Formada primeira turma do treinamento em epidemiologia aplicada ao SUS
Profissionais de saúde que participaram do programa de treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde – nível fundamental (EpiSUS-Fundamental) encerraram as atividades da formação durante cerimônia promovida na sexta-feira (15) pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep), da Secretaria de Saúde (SES-DF), no auditório da Fundação Hemocentro de Brasília. Formação teve carga de 200 horas, envolvendo profissionais e servidores da Secretaria de Saúde | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Nós capacitamos, buscamos resultados, mas quem ganha é o paciente e o Sistema Único de Saúde” Inocência Rocha, diretora-executiva da Fepecs O curso foi promovido em parceria com a Escola de Saúde Pública (ESP/DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), e integra a estratégia nacional de fortalecimento da vigilância em saúde instituída pelo Ministério da Saúde. Com carga horária de 200 horas, distribuídas ao longo de três meses, a formação teve foco na capacitação técnico-prática de 20 profissionais que atuam na vigilância em saúde e na assistência no âmbito do SUS. Desta primeira turma de 2026, participaram servidores da SES-DF, profissionais da Rede de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Reveh) e trabalhadores das áreas de vigilância e assistência. Qualificação A programação contou com mesa de abertura composta por representantes do Ministério da Saúde, da SES-DF, da Fepecs e da ESP/DF. A diretora substituta da ESP/DF, Vanessa Campos, destacou a importância da formação para o fortalecimento do SUS e para a qualificação dos profissionais da rede pública. [LEIA_TAMBEM]“Queremos, em breve, ofertar turmas do EpiSUS Intermediário, e espero que os participantes aqui presentes também possam futuramente atuar como instrutores dos nossos cursos, já que agora estão capacitados”, declarou a diretora substituta da ESP/DF, Vanessa Campos. "O objetivo da Escola de Saúde Pública é exatamente formar servidores integrantes do SUS para discutir os problemas de saúde que acontecem no território, com uma abordagem aplicada às necessidades sociais da população.” A diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha, parabenizou os participantes e ressaltou o impacto da qualificação profissional na assistência à população. “Nós capacitamos, buscamos resultados, mas quem ganha é o paciente e o Sistema Único de Saúde”, afirmou. “Contem comigo, com o EpiSUS, e seguimos em campo”, reforçou o subsecretário de Vigilância à Saúde da SES-DF, Rodrigo Republicano. *Com informações da Fepecs
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Fiscalização flagra 47 condutores alcoolizados no fim de semana
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Teste do pezinho já registrou, no DF, mais de 15,4 mil coletas neste ano
De janeiro deste ano até este momento, a rede de saúde pública do Distrito Federal registrou mais de 15,4 mil coletas do teste do pezinho, que tem a capacidade de detectar doenças raras em recém-nascidos. Segundo a Secretaria de Saúde (SES-DF), a cada ano são feitos aproximadamente 40 mil procedimentos. Procedimento é feito a partir da coleta de gotas de sangue do calcanhar do bebê | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “Ao identificarmos resultados positivos, conseguimos diagnosticar, intervir e tratar com antecedência” Victor Araújo, responsável técnico distrital em triagem natal da Secretaria de Saúde Em 2023, a rede ampliou o escopo do teste, que passou a incluir doenças lisossomais, imunodeficiência combinada grave (Scid, sigla em inglês) e atrofia muscular espinhal (AME). No total, são 62 condições rastreadas de forma completa e moderna. O teste do pezinho é um exame simples, feito a partir de gotas de sangue coletadas do calcanhar do bebê, sendo disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A triagem deve ser feita nos primeiros dias de vida, uma vez que muitas doenças que o teste pode detectar não apresentam sintomas logo no início. “Ao identificarmos resultados positivos, conseguimos diagnosticar, intervir e tratar com antecedência”, explica Victor Araújo, responsável técnico distrital em triagem natal da SES-DF. “Esse fluxo pode mudar a maneira como determinada doença impactará a vida daquela criança.” Entre os benefícios dessa triagem está também o uso do recurso público em ações e exames preventivos, evitando que possíveis doenças futuras gerem mais desgaste aos familiares e custos à rede pública. Acompanhamento contínuo Em média, o serviço de triagem neonatal recebe mensalmente 4 mil cartões de coletas As amostras do programa de triagem neonatal provêm de unidades da SES-DF espalhadas por todas as regiões da capital federal, como hospitais, maternidades, casas de parto e unidades básicas de saúde (UBSs). O serviço recebe, em média, 4 mil cartões de coletas por mês. Geralmente, a primeira amostra é feita entre 24 e 48h após o nascimento. Crianças internadas, como prematuros ou aquelas em unidades de terapia intensiva neonatal (Utins), seguem protocolos específicos, com até três coletas sequenciais em períodos determinados. [LEIA_TAMBEM]Ao chegar ao laboratório, cada amostra recebe um código único, que funciona como uma identidade dentro do sistema. Essa classificação acompanha todo o histórico do bebê, especialmente nos casos em que há diagnóstico positivo, exames confirmatórios e acompanhamento contínuo. Quando há suspeita de alteração, a equipe entra em contato com a família, que é orientada a ir ao Hospital de Apoio de Brasília (HAB). Na unidade, o bebê passa por uma segunda coleta para eliminar todos os fatores pré-analíticos (falhas na primeira amostra, no transporte do material etc.) e garantir um resultado mais fiel. “É importante que os pais acompanhem os resultados”, lembra Victor Araújo. De acordo com o gestor, desde 2023, os responsáveis pelo bebê conseguem monitorar a produção desse laudo em tempo real, com acesso à plataforma, por meio deste link. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Fiscalização flagra 47 condutores alcoolizados no fim de semana
Entre sexta-feira (15) e domingo (17), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), com o apoio da Polícia Militar (PMDF), realizou ações de fiscalização na Asa Sul, Gama, Samambaia e Sobradinho. Durante as operações, 611 condutores foram abordados. Desse total, 47 motoristas foram autuados por dirigir sob a influência de álcool, 23 por conduzir veículo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e nove por escapamento irregular. As equipes de fiscalização também registraram outras 156 infrações de trânsito. *Com informações do Detran-DF
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