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Família de seis pessoas tem casa reformada na Estrutural

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Florismar da Cruz, de 45 anos, viu o sonho de renovar a casa onde mora ganhar forma. A conquista foi possível graças ao programa Melhorias Habitacionais, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF), que transforma residências e leva mais dignidade, qualidade de vida e esperança para dentro dos lares de pessoas vulneráveis. Desde 2019, a Codhab já entregou 246 obras por meio do programa, com um total investido de R$ 10.677.384,40. Florismar mora com seus cinco filhos: Daniel, de 25 anos; Míriam, de 20 anos; Mikael Valadares, de 15 anos; Ezequiel Valadares, de 11 anos; e Lara Luiza Rodrigues, de 7 anos. Com uma renda que advém de programas sociais, a pouca renda da família não era suficiente para ter um lar com qualidade. A casa antes da reforma se encontrava em situação de precariedade, com dois quartos, um pequeno banheiro e uma sala/cozinha para uma família de seis pessoas. O engenheiro da Diretoria de Assistência Técnica (Diate) da Codhab, Alcimar Borges, foi o executor do projeto. “Era uma casa muito pequena, só tinha dois quartos, a gente ampliou mais um quarto, agora temos três quartos, e o tamanho dos quartos também foi ampliado. Não tinha acabamento correto, existia vazamento para todos os cantos, então não existia uma qualidade de vida dentro da residência”, explicou o engenheiro. O valor total da reconstrução foi de R$ 78.616,66. Na parte estrutural do novo lar, foram executados os serviços de substituição integral das instalações elétricas, revisão e manutenção da cobertura, bem como adequações nos sistemas hidrossanitários de água e esgoto. Os cômodos receberam novos revestimentos cerâmicos e instalação de pisos. Também foram realizadas a pintura e a aplicação de textura acrílica, contribuindo para a recuperação estética e a proteção das superfícies. O programa Melhorias Habitacionais, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF), transforma residências e leva mais dignidade, qualidade de vida e esperança para dentro dos lares de pessoas vulneráveis | Foto: Divulgação/Codhab Também foi feita a instalação de forro e novas luminárias. Visando à racionalização dos recursos, foram reaproveitadas as janelas do banheiro e de um dos quartos, por apresentarem condições adequadas de uso e conservação. Para a contemplada, o resultado final do trabalho da Codhab foi além do esperado. “A casa tá mais maravilhosa do que o meu sonho. Eu não imaginaria que ia ter um lar tão lindo. Só tenho a agradecer a toda a equipe, o que vocês proporcionaram para a minha família é algo maravilhoso”, desabafou Florismar. Ao ser questionada sobre como conheceu o programa, ela explicou: “Eu conheci a Codhab através de uma amiga num momento muito difícil, quando tinha acabado de me separar e estava com um monte de criança pequena”. Então, dentro da sua realidade, uma reforma nunca foi uma opção. “Com certeza eu indicaria a Codhab para quem não conhece. Eles foram um anjo na minha vida e na da minha família. O resultado do trabalho foi muito além do que eu esperava”. Da Codhab para você O compromisso da Codhab com o direito à moradia digna vai além da construção de novas unidades habitacionais. Significa também transformar lares, acolher famílias e proporcionar mais segurança e qualidade de vida aos moradores. Um exemplo é o programa Melhorias Habitacionais, onde a Companhia contribui para tornar sonhos em realidade, cuidando não apenas das casas, mas também das pessoas, de suas histórias e da esperança de um futuro melhor. *Com informações da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF)

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Ouvidoria

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Estudo no DF sobre tratamento de pé torto congênito em adultos alcança a comunidade científica internacional

