes adequados para o lazer das crianças e convivência das famílias. As equipes seguem atuando diariamente para recuperar áreas que estavam precisando de manutenção e garantir mais segurança para toda a comunidade”, destacou o administrador regional de Ceilândia, João Marcelo Ferreira de Souza. Além da QNN 6/8, outros parquinhos receberam recentemente reformas por parte das equipes da Administração Regional de Ceilândia e do GDF Presente. Entre eles estão os espaços localizados na QNM 21, QNN 39 e EQNN 4/6, ao lado da Escola Classe 21. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia  

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Pixel Show abre com a expectativa de reunir mais de 20 mil pessoas

A abertura do Pixel Show Brasília 2026 marcou, nesta quinta-feira (21), o início de um dos grandes festivais de criatividade, inovação e economia criativa da América Latina. Realizado na Arena BRB Mané Garrincha, o evento segue nesta sexta-feira (22) e no sábado (23), com expectativa de receber mais de 20 mil participantes ao longo da programação. Programação reúne material de interesse para diversos públicos até domingo (24) | Foto: Divulgação/Secti-DF Promovido em parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto de Pesquisas e Estudos em Distribuição e Varejo, o festival reúne estudantes, profissionais, empreendedores, artistas, desenvolvedores, representantes de startups e entusiastas da tecnologia em um ambiente marcado por troca de conhecimento, geração de oportunidades e fortalecimento da economia criativa. “É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Durante a programação, há palestras, painéis temáticos, workshops, masterclasses, experiências imersivas, espaços maker, exposições, atividades educacionais, apresentações culturais, rodadas de networking e ativações tecnológicas. O evento também conta com ambientes voltados à criatividade, inovação, inteligência artificial, games, audiovisual, design e empreendedorismo. Polo de inovação Um dos destaques da abertura foi a participação do humorista Maurício Meirelles, que levou ao público reflexões sobre comunicação, comportamento e as novas formas de interação no ambiente digital. Conhecido por unir humor, improviso e tecnologia em seus projetos, o artista protagonizou um dos momentos mais aguardados do primeiro dia do festival, reforçando a proposta do Pixel Show de conectar criatividade, inovação e as transformações da sociedade contemporânea.  [LEIA_TAMBEM]“Eventos como o Pixel Show ajudam a consolidar Brasília como um polo nacional de inovação, tecnologia e economia criativa”, avalia o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Rafael Vitorino. “Mais do que apresentar tendências, eles criam oportunidades, aproximam talentos do mercado, incentivam o empreendedorismo e mostram como a tecnologia pode transformar a vida das pessoas. É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal.” Entre os visitantes que participaram da abertura estava a estudante de design Ana Clara Rodrigues, de 22 anos, que ficou impressionada com as experiências tecnológicas apresentadas pelo festival. “É muito inspirador ver tantas soluções, tecnologias e ideias criativas reunidas em um único espaço”, disse. “A gente consegue enxergar possibilidades para o futuro e perceber como inovação e criatividade podem gerar oportunidades reais de trabalho, aprendizado e crescimento profissional. Estou ansiosa para participar das atividades dos próximos dias”. Em Brasília, o festival fortalece o posicionamento da capital como um território estratégico para iniciativas ligadas à tecnologia, à transformação digital e à economia criativa, promovendo capacitação, empreendedorismo e desenvolvimento tecnológico.  *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

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Acolhe DF supera 800 atendimentos em dez meses e amplia ações

