Servidores do SLU participam de atividade sobre separação correta de resíduos
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) participou de um ciclo de visitas técnicas promovido pela Assessoria de Gestão Sustentável (AGS) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), com o objetivo de orientar servidores, membros e colaboradores terceirizados sobre a separação correta dos resíduos e a importância da destinação adequada dos materiais recicláveis. Em série de encontros, servidores do SLU e do MPDFT conversam sobre temas como coleta seletiva, reaproveitamento de resíduos e redução de impactos ambientais | Fotos: Divulgação/MPDFT Realizados entre abril e maio, os encontros ocorreram na sede e nas unidades descentralizadas do MPDFT. Os servidores do SLU levaram informações práticas sobre coleta seletiva, reaproveitamento de resíduos, redução de impactos ambientais e responsabilidade compartilhada entre instituições públicas, trabalhadores e cidadãos. “Quando falamos em resíduos, precisamos compreender que muitos materiais ainda possuem valor econômico e potencial de reaproveitamento. Por isso, a separação correta é fundamental para reduzir impactos ambientais, sanitários e sociais relacionados ao descarte inadequado” Allyson Silva, gerente de Educação Ambiental do SLU Durante as atividades, o gerente de Educação Ambiental do SLU, Allyson Silva, destacou que a separação correta começa no local onde o resíduo é gerado e tem impacto direto em toda a cadeia da reciclagem. “Quando falamos em resíduos, precisamos compreender que muitos materiais ainda possuem valor econômico e potencial de reaproveitamento. Por isso, a separação correta é fundamental para reduzir impactos ambientais, sanitários e sociais relacionados ao descarte inadequado”, afirmou. Segundo o presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, a atuação em órgãos públicos é estratégica. “Essas ações ampliam a consciência ambiental em ambientes com grande circulação de pessoas e fortalecem a coleta seletiva na origem. Quando os resíduos são separados corretamente, as cooperativas recebem materiais com maior qualidade, o que melhora o aproveitamento, reduz rejeitos e contribui para a geração de trabalho e renda”, afirmou. De acordo com a assessora de sustentabilidade do MPDFT, Rafaela Sol, as visitas tiveram como foco orientar as unidades sobre as formas adequadas de descarte dos resíduos gerados, além de esclarecer responsabilidades no processo de gestão e fortalecer a integração entre os setores descentralizados. “A iniciativa buscou aproximar as unidades da Assessoria de Gestão Sustentável, criando um canal permanente de diálogo, esclarecimento de dúvidas e aprimoramento dos fluxos internos”, destacou. Educação ambiental Nas visitas, o SLU contribuiu com orientações sobre a diferença entre resíduos secos, orgânicos e recicláveis, além da forma correta de identificação de lixeiras e contêineres. Também foram abordados temas como redução do uso de copos descartáveis, consumo consciente e reaproveitamento de materiais orgânicos, como a borra de café. Na série de encontros, servidores discutiram desde a coleta nas salas até a separação e destinação final dos resíduos recicláveis As ações também detalharam os fluxos de gerenciamento de resíduos no MPDFT, desde a coleta nas salas até a destinação final pelas cooperativas habilitadas. A proposta é garantir que os resíduos recicláveis sejam separados com mais qualidade, aumentando o potencial de reaproveitamento e reduzindo o volume encaminhado de forma inadequada para a disposição final. Responsabilidade compartilhada [LEIA_TAMBEM] Além das orientações técnicas, os encontros promoveram reflexões sobre responsabilidade compartilhada na gestão de resíduos. O conceito envolve a participação de todos os atores da cadeia: cidadãos, instituições públicas, empresas, cooperativas, trabalhadores terceirizados e poder público. No encontro realizado na sede do MPDFT, Júlio Campos Alvarenga, representante do SLU, também destacou a importância da separação correta para reduzir os impactos ambientais e os custos do sistema público de destinação final. Segundo ele, grande parte dos materiais encaminhados aos aterros sanitários poderia ser reciclada ou reaproveitada caso fosse separada adequadamente ainda na origem. A iniciativa também contou com distribuição de materiais informativos e momentos de diálogo com os participantes, permitindo o esclarecimento de dúvidas sobre descarte correto, coleta seletiva e práticas sustentáveis no cotidiano institucional. * Com informações do MPDFT
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Mais de R$ 33 milhões serão destinados a obras no Mestre D’Armas e na Rajadinha
