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Centro Olímpico e Paralímpico do Paranoá vai atender gratuitamente 5 mil alunos

O Paranoá vai ser a próxima cidade do Distrito Federal a ganhar um importante equipamento público de esporte e lazer: o Centro Olímpico e Paralímpico (COP). Essa será a 13ª unidade da capital. Até cinco mil crianças, jovens e adultos serão atendidos de forma gratuita, por dia, em diversas modalidades esportivas. A autorização para o início das obras foi dada nesta sexta-feira (18) pelo governador Ibaneis Rocha. “Quando assumimos em 2019 faltava muita coisa nesta região. Ao longo desse período, temos proporcionado toda a infraestrutura à cidade e vamos prosseguir agora nesse terreno com a construção do centro olímpico”, disse o governador Ibaneis Rocha, nesta sexta (18), ao autorizar o início das obras do COP do Paranoá | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília O COP será construído na Quadra 25 e terá investimento de R$ 2.534.223,86, o que vai permitir a geração de 40 empregos nesta primeira etapa. A estrutura do Paranoá se junta a outras importantes iniciativas feitas por este Governo do Distrito Federal (GDF) na região. No Paranoá Parque, o Executivo local construiu e entregou uma unidade básica de saúde (UBS 3) e um campo de grama sintética. “Quando assumimos em 2019 faltava muita coisa nesta região. Fizeram uma expansão aqui na cidade, com o Paranoá Parque, e não havia equipamentos públicos. Não tinha escola, nem posto de saúde que pudesse atender a comunidade. Ao longo desse período, temos proporcionado toda a infraestrutura à cidade e vamos prosseguir agora nesse terreno com a construção do centro olímpico. E iremos construir também, nessa mesma área, a nova Feira do Paranoá”, defendeu o governador Ibaneis Rocha. Com investimento de mais de R$ 2,5 milhões, o COP do Paranoá será construído na Quadra 25 e contará com pista de atletismo, quadras de tênis, poliesportiva e de areia, espaço multiúso, piscinas semiolímpicas e infantis e vestiários A primeira fase da obra do COP Paranoá será conduzida pela Secretaria de Esporte e Lazer do DF (SEL-DF) e contempla a construção de guarita, estacionamento, administração e campo sintético. “Os tratores e a retroescavadeira já estão aqui. A licitação foi feita e temos o contrato assinado para dar início à construção dessa primeira etapa. O COP será erguido em um ponto estratégico onde temos crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade. Sabemos o quanto o centro olímpico agrega valor na vida das pessoas”, afirmou o secretário da SEL-DF, Renato Junqueira. “Assim, ajudamos a Secretaria de Segurança Pública na redução do índice de violência e também a Secretaria de Saúde, porque diminuímos as filas nas unidades de saúde, tendo em vista que esses alunos serão mais ativos com práticas esportivas”, destacou Renato Junqueira. Centros olímpicos A dona de casa Eva Conceição faz hidroginástica no COP de São Sebastião, mas comemora que vai poder praticar esportes ao lado de casa, com o COP do Paranoá: “Esse centro olímpico aqui vai ser uma bênção. É tudo o que pedi a Deus” O DF possui 12 unidades de centros olímpicos e paralímpicos, onde são atendidos 16.557 alunos, distribuídos em 32 modalidades. A dona de casa Eva Conceição Cavalcante, de 56 anos, será uma das beneficiadas com o COP do Paranoá. Hoje, ela precisa se deslocar duas vezes por semana até a unidade de São Sebastião para praticar hidroginástica — uma realidade que está prestes a mudar com o novo COP ao lado de casa. “Eu tenho que ir para lá porque aqui não tem. Fica muito longe para mim, tenho que ir e voltar de ônibus. Esse centro olímpico aqui vai ser uma bênção. É tudo o que pedi a Deus. Quantas vezes chorei e pedi uma vaga na hidroginástica. Eu ganhei, mas em São Sebastião. Com o novo COP, vai ficar perfeito, bem pertinho de casa”, disse a dona de casa. Essa facilidade foi lembrada pelo governador Ibaneis Rocha. “Hoje os alunos do Paranoá são matriculados em São Sebastião. Queremos encerrar esse problema para que todos sejam atendidos aqui na sua própria cidade, ao lado das suas casas, e todos possam continuar cada vez mais saudáveis. Além disso, esperamos que o centro olímpico e o trabalho que é feito pela Secretaria de Esporte e Lazer incentivem aqueles potenciais atletas para identificarmos novas lideranças que certamente vão nascer nesse COP”, concluiu. Presente na cerimônia, o grupo de alunos atendidos pelo projeto social BSBJJ comemorou o início das obras. “Somos um projeto social que leva aulas de jiu-jítsu gratuitas no Paranoá e Itapoã. Nós temos um espaço, mas estamos em busca de um ponto fixo. Com o COP talvez a gente consiga algo definitivo para impactar a vida de mais pessoas que contam com o esporte para serem transformadas”, revelou o instrutor do projeto, Israel Costa. “Aqui tem muitas crianças e jovens que não têm nada para fazer, e até nós que estamos quase na terceira idade seremos beneficiados também”, diz a copeira Marcia Oliveira O Centro Olímpico do Paranoá contará com pista de atletismo, quadras de tênis, poliesportiva e de areia, espaço multiúso, piscinas semiolímpicas e infantis e vestiários. A copeira Marcia Oliveira, 51, acompanhou o início das obras nesta sexta-feira (18) e projetou o bom uso do espaço. “Vai ser muito bem-vindo. Aqui tem muitas crianças e jovens que não têm nada para fazer, e até nós que estamos quase na terceira idade seremos beneficiados também. Eu mesma estou precisando. Tenho encaminhamento para fazer hidroginástica e aqui não tem. Então vai ser ótimo”, elogiou Marcia. * Colaborou Ian Ferraz