Em dez meses de atuação, o programa Acolhe DF, coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), ultrapassou a marca de 800 atendimentos a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Até o dia 20 deste mês, foram registrados 806 atendimentos em diferentes regiões do Distrito Federal. Desse total, 279 pessoas aceitaram voluntariamente o encaminhamento para unidades terapêuticas conveniadas e fiscalizadas pela Sejus-DF. Ação também é promovida no formato itinerante, como as tendas de atendimento | Foto: Divulgação/Sejus-DF Somente nos últimos 30 dias, o programa contabilizou 106 atendimentos e 26 encaminhamentos para acolhimento e tratamento especializado. A iniciativa contempla principalmente pessoas em situação de rua e com dependência de álcool e outras drogas, por meio de abordagens humanizadas e escuta qualificada. “Cada encaminhamento representa uma oportunidade real de recomeço e reconstrução de vínculos familiares e sociais” Jaime Santana, secretário interino de Justiça e Cidadania Na última semana, o Acolhe DF esteve na Asa Norte. No espaço, as equipes oferecem orientações à população, fazem abordagens sociais e encaminham pessoas que necessitam de atendimento. A partir de segunda-feira (25), o endereço dos serviços será a 702 Sul, ao lado da Igreja Dom Bosco. Contato com a comunidade Morador da Asa Norte há mais de 15 anos, o empresário Carlos Eduardo Martins elogia a presença das equipes na quadra: “A gente percebe que é um trabalho feito com respeito e diálogo. Ter essa equipe aqui na região traz mais segurança para os moradores e, principalmente, oferece uma oportunidade de ajuda para quem precisa. É uma ação muito importante para toda a comunidade”. O secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, afirma que os números refletem o fortalecimento da política pública de acolhimento desenvolvida pela pasta. “O Acolhe DF tem mostrado resultados concretos porque trabalha com cuidado, dignidade e presença constante nas ruas”, aponta. “Cada encaminhamento representa uma oportunidade real de recomeço e reconstrução de vínculos familiares e sociais”. [LEIA_TAMBEM]Por sua vez, o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus-DF, Diego Moreno, enfatiza a importância da aproximação com a população: “A tenda itinerante fortalece esse contato direto com a comunidade e amplia nossa capacidade de identificar pessoas que precisam de apoio. O trabalho é construído com acolhimento, escuta ativa e respeito à individualidade de cada cidadão”. O programa conta com equipes multidisciplinares formadas por profissionais das áreas social e da saúde, que atuam em buscas ativas em pontos estratégicos do DF. Além do encaminhamento para tratamento, os acolhidos recebem acompanhamento psicossocial e apoio para reconstrução de vínculos familiares e comunitários.    *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

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Audiência pública discute a revisão da Luos no Jardim Botânico

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) decidiu revisar a proposta para atualização da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) na Região Administrativa do Jardim Botânico, após ouvir os moradores durante audiência pública realizada nesta quinta-feira (21). A proposta apresentada pela equipe técnica da secretaria previa, entre outros pontos, a flexibilização de usos em lotes localizados em áreas residenciais, no Jardim Botânico 3. A intenção era permitir usos mistos e ampliar possibilidades de atividades comerciais e de prestação de serviços em determinados lotes, com o objetivo de dinamizar o desenvolvimento econômico da região, sem obrigatoriedade de alteração do uso atual dos lotes. Os moradores se manifestaram contrariamente às mudanças previstas para os lotes residenciais | Foto: Divulgação/Seduh-DF No entanto, os moradores se manifestaram contrariamente às mudanças previstas para os lotes residenciais. Diante da posição apresentada durante a audiência, o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, anunciou a decisão de reavaliar a proposta. “Quando elaboramos um estudo e propomos alterações, isso é feito com base em critérios técnicos e em uma metodologia desenvolvida pela equipe. Mas o mais importante, para qualquer alteração, é ouvir a população. Estamos aqui justamente para isso. A audiência pública existe para garantir essa escuta”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O secretário destacou ainda que, após ouvir as manifestações dos moradores e conversar com a equipe técnica da Seduh durante a audiência, a secretaria decidiu reavaliar a proposta relacionada ao Jardim Botânico 3. “Diante de todas as falas e considerando os anseios apresentados pela população, decidimos reavaliar toda proposta prevista para a região. O mais importante é que a população esteja satisfeita, e entendemos que, neste momento, isso não está acontecendo. Por isso, vamos reconsiderar a proposta, ouvindo e analisando tudo o que foi colocado pela comunidade”, completou. *Com informações da Seduh-DF  