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Calçar um tênis ou sentir a planta dos pés na areia da praia são experiências comuns para muitas pessoas. Para Daiana Nascimento, de 33 anos, esses momentos ganharam um significado especial depois de passar boa parte da vida convivendo com o pé torto congênito. A mudança começou no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), onde uma alternativa de tratamento para adultos se transformou em pesquisa científica e chegou à comunidade médica internacional. A experiência é um exemplo da produção científica desenvolvida nas unidades do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Entre 2025 e 2026, o Conselho Científico da instituição aprovou 169 projetos de pesquisa. Desse total, 57 têm o próprio Instituto como proponente e 49 contam com pesquisadores que integram seu quadro de colaboradores. No mesmo período, foram registrados aproximadamente 100 artigos científicos vinculados a pesquisadores do IgesDF. Os números ganham destaque durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em outubro, e mostram como questões identificadas na rotina hospitalar podem dar origem a estudos que contribuem para o avanço da assistência à saúde. Esse trabalho conta com o apoio da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), por meio da Gerência de Pesquisa (Gerpe), que auxilia na estruturação, no acompanhamento e na coordenação dos projetos. A área promove ainda a articulação com instituições brasileiras e internacionais, favorecendo a participação em estudos multicêntricos e iniciativas de cooperação científica. Para a gerente de Pesquisa da Diep, Ana Carolina Lagôa, a produção de conhecimento é parte importante do desenvolvimento dos serviços de saúde. “A pesquisa científica constitui uma importante frente de atuação do IgesDF, contribuindo para a produção de conhecimento, o aprimoramento das práticas em saúde e o fortalecimento da instituição como espaço de inovação e desenvolvimento científico”, afirma. Uma pergunta que abriu caminho para a pesquisa Foi a partir de uma experiência na Ortopedia do Hospital de Base que o médico ortopedista Davi Haje começou a investigar uma possibilidade de tratamento para adultos com pé torto congênito, condição caracterizada por alterações na posição e no formato dos pés desde o nascimento. Após observar bons resultados do método Ponseti em crianças e adolescentes, o especialista passou a considerar sua aplicação em pessoas que chegaram à vida adulta sem receber o tratamento adequado. A técnica utiliza manipulações e imobilizações progressivas para corrigir a posição dos pés. “Por que não em adultos?”, recorda o ortopedista. A experiência é um exemplo da produção científica desenvolvida nas unidades do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Entre 2025 e 2026, o Conselho Científico da instituição aprovou 169 projetos de pesquisa | Foto: Divulgação/IgesDF Até então, pacientes adultos nessa condição poderiam necessitar de procedimentos cirúrgicos mais extensos ou do uso de fixadores externos. A proposta de Davi era investigar uma alternativa menos invasiva, adaptando princípios de um método já consolidado no tratamento infantil. A oportunidade surgiu em 2018, quando Daiana, então com 26 anos, saiu do interior da Bahia em busca de atendimento no Hospital de Base. Desde a infância, ela convivia com dores e dificuldades para usar calçados fechados. Embora estudasse, trabalhasse e realizasse suas atividades cotidianas, enfrentava limitações e o desconforto provocado pelos olhares e comentários de outras pessoas. Davi explicou que aquele seria seu primeiro caso adulto tratado com a técnica e que, se a tentativa não apresentasse os resultados esperados, poderia ser necessária uma cirurgia de maior porte. Mesmo diante da incerteza, Daiana decidiu iniciar o tratamento. “Mesmo com medo do novo, eu fui para uma consulta de avaliação e, na primeira, já colocamos o gesso nos pés. Ele me passou muita confiança, mesmo eu sendo o primeiro caso adulto dele”, conta. As mudanças observadas nas primeiras etapas incentivaram a equipe a continuar a aplicação do método e a estudar os resultados. Desde então, a experiência acumulada chegou a 41 pacientes adultos com pé torto congênito sem tratamento prévio, correspondentes a 67 pés tratados. Os primeiros resultados foram apresentados em relatos de caso e trabalhos publicados a partir de 2020. Mais recentemente, uma pesquisa reuniu os primeiros 21 pacientes, correspondentes a 33 pés, acompanhados por mais de um ano. O estudo descreve os resultados obtidos, as etapas da técnica e os critérios utilizados para avaliar a evolução dos participantes. “Ela mostra uma situação nova para a medicina, tanto na forma de avaliar e estudar os casos quanto em termos de novos resultados, e abre um novo horizonte para esses pacientes na área médica”, explica Davi. O trabalho já foi apresentado a especialistas no Brasil e no exterior, incluindo profissionais e residentes nos Estados Unidos, além de encontros e congressos de ortopedia. A experiência pode ser especialmente relevante em regiões onde crianças com pé torto congênito não tiveram acesso ao tratamento na idade adequada. Apoio para o conhecimento chegar mais longe Transformar uma experiência assistencial em publicação científica exige acompanhar pacientes, organizar informações, analisar resultados e submeter o estudo à avaliação de outros pesquisadores. Segundo Davi, parte desse trabalho é realizada pelos profissionais fora da rotina de atendimento. “Preparar uma publicação dessa exige muito esforço pessoal dos pesquisadores. A pesquisa a gente faz no horário vago, à noite e no fim de semana”, conta. Outro desafio são as taxas cobradas por alguns periódicos científicos para publicar artigos aprovados após avaliação. No caso do estudo desenvolvido no Hospital de Base, o apoio institucional contribuiu para viabilizar essa etapa. O IgesDF mantém, por meio da Gerpe, um programa de fomento à publicação científica que pode oferecer apoio financeiro aos pesquisadores. A iniciativa busca reduzir barreiras à divulgação dos estudos e ampliar o alcance do conhecimento produzido nas unidades. O IgesDF mantém, por meio da Gerpe, um programa de fomento à publicação científica que pode oferecer apoio financeiro aos pesquisadores. A iniciativa busca reduzir barreiras à divulgação dos estudos e ampliar o alcance do conhecimento produzido nas unidades. A continuidade das pesquisas depende ainda do acompanhamento dos pacientes ao longo dos anos. Davi ressalta que, embora os resultados observados sejam promissores, avaliações após cinco, dez ou até 20 anos serão importantes para compreender os efeitos do tratamento em longo prazo. Quando a ciência chega à vida cotidiana Hoje, Daiana trabalha como secretária em uma clínica odontológica e é mãe de um menino de 5 anos. Antes do tratamento, situações simples exigiam adaptações. Em dias de chuva, parte dos pés ficava para fora das sandálias. As dores, em algumas ocasiões, eram tão intensas que ela precisava faltar ao trabalho. Depois da experiência no Hospital de Base, passou a vivenciar momentos que antes pareciam distantes de sua realidade. “A emoção de poder colocar tênis pela primeira vez foi surreal. Sentir a planta do meu pé no chão foi inexplicável. Sentir meu pé na areia do mar pela primeira vez da forma correta foi maravilhoso”, relata. Para Davi, os resultados observados e o interesse despertado pelo estudo reforçam a importância de continuar investigando possibilidades de tratamento. “Quando você realiza uma pesquisa que tem um retorno tão bom da comunidade científica e da sociedade, isso motiva a gente a continuar trabalhando, pesquisando e contribuindo para o desenvolvimento da medicina e da saúde da população”, afirma. Para Daiana, o resultado desse percurso científico pode ser percebido nas atividades mais simples do dia a dia. Depois de passar anos sem conseguir usar calçados fechados, hoje ela pode escolher o próprio tênis. “O tratamento mudou tudo na minha vida. A qualidade de vida é outra. Hoje levo uma vida normal”, resume.   *Com informações do IgesDF

