Plano Estratégico Institucional
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Divulgado resultado da seleção de projetos voltados a pessoas idosas
A Subsecretaria de Políticas para Idoso (Subidoso), vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), divulgou o resultado provisório da seleção de projetos para promoção, defesa e garantia dos direitos da pessoa idosa, financiados pelo Fundo dos Direitos do Idoso do Distrito Federal (FDI-DF). Ao todo, quatro propostas foram selecionadas e 12, desclassificadas. Os projetos serão desenvolvidos por um período de até 24 meses, prorrogável por igual período, e devem auxiliar no atendimento das necessidades das pessoas com mais de 60 anos | Foto: Divulgação/Sejus-DF Os nomes das instituições e as respectivas pontuações em áreas como comunicação e engajamento com a comunidade foram divulgados no Edital nº 06, no Diário Oficial do DF (DODF) desta segunda-feira (18). A partir desta publicação, foram abertos cinco dias para questionamento e recurso das organizações da sociedade civil (OSCs), o que pode ser feito pelo e-mail comissao.viver60@sejus.df.gov.br, ou via protocolo da Sejus, mediante requerimento. Os projetos serão desenvolvidos por um período de até 24 meses, prorrogável por igual período, e devem complementar as políticas públicas no DF relacionadas à temática, auxiliando no atendimento das necessidades das pessoas com mais de 60 anos, promovendo a participação social. Os projetos são voltados ao atendimento social, educacional e de saúde. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, a participação em atividades sociais proporciona à pessoa idosa um ambiente de convivência social, de integração e de cidadania. “A nossa proposta é promover atendimentos e serviços que propiciam bem-estar e qualidade de vida para a pessoa idosa. Esse é mais um resultado da gestão do governo do DF em prol dessa população”, afirma a titular da Sejus. O investimento previsto no edital será de R$ 2.580.764,30. Entre as ações previstas estão conversas, atendimento e acolhimento humanizado dos idosos e familiares, atividades laborais, profissionalizantes e culturais, além de iniciativas que promovam a valorização e o respeito ao idoso. *Com informações da Sejus-DF
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DF encerra primeira fase dos Jogos da Juventude 2024 com nove medalhas
O Distrito Federal encerrou a participação na primeira fase dos Jogos da Juventude 2024 neste sábado (16) com a conquista de mais quatro medalhas, sendo uma de ouro e três de bronze. Três delas vieram de modalidades que ainda não tinham subido no pódio nesta edição dos Jogos: o tiro com arco e o badminton. No total, a equipe brasiliense fechou a primeira etapa com nove medalhas, 3 de ouro e 6 de bronze, e está em 10º lugar no quadro de medalhas. Na Vila Olímpica Parahyba, arena que sediou os jogos de badminton, dois atletas da rede pública do DF subiram no pódio pela modalidade que não ganhava uma medalha nos Jogos da Juventude desde 2019. Um dos responsáveis pelo feito é o estudante do Centro de Ensino Médio (CEM) 10 de Ceilândia, João Fernando de Oliveira Lima, 17 anos, que se despede dos Jogos da Juventude com chave de ouro ao alcançar o primeiro lugar contra o adversário de Alagoas. Equipe do badminton garantiu duas medalhas para o DF no último dia de competições da primeira fase | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF Este é o quinto Jogos da Juventude do atleta que comemorou a medalha conquistada na segunda divisão da modalidade. “Depois de três anos batendo na trave, consegui essa medalha que tanto esperei”, celebrou. João conheceu o esporte aos 7 anos durante uma viagem que fez com a família. Desde então, ele e a irmã começaram a praticar e, atualmente, ela é uma das técnicas do atleta, já que formou em educação física. A equipe do badminton, composta por mais dois alunos da rede pública e uma da rede privada, também conquistou o bronze com Sarah Santos, de 15 anos, estudante do Centro de Ensino Médio (CEM) Júlia Kubitschek. Tiro com arco Já no tiro com arco, a atleta Luiza Rodrigues Langone levou o bronze em uma disputa emocionante contra a aluna do Paraná Angela Manami. Luiza chegou a abrir dois sets de diferença para a adversária, mas a paranaense chegou a empatar com a brasiliense. “Achei incrível participar dessa competição. Foi legal sentir o clima profissional do campeonato e estar com uma delegação que tinha atletas de outras modalidades”, disse Luiza. Mais uma medalha para o taekwondo No taekwondo, a delegação brasiliense voltou a se destacar na disputa por equipes masculinas e garantiu mais uma medalha de bronze. O time do Distrito Federal, formado por Yago Vasconcelos Dias (CEMAB Taguatinga), Caio de Azevedo Peixoto (CEM 404 de Santa Maria), Arthur Rocha de Oliveira (CEM 04 de Ceilândia) e Pedro Arthur Brasil Oliveira (CED 02 do