GDF reforça prevenção contra incêndios florestais com blitz educativa no Park Way
A manhã desta sexta-feira (24) foi marcada por uma mobilização educativa na feirinha da Quadra 14 do Park Way, de olho na redução de focos de incêndio e na proteção da Área de Proteção Ambiental (APA) Gama e Cabeça de Veado. A ação, coordenada pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), faz parte do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF) e reuniu diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) para abordar motoristas e pedestres. O secretário de Meio Ambiente, Rafael Luiz Ramalho de Santana, ressaltou a importância da antecipação ao período mais crítico da estiagem. "Estamos na nossa segunda blitz de prevenção e combate aos incêndios do ano. É fundamental a população receber informação e estar participando de forma ativa. A seca está logo ali e a gente sabe muito bem como o Distrito Federal sofre nesse período. Nosso trabalho primeiro é de conscientização. O Governo do Distrito Federal tem se preocupado bastante com isso, em colaboração também com outros órgãos", afirmou. Além dos órgãos que fazem parte do PPCIF, a ação também conta com 30 estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental I do Centro Educacional de Vargem Bonita. Para o secretário, a participação dos alunos torna o trabalho de conscientização "mais leve" e eficaz. “Sem falar que também é uma preparação para o futuro. O meio ambiente também se trata de futuro. Então, trazendo as crianças para participar desse momento, elas se tornam conscientes, e estamos preparando futuros preservadores do meio ambiente”, completa. A ação reuniu diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) para abordar motoristas e pedestres | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília A coordenadora do PPCIF, Carolina Schubart, explicou a escolha estratégica da região. "O Park Way está inserido dentro da APA do Gama e Cabeça de Veado, que é uma área super importante para o Distrito Federal em termos de preservação do Cerrado", detalhou. Segundo a gestora, a blitz ocorre agora porque, a partir de julho, os incêndios tornam-se mais agressivos, mudando o foco da prevenção para o combate. Para Carolina, a iniciativa em parceria com os estudantes desperta neles a importância do cuidado com o meio ambiente. Além disso, muitos moram na área rural e se tornam multiplicadores nas famílias e comunidades. "A gente trabalha com as crianças para trazer essa leveza e conscientização, especialmente em áreas rurais onde há maior incidência de fogo por queima irregular de lixo ou resto de poda", completou. Vozes da comunidade Os motoristas que passaram pelo local aprovaram a iniciativa. O motorista profissional Matheus Victor Silva, morador do Gama, destacou o impacto das crianças na abordagem. "Eu acho certinho isso. Tem que falar para o próximo para não botar fogo, senão estraga a natureza", disse. Para ele, o envolvimento dos alunos é um diferencial. “Quando é um adulto falando, muitas vezes a gente nem esquenta muito. Mas se é uma criança, a gente bota a cabeça no lugar”, avaliou o motorista. Elaine Carneiro, boleira que passava pelo local a trabalho, também elogiou a ação. "Acho um ótimo incentivo, não só para a gente, mas para as crianças também, porque todo mundo tem que ter essa consciência de preservar o nosso ambiente. Dependemos dele para ter uma qualidade de vida melhor", refletiu a moradora de Ceilândia. Próximas ações A blitz educativa do Park Way é a segunda de um cronograma que prevê mais cinco ações no Distrito Federal. De acordo com a Sema, as próximas mobilizações ocorrerão na última sexta-feira de cada mês. Em maio, está prevista uma blitz simultânea nas regiões do Jardim Botânico e do Lago Oeste. Outras áreas constantemente afetadas por incêndios florestais, como a Floresta Nacional de Brasília (em Brazlândia), Riacho Fundo e Granja do Torto, também receberão a iniciativa. Elaine Carneiro, boleira que passava pelo local a trabalho, também elogiou a ação Crime ambiental: multas e o que fazer ao avistar fogo Durante a blitz, foram distribuídos materiais informativos com o slogan "DF de Olho no Fogo", com orientações sobre a Lei de Crimes Ambientais e informações para produtores rurais sobre manejo controlado. A lei permite aos produtores rurais usar a queima controlada em algumas situações. Mesmo assim, ela é perigosa e precisa ser feita de forma correta. Um curso gratuito do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), em parceria com o PrevFogo, aborda as técnicas seguras em propriedades rurais (Técnicas de Realização de Queima Controlada em Propriedades Rurais — Senar Play). Antes de fazer uma queima controlada, é preciso solicitar autorização da Sema-DF, que é obrigatória. A permissão pode ser suspensa, de forma temporária, nas épocas de estiagem intensa, que aumentam os riscos dos incêndios florestais. Entre as alternativas ao uso do fogo, estão adubação verde, agroecologia, agroextrativismo, apicultura e meloponicultura, artesanato e reciclagem, compostagem e minhocultura, consórcio e torração de culturas, ecoturismo e turismo rural, pastagem ecológica, pastejo misto, permacultura, plantio direto, silagem e sistemas agroflorestais. Fazer queimadas sem autorização do órgão ambiental ou sem tomar os devidos cuidados no DF é infração penal, de acordo com a Lei nº 4.329/2009, sujeita a multa de R$ 500 a R$ 5.000. Provocar incêndios em mata ou floresta é crime sujeito a multa e reclusão de dois a quatro anos. Denúncias sobre suspeitas de autoria de incêndios florestais devem ser feitas à Polícia Militar (190), quando há possibilidade de intervenção imediata, e à Polícia Civil (197), para crimes já cometidos. Caso o cidadão aviste um incêndio florestal ou práticas irregulares de queimada, deve entrar em contato imediatamente com os órgãos ambientais, o Corpo de Bombeiros (193) ou a linha verde do Ibama, por meio de ligação gratuita pelo telefone 0800 061 8080.