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Inexigibilidade de Licitação 7/2024

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Termos de Cessão de Uso

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Com quase 50 mil alunos, educação infantil da rede pública alia pré-alfabetização a ensino de valores

Em vez dos tradicionais A, B, C, D e E, amor, bondade, confiança, doação e empatia. Os nomes dados às cinco turmas de cada turno já dão pistas do tipo de trabalho desenvolvido no Centro de Educação Infantil (CEI) 10 de Taguatinga. “Os valores no mundo estão muito perdidos. Você escuta cada história, vê cada história. Então, uma educação desde o início faz falta, porque a gente sabe que vai levar para a vida. E aqui a escola ensina os valores. A gente achou a coisa mais linda a sala ser por nome, tudo bonitinho”, conta a empresária Áurea Rodrigues, mãe de Miguel, 4 anos. A busca por um ensino cuidadoso, em uma idade em que as crianças estão formando seu caráter, não é exclusiva do CEI 10. Essa é a tônica de toda a educação infantil no Distrito Federal, expressada, principalmente, por meio de projetos como a Plenarinha, que propõe aos pequenos o exercício da cidadania, por meio da escuta sensível. O projeto Plenarinha propõe aos pequenos o exercício da cidadania, por meio da escuta sensível | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília “A Plenarinha é um dos grandes destaques dessa perspectiva que o DF tem. Ela surgiu com o objetivo de fomentar a participação das crianças na construção do currículo publicado em 2014 e, desde então, tornou-se referência no DF, sendo reconhecida e tendo a participação da população”, explica a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “No ano passado, o tema foi ‘Identidade e diversidade na educação infantil: Sou assim, e você, como é?’. Então, a criança passa a refletir: ‘eu uso óculos, uso aparelho, sou cadeirante, sou preta, branca, indígena’… É a diversidade trabalhada desde a educação infantil para que a criança se veja inserida no ambiente de diversidade. Essa temática procura colocar em evidência o respeito às diferenças.” Neste ano, o projeto focou as pessoas idosas. No CEI 10, foi realizada uma gincana com o objetivo de arrecadar doações para uma casa de repouso. “A gincana não foi nem só a questão da competição, mas o que ela passava”, lembra o pai de Miguel, o também empresário Hugo Oliveira. “O avô dele é acamado, então ele já tem essa vivência de cuidado do idoso”. A disputa solidária ainda contribuiu para outro ponto fundamental da educação infantil no DF: trazer os familiares para dentro da unidade de ensino. “Se escola e família não caminharem juntas, não funciona”, crava o vice-diretor do colégio, Gleisson da Costa. Outros projetos Ainda no CEI 10, os alunos têm a oportunidade de participar de diversos outros projetos ao longo do ano. Todos levam o nome do mascote da escola, o coração Tum Tum. “Ele é o nosso coração, que está de braços abertos acolhendo todas as crianças, todas as famílias, as diversidades que nós temos”, pontua Gleisson. Entre as iniciativas, estão a Tum Tum Horteiro e a Tum Tum Cozinha. Nelas, as crianças ajudam no cultivo de uma horta e, depois de colhidos os alimentos, aprendem noções básicas de como prepará-los. No CEI 10, os alunos têm a oportunidade de participar de diversos projetos ao longo do ano “Nossos três pilares são a questão do acolhimento, da participação e do