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Parque Ecológico Saburo Onoyama reabre com medidas de segurança

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Pregão Eletrônico n.º 20/2021

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Inteligência Artificial em Execução Fiscal – AVISO de início da análise dos Planos de Trabalho

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Vacinação de público com mais de 55 anos é superior a 90%

[Olho texto=”“A população do Distrito Federal pode ficar tranquila, pois há garantia da segunda dose para todos que já estão aptos a recebê-la. Por isso, é importante atentar para a data que está marcada no seu cartão de vacina e verificar qual é o posto mais perto que tem o seu imunizante. Estamos acompanhando a boa procura da população pela vacinação completa e é importante que isso se mantenha”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para vencer o novo coronavírus e garantir a imunidade coletiva é necessário que a população se conscientize e se vacine contra a doença. A vacina está disponível em vários pontos de atendimento sinalizados para jovens de 14 a 17 anos e adultos de 18 anos ou mais. Quem ainda não recebeu a primeira dose basta comparecer à unidade mais próxima, munido de documento de identidade com foto, CPF e, preferencialmente, com o cartão de vacina. O DF está abastecido com imunizantes para alcançar toda a população que faz parte da faixa etária atual da campanha. “A população do Distrito Federal pode ficar tranquila, pois há garantia da segunda dose para todos que já estão aptos a recebê-la. Por isso, é importante atentar para a data que está marcada no seu cartão de vacina e verificar qual é o posto mais perto que tem o seu imunizante. Estamos acompanhando a boa procura da população pela vacinação completa e é importante que isso se mantenha”, destaca o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. A Vigilância Epidemiológica destaca que a imunidade é conferida com o ciclo vacinal completo, ou seja, com as duas doses. A exceção é a vacina da Janssen, aplicada em dose única. A procura pela segunda dose no DF tem sido intensa nos últimos dias, especialmente pela liberação da antecipação da segunda dose para quem deve receber os imunizantes Pfizer-BioNTech e AstraZeneca até o dia 24 de setembro. Para antecipar, basta levar o cartão de vacina que comprove a data para recebimento da segunda dose na unidade que ofereça a vacina e o comprovante de identidade. Arte: Secretaria de Saúde do DF Resultado dessa busca pela vacina é a cobertura vacinal que ultrapassou os 91% no grupo que considera pessoas de 55 a 59 anos devidamente imunizadas. Esses indivíduos, em sua maioria, receberam as vacinas AstraZeneca e Pfizer e começaram o ciclo vacinal em junho. Como os imunizantes têm intervalo de três meses, o prazo para retorno aos pontos de vacinação ocorre em setembro. Na população acima de 65 anos, a imunização completa ultrapassou a casa dos 100%. De acordo com a Subsecretaria de Vigilância à Saúde, isso ocorre porque pessoas de outros estados foram vacinadas no DF, além da estimativa populacional. A cobertura no público que tem entre 50 e 54 anos chegou a 77,08% e a tendência é aumentar gradativamente nos próximos dias, uma vez que esse grupo também começou a ser vacinado em junho. Para quem tem entre 45 e 49 anos, a cobertura está em 51,13%. O grupo de 49 anos começou a ser vacinado em 19 de junho e já está no prazo para receber a segunda dose de AstraZeneca e Pfizer antecipadamente. Boa parte desse público recebeu a CoronaVac e se imunizou em julho. Além disso, há também quem se vacinou no grupo de comorbidades, em maio. A segunda dose para quem tem entre 45 e 48 anos, seguindo o intervalo de três meses, começa a partir do dia 1º de outubro. Primeira dose [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A população mais jovem, com menos de 30 anos, começou a ser vacinada no final do mês de julho. Até o momento, a cobertura de primeira dose considerando somente esse público é maior na faixa etária dos 20 aos 29 anos, com mais de 83%, e menor no grupo de 30 a 39 anos, com pouco mais de 74%. A procura dos jovens de 18 e 19 anos também foi maior que o grupo da casa dos 30 anos, cuja campanha alcançou 77,52% desse público. A vacinação dos adolescentes já alcançou 26,51% do público entre 12 e 17 anos. A maior parte é de adolescentes com 17 anos, seguida por quem tem 16 anos. Ainda não há aplicação da segunda dose para esse público, uma vez que a vacina utilizada é do laboratório Pfizer, que tem intervalo de três meses no Brasil. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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HRT procura voluntários para testar remédio

