Mulheres são 70% da linha de frente contra a covid-19
Kariny Bonatti, gerente de Enfermagem do HRSM: “Somos guerreiras” | Foto: Divulgação/Iges-DF A pandemia do novo coronavírus estremeceu diversos setores da sociedade, no Brasil e no mundo, mas também foi a oportunidade de mostrar algo inabalável: a coragem das mulheres diante de um inimigo comum. O Hospital de Base (HB), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e as unidades de pronto atendimento (UPAs) contam com o trabalho de 320 profissionais na linha de frente do combate à covid-19. Desses, 69% (223) são mulheres. [Olho texto=”Dos 320 profissionais da linha de frente de combate ao coronavírus nas unidades geridas pelo Iges-DF, 223 são mulheres” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Entre elas, está a médica emergencista Jule Rouse Santos, 33 anos. Ela atua no Pronto-Socorro Covid do HRSM e sabe da grande responsabilidade que tem nas mãos. “Eu sempre dou o melhor de mim para salvar vidas, mas nem sempre consigo”, diz. “É sofrível ver um paciente que está longe da família e que conscientemente aceita ser intubado, com a possibilidade de sobreviver ou não”. A profissional conta que sempre trabalhou com emergência, mas que nada se compara a essa experiência da pandemia. Dos muitos pacientes atendidos em um ano de crise sanitária, um caso em particular foi marcante para a médica: “Lembro-me de uma paciente com menos de 30 anos de idade que tinha dois filhos pequenos e estava gestante. O estado dela era muito grave, com o pulmão comprometido em mais de 80%. Ela aceitou a intubação ainda consciente. O único pedido foi fazer uma videochamada com o marido e a mãe. Todos da equipe assistimos e sentimos a dor dela ao pedir para a mãe: ‘Não importa o que aconteça comigo, por favor, cuide dos meus filhos’. Aquilo me abalou profundamente. Por esse e por outros casos, permaneço aqui para salvar o máximo de vidas”. Outra colaboradora do Iges-DF na linha de frente contra a covid é a técnica de enfermagem Ana Maria Duarte, 35 anos. Com seis anos de experiência na UPA de Samambaia, ela precisou encarar o desafio, em 2020, de enfrentar uma epidemia global. “Temos feito tudo o que é humanamente possível para atender o máximo de pessoas”, diz. A enfermeira Josilene Pereira está na linha de frente desde o início da pandemia: “Daquela época até hoje, me esforço para manter o psicológico estável” | Foto: Thays Rosário/Iges-DF Para ela, o momento atual da pandemia no DF é crítico, mas os profissionais de saúde seguem buscando oferecer o melhor atendimento. “Somos uma equipe composta por homens e mulheres que estão dando o melhor de si para salvar vidas”, resume. Lideranças em momento de crise A enfermeira intensivista Josilene Cardoso Pereira, 39 anos, chefia uma equipe com mais de 90 profissionais na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid do Hospital de Base. “Se você lidera, precisa passar segurança para o grupo, mas nem sempre é fácil”, admite. “Muitas vezes, ao sair daqui, desmorono de tanto chorar”. [Olho texto=” “Se você lidera, precisa passar segurança para o grupo, mas nem sempre é fácil” ” assinatura=”Josilene Cardoso Pereira enfermeira intensivista” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Josilene, que está na batalha contra o coronavírus desde o início da pandemia, ajudou a montar a UTI Covid do HB. “Daquela época até hoje, me esforço para manter o psicológico estável, já que o medo de contrair a doença é inevitável”, revela. A enfermeira não tem mais parentes em Brasília, apenas o marido e o filho de 3 anos. “A insegurança bateu várias vezes, mas em nenhum momento eu pensei em desistir. Eu vou continuar na linha de frente. Cuidar das pessoas é o que eu escolhi e é isso que vou fazer até o fim”. A gerente de Enfermagem do HRSM, Kariny Beatriz Caiado Bonatti, 38 anos, também ocupa um cargo de gestão em plena pandemia. Ela lidera um grupo de aproximadamente 2 mil pessoas e acredita que o trabalho de assiste?ncia feito no hospital vem salvando vidas e promovendo sau?de. “Saber que uma mulher faz parte da gesta?o de um dos maiores hospitais do Distrito Federal, é motivo de orgulho”, destaca. “No?s somos guerreiras”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Com a nova onda do coronavírus, Kariny aproveita para reforçar o alerta: “Preserve a sua saúde para preservar a do outro, porque não há leitos para todos. Quanto menor a contaminação, mais vidas serão salvas”. *Com informações do Iges-DF
Ler mais...