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Máscara criada com apoio da FAPDF inativa vírus respiratórios
Diante de novas variantes e do aumento de casos de doenças respiratórias, um estudo desenvolvido pela Universidade de Brasília (UnB), com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), ganha ainda mais relevância ao propor uma máscara capaz de inativar não apenas o coronavírus, mas também outros vírus respiratórios. A máscara Vesta representa um avanço ao ir além da proteção física tradicional. Diferentemente dos modelos convencionais, que atuam apenas como barreira mecânica, a tecnologia incorpora nanotecnologia à base de quitosana — substância extraída da carapaça de crustáceos, como caranguejo, camarão e lagosta. Inserida entre as quatro camadas de tecido TNT, essa barreira atua diretamente sobre o vírus, envolvendo e degradando sua membrana, o que leva à inativação. Além disso, a estrutura do material contribui para impedir a passagem de micro-organismos. No modelo PFF2, a máscara recebeu aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e apresenta propriedades virucidas, bactericidas e fungicidas, sendo capaz de atuar contra vírus, bactérias e fungos. Além de atuar como barreira mecânica, a máscara Vesta incorpora uma nanotecnologia à base de quitosana que age sobre o vírus degradando sua membrana | Foto: Anastácia Vaz/UnB Impacto duradouro O projeto teve início em 2021, no contexto da pandemia de covid-19, período em que a comunidade científica foi mobilizada globalmente em busca de soluções para conter a disseminação do vírus. No entanto, os resultados da pesquisa ultrapassam esse momento. A tecnologia foi desenvolvida com potencial de atuação contra diferentes vírus respiratórios, o que amplia sua relevância em cenários atuais e futuros, como surtos sazonais de gripe e outras síndromes respiratórias. Com coordenação da professora Suélia de Siqueira Rodrigues Fleury Rosa, da UnB, o projeto também contou com a atuação de pesquisadoras como Graziella Anselmo Joanitti e Kelly Grace Magalhães. Da pesquisa à validação clínica A máscara apresenta propriedades virucidas, bactericidas e fungicidas | Foto: Divulgação/SES-DF A máscara Vesta percorreu diferentes etapas de desenvolvimento, desde testes laboratoriais até a validação em condições reais de uso. Em 2023, o projeto alcançou a fase final dos ensaios clínicos, etapa essencial para comprovar a eficácia e a segurança da tecnologia. Essa fase contou com a atuação do professor da UnB e coordenador do ensaio clínico, Rodrigo Luiz Carregaro, contribuindo para o avanço da solução rumo à aplicação prática. Com isso, a tecnologia se encontra em um estágio avançado de maturidade, compatível com fases de validação em ambiente real (TRL 7 a 8), aproximando-se da aplicação prática e da produção em escala. Ciência aplicada com apoio do DF O projeto contou com investimento de R$ 76.825, viabilizado por meio do convênio Transparência Covid (2020), em parceria entre a UnB, a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) e a FAPDF, além de R$ 1 milhão provenientes do edital Demanda Induzida (2021), com fomento exclusivo da Fundação. [LEIA_TAMBEM]“A trajetória da máscara Vesta demonstra a capacidade do ecossistema de ciência e inovação do Distrito Federal de desenvolver soluções com alto nível de maturidade tecnológica. Trata-se de uma iniciativa que percorre todas as etapas da pesquisa aplicada, desde a concepção até a validação em ambiente real, o que reforça a importância de instrumentos de fomento contínuos e estruturados. A FAPDF tem atuado justamente nesse sentido, apoiando projetos que não apenas geram conhecimento, mas que se traduzem em inovação com potencial de transformação social”, destaca o presidente da Fundação, Leonardo Reisman. Além de impulsionar a inovação, o investimento contribui para o fortalecimento da infraestrutura científica e para a geração de soluções com potencial de impacto direto na sociedade. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)
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Terracap funcionará neste sábado (25) para receber propostas do edital de Vicente Pires
A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) vai funcionar excepcionalmente neste sábado (25), das 8h às 17h, para receber propostas referentes ao edital nº 03/2026, que trata da venda direta de imóveis do Trecho 2 de Vicente Pires. A medida busca facilitar o atendimento aos ocupantes que ainda não conseguiram entregar a documentação. O atendimento presencial será realizado na sede da empresa, localizada no SAM, Bloco F, atrás do anexo do Palácio do Buriti. O prazo final para envio das propostas se encerra no próximo dia 30. O Edital nº 03/2026 marca o início da venda direta dos imóveis do Trecho 2 de Vicente Pires, um dos maiores processos de regularização fundiária já realizados no Distrito Federal. Nesta primeira etapa, 738 imóveis residenciais estão disponíveis para aquisição por meio do programa de venda direta, abrindo caminho para que milhares de famílias transformem sua ocupação em propriedade regular, com escritura e plena segurança jurídica. A venda direta do Trecho 2 de Vicente Pires é um dos maiores processos de regularização fundiária já realizados no DF | Foto: Divulgação/Novacap O edital, que contém os endereços, metragens e valores individualizados, está disponível para download no site da Terracap. Os valores iniciais de venda dos terrenos de uso residencial contemplados neste edital partem de aproximadamente R$ 42 mil, referentes a lotes com área de 125,73 m². Caso o morador opte pelo pagamento à vista, recebe 25% de desconto sobre o valor final de venda do imóvel. Os valores estabelecidos no edital não são arbitrários, seguem rigorosamente a metodologia prevista na ABNT NBR 14.653, norma que rege a avaliação de bens no Brasil. A Terracap utiliza um amplo levantamento de amostras reais da própria região, processado por modelos estatísticos que identificam o valor médio efetivamente praticado no mercado. Parcelamento e juros reduzidos Quem não optar pelo pagamento à vista pode parcelar o valor diretamente com a Terracap. Para pessoas físicas, o prazo chega a até 360 meses (30 anos). Além disso, a taxa de juros da venda direta foi reduzida pela metade: passou de 0,4% para 0,2% ao mês nos lotes unifamiliares, a melhor taxa disponível dentre todas do mercado. Será assinado um contrato no qual o ocupante terá um prazo de 180 dias para obter o habite-se da residência. Com o habite-se, ele inicia o processo em um banco que opere com recursos do FGTS Os ocupantes que desejarem utilizar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devem indicar essa opção no momento da apresentação da proposta. Nesses casos, será assinado um contrato no qual o ocupante terá um prazo de 180 dias para obter o habite-se da residência. Com o habite-se ele inicia o processo em um banco que opere com recursos do FGTS (Caixa ou BRB). Não será necessário nenhum desembolso neste período. O edital também reconhece