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Encontro de Cafeicultores do DF e Ride debate inovação, qualidade e novos mercados

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Produtores rurais, técnicos e especialistas se reúnem em 14 de outubro, em Brasília, para discutir os desafios e as oportunidades da cafeicultura no Distrito Federal e na Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride). O II Encontro da Cafeicultura vai acontecer no SebraeLab e tem como foco estratégias para aumentar a qualidade do café, agregar valor à produção e ampliar a renda nas propriedades rurais. Realizado pela Emater-DF e pela Embrapa Café, o evento conta com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e terá como tema “Pequenas Áreas, Grandes Valores: Caminhos para Produzir Café de Qualidade e Gerar Renda”. As inscrições são gratuitas (clique aqui). Ao longo do dia, serão discutidas questões como o cenário atual da cafeicultura, práticas para produzir melhor, estratégias para o fortalecimento da cafeicultura para os próximos anos e a participação de mulheres e de jovens na atividade. O encontro também terá espaço para troca de experiências entre produtores e será encerrado com uma degustação de cafés especiais (espécies arábica e canéfora — conilon e robusta). Cenário da cafeicultura regional Encontro de produtores: em 2025, a cafeicultura no DF ocupou cerca de 341 hectares, com produção anual estimada em 830 toneladas | Fotos: Divulgação/Emater-DF Segundo dados da Emater-DF, em 2025 a cafeicultura no Distrito Federal ocupou cerca de 341 hectares, com produção anual estimada em 830 toneladas. Para Adriana Nascimento, engenheira-agrônoma da Emater-DF responsável pela cadeia produtiva na empresa, o avanço no conhecimento sobre a cultura permite orientar com mais precisão as ações voltadas ao setor. “A principal mudança do primeiro encontro até este segundo é a maior maturidade ao olhar para a cadeia do café, focando em produtividade, cafés especiais e diferenciação, em vez de quantidade. Avançamos no diagnóstico da nossa cafeicultura e passamos a enxergá-la de forma integrada, da produção e pós-colheita até a qualidade, torrefação e comercialização”, afirma. O Diagnóstico da Cadeia Produtiva do Café no Distrito Federal, realizado pela Emater-DF em parceria com a Embrapa Café e a Universidade de Brasília (UnB), apontou o potencial climático e produtivo da região, mas também desafios: muitos cafeicultores são iniciantes, faltam capacitação específica e gestão de custos, e persistem gargalos no manejo, na pós-colheita e na comercialização.  Papel das mulheres na produção Levantamento mostra que mulheres estão presentes em cerca de 75% das áreas de cultivo de café no DF O estudo ouviu 134 cafeicultores entre outubro de 2024 e março de 2025 e é a primeira etapa prevista em um convênio entre a Embrapa Café e a Emater-DF. O levantamento destacou o papel das mulheres na produção (elas estão presentes em cerca de 75% das áreas de cultivo) e a necessidade de atrair jovens para a atividade, em uma região onde a idade dos produtores torna a sucessão um tema urgente. Esses desafios e oportunidades também estarão em debate no encontro. Para Renata Silva, chefe-adjunta de Inovação e Negócios da Embrapa Café, fortalecer a cafeicultura na região exige combinar eficiência, qualidade, renda e renovação geracional. "As mulheres já são protagonistas dessa atividade na região e precisam ter acesso à capacitação e oportunidades. Ao mesmo tempo, é preciso mostrar aos jovens que o café pode ser um negócio inovador, capaz de gerar renda e abrir novas perspectivas no campo e na cidade", destaca. Nesse sentido, durante o encontro, será formalizada a criação do Subcapítulo Planalto Central da IWCA Brasil, que reúne mulheres dos diferentes elos da cadeia do café no Distrito Federal, em Goiás e nos municípios que integram a Ride-DF. “A região vive um período de desenvolvimento da cafeicultura e a iniciativa busca ampliar a articulação e uma participação mais organizada das mulheres no setor”, completa Renata. Café especial como oportunidade de renda Entre as oportunidades identificadas para aumentar a rentabilidade das propriedades está o fortalecimento do mercado de cafés especiais, segmento no qual aspectos como origem, indicação geográfica, qualidade dos grãos, manejo, processamento e características sensoriais podem agregar valor ao produto. Outro caminho em discussão é a diversificação das formas de comercialização. A criação de marcas próprias, a venda direta ao consumidor, a identificação de cafés de origem e a integração da produção ao turismo rural podem aproximar produtores e consumidores e aumentar a participação das famílias rurais no valor gerado ao longo da cadeia. Serviço → II Encontro da Cafeicultura do Distrito Federal e Ride → Data: 14 de outubro de 2026 → Horário: das 8h30 às 16h30 → Local: SebraeLab – Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), Granja do Torto → Participação: gratuita → Inscrições: II Encontro Técnico da Cafeicultura no Distrito Federal e RIDE  *Com informações da Emater-DF

