Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Boletim de Serviços – Junho 2022

Ler mais...

Thumbnail

Crianças que ficaram órfãs na pandemia terão apoio psicossocial

Uma nova lei prevê diretrizes para a implantação de programa de proteção social e atenção psicológica às crianças e adolescentes em situação de orfandade bilateral ou de famílias monoparentais em decorrência da covid-19. [Olho texto=”“A Gerência de Serviços de Psicologia, subordinada à Diretoria de Saúde Mental, entende como relevante a nova lei por trazer mais um amparo à vulnerabilidade da infância e adolescência”” assinatura=”Mirna Dutra, gerente de Serviços de Psicologia da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] O texto, de autoria dos deputados distritais Eduardo Pedrosa e Arlete Sampaio, prioriza aqueles em situação de vulnerabilidade e risco pessoal e social. A Lei nº 7.143, de 20 de maio de 2022, foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) na segunda-feira (30), data em que entrou em vigor. “A Gerência de Serviços de Psicologia, subordinada à Diretoria de Saúde Mental, entende como relevante a nova lei por trazer mais um amparo à vulnerabilidade da infância e adolescência. Destacamos que a rede de atenção à saúde estrutura-se de forma a dar assistência a crianças e adolescentes conforme sua demanda, considerando desenvolvimento, agravos e territorialidade”, explica a gerente de Serviços de Psicologia da Secretaria de Saúde, Mirna Dutra. Entre as diretrizes previstas pela nova lei, no âmbito da saúde, está a garantia de atenção psicossocial, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), de crianças e adolescentes, bem como de suas famílias substitutas, quando for o caso; garantia de atenção multiprofissional, visando ao desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes órfãos; prestação de informações aos familiares a respeito dos serviços públicos de saúde mental disponíveis para acompanhamento psicológico de crianças e adolescentes, estendida aos familiares. A lei prevê, além disso, o incentivo a ações que integrem o atendimento e apoio à saúde mental e à assistência social, fomentando o acolhimento de crianças e adolescentes que se tornaram órfãos por seus familiares ou por pessoas com as quais tenham vínculo afetivo. Mirna destaca que a porta de entrada nos serviços de saúde mental para toda criança e adolescente, bem como para toda população, é a Atenção Primária à Saúde. Ela ressalta que é de suma importância que esse fluxo seja respeitado, pois trata-se da lógica do cuidado estabelecida pelo modelo de atenção à saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “A Atenção Primária à Saúde é a coordenadora e integradora do cuidado em cada região de saúde, sendo assim, capaz de atender a maior parte das demandas da população, evitando acesso de demandas não urgentes a serviços especializados e permitindo que estes atendam casos mais graves e complexos oportunamente”, informa. Ao serem detectadas demandas mais específicas que exijam uma abordagem psicossocial especializada, o fluxo para estes serviços de saúde mental que possuem psicólogos em suas equipes multiprofissionais estão estabelecidos pelas notas técnicas: sobre o fluxo de encaminhamento de estudantes da rede pública de ensino do DF com demandas de saúde mental e/ou dificuldades no desenvolvimento e aprendizagem; e sobre os critérios para encaminhamento de crianças e adolescentes para os serviços de saúde mental infantojuvenil da Atenção Secundária. “Faz parte do processo de trabalho das equipes multiprofissionais de saúde mental a articulação em rede, inclusive, intersetorial, bem como o compartilhamento do cuidado com os usuários da Atenção Primária à Saúde. Entendemos que as demandas de saúde mental advindas da infância e da adolescência estão contempladas nestes espaços de saúde ofertados pelo SUS”, conclui. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

Ler mais...

Podcast Papo Ambiente: Especial 15 anos

Ler mais...

Professora de Ceilândia recebe prêmio nacional

Ler mais...

Na Hora – Unidade Taguatinga

Ler mais...

Na Hora – Unidade Sobradinho

Ler mais...

Na Hora – Unidade Riacho Fundo

Ler mais...

Na Hora – Unidade Gama

Ler mais...

# Torneios com passeriformes silvestres autorizados no Distrito Federal

Ler mais...

EAPE utiliza formato híbrido de ensino

Ler mais...

Divulgado resultado da 3ª Campanha de Castração de 2022

Ler mais...