a possibilidade de existência de imóveis com características de interesse social (Aris) dentro de áreas classificadas como Arine. Nesses casos, famílias com renda de até cinco salários mínimos, que ocupem imóveis de até 250 m² e atendam aos critérios legais, poderão ser enquadradas como Regularização Fundiária de Interesse Social (Reurb-S). O processo será encaminhado à Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), com possibilidade de regularização por meio de doação, conforme previsto em lei. Investimentos Desde 2019, a região de Vicente Pires recebeu cerca de R$ 500 milhões em investimentos públicos, com obras de drenagem, pavimentação, iluminação pública, calçadas e sinalização, promovidas pelo GDF. A área foi dividida em quatro glebas. Os Trechos 1 e 3 já tiveram os processos praticamente concluídos, com registro em cartório e venda direta aos moradores. Os Trechos 2 e 4 foram recentemente incorporados ao patrimônio da Terracap, viabilizando agora a continuidade da regularização. Quem regulariza agora não compra promessa. Compra um imóvel inserido em uma área plenamente urbanizada, consolidada e com infraestrutura já implantada. [LEIA_TAMBEM]Como entrego a proposta? Até o dia 30, a proposta de compra e a documentação exigida em edital podem ser apresentadas presencialmente na sede da Terracap ou de forma remota pelo site ou aplicativo da Terracap. Basta acessar os menus Serviços-Regularização-Venda Direta, criar cadastro e enviar a proposta com os documentos. Mais informações podem ser obtidas pelo call center (61) 3350-2222 ou pelo chat online em www.terracap.df.gov.br. *Com informações da Terracap
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Expo Favela Innovation Brasília 2026 destaca empreendedorismo, inovação, ciência, tecnologia, letramento digital e sustentabilidade
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), em parceria com o Projeto S.A. — Servir e Amar, promove a Expo Favela Innovation Brasília 2026, em cartaz deste sábado (25) e no domingo (26), no Sesc Ceilândia, com uma programação ampla voltada ao fortalecimento do empreendedorismo, da inovação, da ciência, da tecnologia e da sustentabilidade nas periferias. A proposta é ampliar a acessibilidade, incentivar a integração sociocultural e fortalecer a economia circular, conectando empreendedores periféricos a investidores, instituições e novos mercados. O evento reúne painéis temáticos, convidados de referência nacional, atrações culturais e oportunidades de negócios, consolidando-se como uma importante vitrine para talentos e iniciativas das comunidades do DF. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, iniciativas como essa representam um passo importante para o desenvolvimento social e econômico da capital: “A inovação precisa chegar aonde as pessoas estão. A Expo Favela mostra que a periferia é potência criativa, tecnológica e empreendedora. Nosso papel, enquanto poder público, é abrir caminhos, gerar oportunidades e fortalecer esses talentos que já transformam realidades diariamente”. O evento reúne painéis temáticos, convidados de referência nacional, atrações culturais e oportunidades de negócios | Foto: Divulgação/Secti-DF No sábado, a programação começa com a mesa-redonda “Cultura da periferia na era digital”, reunindo o rapper MV Bill e a artista do DF Andressa Marques. O debate abordará vivência, identidade e como a cultura digital se tornou uma ferramenta de geração de renda e impacto social. Ainda no primeiro dia, o tema “Tecnologia, games e futuro” traz Adriano de Angelis, Wilker Dias e Dani Marques para discutir oportunidades nos games, plataformas digitais e produção de conteúdo. Já “Inovação de negócios: da periferia ao centro” reúne nomes como Rick Chester, autor do livro A favela venceu, além de empreendedores que se destacaram no cenário local, compartilhando trajetórias de superação e crescimento. A partir das 18h45, a programação cultural ganha força com a apresentação musical de Benzadeus, ampliando a experiência do público e reforçando o protagonismo artístico das periferias. No domingo, o projeto Sarau-Vá percorre toda a programação com música e poesia, seguido pela mesa-redonda “Empreendedorismo sustentável está na moda?”, com Preto Zezé, Geraldo Rufino e Taís Baptista. O debate propõe reflexões sobre práticas sustentáveis e modelos de negócios que geram impacto real. Em seguida, “Crédito, financiamento e formalização” traz orientações práticas sobre financiamento e crescimento empresarial. Encerrando os painéis, “TV 3.0: o futuro da comunicação já começou” contará com Vigílio Silva e Maria Piragibe, debatendo as transformações tecnológicas que devem revolucionar o consumo de conteúdo e abrir novas possibilidades para criadores e empreendedores. Além das palestras e atrações musicais, a Expo Favela contará com o Camelódromo, espaço dedicado à exposição e comercialização de produtos locais, praça de alimentação com diversidade gastronômica e o Espaço Gamer, ampliando a experiência dos visitantes e fortalecendo a economia criativa das comunidades. Para a Secti-DF, apoiar e promover iniciativas como a Expo Favela Innovation significa investir diretamente no desenvolvimento social, econômico e tecnológico do Distrito Federal. O projeto reforça o compromisso da secretaria em democratizar o acesso à inovação, incentivar o empreendedorismo e transformar a ciência e a tecnologia em instrumentos reais de inclusão, geração de renda e oportunidades para toda a população. Programação Sábado (25) 14h15 – 15h15 | Mesa-redonda 1 - Cultura da periferia na era digital 15h45 – 16h45 | Mesa-redonda 2 - Tecnologia, games e futuro 16h50 – 17h20 | Oficina de Dancehall com Hud Oliveira + Grupo Expressão 17h30 – 18h45 | Mesa-redonda 3 - Inovação de negócios: da periferia ao centro 19h00 – 20h00 | Show: Benzadeus, com participação de Pique Novo Nos intervalos das mesas, DJ Ketlen Domingo (26) 14h15 – 15h15 | Mesa-redonda 1 - Empreendedorismo sustentável está na moda? 15h25 – 16h40 | Mesa-redonda 2 - Crédito, financiamento e formalização 16h50 – 17h50 | Mesa-redonda - TV 3.0. O futuro da comunicação já começou 18h10 – 18h45 | Show: Negra Flow 18h50 – 19h00 | Sarau Vá 19h00 – 19h20 | Japão Viela 17 19h20 – 19h30 | Sarau Vá 19h30 – 20h30 | Show: MV Bill part. Kmilla CDD 20h40 | Anúncio dos campeões Nos intervalos das mesas, DJ Jwellz - Sarau Vá *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)
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OperaDF já registrou mais de 400 cirurgias oftalmológicas neste ano
