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PMDF mobiliza comunidade em primeira corrida do Batalhão de Operações Especiais

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Com implantação de Zona 30, Setor de Indústrias do Gama terá trânsito alterado a partir de terça-feira (19)

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Mesmo sem casos em 2026, GDF empreende ações contínuas de prevenção contra a gripe aviária

O Governo do Distrito Federal (GDF) segue com medidas permanentes e rigorosas de prevenção à gripe aviária (influenza aviária), ações que já ocorriam antes mesmo da prorrogação da emergência zoossanitária nacional. O trabalho contínuo das equipes de saúde e defesa agropecuária tem gerado resultados positivos: em 2026, não houve nenhum caso confirmado da doença em animais ou humanos no DF. Trabalho conjunto entre SES-DF e Seagri-DF mantém fiscalização pontual: foco é a saúde da população | Fotos: Divulgação “Estamos trabalhando para evitar a chegada da doença com a restrição de entrada de animais vivos de outros estados e o aumento dos protocolos sanitários nas granjas, e isso traz tranquilidade para a população do Distrito Federal no sentido de que consumir carne de frango e ovos de galinha é plenamente seguro” Rafael Bueno, secretário de Agricultura A emergência zoossanitária no DF valerá durante todo o alerta nacional para a gripe aviária. Com o objetivo de resguardar ainda mais a população e o setor produtivo, o DF tem um plano de contingência interinstitucional para a doença que envolve as secretarias de Saúde (SES-DF) e da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). O planejamento detalha as medidas a serem tomadas diante de eventuais casos suspeitos ou confirmados. “Antes mesmo da ocorrência da gripe aviária no Distrito Federal, o governo já estava preparado e trabalhando para evitar possíveis contaminações e disseminação da doença”, reforça o secretário de Agricultura do DF, Rafael Bueno. Ele relembra que o caso registrado em 2025, no Zoológico de Brasília, foi rapidamente controlado e não chegou às granjas comerciais. “Estamos trabalhando para evitar a chegada da doença com a restrição de entrada de animais vivos de outros estados e o aumento dos protocolos sanitários nas granjas, e isso traz tranquilidade para a população do Distrito Federal [no sentido] de que consumir carne de frango e ovos de galinha é plenamente seguro”, afirma Bueno.  Segundo o secretário, o reforço na estrutura e nas ações de campo também foi destaque nas medidas preventivas. “Em 2025, a Seagri agiram atuando na fiscalização das propriedades comerciais”, aponta. “Ao longo desse período, adquirimos equipamentos e insumos e treinamos nossas equipes junto com parceiros para que cada vez mais estejamos atentos e prontos no caso de uma possível ocorrência.” Balanço de ações e fiscalização A Seagri fechou 2025 com 291 fiscalizações em propriedades com avicultura. Apenas no primeiro trimestre de 2026, já foram promovidas 61 fiscalizações de campo em propriedades avícolas, além da coleta de toda a amostragem recomendada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Controle rígido é praticado para assegurar que, em caso de confirmação de foco de influenza aviária, as medidas sejam adotadas imediatamente A subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Cristina, explica a celeridade do protocolo em casos de suspeita: “Em caso de confirmação de foco de influenza aviária, o Serviço Veterinário Oficial inicia imediatamente uma operação de emergência para conter a doença e evitar a disseminação. A propriedade ou local afetado é interditado, o trânsito de aves e produtos é suspenso e equipes técnicas realizam investigação epidemiológica, coleta de amostras e monitoramento das propriedades próximas”. “Para os agricultores do DF, é o momento de reforçar as boas práticas de biossegurança, que já vêm garantindo há bastante tempo a situação de bem-estar” Eduardo Batista, do Sindicato dos Avicultores As exigências para os produtores são rígidas. De acordo com o coordenador de Programa de Sanidade de Suínos, Aves e Programas Sanitários em Geral, Daniel Nunes, o serviço se estende desde a avicultura industrial até os pequenos e médios produtores. “O trabalho desenvolvido pelo Serviço de Defesa Agropecuária do Distrito Federal na prevenção da influenza aviária ocorre de forma contínua, estratégica e integrada, envolvendo desde a fiscalização das granjas comerciais até ações educativas junto aos pequenos produtores rurais”, situa. Atualmente, pontua o gestor, nenhuma granja comercial opera no DF sem atender às exigências sanitárias previstas na legislação. [LEIA_TAMBEM] Biossegurança nas granjas Para os produtores, o momento de alerta nacional sinaliza a importância de reforçar medidas que já fazem parte da rotina. O cuidado nas propriedades inclui desde a captação de água em poços profundos até a instalação de telas e cercas antirrato. “Para os agricultores do DF, é o momento de reforçar as boas práticas de biossegurança, que já vêm garantindo há bastante tempo a situação de bem-estar”, indica Eduardo Batista, do Sindicato dos Avicultores (Sindiaves). “Os cuidados começam na origem. Após um rigoroso processo de sanitização, como banho e troca de roupa de colaboradores, vazio sanitário de pessoas, desinfecção de veículos e materiais, além do isolamento de propriedades, temos uma infraestrutura já dimensionada para biossegurança.”  

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Com implantação de Zona 30, Setor de Indústrias do Gama terá trânsito alterado a partir de terça-feira (19)

Motoristas e pedestres que circulam pelo Setor de Indústrias do Gama terão mudanças no trânsito a partir desta terça-feira (19). O Departamento de Trânsito (Detran-DF) implantará um novo sistema de circulação na região, com medidas criadas para ampliar a segurança viária e melhorar a organização do fluxo em uma área marcada pela circulação de 20 mil pessoas, entre moradores, estudantes, comerciantes e usuários de serviços locais.  Imagens: Divulgação/Detran-DF A principal alteração será a adoção de sentido único nas vias QI 1 e QI 5, enquanto a QI 3 manterá o atual formato de mão dupla. Além da mudança no sentido das ruas, todo o setor passará a operar com a criação de uma Zona 30, que estabelece o limite máximo de velocidade da área em 30 km/h. A intervenção é fruto de estudos técnicos realizados a partir de demandas apresentadas pela própria comunidade e pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A alta circulação se deve à característica de uso misto da região, que abriga espaços residenciais, comerciais e industriais, além de igrejas, academias e instituições de ensino. O foco central das alterações é a proteção à vida. O diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini, enfatiza que áreas com grande fluxo de pedestres exigem a implantação de medidas de moderação de tráfego, zonas de trânsito calmo e áreas de circulação segura. “A redução da velocidade é um dos principais fatores para diminuir a gravidade dos sinistros de trânsito e a mortalidade”, lembra, citando o exemplo de intervenções semelhantes em outras localidades movimentadas do DF, como Águas Claras. Adaptação e fiscalização [LEIA_TAMBEM] Para garantir uma transição tranquila, os trabalhos de engenharia terão como foco a humanização, o convívio social e a moderação do tráfego. Nesse primeiro momento, as vias não vão receber equipamentos de fiscalização eletrônica (radares) para monitorar o novo limite de velocidade. Paralelamente à mudança viária, no entanto, o Detran-DF manterá ações educativas e de fiscalização presencial nos primeiros dias, orientando motoristas e pedestres até a adaptação completa da população local às novas regras.  

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