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Órgãos do GDF vão atender famílias afetadas pelas chuvas em Arapoanga
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Após os estragos provocados pelas fortes chuvas que atingiram o Distrito Federal na noite de quarta-feira (16/9), a governadora Celina Leão sobrevoou, nesta quinta-feira (17/9), a região de Arapoanga, em Planaltina, para avaliar os danos e acompanhar as medidas adotadas para atender as famílias afetadas. A área atingida fica no Assentamento Terra Nova. Até o momento, seis famílias estão desabrigadas e foram acolhidas na Administração Regional de Arapoanga. O número, no entanto, pode aumentar, já que outras pessoas podem ter buscado abrigo na casa de familiares ou vizinhos. “Desde ontem, acionamos todos os nossos órgãos e todas as nossas secretarias. Foi uma chuva muito forte, e a área atingida é a mais carente, com algumas estruturas provisórias. Estamos aqui para ajudar na remoção do que precisa ser retirado, dos postes que caíram, no restabelecimento da energia elétrica e na reconstrução das casas atingidas”, afirmou Celina Leão. De acordo com a governadora, materiais para a reconstrução estão sendo encaminhados para um galpão em Arapoanga, onde serão organizados e redistribuídos às famílias. Equipes de reeducandos também serão mobilizadas para auxiliar na reconstrução das casas destelhadas. A área atingida fica no Assentamento Terra Nova; até o momento, seis famílias estão desabrigadas e foram acolhidas na Administração Regional de Arapoanga | Foto: Luh Fiuza/GDF Apesar dos danos, não houve registro de vítimas. Segundo Celina, moradores relataram momentos de medo durante o temporal, principalmente por causa da intensidade da chuva e dos riscos às estruturas das casas. “Não tivemos nenhuma vítima, mas temos pessoas desoladas, com as casas caídas e todo o seu patrimônio no chão. É isso que vamos agora ajudar a reconstruir”, afirmou. Nos casos em que houve perda total do telhado, as famílias poderão receber o auxílio-reconstrução, por meio de cartão disponibilizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). A Defesa Civil vistoria casa por casa para identificar as condições das estruturas e definir quais imóveis podem ser recuperados e quais apresentam situação que impede a reconstrução. Também foi emitido pela Defesa Civil um laudo para autorizar o corte de eucaliptos que oferecem risco às casas próximas. Atendimento às famílias A Administração Regional de Arapoanga deve instalar um posto de atendimento dentro da Associação do Assentamento Terra Nova. O espaço será usado para identificar as famílias afetadas, levantar novas demandas e orientar os moradores sobre a assistência disponível. “Aqui vamos identificar se foram mais de seis famílias ou se foram somente as seis. Esse número pode aumentar, porque foi durante a noite”, explicou a governadora. Área em processo de regularização O terreno atingido pelas chuvas ainda não é regularizado. Segundo Celina Leão, o GDF iniciou neste ano o processo de regularização fundiária da área. A região também passou recentemente a contar com serviços básicos. Há cerca de três meses, foi iniciado o processo para regularização do fornecimento de energia elétrica pela Neoenergia. A área também já conta com o programa Água Legal. “É uma área que está em processo de regularização, que carece de infraestrutura, e nós já havíamos iniciado tanto a parte de escritura por parte do GDF quanto essa parte de regularização dos serviços básicos”, afirmou Celina Leão.