De fevereiro a abril deste ano, mais de 400 cirurgias oftalmológicas foram feitas no âmbito do OperaDF, programa do Governo do Distrito Federal (GDF) criado para reduzir a fila de espera no Sistema Único de Saúde (SUS). Com investimento de R$ 22 milhões originários de emenda parlamentar do deputado Rafael Prudente, mais de 6,5 mil procedimentos nos olhos devem ser realizados pelo programa. Lucídia Marinho: “Estou muito feliz de estar aqui, de ter recebido essa graça, de terem me chamado. Estou muito esperançosa de que agora vou enxergar tudo” | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Até o momento, já foram autorizadas cerca de 1,5 mil cirurgias oftalmológicas. Os procedimentos eletivos incluem o implante de lente artificial, técnica utilizada na cirurgia de catarata, e a vitrectomia, indicada para quadros como descolamento de retina, hemorragia intraocular e corpos estranhos dentro do olho. Entre setembro de 2025 e março deste ano, o OperaDF já ultrapassou 23 mil cirurgias realizadas em toda a rede pública e por meio da contratação de hospitais particulares e anestesistas da rede privada. A iniciativa reorganiza a fila e amplia a capacidade de fazer intervenções vasculares, gerais, de cabeça e pescoço, urológicas e oftalmológicas pelo SUS. [LEIA_TAMBEM]Dentro do OperaDF, foram feitas 20 cirurgias de catarata em apenas um dia no Hospital de Olhos do DF. Uma das pacientes foi a aposentada Maria de Lourdes Souza, de 70 anos, que tinha dificuldades em ler letras muito pequenas ou em identificar de longe os ônibus que costumava pegar. “Eu já tinha feito cirurgia no olho esquerdo há uns 20 anos”, relatou. “Não tem muito tempo, eu fui fazer um tratamento médico, e a doutora me mandou ao oftalmologista. Lá descobri que eu estava com a catarata bem acentuada no olho direito — isso foi em janeiro. Dali, já me botaram na regulação.” Lucídia Marinho, 80, também elogiou o serviço: “Estou muito feliz de estar aqui, de ter recebido essa graça, de terem me chamado. Ontem mesmo fui avisada para vir. Por onde passei, fui bem-recebida. Estou muito esperançosa de que agora vou enxergar tudo”. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Novas medidas facilitam retirada de medicamentos em farmácias do GDF
Ficou mais fácil fazer a retirada de medicamentos nas farmácias da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Agora, não é mais necessário levar uma fotocópia das receitas impressas para medicamentos de uso comum, permanecendo obrigatória apenas para medicamentos sujeitos a controle especial e antibióticos. Basta portar a receita, documento de identificação válido, com foto, além de informar o número do Cartão Nacional de Saúde, disponível no aplicativo Meu SUS Digital. As novidades foram formalizadas pela Portaria nº 117, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) do dia 1º de abril. "O objetivo é facilitar o acesso, retirando qualquer barreira aos usuários", explica a diretora de Assistência Farmacêutica da SES-DF, Sara Cristina Ramos. Modernidade As irmãs Irena Santiago e Antônia Rocha se surpreenderam positivamente com as novas regras para retirada de remédios na UBS 12 de Ceilândia | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF A medida foi uma surpresa positiva para as irmãs Irene Santiago, 73, e Antônia Rocha, 76. Todos os meses, as duas vão à Unidade Básica de Saúde (UBS) 12 de Ceilândia para receberem os mais de dez medicamentos que precisam administrar. “Eu tomo remédios todos os dias há mais de 30 anos. Para mim, facilita muito poder pegar aqui”, conta Irene. Antes, elas precisavam providenciar a fotocópia de cada uma das receitas, com perda de tempo e gasto financeiro. "Hoje, com o sistema eletrônico, a cópia deixou de ter necessidade, seja para controle de estoque, seja para alguma auditoria" Felipe Pinheiro, farmacêutico O farmacêutico da unidade, Felipe Pinheiro, explica que a mudança foi possível graças aos investimentos em tecnologia. "Hoje, com o sistema eletrônico, a cópia deixou de ter necessidade, seja para controle de estoque, seja para alguma auditoria", afirma. Ele conta que viu a evolução técnica em cinco anos como servidor da secretaria: “Quando comecei, tudo era no papel e manualmente.” Hoje, o farmacêutico e outros cinco servidores lotados na UBS 12 de Ceilândia chegam a atender de 200 a 250 pacientes por dia, se aproximando de 5 mil por mês, alguns dos quais para receber diversos medicamentos. Só de losartana potássica, indicada para hipertensão, por exemplo, são quase 50 mil comprimidos por mês. “Isso tudo gerava um acúmulo grande de documentos de controle para cada paciente. Agora, não precisamos mais nos preocupar com espaço para guardar essas cópias nem o descarte futuro”, detalha. Regras para retirada de medicamentos A legislação traz, ainda, uma série de definições relevantes para quem busca serviços da SES-DF. Um exemplo é a origem da receita: mesmo quem se consultou com profissionais da rede privada pode fazer a retirada dos medicamentos na rede pública, desde que a receita apresente todas as informações obrigatórias, como o nome da substância ativa dos medicamentos, não uma marca comercial. O principal é que o medicamento conste na Relação de Medicamentos do Distrito Federal (Reme-DF), que enumera e descreve todos os fármacos e os locais de entrega. Outra novidade trazida pela portaria é a regulamentação do prazo de validade das receitas médicas em farmácias da Secretaria de Saúde Conforme o normativo, adolescentes a partir de 12 anos já podem solicitar medicamentos nas farmácias das UBSs e na rede de atenção ambulatorial especializada. Porém, é necessário ter 18 anos para a retirada de medicamentos na rede do componente especializado da assistência farmacêutica, conhecida como farmácias de alto custo, e para medicamentos sujeitos a controle especial. Também estão vedados nas unidades da SES-DF amostras grátis e produtos doados, além de ser proibido o fornecimento retroativo de medicamentos. A validade das receitas também está regulamentada. A maioria terá prazo de 30 dias, mas aquelas que contenham o termo “uso contínuo” terão validade de 180 dias, contados a partir da data da emissão. Já as receitas de contraceptivos hormonais terão validade máxima de 365 dias. Medicamentos sujeitos a controle especial, antibióticos e receitas à base de substâncias isoladas ou em associação terão controles específicos. As medidas valem tanto para a rede de farmácias nas UBSs quanto as localizadas nas policlínicas e nos centros de atenção psicossocial (CAPSs), além das farmácias do componente especializado, havendo a possibilidade de regras específicas conforme o tipo de medicamento, como antibióticos e medicamentos de controle especial. A portaria também aborda o controle sobre fornecimento de alimentos e produtos para a saúde na SES-DF. É o caso, por exemplo, de fórmulas infantis. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Edital seleciona entidade para operar postos do Cadastro Único no DF