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 27 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h deste sábado (23), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes-DF.  No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja abaixo os pontos de ação neste sábado (23) e domingo (24): 1. Via N2, próximo à 5ªDP; 2. Atrás da subestação entre a 5ª DP e o CMB; 3. EQN 309/310, atrás da Igreja Cristã Evangélica; 4. Área verde entre a SQN 311 e 312, nos fundos da Capela Divina Misericórdia; 5. Entre a SQN 313 e 314, nos fundos da 1ª Igreja Batista; 6. EQN 315/316, igreja Messiânica; 7. SQN 316, comercial do bloco A; 8. SHCGN 716, entre os blocos G e H; 9. Estacionamento ao lado do Ilhas do Lago; 10. Ao lado do Clube da Aeronáutica; 11. Ao lado do Posto Melhor; 12. Via L4 Norte, próximo à via N1 Leste; 13. Rua DFL, casa 1; 14. Próximo à Torre de TV; 15. Torre de TV, subsolo; 16. Setor Comercial Sul; 17. SHCS CLS 102 bloco A, ao lado da Drogasil; 18. Entrequadra SQS 303/304 - Área Verde; 19. SCLS 412, ao lado da Drogasil; 20. SCLS 413, entre os blocos C e D; 21. CLS 415 Bl D, lateral da loja 20; 22. SHIGS 703/704, praça Galdino Jesus dos Santos; 23. SHIGS 706 entre os blocos I e J; 24. Centro POP 903 Sul; 25. Via W5 e W4 Sul, extensão da 902 a 905 e 702 a 705; 26. SGAS 908, em frente à escola do Parque da Cidade; 27. SGAS 914, próximo à Casa do Maranhão. *Com informações da DF Legal

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Rede pública de saúde já oferece acompanhamento hormonal para menopausa e baixa testosterona

“Era um calorão que vinha exatamente de madrugada, na hora em que eu começava a pegar no sono.” Aos 45 anos, Eliane Mendes Maciel começou a enfrentar ondas de calor, noites maldormidas e cansaço constante provocados pela menopausa.  Eliane Maciel faz tratamento de reposição hormonal no ambulatório do Hospital de Base: “É uma fase bem sofrida, mas agora, com esse acompanhamento, estou sendo amparada” | Foto: Divulgação/IgesDF  Ela está entre as primeiras pacientes atendidas no novo ambulatório de reposição hormonal do Hospital de Base (HBDF), criado para acompanhar mulheres e homens com alterações hormonais relacionadas ao envelhecimento. O ambulatório tem capacidade para atender até 40 pessoas por mês. Desde a implantação do serviço, já houve 26 acompanhamentos, envolvendo 19 mulheres e sete homens. “É uma fase bem sofrida, mas agora, com esse acompanhamento, estou sendo amparada”, relata Eliane. Desde janeiro deste ano, a unidade hospitalar, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), oferece atendimento especializado para pessoas que enfrentam sintomas ligados à redução hormonal causada pela idade. Sintomas Ondas de calor, insônia, irritabilidade, perda de memória, diminuição da libido, cansaço excessivo e alterações de humor estão entre os sinais mais comuns. Embora muitas pessoas associem essas mudanças apenas ao envelhecimento, especialistas alertam que o acompanhamento médico pode ajudar a reduzir impactos físicos e emocionais provocados pelas alterações hormonais. “Além da melhora na qualidade de vida, o tratamento pode auxiliar na saúde óssea, muscular e cardiovascular” Marcelo Canto, endocrinologista   “No caso das mulheres, a principal queixa costuma estar ligada à menopausa”, aponta a chefe do serviço de endocrinologia do HBDF, Alessandra Christine Pfeilsticker. “Já entre os homens, a queda da testosterona pode causar diminuição da libido, disfunção erétil, cansaço e falta de disposição.” O endocrinologista Marcelo Canto enfatiza que o aumento da expectativa de vida fez crescer também a procura por tratamentos voltados à saúde hormonal. “Hoje existe uma compreensão muito maior sobre a importância desse cuidado quando ele é indicado e acompanhado por especialistas”, afirma. “Além da melhora na qualidade de vida, o tratamento pode auxiliar na saúde óssea, muscular e cardiovascular”. Quem pode procurar o serviço [LEIA_TAMBEM]O atendimento é destinado a mulheres entre 40 e 60 anos que apresentem sintomas típicos da menopausa, como ondas de calor e alterações no ciclo menstrual, incluindo intervalos longos entre as menstruações ou ausência do fluxo. Para homens, o serviço é indicado principalmente a pacientes acima dos 45 anos com sintomas como diminuição da libido, cansaço persistente e disfunção erétil, além de exames laboratoriais que apontem baixos níveis de testosterona. Para agendar avaliação no ambulatório, é necessário comparecer ao Hospital de Base com encaminhamento médico, tanto da rede pública quanto da particular. No documento, devem constar os sintomas apresentados e, no caso dos homens, exames laboratoriais que comprovem alteração hormonal.   *Com informações do IgesDF

