Saúde prepara espaço que receberá 200 leitos no Mané Garrincha
A Secretaria de Saúde já tem empresa contratada para realização da readequação do Estádio Nacional Mané Garrincha, que irá receber 200 leitos de retaguarda para pacientes do coronavírus. A dispensa de licitação, no valor de R$ 5.092.313, 27, publicada na edição extra do Diário Oficial de quinta-feira (9) autoriza a empresa CONTARPP Engenharia LTDA, especializada em construção civil, a realizar as obras necessárias para a implementação do Hospital de Campanha. A área que passa por readequações é de aproximadamente 6 mil metros quadrados e, depois de pronta, receberá 200 leitos para pacientes que já tiveram alta dos leitos com suporte respiratório nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), mas ainda estão em recuperação e não podem voltar para casa. “O sistema de saúde está preparado para defender e proteger as pessoas. Caso a situação piore, teremos um hospital de retaguarda à disposição da população”, garantiu Francisco Araújo, secretário de Saúde. Nesta semana, também foi aberta a dispensa de licitação para a contratação de todo o suporte necessário ao funcionamento desses leitos. O processo prevê a locação de equipamentos, gerenciamento técnico, assistência médica multiprofissional de forma ininterrupta, com manutenção e insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos, incluindo computadores e impressoras. Essas contratações fazem parte das ações do governo do Distrito Federal para o enfrentamento da Covid-19. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Lojas de móveis e eletrodomésticos voltam a funcionar no DF
As lojas de móveis e eletrodomésticos estão liberadas pelo Governo do Distrito Federal a retomar seus trabalhos, interrompidos desde o começo do mês em razão da pandemia de Covid-19. A autorização para a recolocação do setor entre as atividades comerciais passíveis de funcionamento foi anunciada no Decreto nº 40.612, publicado em edição extra do Diário Oficial do DF desta quinta-feira (9). Leia a íntegra do novo decreto Segundo o novo documento, o ramo comercial responsável pela venda de itens como fogão, geladeira, cama, sofá e outros móveis para casa e escritório passa a ser incluído no Decreto nº 40.583, de 1º de abril de 2020, que determinava o fechamento do comércio no DF e restringia o funcionamento de alguns setores da economia. O ramo de imóveis e eletrodomésticos não estava entre as permissões. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além dessas lojas, fica autorizada a volta das atividades do Sistema S. Dele fazem parte os serviços nacionais de Aprendizagem Industrial (Senai); do Comércio (Sesc); da Indústria (Sesi); de Aprendizagem do Comércio (Senac); de Aprendizagem Rural (Senar); de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop); de Transporte (Sest); de Aprendizagem do Transporte (Senat); e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A liberação de todas as atividades comerciais descritas passam a valer a partir da data de publicação do decreto.