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) publicou nesta semana, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o Edital de Chamamento Público nº 02/2026 para contratar a organização da sociedade civil (OSC) parceira que ficará responsável pela instalação e manutenção dos 13 postos fixos de atendimento do Cadastro Único no Distrito Federal. O edital garante a continuidade do serviço, atualmente executado pela OSC Mãos Solidárias. Responsável pela gestão do sistema do governo federal no DF, a Sedes mapeou as regiões administrativas com maior número de famílias cadastradas para que os postos de atendimento fiquem nessas localidades, mais próximos dos beneficiários. O envio das propostas e da documentação deve ser realizado pela internet, até o dia 22 de maio, pela Plataforma Eletrônica Parcerias GDF MROSC. Edital vai selecionar organização da sociedade civil que ficará responsável pela instalação e manutenção dos 13 postos fixos de atendimento do Cadastro Único no DF | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Os postos exclusivos para atendimento do Cadastro Único foram implementados há quatro anos para atender a uma demanda reprimida e agilizar novas inscrições e a atualização dos dados cadastrais. Com a finalização deste contrato, é necessária a abertura de uma nova licitação para manter o serviço e garantir que as famílias de baixa renda não percam os benefícios, já que o cadastro deve ser atualizado a cada dois anos”, explica a secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo. O Termo de Colaboração a ser assinado prevê investimento total de R$ 24,5 milhões para contratação e execução do serviço pela OSC parceira. A previsão inicial é de que, até o fim de junho, as propostas sejam avaliadas. Parceria O Cadastro Único para programas sociais identifica e caracteriza as famílias de baixa renda residentes em todo o território nacional. Ele permite que o governo conheça melhor a realidade dessa população ao registrar informações como endereço, características do domicílio, composição familiar, identificação de cada pessoa, deficiência, escolaridade e situação de trabalho e renda, entre outras. [LEIA_TAMBEM]É o principal instrumento do Estado brasileiro para a seleção e inclusão de famílias de baixa renda em programas federais, sendo utilizado para a concessão de benefícios como Bolsa Família, Pé-de-Meia, Tarifa Social de Energia Elétrica, Programa Gás do Povo e Minha Casa Minha Vida, entre outros. O Cadastro Único também serve como critério para a seleção de beneficiários de programas distritais, como o DF Social. “No DF, a decisão de instalar postos exclusivos para atendimento do Cadastro Único também foi fundamental para desafogar a fila nos centros de referência de assistência social [Cras], direcionando as entrevistas para atualização e novas inscrições para a OSC parceira e abrindo espaço para outras demandas socioassistenciais”, destaca Jackeline Canhedo. Os atendimentos são realizados somente mediante agendamento pelo telefone 156, pelo site da Sedes-DF ou por encaminhamento de unidades socioassistenciais. Pelo edital, os postos de atendimento deverão ser implementados em endereços e áreas de abrangência já pré-estabelecidas, assegurando a confidencialidade e a privacidade das famílias atendidas, bem como a acessibilidade às pessoas com deficiência. Durante os atendimentos, os entrevistadores também deverão fazer consultas aos sistemas Sistema de Benefícios ao Cidadão (Sibec), Sistema de Gestão do Programa Bolsa Família (SigPBF) e Sistema de Condicionalidades do Programa Bolsa Família (Sicon), além de orientar quanto ao acesso à rede de serviços públicos quando for verificada situação de vulnerabilidade social e/ou de insegurança alimentar. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Desligamento de água para manutenção afetará São Sebastião nesta terça-feira (28)
A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) fará serviços de manutenção no sistema de abastecimento de água em algumas regiões de São Sebastião na terça-feira (28). Para isso, o fornecimento de água será suspenso das 8h às 23h30. As áreas abrangidas pelo serviço serão o Residencial do Bosque e o bairro Toda Vila Nova. Os imóveis residenciais, comerciais e industriais que possuem caixa-d’água abastecida não serão afetados durante a execução dos trabalhos. Segundo a Caesb, em algumas regiões, a normalização do fornecimento de água pode ocorrer de forma gradual, a partir do horário programado para o término da manutenção. A companhia ressaltou, ainda, que todo usuário deve ter caixa-d’água com capacidade correspondente ao consumo médio diário, de acordo com o artigo 50 da Resolução da Adasa nº 14, de 27 de outubro de 2011, que estabelece as condições da prestação e utilização dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário no Distrito Federal. Para mais informações, é possível acessar o canal público da Caesb pelo telefone 115.
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Fim de semana terá ação de acolhimento à população em situação de rua no Plano Piloto
Em ação com início previsto para as 9h deste sábado (25), o Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 24 endereços distintos no Plano Piloto. Abordagem inclui a oferta de acesso a diferentes serviços sociais | Foto: Agência Brasília A iniciativa, da Casa Civil, envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEEDF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Também participam o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes. No decorrer de toda a semana, as secretarias atuaram em abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja abaixo os pontos de ação programados para sábado e domingo. ⇒ Eixão Norte, altura das quadras 107, 110, 114 e 115 ⇒ Hemocentro, em frente à SQN 302 ⇒ 601 Norte ⇒ L2 Norte, na altura da 602, abaixo do Serpro ⇒ SGAN 606, via L3 próximo à cerca dos módulos C, D e E ⇒ SGAN 607, área verde ⇒ SGAN 608, Via L3, atrás do IDP ⇒ SGAN 611 ⇒ Estacionamento ao lado do Ilhas do Lago ⇒ Ao lado do Clube da Aeronáutica ⇒ Ao lado do posto Melhor ⇒ Via L4 Norte, próximo à Via N1 Leste ⇒ Rua DFL, Casa 1 ⇒ Torre de TV, subsolo ⇒ Setor Comercial Sul ⇒ CLS 102 Bl. A, ao lado da Drogasil ⇒ 303 Sul, atrás do Bloco D ⇒ CLS 305, ao lado da Drogasil e próximo ao Pão de Açúcar ⇒ CLS 409, ao lado do Bloco A ⇒ CLS 209, próximo ao Bloco C ⇒ SCLS 413, entre os blocos C e D ⇒ SHIGS 703/704, Praça Galdino Jesus dos Santos ⇒ Centro Pop ⇒ Vias W5 e W4 Sul, extensão da quadra 903 à 905 e da 702 à 705. *Com informações da DF Legal
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Cachorros policiais ampliam capacidade de atuação no DF