Cruzeiro), parou na semifinal em um duelo difícil contra Santa Catarina, mas conseguiu assegurar o terceiro lugar. No taekwondo, a delegação brasiliense voltou a se destacar na disputa por equipes masculinas e garantiu mais uma medalha de bronze “Foi uma competição difícil, mas a gente se entregou de verdade. É bom ver o resultado disso no pódio”, comentou Yago Vasconcelos Dias. Arthur Rocha de Oliveira também comemorou a conquista. “Bronze tem gosto de vitória. Mostramos que somos fortes como equipe e que podemos ir ainda mais longe”, destacou o atleta. No tatame, os judocas de Brasília chegaram a brigar por mais uma medalha, na disputa pelo terceiro lugar por equipe mista, mas perderam para a equipe do Mato Grosso do Sul, e se despediram com três medalhas. Ondas Sete modalidades formam a primeira das três ondas da competição que ocorre em João Pessoa (PB). São elas: judô, taekwondo, tiro com arco, tênis de mesa, ciclismo, badminton e ginástica rítmica. Neste domingo (17), os atletas dessas modalidades retornam à Brasília e outros chegam à João Pessoa (PB) para competirem na segunda leva de esportes, que reúne basquete, ginástica artística, natação, triatlo, vôlei de praia e wrestling. Para o chefe da delegação do DF, Marcelo Magalhães, o início das competições foi positivo e a expectativa para as próximas semanas é boa. “Temos uma renovação muito grande de atletas, que estão com 15 anos, vieram disputar os primeiros Jogos da Juventude, e que ainda não chegou ao ápice na competição. Mesmo assim, tivemos bons resultados na primeira etapa”, destacou. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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GDF leva atividades e serviços de lazer, cidadania, saúde e combate à dengue a São Sebastião
A população de São Sebastião teve acesso neste sábado (16) à rede de serviços gratuitos oferecidos pelo Governo do Distrito Federal nas áreas de lazer, cidadania, saúde e combate à dengue. Os programas GDF Mais Perto do Cidadão e Saúde Mais Perto do Cidadão se instalaram ao lado da Feira Permanente da cidade, enquanto a ação de combate à dengue percorreu a região. Os programas GDF Mais Perto do Cidadão e Saúde Mais Perto do Cidadão oferecem serviços gratuitos aos moradores de São Sebastião neste sábado (16) | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Em visita ao local, a governadora em exercício Celina Leão citou a integração do GDF e a importância do apoio aos moradores. “Estamos em São Sebastião com três programas de sucesso. O dia D de combate à dengue, onde nós já estamos na prevenção fazendo uma ação aqui com o Corpo de Bombeiros, com a Secretaria das Cidades, com todos os órgãos envolvidos, fazendo a limpeza e conscientizando a população para prevenir a dengue. O GDF Mais Perto do Cidadão, trazendo todas as nossas secretarias aqui para atender o cidadão naquilo que ele deveria, às vezes, ir no órgão, e estamos aqui presentes. E o Saúde Mais Perto Cidadão, que faz inúmeros atendimentos; são mais de 14 especialidades, com exames de imagem, diagnóstico”, enumerou. “Posso dizer que foi um sucesso. Esse projeto é uma construção que envolve o esforço de toda a estrutura de governo, para levar à população serviços de qualidade. Podemos comemorar, também, que estamos chegando a 300 mil atendimentos realizados em todas as regiões administrativas do DF. Isso é fruto do compromisso de cuidar bem e levar cidadania a todos”, observou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. Responsável pelas emendas parlamentares do Saúde Mais Perto do Cidadão, o deputado federal Gilvan Máximo elogiou o trabalho integrado com o governo. “Esse time está unido para fazer com que a saúde do DF esteja cada dia melhor. Essa é a oitava cidade, nós passamos dos 120 mil procedimentos. Aqui nós temos um laboratório montado para fazer os exames de sangue. Aí a pessoa tem um colesterol alto ou está com triglicerídeos alto, nós levamos ela para o nutricionista, para balancear as refeições. A pessoa tem diabetes e não sabia, tem o nosso acompanhamento. É um atendimento de total respeito”, pontua. Celebração da cultura negra Apresentações de danças afro, maculelê e capoeira rechearam a programação especial para comemorar o Dia da Consciência Negra. O Conselho Distrital de Defesa dos Direitos Humanos e Promoção da Igualdade Social também esteve presente, tirando dúvidas sobre direitos e políticas públicas voltadas à população negra. Desde o seu lançamento, em 2023, o GDF Mais Perto do Cidadão já somou mais de 277 mil atendimentos em diversas cidades do Distrito Federal Quase 300 mil atendimentos Desde o início de 2023, o programa já contabilizou mais de 277 mil atendimentos em diversas regiões do DF, como Santa Maria e agora São Sebastião. Ao longo das edições, os participantes puderam atualizar o cartão de vacinação, garantir a antirrábica para animais e aproveitar