trabalho em equipe. A gente sempre trabalha a brincadeira com a aprendizagem, valorizando a autonomia, essa questão da criança realmente colocar a mão na massa e aprender brincando”, aponta o vice-diretor, que ainda reforça: “Nessa faixa, elas absorvem muito. Então, a educação infantil não visa exatamente a alfabetização. Ela visa os primeiros conceitos”. Mãe de Benjamin, 5, a empreendedora Valcicleide Costa relata que todas essas iniciativas fazem uma “grande diferença na parte pedagógica”. O pequeno ainda repete em casa o que aprende no colégio. “O lado criativo dele aflorou”, conta. “Na idade em que ele está, ele vem para a escola não só para aprender a parte do ABC, de alfabetização. O que surpreende muito aqui na escola é essa parte de valores, que está sendo só fortalecida, que está sendo bem-feita”. Rede Somadas as creches (crianças de até 3 anos) e as pré-escolas (4 e 5 anos), são 47.814 estudantes atendidos atualmente — apenas em colégios da rede pública, sem considerar as instituições parceiras —, número que cresceu 40% desde 2011, quando era de 34.146. A quantidade de escolas também teve um salto, passando de 265 em 2011 para as atuais 281. Em relação às instituições parceiras, eram 88 em 2011. Hoje, são 137. Visita dos alunos do CEI 10 de Taguatinga ao Lar dos Velhinhos Maria Madalena “No início do governo Ibaneis Rocha, tínhamos uma fila de 24 mil [crianças à espera de uma vaga]. Caímos para cerca de 6 mil. Vamos entregar 17 creches até o fim do ano, uma política que faz parte e é prioritária no GDF e na nossa gestão. A gente tem avançado muito na oferta”, destaca Hélvia Paranaguá. A secretária ainda ressalta que o DF tem uma particularidade em relação às outras unidades da Federação: “Nos estados, a educação infantil fica a cargo dos municípios. Por isso que o DF é diferente, tem toda uma rede sob a nossa responsabilidade, desde os 4 meses até a EJA [Educação de Jovens e Adultos], onde nós temos uma aluna de 86 anos. A gente vai em todas as etapas. Nós temos a vantagem de poder programar a rede como um todo. Tenho que investir em creche, mas preciso investir também no sequencial. Tem que pensar no sequencial, vai para a creche e depois não volta para casa. Tem que ter todo um planejamento, de todas as etapas, a vida escolar da criança”. A biomédica Helica Santos conhece bem as diferentes etapas dessa rede. Ela tem dois filhos: Lavínia, 7, que passou pela educação infantil e segue na rede pública, e Pedro Miguel, 5, aluno do CEI 1 de Ceilândia. A mais velha foi diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA), o que não a impediu de ser completamente integrada à escola. “Ter descoberto o diagnóstico com três anos assusta um pouco, porque a gente não sabe como vai ser o futuro. Por isso, quando ela teve o primeiro contato [com a escola], para a gente, foi assustador, mas, para ela, foi a descoberta do mundo. Hoje ela é alfabetizada, e, para nós, foi muito importante o desenvolvimento dela. Ela desenvolveu coisas que a gente nem achava que ela desenvolveria, como a questão da socialização”, celebra a mãe. Questionada sobre qual a importância desse cuidado na educação infantil, Helica diz não saber especificar. “É tudo. Foi espetacular [com a Lavínia], tem sido com o Pedro. O ambiente é acolhedor, os professores capacitados, que trabalham toda a parte de valores e isso é muito importante, não fica se apegando só à alfabetização e a gente percebeu a diferença”.