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DF ganha tecnologia que dobra tempo de conservação de corações para transplante
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A possibilidade de buscar corações para transplante em diferentes regiões do país ganha uma nova perspectiva no Distrito Federal. Isso porque a capital da República passa a contar com uma caixa de transporte de órgãos capaz de ampliar de quatro para até oito horas o período de conservação de corações durante o deslocamento. A governadora Celina Leão conheceu a tecnologia nesta quinta-feira (17/9), no Palácio do Buriti. Celina Leão foi conhecer o equipamento: “Nós já somos um dos estados que mais fazem esse tipo de cirurgia, mas essa alta complexidade que muitas vezes as pessoas não enxergam, mas que existe no DF, trouxe até aqui uma caixa que é a única que tem no Brasil” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A inovação utiliza refrigeração de precisão, sensores e monitoramento por GPS para garantir a integridade do coração durante o trajeto. Com o aumento do tempo de preservação, a tecnologia permite que órgãos captados em qualquer região do país possam chegar ao DF em condições adequadas para o procedimento. A chefe do Executivo enfatizou a relevância do avanço e reforçou o compromisso com a ampliação dos serviços de saúde: “Nós já somos um dos estados que mais fazem esse tipo de cirurgia, mas essa alta complexidade que muitas vezes as pessoas não enxergam, mas que existe aqui no DF, trouxe até aqui uma caixa que é a única que tem no Brasil, que vai estar à disposição. Ela consegue preservar os órgãos no tempo dobrado”. A governadora ressaltou que a meta do governo é trabalhar na redução do tempo de espera dos pacientes e garantiu apoio contínuo para o fortalecimento das cirurgias de alta complexidade. Reutilização e alta complexidade Gustavo Lima, vice-presidente da fundação que administra o ICTDF, ressaltou a vantagem da localização geográfica do Distrito Federal: “É praticamente possível pegar órgãos, pegar corações em todo o território nacional, porque o DF está bem no meio do Brasil” O Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF) é o terceiro hospital do país a receber o equipamento, desenvolvido no Rio Grande do Sul por meio de parceria entre a iniciativa privada e o instituto de cardiologia do estado, com orientação da equipe médica e de cirurgiões. Gustavo Glotz de Lima, vice-presidente da Fundação Universitária de Cardiologia (FUC), instituição que administra o ICTDF, explicou que a localização geográfica estratégica do Distrito Federal, aliada à nova autonomia de transporte, potencializa a captação de órgãos em todo o território nacional. “O tempo de transporte de um coração é de quatro horas, e vai passar para oito horas”, apontou. “Com isso, aqui no Distrito Federal é praticamente possível pegar órgãos, pegar corações em todo o território nacional, porque [o DF] está bem no meio do Brasil.” O Distrito Federal figura entre os principais centros de transplantes cardíacos do país em volume de procedimentos. Atualmente, o ICTDF registra 34 pessoas na fila de espera por um coração. Além das cirurgias cardíacas, o instituto executa transplantes de fígado, rim e medula óssea, consolidando a capital como referência em procedimentos de alta complexidade no SUS.
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DF fortalece a vigilância e cria plano de contingência para doenças de tilápias
Matéria editada em 17/9, às 15h20 Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A produção de peixes do Distrito Federal passa a contar com novas medidas de prevenção e controle sanitário. A Portaria nº 339 atualizou os protocolos do Plano Distrital de Vigilância de Doenças e Boas Práticas em Aquicultura (PDVAq), vigente desde 2023, e instituiu um plano de contingência para casos de Tilapia lake virus (TiLV) e outras doenças exóticas que podem afetar os animais aquáticos. Na prática, a nova regulamentação estabelece procedimentos para identificar possíveis doenças ainda nos primeiros sinais e agir rapidamente diante de uma suspeita ou confirmação. O objetivo é reduzir o risco de disseminação de enfermidades e evitar que os prejuízos se espalhem a toda a produção. Entre as medidas previstas estão fiscalizações, coleta de amostras, monitoramento epidemiológico e acompanhamento das condições sanitárias dos estabelecimentos. O plano também reforça a importância da adoção de boas práticas de manejo e de medidas de biossegurança pelos produtores. Um dos principais pontos da nova regulamentação é o plano específico para o TiLV, vírus de notificação obrigatória internacional que afeta tilápias e causa impactos severos na tilapicultura dos países onde a doença está presente. O Distrito Federal e o Brasil não possuem registros dessa enfermidade até o momento. O protocolo define como devem ser conduzidas as ações em caso de suspeita ou identificação de um foco, incluindo medidas de contenção, controle e, quando necessário, erradicação. A ideia é evitar que uma eventual ocorrência se espalhe para outras propriedades ou comprometa a cadeia produtiva. A preocupação ganha importância diante do peso da tilápia na piscicultura. A tilápia é a principal espécie cultivada comercialmente e, por isso, a entrada de uma doença de grande impacto pode representar perdas severas para piscicultores, frigoríficos e toda a cadeia produtiva. Biossegurança ganha espaço O novo plano também