serviços de beleza e curtir atividades artísticas. A doméstica Antônia de Jesus Menezes da Silva, 53 anos, compareceu ao evento com os netos David, 7, Daniel, 12, e Valentina, 9, para emitir a carteira de identidade deles. Ela mora no Maranhão e tem família no DF. “Fica bem mais fácil; se fosse para eu levar todos em uma delegacia ou no Na Hora, iria gastar muito tempo. Achei ótima essa estrutura”, elogiou. A doméstica Antônia de Jesus Menezes da Silva levou os netos para emitir a carteira de identidade: “Fica bem mais fácil; se fosse para eu levar todos em uma delegacia ou no Na Hora, iria gastar muito tempo” Criado por meio do Decreto nº 44.213/2023, o GDF Mais Perto do Cidadão é organizado em eixos temáticos como justiça e cidadania, saúde, cultura e educação, e esporte e lazer. Ao longo deste ano, ele já percorreu Água Quente, Arapoanga, Ceilândia, Brazlândia, Plano Piloto, Recanto das Emas, Samambaia, Sobradinho, Fercal e Itapoã, entre outras regiões, beneficiando milhares de moradores com serviços essenciais e promovendo cidadania em toda a capital do país.
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Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito terá ação educativa
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Eventos vão impactar o trânsito nos próximos dias
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Educadores se reúnem na Eape para celebrar os 10 anos da revista Com Censo
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Edital FAC I/2024
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Editais FAC II/2024
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Feriado 15 e 16 2024
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Oficina Regional Centro-Oeste reúne escolas de saúde pública em Brasília
O auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) recebeu, nesta terça-feira (12), representantes de instituições formadoras de educação em saúde para a Oficina Regional Centro-Oeste. Organizado pela Rede Brasileira de Escolas de Saúde Pública (RedEscola), com apoio da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF), o evento tem dois dias de duração e apresenta como objetivo principal o fortalecimento e desenvolvimento de novas estratégias na formação de profissionais para o Sistema Único de Saúde (SUS). O evento é uma oportunidade de trabalhar um planejamento conjunto para 2025, segundo a diretora da ESP-DF, Fernanda Monteiro | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Nesta terça-feira (12), primeiro dia do encontro, foram apresentadas as mesas-redondas ‘’O Papel das Escolas na Política Nacional de Educação Permanente em Saúde” e “Fortalecimento das Escolas na Região Centro-Oeste: Desafios e avanços das Escolas de Saúde Pública e vivências da Comissão de Integração Ensino-Serviço”, além de atividades dos grupos de trabalho que realizaram um planejamento das escolas do Centro-Oeste para o ano de 2025. “A expectativa é que o encontro possibilite muito crescimento e uma troca de saberes. O Distrito Federal tem muito a contribuir com os outros estados” Inocência Rocha Fernandes, diretora-executiva da Fepecs Já no segundo dia de oficina, as discussões serão voltadas para os projetos das escolas em interface com o Ministério da Saúde (MS) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Também serão consolidadas as atividades realizadas nas discussões dos grupos de trabalho e apresentada uma carta para a RedEscola, contendo os desafios e perspectivas das escolas, levando em consideração as realidades locais dos estados da região. Na abertura do encontro, a diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha Fernandes, expressou sua satisfação em receber o evento na Fundação e destacou que há mais de 20 anos a instituição trabalha na especialização, formação e qualificação dos profissionais da saúde. “A expectativa é que o encontro possibilite muito crescimento e uma troca de saberes. O Distrito Federal tem muito a contribuir com os outros estados, assim como também poderemos aprender com as experiências deles. Que possamos sair daqui com uma belíssima carta para levar para o encontro no final do mês, no Rio de Janeiro”, afirmou. A diretora da ESP-DF, Fernanda Monteiro, lembrou que o evento vem sendo pensado ao longo de um ano e demonstra uma grande representatividade para as escolas envolvidas, já que é uma oportunidade de “trabalhar um planejamento conjunto para 2025, e pensar o que as escolas podem fazer juntas”. Ela destacou, ainda, que a oficina tem também o papel de reforçar a importância das escolas de saúde pública e no avanço da educação em saúde no Brasil.