GDF reforça segurança durante etapa brasileira da Volleyball Nations League 2026 em Brasília
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) garante a segurança da etapa brasileira da Volleyball Nations League (VNL) 2026, competição oficial promovida pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e pela Volleyball World, realizada no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília. O evento internacional contempla duas etapas da competição: a VNL Feminina, entre os dias 3 e 7 de junho, e a VNL Masculina, de 10 a 14 de junho. Ao longo das duas semanas, a capital federal recebe delegações de diversos países, equipes de arbitragem, dirigentes esportivos, representantes da organização, patrocinadores, profissionais da imprensa nacional e internacional, além de milhares de torcedores. Para garantir a segurança dos participantes e do público, a PMDF emprega efetivo em diversas frentes de atuação. As ações incluem o reforço do policiamento ostensivo nas imediações do Ginásio Nilson Nelson, o acompanhamento das atividades relacionadas ao evento e a realização de escoltas das delegações internacionais durante seus deslocamentos pela capital federal. As equipes policiais atuam de forma integrada, promovendo a segurança dos atletas e delegações | Foto: Divulgação/PMDF As equipes policiais atuam de forma integrada, promovendo a segurança dos atletas, membros das comissões técnicas, autoridades e espectadores, assegurando a tranquilidade necessária para a realização da competição. A Volleyball Nations League reúne algumas das principais seleções do voleibol mundial. Na etapa realizada em Brasília participam as seleções femininas do Brasil, Itália, Holanda, Turquia, Bulgária e República Dominicana. Já na competição masculina estarão em quadra as seleções do Brasil, Argentina, Sérvia, Irã, Bélgica e Bulgária. A atuação da Polícia Militar do Distrito Federal reforça o compromisso da corporação com a segurança de grandes eventos nacionais e internacionais, contribuindo para que Brasília permaneça como referência na realização de competições esportivas de alto nível e na recepção de visitantes de diversas partes do mundo. *Com informações da PMDF
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Frio pode aumentar dores crônicas e afetar a rotina de pacientes
Com a chegada dos meses mais frios, Cláudia Cordeiro da Silva, de 60 anos, já sabe que precisará adaptar a rotina. Paciente do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) há oito anos, ela convive com fibromialgia e artrose nas mãos e sente no próprio corpo os impactos desse período. “Quando chega esta época, eu já me escondo dentro de casa. Fico encolhida, deitada, porque tudo dói”. Os sintomas de Cláudia são compartilhados por muitas pessoas que convivem com doenças crônicas. Com a chegada do inverno, além do aumento dos casos de doenças respiratórias, cresce a queixa de rigidez muscular, desconforto nas articulações e piora de sintomas já existentes. Cláudia Cordeiro da Silva, de 60 anos, tem fibromialgia e artrose e sofre com a chegada do frio | Foto: Divulgação IgesDF Segundo a reumatologista do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Rafaela Cruz, essa piora nem sempre está relacionada ao agravamento da doença. Na maioria das vezes, está associada às respostas naturais do organismo diante das temperaturas mais baixas. “A musculatura fica mais rígida e menos elástica, o que pode gerar desconforto durante os movimentos e os alongamentos”, explica a especialista. Além disso, para preservar o calor corporal, o organismo reduz a circulação sanguínea em regiões mais periféricas, como mãos e pés. Essa adaptação pode aumentar a sensibilidade e intensificar a percepção da dor em algumas pessoas. Rafaela ressalta que a influência do frio varia de indivíduo para indivíduo: “O frio e a dor são experiências muito subjetivas. Algumas pessoas sentem um impacto maior das baixas temperaturas, enquanto outras praticamente não percebem diferença”. Movimento e proteção ajudam a reduzir desconfortos Durante os meses mais frios, também é comum diminuir a prática de atividades físicas, permanecer mais tempo sentado e evitar sair de casa. No entanto, a redução dos movimentos pode favorecer a perda de mobilidade e intensificar desconfortos já existentes. “Quando nos movimentamos, melhoramos a circulação sanguínea e favorecemos a chegada de oxigênio aos tecidos, inclusive nas extremidades do corpo. Por isso, permanecer ativo e aquecido ajuda a reduzir a rigidez muscular e a sensação de dor”, orienta a médica. Embora não pratique exercícios físicos regularmente, Cláudia procura manter uma rotina ativa. Sempre que possível, faz seus deslocamentos a pé e adota cuidados simples para enfrentar os dias mais frios. “Eu procuro caminhar quando preciso resolver alguma coisa e nunca saio sem me agasalhar bem. Percebo que, quando me mantenho aquecida e me movimento um pouco mais, as dores ficam mais suportáveis”, conta. Outro cuidado importante, segundo a especialista, é a hidratação. Mesmo com a redução da sensação de sede durante o inverno, o consumo adequado de água continua sendo fundamental para o funcionamento do organismo e para a saúde muscular e articular. “Com medidas simples, como permanecer ativo, hidratado e protegido do frio, é possível minimizar os efeitos das baixas temperaturas e atravessar o inverno com mais conforto e qualidade de vida”, conclui Rafaela. Onde buscar atendimento? Pessoas que apresentam dores persistentes nas articulações, músculos ou coluna devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência para avaliação inicial. Após consulta e exames, caso haja necessidade, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado em reumatologia ou outras especialidades da rede pública de saúde.