Enquanto o ser humano apresenta entre 5 milhões e 6 milhões de receptores olfativos, os cães podem chegar a até 300 milhões, o que explica a precisão desses animais em operações policiais de detecção de drogas e explosivos e em busca de suspeitos. A atuação dos cães policiais se tornou peça estratégica nas ações de segurança pública e ganhou ainda mais evidência após a repercussão de uma operação em abril deste ano no Rio de Janeiro, na qual um pastor-belga-malinois ajudou a localizar um galpão usado como depósito de 48 toneladas de maconha — a maior apreensão da substância da história do Brasil. Os chamados K9, nomenclatura adotada internacionalmente em referência ao termo em inglês canine, são treinados e empregados em diferentes frentes em Brasília, onde o trabalho é desempenhado pelo Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Os agentes K9 do BPCães são separados por idade e modalidade Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Os cães são separados por idade e modalidade de atuação. Entre as funções exercidas por eles na capital, estão detecção de drogas e armas, identificação de explosivos e busca e captura de criminosos. Muitos agentes caninos já atuaram em grandes operações no DF e se destacam na corporação: Paçoca, Xamã e Izzy são conhecidos por terem participado de grandes apreensões de entorpecentes; Zang localizou drogas escondidas em um carro funerário; Scott tem histórico de apreensões de armas de fogo e drogas enterradas; Zaira atuou em operações de busca e captura de criminosos; e Eros ajudou na detecção de explosivos em diversas ocorrências, incluindo as explosões nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2024. Treinamento de ponta A seleção dos cães começa desde cedo. Os animais são avaliados recém-nascidos por uma equipe especializada, que observa instintos como impulso de caça, proatividade e facilidade em seguir comandos. Raças como pastor-alemão e, especialmente, pastor-belga-malinois, são priorizadas por apresentarem características como inteligência, resistência física, coragem e versatilidade. O treinamento é baseado na associação de odores ao reforço positivo O treinamento é baseado na associação de odores ao reforço positivo. Para o trabalho de farejamento de narcóticos, por exemplo, as próprias substâncias são utilizadas de forma controlada, sem qualquer contato direto dos animais com os entorpecentes, com impregnação do odor em materiais específicos usados apenas em treinamento. Rotina operacional Atualmente, o BPCães conta com 48 cachorros, alguns já formados e outros em fase de treinamento, entre eles 17 filhotes. O subcomandante do batalhão, major Yuri Dezen, ressalta que o BPCães é frequentemente acionado para apoiar outras unidades locais, com solicitações recorrentes para varreduras, identificação de explosivos e apoio em ocorrências com drogas e foragidos, além de receber unidades de outros estados para troca de experiências. O major Yuri Dezen explica: "Enquanto o policial cumpre a missão, o cão entende que venceu o jogo" Dezen destaca, ainda, que a renovação do plantel ocorre de forma contínua, com a aposentadoria gradual dos animais mais velhos e a entrada de novos filhotes, que passam por um período de treinamento de até um ano e meio, mantendo os que passam no processo. “Começamos desde cedo, por volta dos três meses do cão, quando ele passa a conhecer o ambiente e conseguimos avaliar se ele tem aptidão para o trabalho. Condicionado a identificar determinados odores, para o animal, vira uma brincadeira encontrar aquele cheiro e ser recompensado com um brinquedo ou carinho. Enquanto o policial cumpre a missão, o cão entende que venceu o jogo”, explica. A rotina operacional desses animais costuma durar até os 7 ou 8 anos de idade. Após esse período, os cães são desligados do serviço e seguem para a “aposentadoria” para que possam viver em lares amplos que ofereçam uma boa qualidade de vida. Geralmente permanecem com seus condutores em casa, mas também há casos de adoção pela comunidade.
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EducArte na Praça amplia acesso à cultura com programação gratuita em três regiões do DF
O projeto EducArte na Praça chega à 4ª edição no Distrito Federal com uma programação gratuita voltada a estudantes da rede pública, jovens, adultos e à comunidade em geral. Executada pela Casa de Cultura Telar em parceria com as escolas e bibliotecas públicas do DF, a iniciativa promove atividades que integram literatura, música, oralidade e artes cênicas, com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e formar público. Criado a partir de apresentações no Teatro da Praça, em Taguatinga, o projeto passou a ocupar espaços abertos e comunitários. Ao longo das edições, ampliou a atuação para bibliotecas públicas em diferentes regiões administrativas. As atividades contam com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras e audiodescrição em sessões selecionadas, além de transporte gratuito para a rede de ensino. Em 2025, o EducArte na Praça chegou a alcançar diretamente mais de 2 mil estudantes, fora o público espontâneo, segundo a coordenadora do projeto, Cléria Costa. Ela afirma que a proposta surgiu com o objetivo de democratizar o acesso à cultura por meio da literatura, da música e do incentivo à oralidade e à imaginação em territórios populares. “Está bem consolidado com esse objetivo de reforçar o alcance social. Quando incluímos transporte gratuito e acessibilidade, também asseguramos a inclusão. O nome ‘Praça’ remete justamente a essa origem comunitária, marcada pelo encontro, escuta e partilha de saberes”, declara. O palhaço Zambelê Badalo do Tuiuiú faz a peça Catástrofe – O Concerto | Foto: Patricia Lins/Divulgação Destaques A edição de 2026 reúne diferentes linguagens artísticas. Entre os destaques está o espetáculo Catástrofe — O Concerto, que apresenta uma narrativa cômica sobre um músico diante do caos e de suas emoções. Outras atrações marcantes são a Galhada em Tempos de Fissura, que aborda o colapso ambiental e o Antropoceno com artes cênicas e música; e A Baba da Onça Pintada, uma fábula sobre medo, coragem e convivência com o diferente. A programação inclui a Batalha Imaterial, evento de rimas e improviso ligado à cultura urbana. Também estão previstas as apresentações de Poesia Cantada, que transforma poemas da literatura brasileira em canções, e Contos de Encantamentos, voltado à narração de histórias e à tradição oral. No Plano Piloto, a agenda traz ainda a contação Lendas e contos, com participação da Escola Pública Bilíngue Libras-Português de Brasília. Cronograma O projeto estará nas bibliotecas públicas de Sobradinho, Plano Piloto e Brazlândia com atividades entre abril e maio. Confira, a seguir, o cronograma de apresentações: → Sobradinho: Biblioteca Escolar Comunitária Rui Barbosa (Q 4) – 28/4, às 14h30: Batalha Imaterial - Mano Dáblio convida as MCs Raika, Estelar, Elka, Fugazzi e Daend (com audiodescrição) – 29/4, às 8h30: Catástrofe — O Concerto, com José Regino – 29/4, às 14h30: Poesia Cantada, com Lucas Baraúna e Vagner Santana – 30/4, às 8h30: A Baba da Onça Pintada, com Wellington Abreu (com Libras) → Plano Piloto: Biblioteca Escolar Comunitária Professora Tatiana Eliza Nogueira (108/308 Sul) – 11/5, às 14h30: Lendas e contos (com Libras e participação da escola bilíngue), com Ângela Café e Sérgio Duboc – 12/5, às 8h30; 13/5, às 14h30; e 14/5, às 8h30: Contos de Encantamento, com grupo Paepalanthus → Brazlândia: Biblioteca Escolar Comunitária Érico Veríssimo (Setor Sul, Área Especial 3/4 A) – 19/5, às 20h: batalha de rimas - Mano Dáblio convida as MCs Raika, Estelar, Elka, Fugazzi e Daend – 20/5, às 20h: Poesia Cantada, com Lucas Baraúna e Vagner Santana – 21/5, às 14h30 e 20h: Galhada em Tempos de Fissura, com Alice Stefânia
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Avenida Recanto das Emas terá obras com foco em acessibilidade, mobilidade e convivência