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Outros Serviços

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Análises e Estudos Urbanos e Ambientais

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Publicações da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais

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Linhas de ônibus têm reforço por conta de suspensão dos serviços do Metrô neste domingo (11/10)

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) reforçará, neste domingo (11), os horários de 11 linhas de ônibus por conta da suspensão preventiva que vai acontecer na operação do Metrô. O aumento da oferta vai acontecer de acordo com a demanda de passageiros em serviços que atendem às regiões de Samambaia, Ceilândia, Taguatinga e Águas Claras para o Plano Piloto. A Semob autorizou, ainda, a realocação de veículos das linhas alimentadoras do metrô para as linhas com destino ao Plano Piloto, também de acordo com a demanda. Especificamente para a linha 306.1, que faz o trajeto entre Taguatinga Sul e a Rodoviária do Plano Piloto, a pasta autorizou o ajuste temporário do itinerário, de modo a percorrer toda a extensão das Avenidas Castanheiras e Araucárias, em Águas Claras. Confira as linhas que terão reforço, de acordo com a demanda: → 306.1 Taguatinga Sul / Rodoviária do Plano Piloto / QS 11 / Vereda da Cruz / Águas Claras EPTG / Eixo - Auto Viação Marechal → 0.336 Setor P Sul / Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) - Auto Viação Marechal → 932.2 Sol Nascente Trecho I / Hélio Prates / EPTG / W3 Sul / Rodoviária do Plano Piloto - Auto Viação Marechal → 373.2 Samambaia Norte (1ª Avenida) / Rodoviária do Plano Piloto / SHIS / EPNB / Eixo - Urbi Mobilidade → 380.2 Samambaia Norte (1ª Avenida) / Rodoviária do Plano Piloto / EPTG – SIG - Urbi Mobilidade → 0.821 Samambaia Sul (1ª Avenida) / Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) Urbi Mobilidade → 0.394 Samambaia Sul (1ª Avenida) / Rodoviária do Plano Piloto / EPTG - Urbi Mobilidade → 0.385 QNR 5 (P1 Norte – P1 Sul) / EPTG / SIA / Rodoviária do Plano Piloto - BsBus → 0.331 Setor O / Rodoviária do Plano Piloto / Estrutural - BsBus → 0.343 Setor O Expansão / Rodoviária do Plano Piloto / Estrutural - BsBus → 343.2 QNR 5 (P2 Norte) / Rodoviária do Plano Piloto / Avenida Hélio Prates / Estrutural - BsBus   *Com informações da Semob-DF