estabelece critérios para o Programa de Certificação de Estabelecimento Aquícola Biosseguro, disponibilizado pela Secretaria de Agricultura do DF aos produtores desde 2022. A proposta é estimular propriedades a adotarem procedimentos capazes de reduzir os riscos de entrada e disseminação de doenças de peixes. Medidas como controle da movimentação de animais, cuidados com a água, equipamentos e instalações, além do acompanhamento da saúde dos peixes, fazem parte de uma estratégia de prevenção que depende também da participação dos próprios produtores. Os planos de vigilância e contingência não serão estáticos. Os documentos deverão passar por revisões periódicas, considerando mudanças no cenário epidemiológico, novas avaliações de risco e atualizações técnicas. Também poderão ser alteradas as doenças monitoradas e os critérios utilizados para coleta de amostras. A versão mais recente de cada plano, de vigilância e de contingência, ficará disponível para consulta do público em geral no site da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal. *Com informações da Seagri-DF
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Voluntários superam 1 milhão de lanches distribuídos a pacientes oncológicos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O que começou com a iniciativa de dois pais que acompanhavam o filho durante um tratamento oncológico já resultou na distribuição de mais de 1 milhão de lanches no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Há 38 anos, o Movimento de Apoio ao Paciente com Câncer (MAC) faz da alimentação uma das formas de acolher pacientes e acompanhantes durante a rotina de tratamento. A iniciativa surgiu com a oferta de lanches e ampliou a atuação ao longo dos anos. Instituído oficialmente em 1994, o MAC já doou mais de 2 milhões de vales-transporte, mil bengalas, quase 50 mil kits de higiene, 7,3 mil medicamentos, 3,7 mil exames na rede particular e 41 mil cestas básicas, além de outros itens. Os lanches são preparados pelos próprios voluntários e servidos a pacientes que realizam radioterapia e quimioterapia. Os acompanhantes recebem a alimentação, composta por suco, café, sanduíches caseiros, pão de queijo, biscoitos, bolos e frutas. Além dos lanches preparados e distribuídos pelos próprios voluntários, o MAC já doou mais de 2 milhões de vales-transporte, mil bengalas, quase 50 mil kits de higiene, 7,3 mil medicamentos, 3,7 mil exames na rede particular e 41 mil cestas básicas | Foto: Divulgação/IgesDF “Me lembro de estar doente e de ver esse trabalho lindo, deles chegarem sorrindo, conversando. Aquilo me dava forças. Hoje, gosto muito de conversar com os pacientes. Ser voluntário é doar amor ao próximo” Marias de Lourdes Gomes do Nascimento, ex-paciente e hoje voluntária no Hospital de Base Para a presidente do MAC, Lilian Rejane Müller da Silva, a atuação do grupo vai além da assistência material. “Nossa função aqui é, primeiro de tudo, sentar ao lado do paciente e conversar com eles. O importante do voluntariado é isso, é dar atenção para eles”, explica. Solidariedade que se multiplica Maria de Lourdes Gomes do Nascimento conheceu o trabalho do MAC enquanto fazia tratamento de leucemia no Hospital de Base. Depois de receber alta, voltou à unidade e se inscreveu como voluntária. Há 16 anos, passou de paciente acolhida a integrante do grupo. “Me lembro de estar doente e de ver esse trabalho lindo, deles chegarem sorrindo, conversando. Aquilo me dava forças. Hoje, gosto muito de conversar com os pacientes. Ser voluntário é doar amor ao próximo”, emociona-se Maria de Lourdes. Ivana Amaral conheceu o MAC enquanto acompanhava a filha, que é médica, no Hospital de Base. Foi nesse período que teve contato com a atuação dos voluntários e com o trabalho desenvolvido pelo grupo. “É um trabalho muito maravilhoso e enriquecedor. Todos estão aqui com o objetivo de ajudar o paciente, dando palavras de apoio”, relata. *Com informações do IgesDF
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Plano Diretor de Tecnologia e Informação (PDTI)
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Procon e LGPD
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Gestão de documentos do Procon-DF
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Exame auxilia diagnóstico de meningite bacteriana na rede pública
Pacientes com suspeita de meningite bacteriana atendidos nas unidades hospitalares da rede pública de saúde do DF passam a contar com um novo recurso para auxiliar a investigação da doença: o exame de pesquisa de antígenos bacterianos no líquido cefalorraquidiano (LCR), que permite obter um resultado inicial com mais rapidez e de forma complementar. Uma amostra do líquido cefalorraquidiano é suficiente para a análise que detecta antígenos | Foto: Divulgação A análise de LCR é feita a partir de uma amostra do líquido cefalorraquidiano, também conhecido como líquor. O resultado auxilia os profissionais de saúde na investigação dos casos suspeitos, mas deve ser avaliado em conjunto com os sinais e sintomas apresentados pelo paciente e com outros exames laboratoriais. O exame é solicitado pela própria equipe assistencial, de acordo com a avaliação clínica do paciente, e já está disponível em todas as unidades hospitalares da rede de saúde pública do DF. O novo teste não substitui métodos confirmatórios, como a cultura do LCR, mas amplia os recursos disponíveis para apoiar as equipes na investigação de casos de meningite bacteriana.