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DF terá esquema especial de segurança para o jogo da Seleção Brasileira nesta terça (15)

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) elaborou um Protocolo de Operações Integradas (POI) para coordenar as ações de segurança durante o jogo entre Brasil e Peru, válido pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. A partida ocorre nesta terça-feira (15), às 21h45, na Arena BRB Mané Garrincha, com previsão de abertura dos portões às 19h e público estimado em 70 mil pessoas, de acordo com os organizadores. A Polícia Militar (PMDF) reforçará o policiamento nas áreas interna e externa do estádio | Foto: Divulgação/SSP-DF O monitoramento do evento contará com cerca de 600 câmeras exclusivas do Centro de Comando e Controle (CCC) da Arena BRB, somadas às câmeras do Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU), do Centro Integrado de Operações (CIOB). Na área externa do estádio, será montada uma “cidade policial”, reunindo representantes das forças de segurança e de órgãos públicos, que acompanharão a operação. Eventuais ocorrências serão direcionadas à 5ª Delegacia da Polícia Civil (PCDF). Não será permitida a entrada e permanência de sinalizadores, fogos de artifício, artefatos explosivos, capacetes, garrafas e copos de vidro ou similares, guarda-chuvas, carrinhos de bebê, frascos de perfume, cigarros, vapers, materiais perfurocortantes, drones não autorizados, entre outros “É uma grande satisfação ver nossa cidade sediando mais um evento de destaque. As forças de segurança atuaram de forma integrada com diversos órgãos para garantir um espetáculo seguro e bem-organizado. Estamos confiantes de que será um sucesso, com a população participando de forma tranquila: sem maiores intercorrências para quem for prestigiar a partida e com o mínimo de impacto no trânsito”, destacou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. A Polícia Militar (PMDF) reforçará o policiamento nas áreas interna e externa do estádio, acompanhando também todos os deslocamentos das delegações. A área central de Brasília receberá reforço policial, em especial nos setores Hoteleiro Norte (SHN) e de Divulgação Cultural (SDC), na Zona Cívico-Administrativa, entre outros pontos e vias afetadas. As ações de trânsito ficarão a cargo do Departamento de Trânsito (Detran-DF). O Corpo de Bombeiros (CBMDF) fiscalizará as ações de prevenção contra incêndio e pânico, mantendo viatura de prontidão ao lado do efetivo do BPChoque da PMDF. Empresas privadas realizarão os serviços de segurança privada, de brigadistas e de atendimento pré-hospitalar. Serão realizadas revistas nos torcedores. Não será permitida a entrada e permanência de sinalizadores, fogos de artifício, artefatos explosivos, capacetes, garrafas e copos de vidro ou similares, guarda-chuvas, carrinhos de bebê, frascos de perfume, cigarros, vapers, materiais perfurocortantes, drones não autorizados, entre outros. Também ficam vedados cartazes, bandeiras, símbolos ou outros sinais com mensagens ofensivas. Intervenções