A governadora Celina Leão assinou, nesta sexta-feira (29), ordens de serviço para o início de duas obras de infraestrutura em Planaltina: a implantação da infraestrutura urbana do Setor Habitacional Mestre D’Armas e a pavimentação do acesso à Rajadinha, dentro do programa Caminho das Escolas. Juntas, as intervenções somam mais de R$ 33 milhões em investimentos. A chefe do Executivo afirmou que as intervenções autorizadas nesta sexta-feira nasceram de uma demanda direta da comunidade, após os transtornos causados pela chuva na região. “Estive aqui no momento de muita dificuldade, durante uma enchente no Mestre D’Armas. A partir daquela visita, vimos que só um projeto grande de drenagem resolveria a situação. Hoje, damos a ordem de serviço para essa obra e avançamos também com esgoto, asfalto e água potável. É a infraestrutura chegando e trazendo mais qualidade de vida para as pessoas”, destacou Celina Leão. Celina Leão: "É a infraestrutura chegando e trazendo mais qualidade de vida para as pessoas" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Infraestrutura urbana No Setor Habitacional Mestre D’Armas, as obras de infraestrutura serão no Lote 1. O investimento é de R$ 21,9 milhões e contempla uma área de 138,39 hectares, abrangendo as áreas 1, 2, 3 e 4 do setor. Segundo o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, as intervenções levam dignidade, segurança, mobilidade e melhores condições de vida para a população. 138,39 hectares Área do Setor Habitacional Mestre D’Armas que receberá obras de infraestrutura “Estamos executando todo o sistema de captação de águas pluviais do Setor Mestre D’Armas, além da infraestrutura de drenagem, pavimentação das vias, implantação de meios-fios e calçadas, sinalização, preparando a região para crescer de forma organizada, segura e com mais qualidade urbana para os moradores”, ressalta. A empresa responsável pela execução da obra é a Hytec Construções Terraplenagem e Incorporações Ltda. Acesso pavimentado A assinatura da ordem de serviço também autorizou a pavimentação do acesso à Rajadinha. A obra faz parte do programa Caminho das Escolas e contará com investimento de R$ 11,4 milhões, provenientes da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). Para o presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Fauzi Nacfur Júnior, o acesso facilitará o deslocamento da comunidade escolar. “Eles vão deixar de conviver com poeira e lama. Isto significa conforto, segurança e mais qualidade para cada estudante”, destaca. Os serviços serão executados ao longo de quase sete quilômetros de via e incluem terraplenagem, drenagem, pavimentação asfáltica, sinalização horizontal e vertical, além de obras complementares e implantação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS). A obra será executada pela empresa Costa Brava Projetos e Construções e deve gerar cerca de 60 empregos. A expectativa é beneficiar aproximadamente 150 alunos da instituição de ensino localizada na região e mais de 30 mil motoristas que utilizam a via diariamente. Alan Morais comemora que a obra trará mais segurança e qualidade de vida para a comunidade [LEIA_TAMBEM]Morador da região e síndico do Condomínio Sarandi, o autônomo Alan Morais vê nas obras uma resposta esperada há anos pela comunidade. Para ele, o investimento precisa garantir não apenas a captação das águas pluviais, mas também o escoamento adequado e a proteção das margens do córrego. “A gente tem medo da grande quantidade de água que chega ao condomínio e pode piorar uma situação que já vem sendo agravada ao longo dos anos. Se a obra for completa, com drenagem, contenção das margens e melhoria do escoamento, vai trazer mais segurança e qualidade de vida para todos”, afirmou. O medo da chuva faz parte da rotina de muitas famílias da Estância Planaltina, como é o caso de Rafael Silva. Ele lembra que a água que desce da parte alta do Mestre D’Armas se concentra nas áreas mais baixas, como a própria Estância e o Condomínio Sarandi. “Quando começa uma chuva, as pessoas já ficam com medo, porque já houve desabamento de casa e risco para as famílias. Com a captação das águas pluviais e a retenção feita na parte superior, o volume de água que chega até aqui diminui. Isso desafoga a Estância Planaltina e o Sarandi e permite que os moradores durmam com mais tranquilidade”, disse.
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Produtores conhecem primeiro edital do programa de compras da alimentação escolar de 2026
Representantes da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), da Emater-DF e da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) se reuniram, na tarde desta quinta-feira (28), para apresentar aos produtores rurais a Chamada Pública nº 01/2026, voltada à aquisição de alimentos da agricultura familiar para a alimentação escolar da rede pública de ensino. O edital contempla uma diversidade de produtos, são 70 gêneros alimentícios entre frutas e hortaliças orgânicas e convencionais, com previsão de aquisição de cerca de 4,8 mil toneladas de alimentos da agricultura familiar, movimentando aproximadamente R$ 44,8 milhões por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Cerca de 50 agricultores, representantes de organizações rurais do DF aptas a participar da chamada pública, compareceram ao encontro, onde puderam esclarecer dúvidas e informações sobre esse edital, que representa uma importante oportunidade de comercialização para a agricultura familiar, para o fortalecimento das organizações rurais e também para a comercialização a preços justos de alimentos orgânicos. A secretária de Educação do Distrito Federal interina, Iêdes Braga, destacou o impacto social e educacional da iniciativa. “A alimentação escolar é uma das políticas públicas mais importantes para a garantia do direito à educação. Ao investirmos R$ 44,8 milhões na compra de alimentos da agricultura familiar, fortalecemos a economia local, valorizamos o trabalho dos produtores rurais do Distrito Federal e asseguramos que nossos estudantes recebam refeições