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Pacientes com pressão alta precisam redobrar os cuidados nos dias frios
Pessoas com hipertensão precisam redobrar os cuidados durante os períodos de frio, quando mudanças naturais do organismo e alterações na rotina podem favorecer o aumento da pressão arterial. Com a chegada dos dias mais frios no Distrito Federal, especialistas do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), alertam para a importância de monitorar a pressão e manter hábitos saudáveis. Nesta semana, o Distrito Federal registrou a menor temperatura do ano e, com a aproximação do inverno, que começa oficialmente em 21 de junho, a previsão é de continuidade do clima ameno nos próximos dias. As baixas temperaturas provocam reações fisiológicas no organismo, como tremores e contração dos vasos sanguíneos, o que pode elevar a pressão arterial. Por isso, além das mudanças de hábitos típicas da estação, o período exige atenção especial de pessoas que convivem com hipertensão. O cardiologista do HBDF, Matheus Cunha explica que essas respostas do organismo ao frio são naturais, mas podem representar riscos para pacientes hipertensos. “Existem relatos de que a incidência de infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC) seja maior durante os meses mais frios. Essas são algumas das principais complicações associadas à pressão arterial elevada. Portanto, mesmo que o clima não seja um fator determinante, ele pode ter uma relação indireta com esses eventos”, afirma. As baixas temperaturas provocam reações fisiológicas no organismo, como tremores e contração dos vasos sanguíneos, o que pode elevar a pressão arterial | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo o especialista, as mudanças de comportamento comuns nessa época do ano também podem contribuir para o aumento da pressão arterial. “Durante os períodos de frio, as pessoas tendem a consumir mais alimentos quentes, gordurosos e ultraprocessados. Além disso, a prática de atividade física e a ingestão de água costumam diminuir”, exemplifica. Por isso, o cardiologista recomenda que pacientes com hipertensão monitorem a pressão arterial com regularidade, especialmente nos dias de temperaturas mais baixas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 30% da população brasileira convive com a hipertensão arterial. A estimativa é de que metade dessas pessoas sequer saiba que possui a doença. A condição faz com que o coração trabalhe mais para bombear sangue por todo o organismo. Prevenção e cuidados O controle da pressão arterial está diretamente relacionado à adoção de hábitos saudáveis. Entre as principais recomendações estão: - Manter o peso adequado; - Reduzir o consumo de sal, priorizando temperos naturais; - Praticar atividade física regularmente; - Reservar tempo para lazer e descanso; - Não fumar; - Moderar o consumo de bebidas alcoólicas; - Reduzir a ingestão de alimentos gordurosos; - Controlar doenças crônicas, como diabetes. Qualquer cidadão pode procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) próxima de casa ou do trabalho para aferir a pressão arterial, geralmente sem necessidade de agendamento. O serviço está disponível em todas as UBSs e faz parte da porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). A orientação é aproveitar a visita para realizar o cadastro na unidade e, se necessário, iniciar o acompanhamento para o controle da hipertensão. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Bebês prematuros celebram a primeira Copa do Mundo com ensaio especial
Toucas, adereços inspirados no futebol e muitos registros para guardar no coração transformaram a rotina da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Com o tema “Minha 1ª Copa”, bebês prematuros participaram de um ensaio fotográfico especial que levou leveza e emoção para famílias que vivem os desafios da internação neonatal. A ação foi idealizada pela equipe da unidade neonatal do hospital, que frequentemente promove registros temáticos para celebrar datas especiais e criar memórias afetivas para pais e responsáveis. Desta vez, a proximidade da Copa do Mundo serviu de inspiração para o cenário montado especialmente para os recém-nascidos. “Normalmente realizamos ensaios voltados para as festas juninas, mas este ano surgiu a ideia de fazer algo diferente. É um trabalho construído em equipe, em que cada profissional contribui com sugestões e, no final, sempre nasce algo muito bonito”, explica Lorena Mendes, chefe do Serviço de Enfermagem da UTIN. Com o tema “Minha 1ª Copa”, bebês prematuros participaram de um ensaio fotográfico especial no Hospital de Santa Maria | Foto: Divulgação IgesDF Segundo a enfermeira rotineira da unidade, Thayná Cid, todas as ações comemorativas são planejadas com atenção especial ao aspecto emocional das famílias. “Sempre pensamos que essas são datas que os pais gostariam de estar vivendo em casa, reunidos e celebrando. Como isso nem sempre é possível, buscamos tornar esse período mais leve e acolhedor”, afirma. Ela destaca que os registros se transformam em lembranças carregadas de significado. “São fotos que vão acompanhar essas famílias para sempre. No futuro, elas poderão olhar para esses momentos e lembrar de tudo o que superaram juntos. Acabam se tornando um símbolo de vitória”, ressalta. Entre os bebês fotografados estava a pequena Liz Prado, nascida com 36 semanas de gestação e diagnosticada com uma cardiopatia. Prestes a ser transferida para outra unidade para dar continuidade ao tratamento, ela protagonizou um dos momentos mais emocionantes da ação. “Eu não fazia ideia de que elas estavam preparando isso. Quando vi as fotos, fiquei encantada" Liliane Prado, mãe de bebê prematuro “Eu não fazia ideia de que elas estavam preparando isso. Quando vi as fotos, fiquei encantada. O pai dela também adorou e até pensou que fosse montagem. Ver a Liz daquele jeito, tão linda, deixou meu coração muito feliz”, conta a mãe, Liliane Prado. Para Liliane, que acompanha diariamente a luta da filha pela recuperação, o ensaio representou um marco especial antes da transferência da recém-nascida. “Fechou esse ciclo com chave de ouro”, comemora. *Com informações do Iges/DF
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