A Avenida Recanto das Emas, um dos principais eixos de circulação da região administrativa de mesmo nome, começa a ganhar novos contornos. Com a aprovação do projeto de requalificação viária pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), o espaço passa a ser pensado não apenas como via de passagem, mas como parte do cotidiano de quem vive e circula pela cidade. Objetivo da proposta é reorganizar o espaço urbano a partir de investimento na acessibilidade | Imagem: Divulgação/Seduh A proposta, que abrange o trecho entre as quadras 101/201 e 104/206, vai além de ajustes técnicos: reorganiza o espaço urbano com foco na acessibilidade, na segurança e na qualidade de vida. A portaria que oficializa o projeto de sistema viário foi publicada nesta quinta-feira (23) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Prioridade é a população Entre as principais mudanças está a criação de rotas acessíveis e a adequação de calçadas, garantindo o deslocamento seguro de pedestres, incluindo pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A proposta segue princípios do desenho universal e dialoga com políticas públicas voltadas para a inclusão e para a mobilidade urbana. “A criação de praças e espaços de permanência reforça esse novo olhar: a avenida deixa de ser apenas um eixo de circulação e passa a incorporar áreas de convivência e uso coletivo” Marcelo Vaz, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação Além disso, o projeto prevê a reforma de pontos de parada de transporte coletivo, melhoria nas travessias e implantação de medidas de moderação de tráfego, como plataformas elevadas nas esquinas, que contribuem para reduzir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança viária. Mais verde e menos concreto A intervenção também propõe uma mudança importante na paisagem urbana. Áreas hoje impermeabilizadas darão lugar a espaços mais verdes, com a implantação de canteiros, jardineiras e o plantio de 93 novas árvores ao longo da avenida. “A criação de praças e espaços de permanência reforça esse novo olhar: a avenida deixa de ser apenas um eixo de circulação e passa a incorporar áreas de convivência e uso coletivo”, reforça o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF, Marcelo Vaz. O projeto compreende cerca de 22,8 mil metros quadrados de área urbanizada, com mais de 12 mil metros quadrados destinados a espaços acessíveis e cerca de 3 mil metros quadrados de áreas verdes. Organização e mobilidade A proposta também reorganiza trechos de estacionamento, com previsão de vagas específicas para pessoas com deficiência (PcDs), idosos e motocicletas, além de melhorias na circulação local. As intervenções foram planejadas de forma a não interferir nas redes subterrâneas existentes, mantendo a viabilidade técnica do projeto. [LEIA_TAMBEM]Outro ponto importante é que a reforma atualiza e complementa um projeto urbanístico anterior, de 1993, alinhando a avenida às normas mais recentes de mobilidade, acessibilidade e planejamento urbano. “A aprovação do projeto representa mais um passo no processo de qualificação dos espaços públicos do Distrito Federal”, enfatiza o subsecretário de Projetos e Licenciamento de Infraestrutura, Vitor Recondo. “No Recanto das Emas, a intervenção reconhece a importância da avenida no dia a dia da população e propõe um redesenho que acompanha essa dinâmica.” A reforma aponta para uma cidade que se adapta, se reorganiza e se aproxima das pessoas, criando caminhos mais seguros, espaços mais acolhedores e uma relação mais equilibrada entre mobilidade e convivência urbana. Após a aprovação do sistema viário, o processo será encaminhado à Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) para a elaboração dos projetos complementares e do orçamento. A portaria também determina que os documentos urbanísticos sejam disponibilizados no Sistema de Documentação Urbanística e Cartográfica no prazo de até sete dias após a publicação. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF)
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Governadora participa de passagem do Comando-Geral da Polícia Militar do DF
A governadora Celina Leão compareceu, nesta quinta-feira (23), à solenidade de passagem do Comando-Geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). O coronel Rômulo Flávio Mendonça Palhares assumiu o cargo anteriormente ocupado pela coronel Ana Paula Barros Habka, marcando um novo ciclo institucional para a corporação. A solenidade ocorreu no pátio da Academia de Polícia Militar de Brasília (APMB), no Setor Policial Sul. Durante o discurso, Celina Leão agradeceu a dedicação da ex-comandante-geral e reforçou a confiança no novo comando. “Hoje estamos reafirmando esse compromisso nosso com a segurança pública, agradecendo ao trabalho da comandante Ana Paula, que realmente é uma mulher que deixa portas abertas para que outras mulheres voltem ao comando-geral”, declarou. “Essa troca é feita dentro de uma tranquilidade muito grande. Tenho certeza de que os nossos índices, que são muito positivos, vão continuar.” “Essa troca é feita dentro de uma tranquilidade muito grande. Tenho certeza de que os nossos índices, que são muito positivos, vão continuar", destacou a governadora Celina Leão | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A chefe do Executivo também observou a atuação da PMDF no combate ao crime organizado e à violência contra a mulher. “A população do Distrito Federal espera de nós uma polícia cidadã, mas também uma polícia que não dê brechas para o crime. Para que o crime organizado não se instale aqui, nós temos orgulho de falar que a nossa Polícia Militar entra em todas as cidades”, afirmou. “Todas as vezes em que tenho oportunidade falo para nossas tropas que não são conciliadoras de conflitos: são homens e mulheres treinados para pegar o flagrante e levar à delegacia para fazer o registro da ocorrência. É assim que a gente consegue evitar que crimes (de gênero) aconteçam.” Em seu discurso, o novo comandante-geral disse estar preparado para os desafios que virão pela frente e que trabalhará para preservar o legado de Habka. “Encaro essa função, na verdade, como um grande desafio. Um desafio de comandar homens e mulheres que trabalham diuturnamente pela segurança da capital da República, pela segurança da nossa comunidade”, comentou. “A coronel nos deixa um legado de comando honrado, marcado por retidão, por probidade, por liderança. E a nossa governadora, de maneira direta e clara, determinou que nós tenhamos atenção e cuidado com a nossa troca. Segurança pública é feita por pessoas e para pessoas, e essa será a base que vai orientar o nosso comando.” Sobre as primeiras ações da gestão, Palhares afirmou que o foco será o combate à violência de gênero, com ampliação da Sala Lilás da PMDF, iniciativa de acolhimento humanizado voltada a mulheres vítimas de violência. “O enfrentamento à violência contra a mulher continuará sendo uma prioridade do nosso comando. Vamos inaugurar