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GDF na Sua Porta investe R$ 18 milhões em Brazlândia
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão assinou, nesta quarta-feira (16/9), 16 ordens de serviço do programa GDF na Sua Porta para obras de infraestrutura em Brazlândia, com investimento total de R$ 18 milhões. A ação itinerante está na região administrativa desde a última segunda (14/9), com atendimentos à população em áreas como saúde, educação, segurança e habitação. As ordens de serviço, autorizadas excepcionalmente no gabinete da governadora, incluem um pacote completo de investimento em infraestrutura para Brazlândia, com recuperação de meios-fios, drenagem urbana, pavimentação da via de acesso à Escola Chapadinha, reforma da Feira Central e a criação do Parque das Águas. Durante a assinatura das ordens de serviço, a governadora Celina Leão, ao lado da administradora de Brazlândia, Luciana Lima, enfatizou: “Esse programa muda aquilo que incomoda o cidadão. Eu tenho certeza de que Brazlândia vai ficar muito feliz; são demandas muito antigas sendo atendidas” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Geralmente, eu faço essas assinaturas na segunda-feira”, explicou a governadora Celina Leão. “Eu estava com a minha mãe no hospital, então nessa segunda eu não tive como comparecer, mas, mesmo assim, toda a estrutura de atendimento à comunidade já está presente em Brazlândia desde segunda, com vários serviços de atendimento ao cidadão e todas as nossas secretarias.” Investimentos A governadora lembrou o impacto do GDF na Sua Porta: “Esse programa muda aquilo que incomoda o cidadão. É a calçada quebrada, é o parquinho quebrado, a PEC quebrada, é a falta de iluminação pública, a falta de parada de ônibus, o asfalto que não está adequado. Além de colocar todos os equipamentos antigos de forma revitalizada, traz novos equipamentos públicos. Eu tenho certeza de que Brazlândia vai ficar muito feliz; são demandas muito antigas sendo atendidas”. “A gente sabe que, sem esse apoio, sem esse aporte, a gente não consegue avançar tanto. Esse olhar diferenciado para ajudar as administrações é um grande presente” Luciana Lima, administradora de Brazlândia A administradora de Brazlândia, Luciana Lima, acompanhou a formalização de todas as ordens de serviço e enfatizou a importância da identificação das prioridades da comunidade em cada bairro: “Quero deixar meu agradecimento, porque a gente sabe que, sem esse apoio, sem esse aporte, a gente não consegue avançar tanto. Esse olhar diferenciado para ajudar as administrações é um grande presente”. As 16 ordens de serviço incluem obras em diversas áreas urbanas de Brazlândia. O pacote contempla R$ 3,3 milhões para reparo asfáltico com fresagem em cerca de 2 quilômetros de vias, R$ 1,7 milhão para a reforma e implantação de 4 quilômetros de calçadas acessíveis, R$ 1 milhão para a reforma da Feira Central e R$ 280 mil para a manutenção de dez pontos de encontro comunitário (PECs). Documentos assinados → Implantação e manutenção de dez PECs: R$ 280 mil → Implantação e reforma de cerca de 4 km de calçadas: R$ 1,7 milhão → Reforma de quatro campos de futebol: R$ 400 mil → Implantação de dez novos pontos do programa De Cara Nova: R$ 200 mil → Implantação de 110 novos redutores de velocidade: R$ 495 mil → Reparo asfáltico com fresagem em cerca de 2 km de vias: R$ 3,3 milhões → Recuperação de meios-fios: R$ 60 mil → Podas de árvores: R$ 100 mil → Desobstrução de drenagem urbana: R$ 400 mil → Adequação de pontos de drenagem urbana: R$ 50 mil → Reforma de 11 praças → Reforma da Feira Central de Brazlândia: R$ 1 milhão → Incorporação do programa LedDáJogo na quadra poliesportiva da Entrequadra 36/46 da Vila São José, no campo da Quadra 12 do Setor Norte e na Quadra 58: R$ 196 mil → Implantação de iluminação pública na pista de atletismo da Avenida Contorno, no Incra 8: R$ 28 mil → Autorização de licitação para pavimentação da via de acesso à Escola Chapadinha, no âmbito do programa Caminho das Escolas → Autorização para publicação do decreto de criação do Parque das Águas em Brazlândia. O programa Criado em março deste ano, como primeiro ato oficial da governadora Celina Leão, o GDF na Sua Porta leva gabinetes móveis e serviços públicos às regiões administrativas. A iniciativa ouve os moradores, identifica prioridades locais e articula a atuação de órgãos e entidades para atender às demandas apresentadas. Com Brazlândia, o programa chega à 17ª edição. Ao todo, a governadora já assinou 370 ordens de serviço para obras e manutenção da infraestrutura urbana, definidas a partir das demandas da população e do levantamento feito pelas administrações regionais. Ordens de serviço até o momento → Itapoã: 17 → Paranoá: 30 → Riacho Fundo II: 31 → Samambaia: 27 → Colônia Agrícola 26 de Setembro: 9 → Ceilândia: 35 → Planaltina: 24 → Plano Piloto: 21 → São Sebastião: 17 → Recanto das Emas: 15 → Estrutural: 19 → Sobradinho I e II: 35 → Sol Nascente/Pôr do Sol: 19 → Taguatinga: 17 → Guará: 20 → Santa Maria: 18 → Brazlândia: 16.