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Produtores têm até 30 de novembro para se inscrever no catálogo de turismo rural da Emater-DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Produtores rurais do Distrito Federal interessados em divulgar seus produtos e experiências turísticas na segunda edição do catálogo Conexões e Experiências: Turismo, Histórias e Produtos do Campo que Encantam têm até 30 de novembro de 2026 para se inscrever. Para participar da seleção, é necessário ter cadastro ativo na Emater-DF, ser acompanhado pela empresa e encaminhar os formulários e a documentação exigidos pelo edital ao e-mail projetoconexoes@emater.df.gov.br. Produtores rurais interessados em participar do catálogo precisam ter cadastro ativo na Emater-DF | Fotos: Divulgação/Emater DF A prorrogação do prazo do Edital de Chamamento Público nº 002/2026 foi publicada nesta sexta-feira (9) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Quem pode participar O chamamento contempla agricultores com produtos agroindustriais regularizados e propriedades com atividades turísticas em funcionamento. Também prevê parcerias entre esses segmentos: quem oferece apenas produtos ou apenas experiências de turismo pode participar por meio da integração com outros produtores, conforme as regras do edital. Como se inscrever O primeiro passo é acessar o edital e os formulários na página de Chamamentos Públicos da Emater-DF. Após conferir os requisitos, o interessado deve preencher os formulários e reunir a documentação para envio em uma única mensagem de e-mail. As inscrições são feitas exclusivamente por esse canal. A primeira edição do catálogo reuniu 40 propriedades e cerca de 300 produtos. Nova publicação busca ampliar a participação de produtores e fortalecer a venda direta, a agricultura familiar e o turismo rural  Entre os documentos exigidos estão identidade e CPF, declaração de produtor rural emitida pela Emater-DF, termo de participação e autorização de uso de imagens, comprovante de registro dos produtos e fotos atuais da propriedade ou dos produtos. A declaração de parceria deve ser apresentada quando aplicável. A relação completa e as orientações de preenchimento devem ser consultadas no edital. Dúvidas sobre a participação e o envio dos documentos podem ser encaminhadas ao mesmo endereço das inscrições: projetoconexoes@emater.df.gov.br. Quem integrou a primeira edição não precisa fazer nova inscrição. A Emater-DF entrará em contato por e-mail para atualizar e padronizar as informações desses empreendimentos. Divulgação em português e inglês Publicação reunirá fotografias, histórias dos produtores e vídeos acessados por QR Codes, apresentando produtos e experiências disponíveis no meio rural A segunda edição terá versões impressa e digital, em português e inglês, para ampliar a divulgação dos empreendimentos entre consumidores e visitantes brasileiros e estrangeiros. A publicação reunirá fotografias, histórias dos produtores e vídeos acessados por QR Codes, apresentando os produtos e as experiências disponíveis no meio rural. A primeira edição reuniu 40 propriedades e cerca de 300 produtos. Com a nova publicação, a Emater-DF busca ampliar a participação de produtores e fortalecer a venda direta, a agricultura familiar e o turismo rural no Distrito Federal. Serviço  Seleção para a segunda edição do catálogo Conexões e Experiências ⇒ Prazo de inscrição: até 30 de novembro de 2026 ⇒ Como participar: enviar os formulários preenchidos e a documentação exigida em uma única mensagem de e-mail  ⇒ Inscrições e dúvidas: projetoconexoes@emater.df.gov.br ⇒ Edital e formulários: Chamamentos Públicos – Emater-DF   *Com informações da Emater-DF

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Feriado terá alterações no trânsito