uma Sala Lilás no Aeroporto de Brasília e temos um projeto para outras 23 salas nos nossos batalhões de área, que têm contato direto com a comunidade. São espaços humanizados, onde as mulheres poderão ser recebidas com privacidade e terão um tratamento humanizado por policiais militares especializados”, declarou. “Encaro essa função, na verdade, como um grande desafio. Um desafio de comandar homens e mulheres que trabalham diuturnamente pela segurança da capital da República, pela segurança da nossa comunidade”, afirmou o novo comandante-geral da PMDF Rômulo Flávio Mendonça Palhares foi o primeiro oficial formado no Curso de Operações Especiais (Coe) a alcançar o cargo mais alto na corporação. Ele ingressou na PMDF em 1995 e construiu uma trajetória marcada por funções operacionais, estratégicas e de inteligência. Ao longo da carreira, comandou unidades especializadas, chefiou o Centro de Inteligência e integrou o alto comando, destacando-se entre os quadros mais qualificados da instituição. No último ano, esteve à frente do Estado-Maior, parte responsável pelo planejamento estratégico, coordenação e assessoramento do comando-geral. A coronel Ana Paula Barros Habka foi nomeada para o cargo de comandante-geral em janeiro de 2024 e deixou a função em março deste ano, sendo a segunda mulher a desempenhar o posto na PMDF. Durante a solenidade, ela afirmou estar com o sentimento de dever cumprido. “Saio de coração leve. Foram 32 anos na corporação, trabalhando muito, e quando eu entrego o comando a uma pessoa comprometida, que acompanhou e que sabe dos problemas ainda a serem avançados, isso me dá uma tranquilidade muito grande”, disse ela, que entrou para o serviço em 1994. Habka destacou as ações promovidas por ela durante a gestão. “Iniciamos o nosso comando num momento muito difícil, principalmente para a Polícia Militar, que precisava resgatar a confiança da própria tropa. Nos aproximamos, melhoramos a autoestima da tropa, sempre pensando neles primeiro. Não existe segurança sem a gente cuidar daquele que cuida da sociedade”, listou. "Cuidamos dos nossos policiais com grandes investimentos na área da saúde, na área da saúde mental, da saúde física, buscando a valorização com promoções e dos nossos quartéis, das estruturas. Investimos em tecnologia, dando facilidade para o policial na rua. Foram várias transformações que foram sendo feitas e hoje tenho certeza de que se sentem preparados”, finalizou. “A população do Distrito Federal espera de nós uma polícia cidadã, mas também uma polícia que não dê brechas para o crime. Para que o crime organizado não se instale aqui, nós temos orgulho de falar que a nossa Polícia Militar entra em todas as cidades” Governadora Celina Leão Valorização contínua das forças de segurança Diversas medidas foram promovidas pelo GDF para a valorização contínua da corporação. Mais de 5 mil policiais militares foram nomeados desde 2019, contribuindo para recompor o quadro da corporação e ampliar a presença nas ruas. Paralelamente, houve reajustes salariais, promoções internas e investimento em infraestrutura, construção e reforma de unidades operacionais, e aquisição de viaturas, armamentos, coletes balísticos e outros equipamentos. Em abril deste ano, a PMDF lançou a Operação Brasília Mais Segura, que conta com reforço de mais de 1,2 mil policiais militares no policiamento ostensivo. A iniciativa tem como objetivo ampliar a presença policial em áreas de grande circulação e fortalecer a sensação de segurança da população. Nesta quinta-feira (23), foi publicada a redução do interstício para promoções nas forças de segurança do DF, ampliando o número de progressões na carreira de policiais militares e bombeiros. Na Polícia Militar, a medida resultou em 652 promoções, considerando oficiais e praças. O número representa um aumento expressivo em relação ao cenário sem a redução do tempo mínimo exigido para progressão na carreira. Sem a medida, seriam 162 promoções. Com a flexibilização do interstício, outros 490 policiais militares foram beneficiados. Entre os oficiais, foram efetivadas 287 promoções, alcançando mais 210 militares. Já entre os praças, foram 365 promoções, beneficiando outros 280 integrantes da corporação.
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Painel Movimenta debate inteligência artificial e audiovisual no Biotic
O auditório do Parque Tecnológico de Brasília, o Biotic, recebeu nessa quarta-feira (23) o primeiro dia do Painel Movimenta, iniciativa da BELA07 em parceria com a produtora CriaMov. O encontro reuniu criadores, estudantes e profissionais para discutir os rumos do audiovisual contemporâneo, conectando criação, inovação e prática de mercado. Realizado no SebraeLab, o evento propõe um ambiente de troca de experiências, experimentação e aproximação entre o setor audiovisual, novas tecnologias e modelos de negócio. A realização dentro do Biotic reforça a conexão entre economia criativa, inovação e desenvolvimento profissional no Distrito Federal. A programação do primeiro dia foi marcada por um bate-papo sobre o uso da inteligência artificial (IA) na criação audiovisual, conduzido pelos filmmakers Gabriel Nakanishi e Isaac Aicon, com mediação e participação da produtora Rayssa Vieira. Dividida em blocos, a conversa abordou aplicações práticas da IA e reflexões sobre seus impactos no processo criativo. O Painel Movimenta continua no dia 30 de abril, com programação voltada à prática e ao aprofundamento dos temas | Foto: Divulgação/Biotic Durante o debate, os participantes destacaram a inteligência artificial como ferramenta de prototipagem em projetos audiovisuais. Para Gabriel Nakanishi, a tecnologia permite “tangibilizar o que é imagético”, ao gerar imagens capazes de ilustrar ideias conceituais em apresentações para clientes antes mesmo da produção final. Segundo ele, esse uso otimiza processos e amplia a clareza da comunicação criativa. Os palestrantes também reforçaram que a inteligência artificial não substitui o olhar humano. Para Nakanishi, a ferramenta funciona como suporte, enquanto as decisões artísticas continuam sob responsabilidade dos profissionais. Isaac Aicon fez observação semelhante em relação à escrita de roteiros, que pode ser auxiliada por IA, mas segue dependente da curadoria, sensibilidade e direção dos criadores. Ao final do encontro, Rayssa Vieira apresentou as formações oferecidas pela BELA07, que vão de oficinas introdutórias a workshops especializados em direção de arte e processos criativos no audiovisual. O Painel Movimenta continua no dia 30 de abril, com programação voltada à prática e ao aprofundamento dos temas. A agenda prevê um workshop da Nero, focado em linguagem e construção de imagem, além de uma oficina dedicada à aplicação de ideias e ao desenvolvimento de projetos. A proposta é ampliar as discussões iniciadas no primeiro encontro e consolidar o evento como espaço de formação, conexão e inovação no audiovisual brasiliense. *Com informações do Biotic
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