no trânsito Imagem: Divulgação/Detran-DF O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizará diversas intervenções no trânsito nas proximidades da Arena BRB Mané Garrincha a partir das 23h59 desta segunda-feira (14). As alterações visam otimizar o fluxo de veículos e garantir a segurança dos torcedores durante a partida entre Brasil e Peru, que acontecerá nesta terça-feira (15), às 21h45, na Capital Federal. Os condutores que transitam na área devem redobrar a atenção, pois haverá sinalização especial para facilitar o acesso e o fluxo de veículos. Serão estabelecidos diversos pontos de travessia de pedestres, além de ações para coibir o estacionamento irregular, garantindo a fluidez nas vias ao redor do estádio. Imagem: Divulgação/Detran-DF Na Via N1, altura do Planetário, será implantado um ponto de travessia de pedestres. A via que contorna a Arena BRB Mané Garricha receberá atenção especial, com equipes dedicadas à sinalização e à fiscalização do estacionamento em locais proibidos, especialmente nas proximidades do Colégio Militar de Brasília e do estacionamento rotativo. Dispersão do trânsito Durante a dispersão, que ocorrerá entre 22h45 e 1h, na Via N1, nas proximidades do estacionamento leste do ENB, três faixas de rolamento serão liberadas para facilitar o acesso à Via N2 e a saída dos veículos. Para garantir a fluidez do trânsito, a rotatória da 5ª Delegacia de Polícia e a rotatória de acesso ao Autódromo estarão fechadas. Além disso, o fluxo na Via Contorno do ENB será direcionado em sentido único na Curva do Chinelo e no Cine Drive-in. Imagem: Divulgação/Detran-DF Semáforos em pontos estratégicos, como na interseção da SRPN com a Via N1 e na saída do estacionamento do Buriti, funcionarão em modo intermitente para facilitar o trânsito durante o evento. Guinchos estarão posicionados ao longo da Via Contorno do ENB, prontos para serem acionados, e uma equipe será designada para a área do Setor Recreativo Parque Norte (SRPN), nas proximidades da Procuradoria-Geral do DF (PGDF), com o mesmo objetivo. O Detran-DF recomenda que os motoristas evitem estacionar em áreas não permitidas e fiquem atentos às orientações da equipe de trânsito para evitar transtornos. Essas medidas visam garantir a segurança e fluidez durante o evento, além de facilitar o deslocamento dos torcedores que comparecerão à Arena BRB Mané Garrincha para assistir ao jogo. Órgãos envolvidos O planejamento foi realizado em conjunto com as polícia Militar (PMDF) e Civil (PCDF), o Corpo de Bombeiros (CBMDF) e uma série de órgãos e instituições, como as secretarias de Mobilidade (Semob), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Saúde (SES) e das Cidades (Secid), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Detran-DF, DER-DF, Metrô-DF, Samu, Ministério Público (MPDFT), Companhia Energética (CEB), Neoenergia, Brasília Ambiental, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), administrações regionais, empresas de segurança privada e a organizadora do evento, a Arena BRB. *Com informações da SSP-DF e do Detran-DF  