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Caderneta digital promete facilitar acompanhamento da gravidez

Todos os dias, o pronto-socorro da ginecologia e obstetrícia do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) recebe gestantes em busca de atendimento por diferentes situações. Além dos documentos pessoais, existe um item considerado essencial pelas equipes de saúde: a Caderneta da Gestante, responsável por reunir informações importantes sobre o pré-natal e o histórico da gravidez. No entanto, segundo profissionais da unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), é comum que algumas pacientes esqueçam a versão física em casa, o que pode dificultar o acesso rápido a informações importantes durante o atendimento. “Muitas mulheres chegam precisando de assistência e acabam não trazendo a caderneta. Isso dificulta o acesso às informações do pré-natal e ao histórico da gestação, que são fundamentais para a equipe”, explica a chefe de serviço do centro obstétrico do HRSM, Priscila Pinheiro. Para facilitar esse acompanhamento, o Ministério da Saúde lançou a versão digital da Caderneta Brasileira da Gestante, integrada ao aplicativo Meu SUS Digital. A ferramenta permite acessar pelo celular informações como consultas, exames, vacinas, histórico da gravidez e orientações médicas. Para facilitar esse acompanhamento, o Ministério da Saúde lançou a versão digital da Caderneta Brasileira da Gestante, integrada ao aplicativo Meu SUS Digital | Foto: Divulgação/IgesDF No HRSM, a novidade é vista como um avanço importante para agilizar atendimentos e garantir mais segurança às pacientes, principalmente em situações de urgência. “Vamos conseguir acessar as informações independentemente do local onde essa mulher realizou o pré-natal, algo que hoje ainda apresenta falhas. E, com tudo no celular, a equipe poderá visualizar o histórico da gestação em qualquer atendimento”, destaca Priscila. Mais praticidade no dia a dia Grávida de seis meses, Tamires Alves conta que ainda não conhecia a nova funcionalidade e gostou da possibilidade de concentrar as informações da gestação no celular. “Eu já usava o Meu SUS Digital por causa das vacinas, mas não sabia que agora também seria possível acompanhar a gravidez pelo aplicativo. Achei muito útil, porque deixa tudo mais organizado e acessível no dia a dia”, afirma. À espera do bebê há nove meses, Jacilene dos Santos acredita que a novidade ainda precisa chegar ao conhecimento de mais mulheres. “Muita gente ainda nem sabe que isso existe. Acho que poderia ser mais divulgado nas consultas e nos postos de saúde”, comenta. Para Priscila Pinheiro, a versão digital representa um avanço importante no cuidado às gestantes, especialmente em atendimentos de urgência e casos de pré-natal de alto risco. “Em muitos casos, quando perguntadas sobre exames ou procedimentos realizados, elas não conseguem explicar exatamente o que foi feito. Com esse acesso facilitado, é possível dar continuidade adequada ao atendimento e aprimorar ainda mais o cuidado prestado”, finaliza. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Com sintomas silenciosos a pré-eclâmpsia pode causar danos severos a mães e bebês