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Na próxima segunda-feira (12), em razão das Festividades da Padroeira, celebração em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e de Brasília, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizará interdições nas vias da Esplanada dos Ministérios. As equipes de fiscalização darão início à implantação da sinalização viária no domingo (11/10), a partir das 23h59. A via de ligação S1/N1, em frente à Catedral Metropolitana, será interditada nos dois sentidos. Nesse mesmo horário, também serão fechados os acessos aos estacionamentos da Catedral e dos blocos A e B da Esplanada dos Ministérios. Corrida da Padroeira Na segunda-feira (12/10), será realizada a Corrida da Padroeira, que contará com percurso de 5 km pelas vias S1 e N1. A largada e a chegada ocorrerão na via de ligação S1/N1, próxima à Catedral de Brasília. Artes: Detran-DF A partir das 5h, a via S1 será bloqueada na altura do Museu da República e o fluxo de veículos será desviado para a via L2 Sul. Os motoristas que seguirem pela L2 Sul, no sentido Esplanada, serão direcionados para o Buraco do Tatuí. O acesso ao estacionamento da Catedral de Brasília será permitido apenas pelo túnel da Cúria, na via S2. Na Esplanada, a faixa da direita da via S1 será destinada à saída de veículos dos ministérios. O fluxo seguirá até a altura do Palácio do Itamaraty, onde será desviado para a via S2. Na via N1, os acessos pela via Palácio Presidencial e pela L4 Norte estarão fechados. O bloqueio ocorrerá desde o quartel do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) até a via de ligação N1/S1, na altura do Museu da República. A faixa mais à direita será destinada à saída de veículos de emergência do CBMDF, enquanto as demais faixas serão utilizadas pelos participantes do evento. Durante a corrida, as equipes de fiscalização do Detran-DF atuarão no controle do tráfego. A expectativa é que as interdições viárias ocorram até as 10h. Festa da Padroeira A partir das 15h, a via S1 será bloqueada na altura do Museu da República e o fluxo de veículos será desviado para a via L2 Sul. Os motoristas que seguirem pela L2 Sul, no sentido Esplanada, serão direcionados para o Buraco do Tatuí. Às 18h, as equipes farão o bloqueio da via N1, na altura do quartel do CBMDF. Os acessos à N1, pelas vias Palácio Presidencial e L4 e N2, ficarão fechados. Também serão bloqueados os acessos aos estacionamentos dos ministérios pela N1. Nesse caso, os condutores deverão utilizar a via N2 para acessar os estacionamentos. A previsão é que as vias sejam liberadas às 23h59. Durante o evento, as equipes do Detran-DF atuarão nos pontos de bloqueio e nas proximidades do evento para garantir a segurança viária e a fluidez do trânsito.   Ceilândia Na segunda-feira (12/10), será realizada a Rua do Lazer de Ceilândia em comemoração ao Dia das Crianças. Em razão do evento, das 8h às 17h, a Avenida Hélio Prates será interditada no trecho entre a loja Pernambucanas e a Feira Central de Ceilândia. Os veículos que seguirem pela Avenida Hélio Prates, no sentido Ceilândia, serão direcionados para a via St. M, QNM 18, conjunto A, na altura da loja Polyèlle. Além de realizar as interdições, as equipes de fiscalização do Detran-DF farão o controle do tráfego nas imediações do evento. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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Anuário Estatístico do Distrito Federal

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IPTU: sexta parcela vence na próxima terça-feira (13)

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O prazo para pagamento da sexta parcela do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2026 está chegando. No Distrito Federal, os contribuintes que optaram pelo parcelamento devem ficar atentos ao vencimento, marcado para a próxima terça-feira (13/10), conforme o calendário estabelecido para o tributo. Os boletos foram enviados a todos os contribuintes, daí a importância de se manter atualizado o cadastro na Receita. Porém, ele pode emitir a guia de pagamento: basta acessar o Portal de Serviços da Receita do Distrito Federal, selecionar a opção de emissão do IPTU, informar os dados do imóvel e gerar o documento para quitação na rede bancária autorizada. Todo o procedimento pode ser realizado online, de forma prática e sem necessidade de atendimento presencial. A Secretaria de Economia orienta os contribuintes a respeitarem os prazos para evitar a cobrança de juros e multa por atraso. Arte: Seec-DF *Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)

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Conplan aprova projetos para áreas do Hospital Daher e do Gilberto Salomão

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) aprovou, nesta quinta-feira (8/10), dois projetos de urbanismo que avançam na regularização de áreas ocupadas pelo Hospital Daher e pelo Centro Comercial Gilberto Salomão, no Lago Sul. As propostas organizam áreas já consolidadas e estabelecem parâmetros urbanísticos compatíveis com as atividades desenvolvidas nos dois locais. A partir da decisão do conselho, os projetos seguem para os procedimentos administrativos necessários à formalização das alterações urbanísticas, conforme a legislação vigente. “Esse é um processo que há muito tempo buscamos resolver. Trabalhamos para cumprir todas as etapas necessárias até chegarmos a este momento. O Gilberto Salomão é um espaço de grande importância cultural e comercial para a nossa cidade e, por isso, fico muito feliz em poder deliberar sobre essa pauta hoje”, frisou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal, Marcelo Vaz. No caso do Hospital Daher, o projeto prevê a criação do Lote G, com 3.246,47 m², ao lado do atual Lote F, de 3.300 m². O novo lote terá uso institucional e poderá, futuramente, ser remembrado ao terreno existente, formando uma área de 6.546,47 m². A medida busca adequar a ocupação às necessidades de funcionamento do hospital, incluindo instalações técnicas, acessos e serviços essenciais. A análise do processo também considerou a atuação da unidade na prestação complementar de serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo dados apresentados no processo, cerca de 17 mil pacientes da rede pública foram atendidos pelo hospital nos últimos cinco anos. No caso do Hospital Daher, o projeto prevê a criação do Lote G, com 3.246,47 metros quadrados, ao lado do atual Lote F, de 3.300 metros quadrados | Foto: Divulgação/Seduh-DF  Gilberto Salomão No Centro Comercial Gilberto Salomão, o projeto cria um lote de 2.850,25 m² na área do boulevard existente, destinado à regularização das atividades comerciais e de serviços já desenvolvidas no local. A medida acompanha uma ocupação consolidada há décadas e contribui para o processo de modernização do centro comercial, que reúne mais de 130 lojas e 80 salas comerciais. Inaugurado em 1968, o empreendimento se tornou um dos espaços tradicionais de comércio, serviços e lazer do Lago Sul. O projeto mantém o sistema viário existente e estabelece que as fachadas voltadas para o espaço público deverão contribuir para a integração com o entorno, promovendo maior vitalidade e segurança para quem circula pelo local. Próximos passos Com a aprovação do Conplan, os projetos seguem para as próximas etapas da regularização urbanística. As propostas de lei para a desafetação das áreas necessárias à criação dos novos lotes, conforme o artigo 51 da Lei Orgânica do Distrito Federal, serão encaminhadas à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Na sequência, serão adotados os procedimentos legais e administrativos para formalizar as alterações, incluindo a aprovação dos projetos urbanísticos e registro dos novos lotes para futura alienação. As propostas foram precedidas por análises técnicas, consultas aos órgãos competentes e audiências públicas realizadas em julho, nas quais os projetos do Gilberto Salomão e do Hospital Daher receberam manifestação favorável da comunidade. *Com informações da Seduh-DF