“É um passo importante e muito especial para nós, pois esse é o primeiro ano de realização do evento após a formalização da ESP-DF”, disse. Realizada, a diretora concluiu: “nos orgulhamos de sediar o evento na região Centro-Oeste”. Presente à solenidade de abertura, a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, classificou o momento como único e lembrou o empenho durante todo o processo de formalização para a criação da escola de saúde pública do DF. Também fizeram parte da mesa de abertura a coordenadora da Secretaria Técnica e Executiva da RedEscola, Márcia Cristina Rodrigues Fausto, e a representante do Ministério da Saúde (MS), Lorena Albuquerque. Reunindo representantes das escolas de saúde pública do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o evento conta com uma programação de mesas-redondas, apresentações de grupos de trabalho e cultural, além de momentos de debate, sempre abordando questões estratégicas para o fortalecimento das escolas do SUS na região Centro-Oeste e fomentando a troca de experiências. *Com informações da Fepecs
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Atendimentos Sine 2023
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GDF cataloga e divulga planos estratégicos de 40 órgãos
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Atendimentos Sine 2024
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Funcionamento JBB – Final de Ano 2024
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Ação de acolhimento atende 30 pessoas em situação de rua no DF nesta semana
O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua atendeu, nesta semana, 31 pessoas em diversos pontos do Distrito Federal. A ação, coordenada pela Casa Civil do Governo do DF, passou pelas regiões administrativas do Plano Piloto, São Sebastião, Cruzeiro e Sudoeste, oferecendo serviços públicos nas áreas de saúde, qualificação e emprego, moradia e acolhimento. Durante a operação, foram retiradas estruturas precárias de espaços públicos | Foto: Agência Brasília Na ocasião, oito estruturas precárias e clandestinas foram retiradas de espaços públicos, totalizando seis caminhões de entulho e inservíveis encaminhados para as unidades do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Pioneiro no país a apresentar um plano de política pública para a população em situação de rua, GDF atua nas ruas desde maio As operações de acolhimento envolvem diversos órgãos, como as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF), Educação (SEEDF), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), Segurança Pública (SSP-DF), Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal). Participam também a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF), Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) e Conselho Tutelar. Oferta de serviços Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços, abrangendo saúde, educação, assistência social, orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também é oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos e programas de qualificação profissional, como o RenovaDF e o cadastro para unidades habitacionais, também estão disponíveis. O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no último ano. As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio, quando equipes do GDF fizeram visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos.
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Estudantes do Recanto das Emas encenam peça sobre racismo e inclusão social
O grupo Formigueiro de Teatro, composto por alunos e ex-alunos do Centro de Ensino Médio (CEM) 804, do Recanto das Emas, apresentou na manhã desta quarta-feira (6) a peça Sabe por que tu não deu bola? no Teatro da Caesb, em Águas Claras. A montagem foi exibida para 400 alunos do Recanto, com lotação máxima. A peça explora o impacto do racismo e outras formas de preconceito, retratando a discriminação enfrentada por pessoas negras, mulheres e integrantes da comunidade LGBTQIAP+. O grupo teatral Formigueiro de Teatro, composto por alunos e ex-alunos do Centro de Ensino Médio 804, do Recanto das Emas, apresentou na manhã desta quarta (6) a peça ‘Sabe por que tu não deu bola?’ | Fotos: Jotta/SEEDF Coordenadora da Regional de Ensino do Recanto das Emas, Mariana Ayres destacou a relevância do evento para os alunos e o impacto positivo da arte na conscientização social. Ela explicou que a participação dos estudantes no projeto foi cuidadosamente preparada ao longo do ano, com um trabalho contínuo realizado pelos professores para incentivar o desenvolvimento do tema da inclusão. “Hoje, para a gente, é uma alegria estar aqui no Teatro da Caesb, trazendo os nossos estudantes para essa apresentação”, comentou. A coordenadora também ressaltou a importância de abordar a temática racial nas escolas, especialmente em um contexto social ainda marcado por discriminações. Segundo ela, a Regional de Ensino tem promovido uma série de atividades de formação em educação antirracista, incluindo um fórum, realizado em junho, e um seminário com gestores e autoridades sobre questões raciais, em outubro. “É