As doenças hipertensivas são responsáveis por cerca de 16% das mortes maternas em todo o mundo. Identificar esse quadro o mais cedo possível é fundamental para garantir a saúde de mães e bebês. A pré-eclâmpsia é rápida e perigosa. Quando não identificada e tratada de maneira precoce, pode causar danos severos, inclusive, o óbito. Por essa importância, a condição ganhou um dia mundial de conscientização, lembrado nesta sexta-feira (22). A pré-eclâmpsia está associada ao aumento da pressão arterial durante a segunda metade da gravidez ou até seis semanas após o parto. O surgimento repentino de edemas nos pés e nas mãos e as alterações verificadas em exames de sangue durante as consultas de pré-natal fizeram com que Fernanda Maria da Silva, 27 anos, fosse encaminhada para o acompanhamento de gestação de alto risco no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Um acompanhamento pré-natal adequado é fundamental para obter um diagnóstico precoce. Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Nos dias seguintes, Fernanda teve uma crise hipertensiva, com sintomas de formigamento e dormência. Diante do quadro, a moradora de Sobradinho buscou atendimento emergencial. O exame revelou a perda de proteínas na urina (proteinúria), indicando uma lesão renal. No início deste mês, com 28 semanas de gestação, foi confirmado o diagnóstico: pré-eclâmpsia. “Está sendo tudo novo: uma experiência bem difícil e desafiadora”, revela a paciente sobre a segunda gestação. Durante a primeira, do garoto Derik, 7, não houve nenhuma intercorrência. A recomendação, a partir de agora, é repouso total. Desde então, Fernanda encontra-se sob os cuidados especializados da maternidade do Hmib. “Aqui é o melhor lugar onde eu posso estar neste momento. Toda a equipe é bastante acolhedora”, afirma. Acompanhamento pré-natal "As consultas gestacionais ajudam a oferecer um tratamento mais rápido e, com isso, reduzir, de forma importante, as complicações tanto para mãe quanto para o bebê" Sarah Cintra, ginecologista Muitas vezes, os sinais de pré-eclâmpsia surgem de forma silenciosa, sem sintomas, principalmente, na fase inicial da gestação. Assim, um acompanhamento pré-natal adequado — desde o primeiro trimestre e, regularmente, ao longo de toda a gravidez — é fundamental para obter um diagnóstico precoce. "As consultas gestacionais ajudam a oferecer um tratamento mais rápido e, com isso, reduzir, de forma importante, as complicações — tanto para mãe quanto para o bebê", explica a ginecologista e obstetra do Hmib, Sarah Cintra. O histórico clínico e os hábitos de vida podem indicar o surgimento da doença. São alguns exemplos: intercorrências em gestações anteriores; comorbidades crônicas (como diabetes, obesidade, hipertensão); tabagismo, sedentarismo e alimentação desequilibrada; e a própria pressão arterial elevada.  Ao sentir sintomas como dor de cabeça forte na região da nuca, visão turva, náuseas, vômitos e dores abdominais, a grávida deve procurar assistência médica [LEIA_TAMBEM]Ainda assim, mesmo com o acompanhamento gestacional, é preciso ficar atento aos sinais: dores de cabeça fortes e persistentes, principalmente, na região da nuca; visão turva ou com a presença de pontos brilhantes; náuseas, vômitos e dores abdominais; além de edemas, precisam de assistência imediata. "Diante desses sintomas, a orientação é procurar imediatamente uma unidade de emergência ou uma maternidade com atendimento obstétrico próxima de casa. A avaliação médica rápida será essencial para evitar as complicações mais graves", destaca Cintra. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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PREGÃO ELETRÔNICO  nº  90009/2026​

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Encontro discute cuidado com a saúde mental de servidores

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Hospital Regional de Taguatinga agiliza cirurgias para tratamento da doença de Chagas

O Hospital Regional de Taguatinga (HRT) realizou, nesta quinta-feira (21), dois procedimentos cirúrgicos de miotomia endoscópica peroral (Poem, sigla em inglês). A nova técnica permite recuperação clínica rápida para pacientes que sofrem de acalasia, condição na qual o esôfago perde a capacidade de empurrar o alimento e a válvula de entrada para o estômago não se abre, impedindo a alimentação. A maioria dos pacientes acometidos sofre com a doença de Chagas. "A recuperação após o Poem é significativamente mais rápida do que a cirurgia tradicional. Em geral, a alta hospitalar ocorre no mesmo dia ou em até 24 horas após o procedimento", explica a gastroenterologista do HRT Sara Cardoso Rose. Segundo a médica, essa melhora acelerada não apenas impacta a qualidade de vida, como também reduz os custos hospitalares quando comparada à operação tradicional. "É um benefício importante para o sistema público de saúde", complementa. Poem é um procedimento minimamente invasivo, realizado por endoscopia, garantindo melhor tempo de recuperação para os pacientes | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Procedimento Além dos especialistas na área, o procedimento conta com a participação de equipes de anestesiologia, enfermagem, radiologia e de internação. Não é realizada nenhuma incisão: tudo é feito por meio da boca, como uma endoscopia. Com uso da tecnologia, o foco é criar um pequeno túnel na parede interna do esôfago para cortar as fibras musculares que impedem a passagem adequada dos alimentos. O paciente permanece sob monitorização avançada e são realizados exames antes e depois do Poem. Até 79% dos operados conseguem beber líquidos em até 24 horas. O primeiro Poem no HRT foi realizado em 2025 e, agora, já foram 12 procedimentos do tipo somente neste ano. "Hoje, o hospital de Taguatinga é um dos poucos centros no Brasil que oferecem a tecnologia na rede pública", destaca o gastroenterologista do HRT Técio de Araújo. O Hospital de Base (HBDF) também disponibiliza o Poem. Para o especialista, o serviço é fundamental para atender a população que mais necessita, especialmente considerando a alta incidência de doença de Chagas no país. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Debate busca fortalecer liderança feminina no DF