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Três projetos de transporte sobre trilhos vão atender 514,7 mil passageiros por dia no DF
Matéria editada em 17/9 às 9h09 Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão apresentou nesta terça-feira (16/9) os estudos técnicos para uma nova rede de transporte sobre trilhos no Distrito Federal. A proposta reúne três projetos: a Linha 2 do metrô-DF, que ligará Santa Maria ao Congresso Nacional, com ramais para o Gama e o Recanto das Emas, e dois veículos leves sobre trilhos (VLTs): um entre o aeroporto, a W3 e o Noroeste; e outro entre Taguatinga e Sol Nascente. Juntos, os projetos somam 119,7 quilômetros de novas linhas e 114 estações e paradas. O investimento estimado é de R$ 29,2 bilhões, sendo R$ 21,6 bilhões de recursos públicos, e R$ 7,7 bilhões da iniciativa privada. Celina Leão: "É um projeto muito bem estruturado, com faseamento de quanto tempo eu gasto para entregar a primeira estação, a segunda, a terceira, quanto vai buscar cada uma delas. Temos 100% do projeto já viabilizado" | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “É um estudo feito, licitado, de cerca de R$ 8 milhões, e a sinalização é positiva. É um projeto muito bem estruturado, com faseamento de quanto tempo eu gasto para entregar a primeira estação, a segunda, a terceira, quanto vai buscar cada uma delas. Temos 100% do projeto já viabilizado”, afirmou Celina Leão. Mais linhas A nova Linha 2 terá 79,8 quilômetros e 67 estações, ligando Santa Maria ao Congresso Nacional, com ramais para Gama e Recanto das Emas. A estimativa é atender 239,9 mil passageiros por dia. O tempo de viagem entre Santa Maria e o Congresso Nacional será de cerca de 57 minutos. O VLT que ligará o aeroporto à W3 e ao Noroeste terá 22,4 quilômetros e 25 estações. A previsão é transportar 174,8 mil passageiros por dia, com viagem de ponta a ponta em cerca de 49 minutos. O projeto será implantado em três fases e prevê integração no Terminal da Asa Sul. O trecho também terá uma estação dentro do Aeroporto Internacional de Brasília. 17,5 km Extensão da linha do VLT que ligará Sol Nascente, Taguatinga e Ceilândia O segundo VLT terá 17,5 quilômetros e 22 estações, ligando Sol Nascente, Ceilândia e Taguatinga. A estimativa é atender cerca de 100 mil passageiros por dia, com viagem de ponta a ponta em 39 minutos. O projeto terá integração com o metrô na região da Praça do Relógio e, futuramente, com a Linha 2 na região da Estrada Parque Indústria e Abastecimento. Custeio dos projetos Para financiar a implantação das novas linhas, o GDF estuda parcerias e a comercialização de terrenos públicos. Segundo a chefe do Executivo, a Terracap já foi acionada para identificar áreas que possam ser colocadas à venda e ajudar a custear a execução das obras por etapas. “O governo de São Paulo fez isso com êxito, trouxe terrenos para custear a construção do metrô. Nós estamos muito nesse entendimento porque, como temos uma linha de 78 quilômetros de metrô e muitas áreas nossas, temos condições, sim, de colocar terrenos para serem vendidos e custear o faseamento dessas entregas”, explicou. Rede integrada Responsável técnico pelos estudos, Thiago Novaes explicou que os três projetos foram desenvolvidos de forma conjunta e estão alinhados ao Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) em elaboração pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF). Segundo ele, a expansão considera os deslocamentos diários da população, principalmente das regiões do chamado Vetor Sul, como Santa Maria, Gama e Recanto das Emas, em direção ao centro de Brasília. Atualmente, o metrô opera em cerca de 42,3 quilômetros. Com os três projetos, a extensão da rede sobre trilhos será praticamente