na educação que a gente consegue fazer esse trabalho de conscientização”, afirmou Mariana, explicando que a apresentação teatral dos alunos marca o encerramento de um ano de ações dedicadas à educação antirracista. Além do conteúdo dramatúrgico, a peça incorpora músicas de artistas negros brasileiros, valorizando a cultura afro-brasileira e proporcionando um espaço de visibilidade e reconhecimento Festival A peça ganhou destaque ao participar do 8º Festival Estudantil de Teatro Amador (Festa), em 2023, onde recebeu nove indicações e venceu nas categorias Melhor Espetáculo, pelo júri popular, e Destaque Festa, pela performance musical. O festival, realizado no Teatro dos Bancários, contou com a presença de várias escolas públicas do Distrito Federal, que se uniram para incentivar a arte e a expressão cultural entre os jovens. Sabe por que tu não deu bola? chamou a atenção pela qualidade artística e relevância social. O professor de Artes do CEM 804, Tiago Borges Leal, explicou que o projeto teatral Formigueiro, embora nascido em 2018 fora do ambiente escolar, tomou nova forma ao ser incorporado ao CEM 804 em 2022. Ao iniciar como professor temporário na Secretaria de Educação (SEEDF), ele trouxe o grupo para a escola pública, onde o projeto foi ganhando força e estrutura com a participação ativa dos estudantes. “Eu trouxe o Formigueiro para a escola pública, e a gente vê que o projeto está tomando outra proporção”, afirmou Tiago, ressaltando o impacto crescente dessa iniciativa no ambiente escolar. Segundo Tiago, o espetáculo Sabe por que tu não deu bola? aborda problemas sociais e experiências de discriminação que muitos estudantes enfrentam, tanto dentro da escola quanto na comunidade. O nome da peça reflete a resposta habitual de muitas famílias às agressões raciais, sugerindo que a solução é ignorá-las. “A gente bate sempre nessa tecla: não é só não dar bola. A gente precisa discutir tanto em sala de aula quanto na comunidade”, reforçou o professor, destacando a importância de criar um espaço de conscientização e reflexão sobre essas questões com os alunos. O estudante Carlos Neri destacou o papel do teatro no combate ao racismo: “O dever da arte é ser uma ferramenta de evolução social” Diversidade A peça também se destaca pela valorização dos talentos individuais dos estudantes, seja na atuação, na produção, na sonoplastia ou na cenografia. “A gente trabalha com essa questão da música porque é onde a gente consegue muitos estudantes da escola. É muito gratificante ver o envolvimento deles”, comentou Tiago. Ele destacou a dedicação de cada aluno em diferentes funções, como iluminação e figurino, e o entusiasmo que os jovens têm mostrado no desenvolvimento de habilidades artísticas e de produção, fortalecendo o projeto em diversas frentes. Além do conteúdo dramatúrgico, a peça incorpora músicas de artistas negros brasileiros, valorizando a cultura afro-brasileira e proporcionando um espaço de visibilidade e reconhecimento para esses artistas. Essa abordagem musical também contribuiu para as indicações recebidas no festival, reforçando o compromisso do grupo com a expressão cultural e a luta contra o racismo e a desigualdade social. O estudante Carlos Neri, de 18 anos, destacou o papel do teatro como uma ferramenta de transformação social e combate ao racismo. Para ele, Sabe por que tu não deu bola? desperta a consciência do público sobre as injustiças sociais e os direitos de igualdade garantidos pela Constituição. “O dever da arte é ser uma ferramenta de evolução social”, afirmou Carlos, mencionando a importância de dar voz às questões de preconceito racial e ressaltando que todos devem lutar ativamente contra as injúrias e injustiças. Carlos também compartilhou como a experiência no teatro mudou sua própria vida, ajudando-o a desenvolver habilidades de comunicação e autoconfiança. No início, ele se sentia nervoso e inseguro ao entrar em cena, mas com o incentivo do professor Tiago Leal e o curso de teatro, passou a se sentir mais à vontade no palco e a interagir com o público de forma mais natural. “Minha dicção melhorou bastante. Antes, era difícil para as pessoas me entenderem, mas hoje posso me expressar de forma clara”, explicou o jovem ator. A produção Sabe por que tu não deu bola? tem sido considerada um exemplo inspirador de como o teatro escolar pode se tornar um meio de transformação social, dando voz a jovens que enfrentam ou testemunham situações de preconceito. Iniciativas como essa demonstram o papel fundamental das escolas públicas na promoção de uma educação inclusiva e reflexiva, capaz de formar cidadãos críticos e engajados. *Com informações da Secretaria de Educação
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Seminário Letramento científico e difusão das ciências na Educação Básica e Formação Continuada
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