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CEF Tamanduá do Gama é finalista de prêmio nacional de tecnologia social

Mais uma escola da rede pública da Secretaria de Educação (SEEDF), desta vez vinculada à Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Gama, alcança reconhecimento nacional ao transformar as histórias da comunidade em instrumento de aprendizagem. Localizado na zona rural da região administrativa, o Centro de Ensino Fundamental (CEF) Tamanduá é finalista do 13º Prêmio de Tecnologia Social da Fundação Banco do Brasil e representa o Centro-Oeste na categoria “Certificação de Novas Tecnologias Sociais”. Turma do CEF Tamanduá elaborou o projeto de forma a abranger o cotidiano da comunidade local | Foto: Mary Leal/SEEDF O destaque veio com o projeto “Inventário: Território Ponte Alta Sul do Gama”, iniciativa que aproximou o currículo escolar da realidade vivida pelos estudantes e transformou o território em instrumento de aprendizagem. Agora, a comunidade escolar busca o apoio da população na votação popular da premiação, aberta até sexta-feira (22). Para votar,  clique aqui. “A gente quis trazer o território para além da localidade geográfica, valorizando a cultura e os saberes da população para fortalecer o aprendizado e o protagonismo estudantil” Karla Costa Silva, supervisora pedagógica do CEF Tamanduá A premiação prevê valores entre R$ 65 mil e R$ 200 mil para os projetos vencedores. O anúncio será feito no próximo dia 28, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).  Raízes locais Ao longo do projeto, os estudantes participaram de pesquisas de campo, entrevistas com moradores e atividades voltadas à memória, à cultura popular, ao meio ambiente e às lutas sociais da comunidade rural. Também produziram mapas, registros fotográficos, estudos sobre o solo, hortas escolares e levantamentos sobre saberes tradicionais da região. [LEIA_TAMBEM]Para Arthur Emanuel Alves, de 13 anos, aluno do 8º ano do CEF Tamanduá, o trabalho ajudou a fortalecer o sentimento de pertencimento dos jovens com o território onde vivem. “Nós fizemos mapas mostrando onde cada família vive, pesquisamos histórias da comunidade, a cultura dos nossos antepassados e também trabalhamos com a terra, as hortas e as plantações”, relata. “Teve turma que fotografou o céu da região, e outras pesquisaram plantas e saberes da comunidade. É muito legal ver o nosso trabalho sendo reconhecido em uma premiação tão importante.” A supervisora pedagógica Karla Costa Silva lembra que o projeto nasceu da necessidade de aproximar a escola das vivências da comunidade e tornar o território parte do processo de ensino. “A gente quis trazer o território para além da localidade geográfica, valorizando a cultura e os saberes da população para fortalecer o aprendizado e o protagonismo estudantil”, explica. “O conteúdo das disciplinas passou a dialogar diretamente com a realidade dos estudantes, com as vivências da comunidade e com os saberes do campo.”   *Com informações da Secretaria de Educação    

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Projeto Além do Olhar leva atendimento oftalmológico gratuito ao Centro Olímpico de Samambaia

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PMDF lança Operação Adsumus para reforçar segurança em Samambaia

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PMDF lança Operação Adsumus para reforçar segurança em Samambaia

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Capacitação reforça importância do diagnóstico rápido da meningite