Thumbnail

Sintomas de dengue? Procure uma unidade básica de saúde

Febre alta, dor de cabeça, manchas vermelhas no corpo, dor nas articulações, mal-estar, dor nos olhos e falta de apetite são sintomas que podem indicar a contaminação por dengue e devem ser comunicados à unidade básica de saúde (UBS) mais próxima. Consulte aqui. Unidades de saúde são o primeiro lugar a procurar para esclarecer dúvidas sobre os sintomas da dengue, que se assemelham aos da covid-19 | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde “Clinicamente, a gente é capaz de formular a hipótese diagnóstica de dengue e, com um exame simples de hemograma, conseguimos acompanhar esse paciente, intervir e ajudar no bom desfecho”, explica o subsecretário de Atenção Integral à Saúde, Oronides Urbano Filho. Segundo o médico, o diagnóstico pode ser feito tanto por exame quanto por análise clínica. O mais importante, indica ele, é iniciar o tratamento imediatamente, em geral com a reidratação. [Olho texto=”“A dengue tem um agente intermediário, que é o mosquito; o caso da covid, não: você é o transmissor”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O critério do diagnóstico clínico também é apresentado no Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde (SES), divulgado semanalmente. O documento trabalha com o número de casos considerados prováveis, isto é, pessoas que apresentam sintomas de dengue e que morem ou tenham viajado nos 14 dias anteriores para áreas com ocorrência da doença ou presença do mosquito Aedes aegypti. Os exames ajudam a ampliar a vigilância epidemiológica e tirar dúvidas em determinados casos de pacientes, mas não impedem a notificação do caso nem o tratamento. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, lembra que, diferentemente da covid-19 – situação em que a pessoa precisa ser isolada para impedir a disseminação da doença –, a dengue não é transmitida diretamente. “O principal fator é que a dengue tem um agente intermediário, que é o mosquito; o caso da covid, não: você é o transmissor”, alerta o gestor. Como a dengue e a covid-19 apresentam sintomas semelhantes, é sempre aconselhável procurar uma unidade básica de saúde em caso de suspeita.   *Com informações da Secretaria de Saúde  

Ler mais...

Atas de reuniões de 2022 – Comitê Interno de Governança

Ler mais...

Revista Com Censo abre inscrições para edição de agosto 2022

Ler mais...

Gestores participam da feira internacional Bett Brasil Educar

Ler mais...

A EAPE parabeniza as servidoras pelo Dia das Mães!

Ler mais...

Dispensa de Licitação 12/2022

Ler mais...

Thumbnail

Todas as UBSs ganham espaços exclusivos para pacientes com dengue

Todas as unidades básicas de saúde do Distrito Federal estão preparadas para receber pacientes com sintomas de dengue. Em cada uma, foi montado um espaço para acolhimento inicial, seja em salas destinadas para hidratação ou em tendas na área externa. “A gente ainda não chegou ao pico dos casos de dengue. Devemos chegar nos próximos dias e estamos preparados”, afirmou o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Pedro Zancanaro, durante coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (5). Cerca de 1,5 mil profissionais estão dedicados a combater o Aedes aegypti em ações de fiscalização, educativas e de busca por focos do mosquito no DF | Foto: Tony Winston/Agência Saúde A orientação é que pessoas com sintomas de dengue procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência. As unidades funcionam de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Quarenta e duas UBSs funcionam também aos sábados. Os atendimentos em Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e hospitais devem ocorrer, prioritariamente, para os casos em que a pessoa apresentar manchas roxas ou alteração da capacidade visual ou do nível de consciência. Dedicação Neste momento, o Distrito Federal conta com cerca de 1,5 mil profissionais dedicados a combater o Aedes aegypti em ações de fiscalização, educativas e de busca por focos do mosquito. “Pedimos a todos que os recebam, que ouçam as suas orientações”, ressaltou o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, destacou que 97% dos focos de dengue estão nas residências, portanto, a única forma de eliminar criadouros do mosquito é com a participação ativa da população. “É uma solicitação que a gente faz para conter a questão da dengue”, afirmou o gestor, que também agradeceu a parceria de instituições como Corpo de Bombeiros e o Exército Brasileiro. *Com informações da Secretaria de Saúde  

Ler mais...

Leilão de Veículos do Detran-DF

Ler mais...

Boletim de Serviços – Maio 2022

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador