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IgesDF abre seleção para compra de equipamento que torna cirurgias mais seguras

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu o Edital nº 026/2026 para a aquisição de sistema de videoendoscopia rígida, equipamento utilizado em cirurgias minimamente invasivas. Na prática, a tecnologia permite que os médicos realizem procedimentos com mais precisão e menos cortes, o que reduz o tempo de cirurgia, o risco de complicações e o período de internação dos pacientes. A videoendoscopia rígida permite que os médicos realizem procedimentos com mais precisão e menos cortes, o que reduz o tempo de cirurgia | Foto: Divulgação/IgesDF O sistema também oferece imagens em alta definição em tempo real, aumentando a segurança das equipes médicas durante os procedimentos, principalmente em áreas como cirurgia geral, ginecologia, ortopedia e urologia. Além de auxiliar nas cirurgias, a videoendoscopia contribui para diagnósticos mais rápidos e precisos, já que permite uma visualização mais detalhada das estruturas internas do corpo, ajudando na definição do melhor tratamento para cada paciente. As empresas interessadas podem consultar os critérios de participação e os documentos do processo no site oficial do IgesDF. As propostas devem ser enviadas entre os dias 27 de abril e 11 de maio, até as 23h55, pela plataforma Apoio Cotações. O edital completo e seus anexos estão disponíveis para consulta no portal do IgesDF. Serviço Objeto: aquisição de sistema de videoendoscopia rígida para unidades de saúde do IgesDF Identificação: SEI nº 04016-00022606/2025-44 Número da cotação: 1510608 Período de envio de propostas: de 27 de abril a 11 de maio, até as 23h55 Plataforma: www.apoiocotações.com.br *Com informações do IgesDF  

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Encontro discute cuidados e proteção de jovens nas redes sociais

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) recebeu, na última quinta-feira (23), na sede da Pasta, o delegado da Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos (Dciber) da Polícia Federal (PF), Thiago Rodrigues, para uma palestra sobre o tema relacionado à violência sexual contra crianças e adolescentes. A ação faz parte do programa Guardiões da Infância, fruto da parceria firmada entre a SEEDF e a PF, que já alcançou 3,5 mil estudantes e cerca de mil professores da rede pública de ensino.  Organizado pela Assessoria Especial de Cultura de Paz nas Escolas da SEEDF, o evento lotou o auditório Neusa França com profissionais da educação que buscam capacitação sobre o assunto para estarem cada vez mais preparados para lidar com situações que envolvam bullying, cyberbullying, violência sexual, entre outros crimes cibernéticos ou não. Presente na abertura do evento, a secretária de Educação do DF interina, Iêdes Braga, destacou a importância da formação. “Nós precisamos estar atentos às condições do bullying, que não acontece só nas escolas, acontece em todos os espaços. A gente vive um momento em que o cyberbullying tem sido um grande vilão na vida dos nossos estudantes. Precisamos usar as redes sociais de forma consciente.” A secretária de Educação do Distrito Federal interina, Iêdes Braga, fala sobre a importância de abordar o tema com a comunidade escolar | Fotos: Felipe de Noronha/Ascom SEEDF Atenta à movimentação relacionada aos casos de bullying e cyberbullying nas escolas, a chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz, Ana Beatriz Goldstein, reforça a importância de falar sobre o tema, principalmente no primeiro semestre.  “O bullying e o cyberbullying são os maiores casos de violência que nós temos dentro do ambiente escolar, especialmente quando se tem o abandono digital, no qual os estudantes ficam muito tempo nas redes sociais. Verificamos também um aumento dessas situações de violência no início do ano, em março e abril. Então, intensificamos nossas ações no semestre inteiro com a parceria da Polícia Federal, Secretaria de Segurança Pública, Batalhão Escolar e Anatel, para trabalhar segurança nas redes”, salientou.  Acompanhamento e identificação de sinais O abandono digital refere-se a uma forma de negligência dos responsáveis, marcada pela falta de cuidado, proteção e orientação dos filhos no ambiente online. Quando crianças e adolescentes têm acesso livre e excessivo aos conteúdos da internet, sem o devido acompanhamento dos pais nesse universo digital, podem ser expostos a situações de risco e vulnerabilidade.  Delegado da Polícia Federal Thiago Rodrigues concede palestra aos profissionais da educação sobre crimes cibernéticos Portanto, o intuito da palestra concedida pelo delegado da Polícia Federal, Thiago Rodrigues, é capacitar educadores em relação à temática da violência sexual infantojuvenil, perfis e sinais identificadores do abuso, bem como quanto à atuação em âmbito escolar e quais procedimentos a serem adotados no caso de suspeita de abuso sexual (abrangendo tópicos de segurança online e offline). Segundo dados oficiais do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, de 2024, a cada 100 mil habitantes, 41,2 já foram vítimas de estupro de vulnerável, e 80% dessas vítimas são menores de 18 anos. Um dos dados mais impressionantes é que 84,7% dessas pessoas foram abusadas por pessoas conhecidas ou familiares. Uma das espectadoras da palestra, a servidora da Unidade de Gestão Articuladora da Educação Básica (Unigaeb), Natalia Acioly, comentou: “A escola é um lugar onde tudo eclode, inclusive esses problemas sociais, de abuso infantil, tudo aparece dentro da escola, é o primeiro refúgio que a criança tem, depois do seu convívio mais direto com seus familiares, então, geralmente, ela procura um professor, alguém da escola para tentar ajudá-la a sair dessa situação”. O delegado Thiago salientou que não há um perfil definido de abusador, pode ser qualquer um. No entanto, ressaltou alguns pontos importantes que podem ajudar na identificação de casos.  A equipe da Assessoria Especial da Cultura de Paz nas Escolas organizou o encontro dos servidores com o delegado da Polícia Federal - Aspectos que favorecem a vitimização de crianças e adolescentes:  Grande quantidade de horas em redes sociais e pouca vigilância dos responsáveis; Crianças carentes emocionalmente (necessidade excessiva de afeto e atenção); Existência de alguma vulnerabilidade prévia (introspecção, deficiências, depressão, etc); Histórico de bullying; Ambiente familiar conflituoso. - Sinais identificadores físicos: Dor ou irritação na área anogenital ou alterações clínicas (hematomas, assaduras constantes, corrimentos, sangramento, infecção de repetição, infecções urinárias, etc); Dificuldades em urinar ou evacuar, escapes frequentes (diurnos ou noturnos); Doenças sexualmente transmissíveis; Gestação. - Sinais identificadores sociais: Mudanças comportamentais radicais, súbitas e incompreensíveis (oscilações de humor, agressividade, medo e/ou pânico); Tendência ao isolamento social, apresentando poucas relações com colegas e companheiros; Tristeza, abatimento profundo ou depressão crônica; Culpa e autolesão; Recusa de estabelecer contato físico; Medo de pessoas ou lugares específicos (casa, escola, etc); Comportamentos infantis repentinos (urinar nas calças, na cama, em público); Silêncio predominante; Dificuldade de concentração e queda de rendimento escolar; Curiosidade sexual, interesse ou conhecimento súbito e não usual para sua idade sobre questões sexuais. - Para os educadores terem melhores condições de identificar e acolher: Observar sempre seus alunos, criando vínculos com eles, principalmente com os “mais problemáticos" ou com os mais “tímidos”; Manter registros sobre o desempenho/histórico escolar do aluno; Conversar com o (a) aluno (a) quando perceber alterações no comportamento e humor; Demonstrar disponibilidade para conversar e buscar um ambiente acolhedor para a conversa; Ouvir atentamente, sem interromper, e não pressionar para obter informações; Utilizar linguagem acessível a criança/adolescentes; Evitar perguntas desnecessárias, perguntar somente o necessário para saber o que fazer em seguida; Levar a sério tudo o que ouvir, sem julgar, criticar ou duvidar do que a criança-adolescente diz; Manter-se calmo e tranquilo, sem reações extremadas ou passionais; Expressar apoio, solidariedade e respeito.   *Com informações da Secretaria de Educação do DF