Dor de cabeça intensa, febre alta, rigidez na nuca e confusão mental podem ser sinais de meningite, quadro que exige atendimento imediato para evitar complicações graves. Diante da importância do reconhecimento precoce dos sintomas e do diagnóstico rápido da doença, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) realizou, nesta quinta-feira (21), o curso Manejo Clínico e Fluxos de Vigilância das Meningites, voltado para a atualização de profissionais de saúde e estudantes sobre assistência, prevenção e protocolos de atendimento. A capacitação foi ministrada pela infectologista da Gerência de Vigilância das Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Flávia Costa. Durante a palestra, foram abordados sinais de alerta, formas de atendimento e condutas adotadas diante de suspeitas da doença. “É essencial que todos saibam os protocolos corretos de tratamento da meningite, já que é uma doença de notificação imediata. Você não espera o resultado positivo chegar para começar a agir”, explica. A médica destaca, ainda, que a atualização contínua das equipes se torna ainda mais importante diante da alta rotatividade nas unidades de saúde e entre estudantes. Flávia Costa: "É essencial que todos saibam os protocolos corretos de tratamento da meningite, já que é uma doença de notificação imediata" | Foto: Divulgação/IgesDF Casos seguem em monitoramento no DF Dados da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) apontam que 44 casos de meningite foram confirmados no DF até maio de 2026. Em todo o ano de 2025, foram registrados 106 diagnósticos. No Hospital de Base, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), 13 pacientes com suspeita da infecção foram atendidos desde o início deste ano. Desses, oito tiveram confirmação da doença e receberam assistência  adequada. 44 Número de casos de meningite confirmados no DF até maio de 2026 Em nível nacional, o Ministério da Saúde contabilizou cerca de 2 mil registros até abril deste ano, número semelhante ao observado no mesmo período de 2025, quando houve 1.980 confirmações. Especialistas apontam que fatores como a queda na cobertura vacinal, o retorno das atividades presenciais e a circulação contínua de vírus e bactérias ajudaram a impulsionar o aumento das notificações nos últimos anos. Prevenção e vacinação são as principais formas de proteção A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal. A condição pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes infecciosos. Entre os tipos mais graves estão a meningite meningocócica e a pneumocócica. A primeira pode evoluir rapidamente e provocar complicações severas, como convulsões, manchas pelo corpo e alterações neurológicas. Crianças menores de cinco anos e idosos acima de 60 anos estão entre os grupos mais vulneráveis. “Já a meningite pneumocócica tem origem bacteriana e pode causar rigidez no pescoço, confusão mental e delírios, exigindo tratamento com antibióticos o mais rápido possível”, completa Flávia Costa. A imunização continua sendo a principal forma de proteção. Os imunizantes disponíveis oferecem cobertura contra os principais agentes causadores da doença, como meningococo e pneumococo. Medidas simples também ajudam a reduzir a transmissão, como higienizar as mãos com frequência, manter a etiqueta respiratória e evitar o compartilhamento de objetos pessoais. Onde se vacinar e quando procurar atendimento [LEIA_TAMBEM]A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) mantém mais de 100 salas de vacinação em funcionamento nas unidades básicas de saúde (UBSs) em todas as regiões administrativas, com atendimento de segunda a sexta-feira. Os endereços e horários de funcionamento podem ser consultados no portal da Secretaria de Saúde do Distrito Federal.   Em caso de sintomas como febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, confusão mental ou sonolência excessiva, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou o hospital mais próximo da região para avaliação médica. *Com informações do IgesDF  

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Aprovada nova sede para Hospital de Fauna Silvestre

A Câmara de Compensação Ambiental e Florestal (Ccaf), do Instituto Brasília Ambiental, se reuniu de forma extraordinária nesta quinta-feira (21), para deliberar sobre novas destinações de recursos oriundos de empreendimentos que geraram impactos significativos nos recursos naturais ou na supressão de vegetação no Distrito Federal. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, que também preside a Câmara de Compensação falou um pouco sobre a importância do comitê na execução das políticas ambientais. “É nela que são discutidos e aprovados as verbas que irão beneficiar as nossas unidades de conservação e o Cerrado, de forma geral. A Ccaf prioriza nossas ações e execuções e a aplicação é uma ação que dialoga diretamente com a sociedade”, comentou o gestor da autarquia. Durante o encontro, foram apresentadas três propostas visando a aprovação entre os membros integrantes: a elaboração de projeto arquitetônico e a execução da reforma da antiga Apub, no Parque Ecológico Burle Marx, para a instalação definitiva do Hospital de Fauna Silvestre (Hfaus); a alocação de recursos para ações participativas, entre as quais consultas públicas e oficinas participativas voltadas às unidades de conservação e a consolidação de uma rede de monitoramento de qualidade da água (RMQA) nas áreas protegidas do DF. No primeiro item deliberado, uma nova estrutura hospitalar para fauna silvestre, foi demonstrado que a instituição, desde o surgimento em fevereiro de 2024, vem se tornando uma referência devido ao número crescente de atendimentos em um prédio que atualmente é alugado e que tem limitação de espaço. A ideia é que passe a funcionar em prédio público próprio, mais adequado às demandas e com o incremento de novos serviços, com exemplo da reabilitação dos bichos. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, que também preside a Câmara de Compensação falou um pouco sobre a importância do comitê na execução das políticas ambientais | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental O segundo item em pauta foi a reserva de recursos para a promoção de diálogos com a comunidade por meio da realização de reuniões abertas, conselhos gestores, oficinas participativas e consultas públicas visando o fortalecimento das ações voltadas às unidades de conservação distritais. E o último, a continuidade por dois anos do projeto de monitoramento feito por 37 pontos de medição da qualidade de água em áreas protegidas, com o intuito de garantir que não haja interrupção na série histórica, atendendo a metas legais e estratégicas, e fortalecendo também a gestão ambiental. Todos os itens foram aprovados por unanimidade pelos componentes da Ccaf, que conta com representantes de diversos setores do Instituto Brasília Ambiental, além da Secretaria de Meio Ambiente. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Projeto Além do Olhar leva atendimento oftalmológico gratuito ao Centro Olímpico de Samambaia