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Cuidados com saúde mental de jovens são discutidos em seminário internacional

Nesta quinta-feira (10), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) participou do seminário internacional “Saúde mental, redes e desafios atuais – crianças, adolescentes e jovens”. O evento – promovido pelo Ministério da Saúde e pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), com apoio da Fiocruz – segue até sexta (11) e pode ser acompanhado pelo canal do DataSUS no YouTube.  A Secretaria de Saúde participou, nesta quinta (10), de seminário internacional sobre a saúde mental de crianças, adolescentes e jovens | Fotos: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde-DF Durante uma das mesas temáticas, a gerente do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil III (Capsi) de Taguatinga, Kelly Cristina, destacou experiências bem-sucedidas na unidade e o diálogo com a rede de atendimento da capital. Para ela, o foco das iniciativas deve ser os usuários. “Nossas atividades buscam, principalmente, o protagonismo social e o engajamento dos pacientes”, disse.  No Dia Mundial da Saúde Mental, lembrado hoje, o seminário pretende jogar luz no impacto do cuidado psicológico em crianças e adolescentes. Por meio de oficinas e mesas temáticas, as discussões giram em torno de temas como políticas públicas na área, trajetórias e experiências, intersetorialidade e redes assistenciais. Nas oficinas, grupos aprofundam os tópicos e debatem, por exemplo, a saúde mental dos jovens no sistema judiciário ou nas escolas.  Atendimento especializado  Na rede pública do DF, são oferecidos diversos serviços especializados no cuidado mental infantojuvenil. Dentre eles, estão o Centro de Orientação Médico-Psicopedagógica (Compp) e o Adolescentro, ambulatórios voltados ao público mais jovem com transtorno mental moderado ou que seja usuário eventual de substâncias psicoativas. O Compp atende pacientes de até 12 anos e o Adolescentro, de 12 a 18 anos. Ambos os serviços podem ser acessados por meio das unidades básicas de saúde (UBS). Já o Capsi trabalha com um acolhimento de portas abertas, isto é, sem a necessidade de ser encaminhado por uma UBS. A unidade é voltada a crianças e adolescentes que apresentam intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes (até os 18 anos) ou sofrimento psíquico resultante do uso de substâncias psicoativas (até os 16 anos). A rede pública do DF oferece diversos serviços especializados no cuidado mental infantojuvenil, alguns com acesso por meio das UBSs e outros com atendimento de portas abertas Rede de Atenção Psicossocial A Rede de Atenção Psicossocial (Raps) foi instituída ainda em 2011, por meio de portaria, e foi atualizada em 2017. O objetivo é organizar os dispositivos que oferecem assistência em saúde mental. Na capital federal, a Diretoria de Serviços de Saúde Mental (Dissam) é a responsável pelos serviços na área aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A SES-DF apresentou, no dia 1º de outubro, os principais resultados alcançados no primeiro ano do projeto “Maps – Implementação e Fortalecimento do Cuidado em Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde do DF”. A estratégia de trabalho prevê a elaboração de planos regionais, articulando os diferentes serviços da rede: equipes multiprofissionais (e-Multis), centros de Atenção Psicossocial (Caps) e ambulatórios de saúde mental. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Alunos e docentes da Escs podem se inscrever para o Projeto Rondon 2025

A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) abriu inscrições para o processo seletivo do Projeto Rondon – operações Sul de Minas I e Sul de Minas II, que serão realizadas em janeiro e fevereiro de 2025. Podem candidatar-se à seleção interna estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação em enfermagem e medicina, além de docentes da instituição. O prazo para se inscrever vai até esta quinta-feira (10). Projeto disponibiliza quatro vagas para estudantes de medicina, quatro para alunos de enfermagem e três para docentes | Foto: Arquivo/Agência Saúde Serão ofertadas quatro vagas para estudantes do curso de enfermagem e quatro para estudantes de medicina da Escs. Além disso, também haverá três vagas para docentes, que devem necessariamente pertencer ao quadro da instituição e atuar em projetos de extensão. Os interessados devem observar os critérios do edital e realizar a inscrição conforme orientação do documento. Para Viviane Peterle, diretora substituta da Escs e docente da instituição há 12 anos, a participação dos alunos e docentes da escola é de grande importância na formação cidadã dos futuros profissionais de saúde. “A integração dos alunos em ações de inclusão social e redução de desigualdades regionais enriquece a formação acadêmica e humana”, afirma. Sobre a participação dos docentes, Viviane acredita que “garante a supervisão e o aprimoramento das estratégias de atuação, promovendo um ambiente de aprendizagem participativa e engajada em prol da cidadania e do desenvolvimento coletivo”. Inscrições No ato da inscrição, é necessário ler atentamente ao edital e preencher as informações solicitadas, além de enviar a documentação listada nos subitens 4.3.1 a 4.3.8. Após a análise dos critérios de seleção e pontuação que constam no edital, o resultado será divulgado no site da Fepecs, a partir do dia 18. As inscrições podem ser feitas por meio de formulário disponibilizado no site da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). Projeto Rondon O Projeto Rondon é uma ação coordenada pelo Ministério da Defesa (MD) e tem como objetivo promover benefícios duradouros às comunidades atendidas, contribuindo com o desenvolvimento local sustentável e com a construção e promoção da cidadania nas áreas visitadas. As instituições de ensino superior são parceiras da iniciativa, que também conta com o apoio de outros ministérios, governos estaduais e municipais e Forças Armadas. *Com informações da Fepecs

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