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Programa Turminha Mais Segura completa um ano com mais de 17 mil estudantes atendidos

Mais de 17,2 mil crianças já participaram das ações educativas do programa Turminha Mais Segura, que completa um ano de atividades neste mês. Criada pelas secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e de Educação (SEEDF), a iniciativa tem como objetivo fortalecer a formação cidadã desde a infância, incentivando valores como respeito, cuidado, convivência pacífica e prevenção às violências. A comemoração ocorreu nesta sexta-feira (24), no auditório do Complexo da Polícia Civil, e reuniu cerca de 300 estudantes de escolas públicas de Brazlândia, Ceilândia e Sobradinho. A programação contou com brincadeiras, entrega de brindes, lanche, apresentação dos personagens da Turminha Mais Segura e palestras sobre prevenção ao bullying, cyberbullying e ao consumo de drogas com apoio do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). “Ao investir nas crianças e adolescentes, temos uma possibilidade muito maior de termos cidadãos efetivamente ligados que respeitam e adotam posturas de segurança pública”, ressaltou Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública interino | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília O secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury, destacou a importância da aproximação com os estudantes para o futuro da sociedade. “Ao investir nas crianças e adolescentes, temos uma possibilidade muito maior de termos cidadãos efetivamente ligados que respeitem e adotem posturas de segurança pública”, frisou, acrescentando que os resultados do primeiro ano foram positivos. “Temos muito engajamento das escolas, dos professores, das crianças, e os pais já disseram que a postura melhorou, que a criança deu dicas de segurança, sobre trânsito."   A secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, destacou a importância da parceria para oferecer atividades pedagógicas aos estudantes. “Educação não se faz sozinho, se faz com trabalho colaborativo, e a gente vem há alguns anos trabalhando muito pela cultura de paz nas nossas escolas”, afirmou. “A Secretaria de Segurança Pública, com todas as suas forças, tem sido um parceiro de muita potência para nós dentro da educação. Pretendemos cada vez mais ampliar e fortalecer o programa para chegar a um número maior de estudantes a cada ano.” “Educação não se faz sozinho, se faz com trabalho colaborativo, e a gente vem há alguns anos trabalhando muito pela cultura de paz nas nossas escolas”, destacou Iêdes Braga, secretária de Educação interina A Turminha Mais Segura utiliza peças teatrais com seis personagens que representam as forças de segurança: Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento de Trânsito, Defesa Civil e a própria Secretaria de Segurança Pública. Com linguagem acessível, materiais pedagógicos e apresentações com bonecos, são abordados temas como empatia, diversidade, segurança comunitária e cidadania, de forma lúdica e inclusiva. A tarde de brincadeiras e palestras foi elogiada pelos estudantes Rafaela Faria, de 10 anos, e Kalven dos Santos, também de 10. A menina contou que aprendeu sobre formas de se proteger, especialmente no ambiente virtual. “Aprendi muitas coisas interessantes e educativas, como se proteger contra situações na internet e também sobre bullying”, relatou. Kalven também aproveitou a experiência: “Aprendi que não se pode fazer nenhum tipo de bullying e que os especialistas sabem mais do que a gente. Já tinha visto isso antes, mas aqui foi mais interessante porque explicou melhor”. “Aprendi muitas coisas interessantes e educativas, como se proteger contra situações na internet e também sobre bullying”, afirmou a estudante Rafaela Faria, de 10 anos Do ponto de vista pedagógico, a iniciativa também é vista como um reforço ao trabalho desenvolvido em sala de aula. A professora Rosângela Corrêa observou que o projeto amplia o repertório das crianças diante de situações de risco. “Nós temos essas crianças hoje em um ambiente de muita vulnerabilidade; elas ainda não têm muito como se defender. Então, esse projeto ajuda até mesmo a ter força para procurar ajuda ou saber como agir, o que é muito importante”, explicou. Coordenado pela Subsecretaria de Prevenção à Criminalidade (Suprec/SSP-DF), o programa Turminha Mais Segura integra o eixo Escola Mais Segura, do programa Segurança Integral, que prevê ações permanentes de prevenção e intervenção no ambiente escolar. As escolas interessadas em receber as apresentações podem solicitar agendamento por meio de formulário online.