Eleição de empregado para compor o CA
Ler mais...
A3P do Brasília Ambiental se reorganiza e foca na questão humana
Ler mais...
Afastamento Remunerado para Estudos – 1º/2021 – Resultado Final 2ª etapa
Ler mais...
Boletim de Serviços – Março 2021
Ler mais...
Lista de cursos EAPE 1º/2021
Ler mais...
Resultado Preliminar – Bolsa de Estudo – Graduação e Pós – Edital 01_2021
Ler mais...
02/03/2021 – Aviso de Sessão Pública n° 02/2021 – campanha Respeito à Faixa de Pedestre
Ler mais...
AVISO DE SESSÃO PÚBLICA Nº 02/2021 – DETRAN/DF – FILME – CAMPANHA RESPEITO À FAIXA DE PEDESTRE
Ler mais...
ROTEIRO FILME – FAIXA DE PEDESTRE ASCOM- APROVADO
Ler mais...
Boletim de Pessoal – Março 2021
Ler mais...
Pregão Eletrônico n.º 02/2021
Ler mais...
MEDIDAS PARA ENFRENTAMENTO DA EMERGÊNCIA DE SAÚDE PÚBLICA DE IMPORTÂNCIA INTERNACIONAL DECORRENTE DA COVID-19 (SARS-COV-2), NO ÂMBITO DO DISTRITO FEDERAL Decretos nºs 41.841/2021 e 41.849/2021
Ler mais...
Mutirão de cirurgias ortopédicas no Hospital de Base
Uma força-tarefa reduziu em 58% a fila de pacientes que aguardam por cirurgias ortopédicas de urgência e emergência no Hospital de Base (HB). Vinte pessoas foram operadas nas últimas duas semanas, e 14 deverão passar pelo procedimento nos próximos dias. Isso porque os estoques de insumos foram abastecidos após o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) regularizar o pagamento dos fornecedores. Os 49 ortopedistas da Unidade de Ortopedia e Traumatologia estão envolvidos no mutirão, além dos demais profissionais do local, como enfermeiros e técnicos de enfermagem. Para a mobilização, eles estão usando duas salas do centro cirúrgico. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os insumos chegaram no último dia 12, sexta-feira anterior ao carnaval. A equipe, então, abriu mão do descanso para dar início à força-tarefa. “No período do feriado, operamos a todo vapor e seguimos empenhados nesta missão”, destaca o chefe do setor, o médico Nicolay Kirkov. Uma das beneficiadas foi Maria José de Souza, de 66 anos, que também é paciente de câncer na rede pública do DF. Após se lesionar em casa, a moradora do Recanto das Emas precisou ser internada no Hospital Regional de Taguatinga. De lá, foi encaminhada ao HB. “O médico disse que eu deveria ser transferida para cá por ser uma unidade de referência em cirurgia ortopédica”, conta. A operação para tratar a fratura no fêmur ocorreu na última quinta-feira (25). Em dois dias de internação no Base, a idosa percebeu a humanização no atendimento. “Desde que cheguei, tenho sido muito bem atendida. Os enfermeiros e médicos são bastante educados e atenciosos”, elogia. Próteses, placas e parafusos Até o momento, foram abastecidos os estoques de prótese de quadril, utilizada em pacientes com fratura de colo de fêmur, e de placas e parafusos, usados em diversos tipos de cirurgias ortopédicas. Kirkov ressalta que o serviço de ortopedia manteve as atividades regularmente, sem suspender o atendimento à população. “No mês de janeiro, mesmo com a ausência de alguns insumos, fizemos 159 cirurgias ortopédicas”, salienta o especialista. * Com informações do Iges-DF
Ler mais...
Boletim de Serviços – Fevereiro 2021
Ler mais...
Boletim de Serviços 2021
Ler mais...
Atenção: Novas medidas de enfrentamento à COVID-19
Ler mais...
Concursos
Ler mais...
2º Prêmio Detran-DF de Educação de Trânsito
Ler mais...
Detran-DF divulga resultado preliminar do 3º Prêmio de Educação de Trânsito
Ler mais...