Idosos do programa social do CBMDF costuram máscaras laváveis para doação
Mais de 250 máscaras foram entregues à instituições, projetos e associações pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), nesta quarta-feira (13). Com esta doação, chega a quase mil o número de máscaras confeccionadas por idosos que participam do programa social da corporação – o Bombeiro Amigo. A entrega está sendo feita para pessoas em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal e no entorno, como a Associação de Mulheres Acometidas com Câncer (AMACC) e a Associação Maria da Conceição (ASMAC), no Gama. Quando os primeiros casos de contaminação pelo novo coronavírus foram identificados no Distrito Federal, o programa foi suspenso. Para que os idosos, considerados como grupo de risco, não ficassem sem desenvolver atividades e não perdessem o vínculo com o CBMDF, a coordenação passou a enviar, por meio do aplicativo WhatsApp, atividades para serem desenvolvidas em casa. Uma delas foi a produção de máscaras, para aqueles que sabiam costurar. “Conseguimos doações de tecidos e passamos a deixar, com todo o cuidado e seguindo as regras de segurança para evitar a contaminação pelo novo coronavírus, principalmente por estarmos lidando com pessoas do grupo de risco. Após a confecção, buscamos as produções e destinamos às instituições que precisam e também para corporação”, contou o coordenador do programa, o tenente Carlos Fernandes. Mais de 250 máscaras foram entregues para instituições, projetos e associações pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal Para uma das participantes do programa, a costureira Maria Anita Pereira, poder ajudar neste período quem mais precisa está sendo muito gratificante. “Eu e meu marido participamos do Programa há quatro anos e estamos muito felizes em poder ajudar. Estamos sempre dispostos a ajudar. Quando surgiu essa necessidades, nos disponibilizamos imediatamente”. O Marido de Maria, Antônio Ângelo também costura. Cada um já produziu cerca de duzentas máscaras para doação. O projeto Bombeiro Amigo existe há mais de 20 anos. Atualmente, 1.138 idosos estão participando. Eles realizam atividades voltadas para a saúde, como ginástica, artesanato, trabalho com horta, canto coral, informática, aulas de dança, hidroginástica e grupo terapêutico. Há sete polos de atendimento no grupamento do CBMDF localizados no Gama, Paranoá, Brazlândia, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Ceilândia. * Com informações CBMDF
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Boletim de Serviço – Maio de 2020
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Sesipe intensifica ações de desinfecção em unidades prisionais
| Foto: SSP-DF / Divulgação A assepsia de celas, viaturas, prédios da administração e parte externa dos presídios continua a ser feita pela Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe) nesta semana. Desde a última semana, a ação tem sido realizada pela Gerência Obras e Reparos (Geor). Nesta quarta-feira (13), a equipe fez a desinfecção do Centro de Internamento e Reeducação (CIR) e do Centro de Detenção Provisória (CDP). Na terça-feira (12), a mesma atividade foi estendida ao Centro de Progressão Penitenciária (CPP). O Exército Brasileiro contribuiu com a ação de limpeza na Penitenciária do Distrito Federal I (PDF I), na segunda-feira (11). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Com a detecção dos casos, adotamos ações pontuais nas unidades prisionais, principalmente naquelas com maior número de casos. Fazer a desinfecção das áreas internas e externas dos presídios é uma dessas medidas. Já contamos com o apoio de outros órgãos, como ocorreu na ontem com o apoio do Exército. Mas, com nossa equipe, conseguimos intensificar a medida e repeti-la rotineiramente com equipe da própria Sesipe”, afirmou o coordenador-geral da Sesipe, Érito Pereira, referindo-se à força-tarefa própria que o órgão levou a campo contra o mosquito da dengue (Aedes aegypti). Cumprindo a agenda semana, a Geor estará na quinta-feira (16) nas PDFs I e II. No sábado (18), a desinfecção ocorrerá na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e do Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). Fora das unidades prisionais, a desinfecção é realizada por quatro reeducandos. Já nos presídios é necessário utilizar a mão de obra de internos classificados para o trabalho, como afirma o gerente da Geor, Willian Pereira. “Contamos com mão de obra já especializada, ou seja, que realizava a mesma ação, só direcionado para o combate à dengue e utilização de produtos diferentes. Não é possível levar reeducandos de uma unidade para outra e, por isso, nos presídios utilizamos a mão de obra de internos que já desenvolvem alguma atividade laboral interna”, explicou o gerente. O material utilizado para desinfecção de pisos, paredes e superfícies é o hipoclorito de sódio, componente da água sanitária indicado para limpeza pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nas viaturas, o material utilizado é o álcool vaporizado. * Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Empresas podem agendar vistoria fora das dependências do Detran
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