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Protocolo de Intenções

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Doação de Bens

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Heróis da Alegria levam música e presentes a crianças internadas no Hospital de Santa Maria

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Fantasiados de personagens infantis, os voluntários do projeto Heróis da Alegria percorreram, na quinta-feira (8/10), os setores pediátricos do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) com músicas, brincadeiras e presentes. A visita antecipou as comemorações do Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, e levou momentos de descontração às crianças internadas e aos familiares que as acompanham. Entre os pacientes que receberam os voluntários estava Davi Moreira, de 5 anos, internado havia três dias e com previsão de alta para o fim de semana. O menino ganhou um caminhão de brinquedo e logo descobriu uma utilidade para o presente. “Eu amei, ele é grandão e cabe até os meus outros carrinhos dentro. Muito legal”, disse, sorridente. Para o pai, Lucas Moreira, a visita representou uma oportunidade de aliviar a tensão vivida durante a hospitalização do filho. “É importante demais ter esses momentos, pois às vezes estamos passando por um momento difícil na vida e essa ação faz a gente se alegrar, sorrir. Ajuda tanto a criança quanto os pais na saúde mental”, avalia. Momento de alegria, fé e esperança Voluntários do Heróis da Alegria: com música, brincadeiras e presentes, grupo antecipa comemoração do Dia das Crianças e leva descontração à meninada internada no Hospital Regional de Santa Maria | Fotos: Divulgação/IgesDF As canções nos dão uma alegria na alma, e minha filha ficou tão feliz com as bolinhas de sabão! Isso alegrou meu coração, já que estamos aqui por um tempo bem maior que eu imaginava” Renilda Orneles, mãe de Pollyana, de 3 anos, internada desde 27 de setembro A pequena Mariah Oliveira, de 1 ano e 2 meses, também participou da comemoração. Internada havia dois dias, ela estava acompanhada da mãe, Stefanie Lays Oliveira, que observou a reação da filha à chegada dos personagens. “Gostei desse momento porque a minha filha se animou bastante, interagiu e ficou bem alegre”, conta Stefanie. Para outras famílias, a visita aconteceu em meio a períodos mais longos de internação. Richard Guimarães, de 4 anos, está no hospital desde 1º de setembro, em tratamento de uma infecção nos ossos, conhecida como osteomielite. O pai, Ítalo Guimarães, precisou deixar o emprego para acompanhar o filho, enquanto a esposa permaneceu em casa com um bebê pequeno. Diante dessa rotina, a presença dos voluntários trouxe um momento de esperança. “Esse é um momento que traz fé e esperança, porque é uma situação bem difícil. Eu tive que sair do meu emprego pra ficar aqui com ele, já que minha esposa está com um bebê pequeno em casa e não pode vir sempre. Tem sido muito desafiador, mas tenho fé de que logo ele estará curado”, diz Ítalo. A visita também chegou até Pollyana Orneles, de 3 anos, internada desde 27 de setembro. Em tratamento de um abscesso nos rins e de uma infecção urinária, a menina se divertiu especialmente com as bolinhas de sabão. A mãe, Renilda Orneles, conta que a comemoração trouxe alegria em um período de hospitalização mais longo do que a família esperava. “Me emocionei muito com a visita, pois nos traz esperança e fé. As canções nos dão uma alegria na alma, e minha filha ficou tão feliz com as bolinhas de sabão! Isso alegrou meu coração, já que estamos aqui por um tempo bem maior que eu imaginava”, explicou Renilda. O cuidado além dos procedimentos Chefe do Serviço de Enfermagem da Pediatria, Michelle Donadelli diz que presença dos voluntários ajuda a tornar a experiência hospitalar menos difícil para as crianças  “É como um remédio não medicamentoso, mas para a alma. Essas visitas trazem leveza, descontração e renovam a esperança de que tudo vai ficar bem e de que logo poderão voltar para casa”  Dartway Santiago, enfermeiro