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Pressão alta atinge 30% dos brasileiros e pode causar infarto e AVC

Jermino Alves Pinheiro tinha 50 anos quando descobriu, durante uma consulta de rotina, que era hipertenso. Ele relata que não apresentava sintomas na época, mas recebeu orientação para iniciar o tratamento com medicamentos. “Todos na minha família têm esse problema, então não fiquei surpreso. Mas eu não senti nenhum desconforto ou sinal diferente”, conta. Hoje, aos 70 anos, ele faz acompanhamento no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), após ter sido submetido a uma cirurgia de ponte de safena. Jermino Alves Pinheiro passou por uma cirurgia de ponte de safena e trata a hipertensão há 20 anos | Foto: Divulgação/IgesDF Neste domingo (26), é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. A estimativa é de que metade dos pacientes hipertensos não tenham conhecimento do diagnóstico. Assim como Jermino, cerca de 30% da população brasileira convive com a hipertensão arterial, de acordo com dados do Ministério da Saúde. A condição faz com que o coração trabalhe mais do que o normal para bombear o sangue pelo organismo. Entre as principais consequências estão o aumento do risco de acidente vascular cerebral (AVC), infarto, aneurisma arterial, além de insuficiências renal e cardíaca. O cardiologista do HBDF, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Lucas Cronemberger, explica que não há uma causa única para o desenvolvimento da hipertensão. Segundo ele, fatores como predisposição genética, obesidade, estresse, consumo excessivo de álcool, tabagismo, ingestão elevada de sal e sedentarismo contribuem para o surgimento da doença. "Um erro comum é acreditar que a pressão arterial só está elevada quando há dor de cabeça ou mal-estar. Trata-se de um inimigo silencioso" Lucas Cronemberger, cardiologista “O maior risco da hipertensão é que, na maioria dos casos, ela não apresenta sintomas. Um erro comum é acreditar que a pressão arterial só está elevada quando há dor de cabeça ou mal-estar. Trata-se de um inimigo silencioso. Sem aferição regular, muitas pessoas não sabem que têm a doença”, destaca o médico. Prevenção e cuidado A recomendação médica é que adultos verifiquem a pressão arterial ao menos uma vez por ano. “Os problemas da hipertensão são causados por anos de negligência sem o consumo de remédios específicos, não é algo que aconteça de um dia pro outro", explica o cardiologista. O médico reforça a importância do monitoramento contínuo. "Às vezes você está na correria do dia a dia e se esquece de pensar nisso e de ir ao médico, mas é muito importante estar atento a isso e não esperar o aparecimento de sintomas para descobrir que se tem pressão alta", completa. A visita anual ao médico é necessária para o controle da pressão arterial | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF Onde medir a pressão arterial no DF Qualquer cidadão pode procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) próxima de casa ou do trabalho para aferir a pressão arterial, geralmente sem necessidade de agendamento. O serviço está disponível em todas as UBSs, que funcionam como porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). A orientação é aproveitar a visita para realizar o cadastro na unidade e, se necessário, iniciar o acompanhamento para hipertensão. O controle da pressão está diretamente relacionado ao estilo de vida. Entre as principais orientações estão: Manter o peso adequado; Reduzir o consumo de sal, priorizando temperos naturais; Praticar atividade física regularmente; Reservar tempo para lazer e descanso; Abandonar o fumo; Moderar o consumo de bebidas alcoólicas; Reduzir a ingestão de alimentos gordurosos; Controlar doenças como diabetes. *Com informações do IgesDF  

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