cada vez mais saudáveis, nutritivas e de qualidade. É uma ação que gera desenvolvimento no campo e mais oportunidades de aprendizagem na escola.” Segundo o gerente de Comercialização e Organização Rural da Emater-DF, Blaiton Carvalho, o chamamento deste ano traz avanços importantes em relação à edição anterior. “Teremos um aumento de 35% no valor dos contratos e crescimento de 15% no volume de produtos previstos. A expectativa é atender mais de 1,1 mil produtores rurais do Distrito Federal”, destacou o extensionista. O edital contempla uma diversidade de produtos, são 70 gêneros alimentícios entre frutas e hortaliças orgânicas e convencionais | Foto: Divulgação/Emater-DF A presidente da Comissão de Chamada Pública da Agricultura Familiar da Secretaria de Educação, Patrícia Jane Lacerda, ressaltou os resultados positivos do programa para os estudantes da rede pública. “Podemos dizer que os 449.593 estudantes da rede pública estão sendo atendidos com alimentos frescos e saudáveis”, explicou. Para o diretor de Compras Institucionais da Seagri-DF, Lúcio Flávio da Silva, o crescimento do programa demonstra sua relevância para agricultores e estudantes. “Desde o primeiro contrato, em 2014, o volume de recursos investidos pelo GDF no PNAE aumentou 2.900%. Esse é um trabalho que beneficia diretamente os agricultores familiares e os estudantes da rede pública”, observou. A nutricionista da Secretaria de Educação, Flávia Itabaiana, reforçou a importância da alimentação escolar para milhares de alunos do DF. “Grande parte dos alunos depende das 515.958 refeições servidas diariamente para ter acesso a uma alimentação saudável, que é um direito constitucional”, aponta. A Chamada Pública 1/2026 foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) em 21 de maio. As organizações rurais interessadas em participar têm até o dia 22 de junho para apresentar a documentação. O edital pode ser conferido aqui. *Com informações da Emater-DF
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Projeto Produtor de Água do Pipiripau firma 31 novos contratos e chega a 115 acordos ativos
Nesta terça-feira (2/6), o projeto Produtor de Água do Pipiripau ampliará suas ações de preservação ambiental e segurança hídrica com a assinatura de 31 novos contratos com produtores rurais da bacia. A cerimônia será realizada no período da manhã, no Núcleo Rural Santos Dumont – Parque dos Pequizeiros, reunindo produtores, parceiros institucionais e autoridades. Com os novos acordos, o projeto alcançará a marca de 318 contratos assinados desde sua criação, em 2012. Atualmente, há 84 contratos ativos, número que passará para 115. O investimento previsto para os novos contratos é de R$ 1.160.188,75, com vigência de cinco anos. Projeto fortalece a qualidade e a quantidade de água da região do Pipiripau | Foto: Divulgação/Adasa Coordenado pela Adasa em parceria com outras 13 instituições públicas e organizações não governamentais (ONGs), o projeto promove ações voltadas para recuperação ambiental, conservação do solo e proteção dos recursos hídricos da Bacia do Ribeirão Pipiripau. A iniciativa contribui diretamente para a melhoria da qualidade e da quantidade da água disponível na região, responsável pelo abastecimento de cerca de 200 mil pessoas no Distrito Federal. Além dos benefícios ambientais, o projeto também fortalece a atividade rural sustentável, valoriza os produtores locais e incentiva a preservação dos serviços ecossistêmicos e da identidade cultural da região. “O projeto alia recuperação ambiental, práticas sustentáveis e valorização do produtor rural, reconhecendo a importância dessas famílias na proteção dos recursos hídricos e na manutenção da qualidade da água” Wendel Lopes, coordenador do projeto Produtor de Água do Pipiripau Entre as principais ações desenvolvidas estão a restauração de áreas degradadas em propriedades privadas e o Pagamento por Serviços de Proteção dos Recursos Hídricos (PPRH), mecanismo que remunera produtores rurais pelas práticas de conservação adotadas em suas propriedades. Desde o início do projeto, mais de R$ 3 milhões já foram destinados ao pagamento desses serviços ambientais. Redução de perdas Outro marco importante da iniciativa foi a reforma do canal Santos Dumont, intervenção que reduziu em aproximadamente 50% as perdas de água por infiltração e evaporação. A medida contribuiu para aumentar a eficiência do abastecimento e reduzir conflitos pelo uso da água na região. [LEIA_TAMBEM]Segundo o coordenador do projeto, Wendel Lopes, a ampliação do número de contratos reforça o papel do Pipiripau como uma iniciativa estratégica para a segurança hídrica e a preservação ambiental no Distrito Federal. “A adesão dos produtores rurais demonstra o fortalecimento de uma cultura de conservação na bacia”, avalia o gestor. “O projeto alia recuperação ambiental, práticas sustentáveis e valorização do produtor rural, reconhecendo a importância dessas famílias na proteção dos recursos hídricos e na manutenção da qualidade da água.” Ao longo de mais de uma década, 287 propriedades rurais já participaram do projeto, consolidando o Pipiripau como referência nacional em gestão integrada dos recursos hídricos e em iniciativas de incentivo à conservação ambiental no meio rural. *Com informações da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa)
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