rotineiro da Pediatria Para os profissionais do Hospital Regional de Santa Maria, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), a presença dos voluntários ajuda a tornar a experiência hospitalar menos difícil para as crianças. A chefe do Serviço de Enfermagem da Pediatria, Michelle Donadelli, explica que estar longe de casa e passar por procedimentos médicos pode tornar a internação especialmente desafiadora nessa fase da vida. “Se para um adulto já é complexo ficar internado, imagine para uma criança, que está fora do ambiente ao qual está acostumada e precisa passar por procedimentos, como punções venosas, que podem ser dolorosos. Tudo o que podemos fazer para tornar esse período mais leve, nós procuramos fazer”, explica Michelle. Segundo ela, o hospital procura realizar atividades em datas comemorativas, como o Dia das Crianças e o Natal, com o apoio de voluntários. Sempre que possível e respeitando os cuidados de segurança e controle de infecção, os profissionais participam das ações usando acessórios e fantasias. “As crianças adoram, e a equipe também se sente motivada. Nossos profissionais já têm esse olhar humanizado, esse carinho e cuidado com os pequenos. Quando essas ações acontecem, todos se envolvem para tornar a internação um pouco mais tranquila”, destaca Michelle. No Pronto-Socorro Infantil (PSI), a chegada dos personagens foi acompanhada pelos profissionais da unidade. Para a chefe do Serviço de Enfermagem do setor, Layana Lopes, a brincadeira permite que os pequenos vivenciem momentos próprios da infância, mesmo durante o tratamento. “Por alguns instantes, a criança deixa de pensar que está no hospital e volta a ser apenas criança, brincando, sorrindo e se divertindo. Isso faz toda a diferença! Afinal, nosso cuidado vai muito além dos procedimentos e medicamentos, também envolve carinho, acolhimento e amor”, observa Layana. O enfermeiro rotineiro da Pediatria, Dartway Santiago, ressalta que o acolhimento se estende aos familiares, que convivem com preocupações e incertezas durante a internação. “É como um remédio não medicamentoso, mas para a alma. A criança está fragilizada, e os pais também vivem momentos de insegurança e incerteza. Essas visitas trazem leveza, descontração e renovam a esperança de que tudo vai ficar bem e de que logo poderão voltar para casa”, afirma. De uma iniciativa individual a 150 voluntários  Hoje, grupo reúne cerca de 150 voluntários e desenvolve atividades em hospitais e outras instituições Criado em 2019, o projeto Heróis da Alegria começou com visitas realizadas pelo enfermeiro e professor de Enfermagem Marcos André Lima a unidades de saúde. Com o tempo, estudantes e outras pessoas passaram a participar das ações. Atualmente, a iniciativa reúne aproximadamente 150 voluntários em sua rede de organização e desenvolve atividades em hospitais e outras instituições, atendendo crianças, adultos e idosos. “Comecei sozinho e, aos poucos, meus alunos foram se juntando. Percebi que, na correria da assistência, muitas vezes uma pessoa precisa apenas de um abraço, de uma palavra de carinho ou de alguém que esteja disposto a ouvi-la. Foi dessa vontade de fazer a diferença que nasceu o projeto”, recorda Marcos. Para as visitas em comemoração ao Dia das Crianças, o grupo passou cerca de um mês arrecadando brinquedos. A mobilização resultou em aproximadamente 400 presentes destinados às ações realizadas em unidades hospitalares. Além das fantasias e dos brinquedos, os voluntários levam músicas, mensagens de fé e momentos de escuta, respeitando as necessidades de cada pessoa. “Todos que participam têm esse desejo de levar algo bom para quem está passando por um momento difícil. Uma música, uma oração, uma palavra ou um abraço podem transformar o dia de alguém. Nossa missão é fazer com que as pessoas se sintam acolhidas e lembradas”, ressalta Marcos. O grupo já se organiza para as atividades de Natal, quando pretende ampliar a arrecadação de brinquedos e roupas. *Com informações do IgesDF

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