Por ser referência no atendimento aos pacientes com pé diabético no Distrito Federal, o Hospital Regional de Taguatinga (HRT) foi escolhido para ser o Centro Coordenador do Estudo Nacional com o Fator de Crescimento (Heberprot®️). Trata-se de um produto farmacológico, já autorizado e registrado em vários países, que favorece a cicatrização de úlceras em pés de pacientes com diabetes. Esta fase de pesquisa clínica no Brasil é requisito para autorização e registro da medicação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O estudo precisa de pessoas voluntárias maiores de 18 anos, com úlcera (ferida) no pé, residentes no DF e com disponibilidade para ir até o HRT cerca de três vezes por semana | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF O estudo é gerenciado pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz). Além do HRT, outros seis centros de serviços universitários e do Sistema Único de Saúde (SUS) participam do estudo. São elas a Policlínica Piquet Carneiro – Universidade Estadual do Rio de Janeiro (RJ); Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte (MG); Hospital Memorial Arthur Ramos (AL); Hospital Universitário Lauro Wanderley (PB); Instituto de Medicina Integral (PE); e Fundação Hospital Adriano Jorge – Universidade do Estado do Amazonas (AM). [Olho texto=”“Quem tem ou já teve a complicação pé diabético sabe que o tratamento é longo e desgastante”” assinatura=”Hermelinda Pedrosa, endocrinologista, coordenadora e investigadora principal do estudo” esquerda_direita_centro=”direita”] “O grande objetivo do estudo é verificar o tempo de cicatrização em úlceras nos pés de pessoas com diabetes. O uso reduzirá o tempo de tratamento e de internações, geralmente prolongado e oneroso. A pesquisa é uma exigência da Anvisa como pré-requisito para aprovação de uso e fabricação no Brasil e foi iniciado no 2º semestre de 2018”, explica a endocrinologista Hermelinda Pedrosa, coordenadora e investigadora principal do estudo em âmbito local e nacional. O produto farmacológico é um fator de crescimento epitelial que estimula a granulação, um passo importante para se atingir a cicatrização. Foi desenvolvido em Cuba, já foi aprovado e registrado em 18 países da Europa e passa pela fase de estudos clínicos no Brasil. De acordo com Hermelinda, a Fiocruz será a instituição que receberá a transferência de tecnologia, assim como alinhado para a vacina AstraZeneca-Oxford, em que a fabricação é feita pela instituição. No entanto, para o estudo ser finalizado e o produto aprovado pela Anvisa é necessário conseguir, pelo menos, mais 44 pacientes para participar dos testes em todo o país. [Olho texto=”“O maior objetivo do projeto é prevenir e evitar lesões decorrentes da doença, dando uma melhor qualidade de vida ao nosso paciente”” assinatura=”Karina Torres, diretora do HRT” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A equipe do HRT faz um apelo aos pacientes com diabetes tipo 1 ou tipo 2, acima de 18 com alguma “ferida” no pé, para entrar em contato através dos telefones: (61) 2017-1700 (ramal 3423) ou (61) 99870-9090. “Precisamos de pessoas voluntárias maiores de 18 anos, com uma úlcera (ferida) no pé, residentes no DF e com disponibilidade para vir até o HRT cerca de três vezes por semana. O medicamento deve ser utilizado por oito semanas, e até 24 aplicações”, avisa Hermelinda. “Quem tem ou já teve a complicação pé diabético sabe que o tratamento é longo e desgastante. Peço que entrem em contato conosco que daremos todo o suporte”, convida a investigadora da Fiocruz e do HRT. Com a pandemia da covid-19 houve uma alteração no cronograma do estudo e ele acabou ficando prejudicado em todo o Brasil. Por isso é necessário recrutar os 44 pacientes para finalizar o estudo. A equipe de investigação do HRT é composta hoje por duas endocrinologistas (Flaviene Prado e Fernanda Tavares) e duas enfermeiras (Ione Batista e Janaina Martins) além da investigadora principal, Hermelinda Pedrosa. Além do HRT, outros seis centros de serviços universitários e do Sistema Único de Saúde (SUS) participam do estudo Para Karina Torres, diretora do HRT, o estudo exerce um papel fundamental, pois o tratamento oportuno evita a maioria das complicações e garante a qualidade de vida aos pacientes. “O maior objetivo do projeto é prevenir e evitar lesões decorrentes da doença, dando uma melhor qualidade de vida ao nosso paciente”, avalia. Pé diabético As úlceras de pé diabético são uma complicação frequente em pessoas com diabetes e precedem 85% das amputações. Além disso, uma em cada três pessoas desenvolve problemas nos pés ao longo da vida. As úlceras se complicam por infecção nos tecidos mais profundos e ossos – osteomielite – ou por má circulação – doença arterial periférica e resulta em tempo longo de tratamento ambulatorial e internação hospitalar. Como consequência, um elevado custo para o sistema de saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo Hermelinda, 65% dos pacientes diabéticos nunca tiveram os pés examinados e geralmente, só recorrem ao tratamento quando já têm uma complicação muito grave. Isso acaba prejudicando o tratamento e muitas vezes, chegando à necessidade de uma amputação. “Tratar a úlcera de pé diabético, acelerando o processo de cicatrização, proporciona maior qualidade de vida aos pacientes e familiares, evita sequelas e ainda reduz os gastos da rede pública com este paciente, que demanda cuidados ambulatoriais e muitas vezes, internações”, conclui. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Afastamento Remunerado para Estudos – 2º/2021 Resultado Final – 2ª etapa

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Parque Saburo Onoyama reabre nesta quarta (15) à população

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Atenção, servidor! O Pare no Parque está de volta

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Na Hora Cidades – Estrutural

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Resultado Preliminar da 2ª Etapa do Processo Seletivo para Afastamento Remunerado para Estudos – 2º Semestre de 2021

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Processo seletivo nº 3 – 2021/Dirtec

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Certificados da comissão de resíduo

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Pregão Eletrônico n.º 18/2021

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Calendário de reuniões 2021 – CIG

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Bactérias não identificadas na Rede SES-DF

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Coqueluche

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