Alunos do Centro Olímpico e Paralímpico (COP) de Samambaia tiveram uma tarde diferente nesta quinta-feira (21) graças ao projeto Além do Olhar, promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A iniciativa levou atendimentos oftalmológicos à unidade, com o objetivo de identificar casos que necessitam de óculos de grau, que serão entregues de forma gratuita posteriormente, e acompanhamento especializado. A ação uniu esforços do Instituto Brasileiro de Conectividade Social (IBCS) e das secretarias de Saúde (SES-DF) e de Esporte e Lazer (SEL-DF). A governadora Celina Leão esteve presente no evento e comentou a importância de facilitar o acesso da população à saúde visual. Segundo ela, a iniciativa deve passar por diversos centros olímpicos do DF, com oferta de exames de vista e óculos de grau gratuitos. “Já temos a previsão de levar o projeto para três Vilas Olímpicas, para que a gente possa sustentar o esporte também na saúde”, salientou. Iniciativa levou atendimentos oftalmológicos a alunos do Centro Olímpico e Paralímpico de Samambaia | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Segundo o coordenador do projeto, Guilherme Coelho, as próximas unidades contempladas serão da Estrutural e do Gama, com entrega de 3 mil óculos no total. De acordo com ele, o atendimento funciona em etapas. Primeiro, os participantes passam pela triagem e, caso seja identificada necessidade, vão para avaliação oftalmológica completa.   “Se for comprovado que ele precisa do óculos, entregamos em até 30 dias gratuitamente para o aluno”, afirmou o coordenador, acrescentando que o projeto surgiu após um levantamento apontar que grande parte dos estudantes apresentam dificuldades visuais. “Descobrimos que 80% dos alunos, não só dos centros olímpicos, como também da rede pública, estão precisando de óculos para melhorar o desempenho dentro da sala de aula. O projeto veio com o objetivo de oferecer saúde visual aos estudantes”, afirmou. "O projeto veio com o objetivo de oferecer saúde visual aos estudantes”, explica Guilherme Coelho, coordenador do projeto O secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira, afirmou que o Além do Olhar garante que os alunos tenham as condições necessárias para a prática esportiva. “Sabemos o quanto a questão visual pode ajudar ou até mesmo atrapalhar o desempenho em alguma modalidade esportiva. Nos centros olímpicos temos desde crianças até idosos, então é um serviço de utilidade pública que prestamos para a comunidade”, declarou. “Saúde da visão é tudo. Sem ela você não consegue ler, pegar um ônibus ou ter sua liberdade”, diz a dona de casa Andréia Silva Entre os beneficiados pela ação está a dona de casa Andréia Silva, 51 anos. Ela faz ginástica localizada no Centro Olímpico, enquanto os três filhos praticam voleibol e futebol. “Eu e minha filha fizemos os exames e depois vou trazer meus dois meninos também”, contou. “Saúde da visão é tudo. Sem ela você não consegue ler, pegar um ônibus ou ter sua liberdade”, concluiu.

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Brasília Ambiental aprova nova sede para Hospital de Fauna Silvestre

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