quadruplicada. Thiago Novaes: "A proposta desses três projetos é praticamente quadruplicar a extensão total da rede sobre trilhos do DF" “É relevante quando a gente contrasta com os 42 quilômetros que estão em operação hoje no metrô. A proposta desses três projetos é praticamente quadruplicar a extensão total da rede sobre trilhos do DF”, disse o responsável técnico. Outras melhorias A governadora também aproveitou a apresentação para atualizar as ações de modernização do metrô. Segundo ela, está em andamento a licitação para a compra de 15 novos trens, além de outro processo para modernizar o sistema de sinalização, com investimento estimado em quase R$ 2 bilhões. Além disso, o governo investiu cerca de R$ 80 milhões na modernização de subestações e cabeamentos e abriu concurso para a contratação de novos metroviários. “Os dois maiores gargalos que nós tínhamos no metrô, a atualização e o sucateamento, nós estamos enfrentando com a compra desses novos trens e a mudança da sinalização”, afirmou Celina.
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Agências do trabalhador têm mais de 1,2 mil vagas nesta quinta-feira (17)
As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.228 vagas abertas nesta quinta-feira (17). As oportunidades contemplam candidatos com diferentes níveis de escolaridade, incluindo opções para quem já tem experiência e também para aqueles que buscam ingressar pela primeira vez no mercado de trabalho. Entre as opções, o maior salário é oferecido para subchefe de cozinha. Há uma vaga na Asa Sul, com remuneração de R$ 4 mil, além de benefícios. Com 163 vagas, o cargo de operador de caixa lidera entre as oportunidades disponíveis. A remuneração chega a R$ 1,7 mil, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das ofertas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam oferecer vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou por e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.
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IgesDF recebe 27 novos profissionais de farmácia para atuar em unidades de saúde do DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Começar em uma nova instituição envolve mais do que conhecer a própria função. Entender como as áreas estão organizadas, conhecer as equipes e compreender as diferentes atribuições ajuda a construir essa nova trajetória. Foi com essa proposta que 27 farmacêuticos, auxiliares e técnicos de farmácia recém-contratados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) participaram, nesta quarta-feira (16/9), de um encontro de acolhimento e integração. Aprovados em processos seletivos realizados em junho e agosto, os profissionais foram designados para atuar no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e nas 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal. Durante o encontro, os novos colaboradores conheceram a estrutura organizacional da farmácia, as atribuições das quatro gerências e o funcionamento do instituto. A programação reuniu alinhamentos técnicos e dinâmicas de integração, com a participação da maioria dos gerentes de farmácia do IgesDF. Para a gerente-geral de Logística de Insumos, Jéssica Nobre, o encontro abre espaço para que a gestão conheça os diferentes perfis profissionais que chegam à instituição. “Temos colaboradores ligados à farmácia atuando em diversas áreas do instituto, cada um com diferentes experiências e perfis profissionais. Por isso, é muito importante que a gestão tenha a oportunidade de conhecer melhor essas pessoas, suas competências e suas experiências. Dessa forma, podemos aproveitar melhor o potencial de cada colaborador”, explica. Além de aproximar profissionais e gestores, a programação apresentou a dimensão das atividades desenvolvidas pela Farmácia. A atuação envolve diferentes etapas, do planejamento para aquisição à dispensação de medicamentos ao paciente. Para a gerente de Insumos Farmacêuticos, Nayara Alves de Oliveira, o momento permite que os recém-contratados reconheçam a participação de cada profissional nesse processo. “O farmacêutico integra toda a cadeia, todo o ciclo de logística, desde o planejamento para aquisição até a dispensação para o paciente" Nayara Alves de Oliveira, gerente de Insumos Farmacêuticos “O farmacêutico integra toda a cadeia, todo o ciclo de logística, desde o planejamento para aquisição até a dispensação para o paciente. Esse momento em conjunto foi muito importante para que eles entendam a importância que carregam dentro de cada um desses processos”, destaca. Entre os profissionais que iniciam essa trajetória está José Maria de Sousa Rodrigues, lotado no Centro de Manipulação de Quimioterápicos do Hospital de Base. Para ele, o primeiro contato proporcionado pelo encontro revelou uma dimensão do instituto que ainda não conhecia. “Me deu a sensação de que estão buscando melhorias para o serviço e para os colaboradores, que estão tentando melhorar cada vez mais. Não tinha real noção do tamanho do IgesDF. Foi bem impactante perceber a quantidade de pessoas que são atendidas”, relata. *Com informações do IgesDF
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Detran-DF autua motociclista por irregularidades na Via S1
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Projeto prevê que Brasília será a primeira cidade do país a ter VLT dentro do aeroporto
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Brasília poderá ser a primeira cidade do Brasil a contar com um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) com estação dentro do aeroporto. O projeto apresentado pela governadora Celina Leão prevê uma linha de 22,4 quilômetros, ligando o Aeroporto Internacional de Brasília à W3 e ao Noroeste, com 25 estações. “Uma das grandes novidades é que ele chega até o Noroeste. O mais importante desse VLT é que nós seremos a primeira cidade do Brasil a ter o VLT saindo de dentro do aeroporto”, afirmou. A proposta faz parte da nova rede de transporte sobre trilhos apresentada pela chefe do Executivo nesta terça-feira (16). O sistema também inclui a Linha 2 do Metrô-DF e um VLT entre Taguatinga e Sol Nascente. Segundo o estudo, o VLT do aeroporto poderá transportar cerca de 174,8 mil passageiros por dia. A viagem completa está estimada em 49 minutos, e o projeto prevê integração com outros modais no Terminal da Asa Sul. A proposta faz parte da nova rede de transporte sobre trilhos apresentada pela governadora Celina Leão nesta terça-feira (16) | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Do aeroporto ao centro de Brasília O trajeto parte do aeroporto, passa pelo Terminal da Asa Sul e segue pela W3 Sul e W3 Norte até o Noroeste. A proposta é distribuir os passageiros ao longo do Plano Piloto e facilitar a conexão com outros meios de transporte. O responsável técnico pelos estudos, Thiago Novaes, destacou que o Terminal da Asa Sul terá papel importante na integração da rede. “Além da distribuição da demanda, ele tem um potencial muito grande de requalificação urbana. O VLT traz essa condição de trazer vida de novo para a W3”, explicou. Integração com a nova rede A linha do aeroporto será planejada de forma integrada aos demais projetos. A nova Linha 2 do metrô terá 79,8 quilômetros e 67 estações, ligando Santa Maria ao Congresso Nacional, com ramais para Gama e Recanto das Emas. Já o VLT entre Taguatinga e Sol Nascente terá 17,5 quilômetros e 22 estações, com previsão de atender cerca de 100 mil passageiros por dia útil. Somados, os três projetos representam 119,7 quilômetros de novas linhas e 114 estações e paradas. O investimento estimado é de R$ 29,2 bilhões em dez anos, com recursos públicos e privados.
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Helicóptero Sentinela transporta 86º coração para transplante
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Na noite desta terça-feira (15/9), a equipe da Unidade de Operação Aérea do Detran-DF realizou mais uma missão de transporte de órgão para transplante. Às 19h15, o helicóptero Sentinela 01 transportou um coração da Base Aérea de Brasília até o Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF). Captado por uma equipe em Goiânia (GO), o coração veio para Brasília em voo da FAB e, ao chegar à Base Aérea, foi transportao pelo helicóptero do Detran-DF ao ICTDF | Foto: Divulgação/Detran-DF O órgão foi captado por uma equipe médica em Goiânia (GO) e trazido a Brasília em voo da Força Aérea Brasileira (FAB). Após chegar à Base Aérea, o coração foi transportado pelo Sentinela 01 até o ICTDF e entregue à equipe responsável pelo transplante. Este foi o quarto coração transportado pelo Sentinela neste ano e o 86º desde 2015, em parceria com a Central Estadual de Transplantes. *Com informações do Detran-DF
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