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Fábrica Social vai comprar material para a confecção de máscaras
Em caráter emergencial e solidário, o retorno das atividades do Programa Fábrica Social foi autorizado pela Secretaria de Educação do Distrito Federal. A ideia, a princípio, é produzir máscaras cirúrgicas e outros materiais do segmento hospitalar para proteção dos servidores da Saúde, bombeiros, idosos em situação de vulnerabilidade e da Segurança Pública. Nesta quinta-feira (9/4), a SEEDF lançou o aviso de dispensa de licitação no Diário Oficial do DF para a compra urgente de tecido não tecido (TNT), lastex, amarrilho plástico e agulhas para a produção dos insumos necessários à proteção da saúde no combate à pandemia da covid-19. Desde terça-feira, (7/4) as 140 alunas do Programa já voltaram as atividades (70 no período da manhã e 70 à tarde). Foram produzidas 3 mil máscaras cirúrgicas e 2 mil de pano até agora. “Com o retorno das atividades ampliamos a capacidade de produção destes insumos. As nossas alunas estão cumprindo uma missão extraordinária: cada máscara produzida é uma vida que pode ser salva. Todas estão atuando sob as normas de segurança, com orientações do Corpo de Bombeiros, o uso de máscaras e toda a assepsia necessária”, esclarece a subsecretária de Integração Social, Thereza de Lamare. Nas quartas-feiras, os bombeiros vão até à Fábrica Social para conversar e orientar sobre o coronavírus com as alunas, todas com menos de 60 anos e fora do grupo de risco. Elas têm a oportunidade de tirar dúvidas e os profissionais de observar e identificar qualquer sintoma, para tomar as providências, caso necessário, e, assim, evitar qualquer risco de disseminação. Além disso, estão mantendo a distância recomendada umas das outras para trabalhar. “Cada aluna pode chegar a produzir em média de 70 a 100 máscaras por dia. No entanto, elas estão se adaptando ao tipo de material, à forma como deve ser costurado, para, aos poucos, irem adquirindo as habilidades necessárias para alcançar a meta. Estamos em fase de planejamento para destinações e prazos. Temos um compromisso de atender a Secretaria de Saúde, neste primeiro momento”, conta a subsecretária. Para dispensa de licitação A compra dos materiais pela SEEDF, autorizada no DODF desta quinta-feira, está estimada em R$ 141.311,69. Os interessados na venda dos materiais para a Secretaria de Educação terão até às 15 horas do dia 13 de abril para enviar documentação e proposta ao e-mail: pregoeiro.gdf@gmail.com ou entregar na sala nº 104 do endereço: SBN Quadra 02 Bloco C – Edifício Phenícia, Asa Norte. *Com informações da Secretaria de Educação
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Vigilância Sanitária orienta feirantes sobre cuidados durante a pandemia
Para combater o coronavírus e evitar a disseminação da doença durante a Semana Santa, todas feiras permanentes do Distrito Federal estão sendo fiscalizadas pela Vigilância Sanitária até segunda-feira (13), com foco principal nas peixarias. O objetivo é orientar os feirantes sobre os cuidados indispensáveis para reduzir os riscos de contaminação, como manter o distanciamento entre as pessoas e fornecer álcool em gel aos clientes. Nesta quarta-feira (8), durante uma das inspeções na Feira Permanente de Taguatinga, a Vigilância Sanitária encontrou alguns estabelecimentos descumprindo as normas de segurança e prevenção ao coronavírus. Entre elas, a dificuldade de feirantes manterem a distância em espaços fechados, além do uso incorreto de máscaras pelos vendedores. “Só se pega na parte de trás da máscara, e não na parte de frente. E as que são transparentes, com uma camada só, protegem muito pouco. É recomendável pelo menos um filtro de TNT, que resolve melhor. Mas o uso delas, por si só, não elimina a necessidade de manter a distância”, orientou o gerente de Alimentos da Vigilância Sanitária, André Godoy. Distância essa que também não foi respeitada pelas pessoas que circulavam na feira. Apesar de um dos estabelecimentos ter feito divisórias com fita adesiva no chão, para facilitar que os visitantes mantivessem o distanciamento, a iniciativa não foi respeitada. Mesmo situação pode ser observada para a placa com informações, ignorada pelos consumidores que se escoravam nos balcões. “A Semana Santa está chegando e as peixarias vão ficar mais cheias. Por isso, estamos pedindo para higienizarem os balcões a cada 30 minutos e respeitar o distanciamento de dois metros nas filas. Se tiver aglomerações, evitem ir à feira ou levar a família, especialmente idosos. Lembrando que o melhor fiscal nesse momento é a população”, alertou o gerente. Todos orientações para as feiras permanentes durante a pandemia foram descritas na nota técnica elaborada pela Gerência de Alimentos da Diretoria de Vigilância Sanitária. Cópias do documento foram entregues na Feira Permanente de Taguatinga um dia antes da ação. Segurança O feirante Paulo Frazão considera a fiscalização importante para garantir uma segurança a mais aos trabalhadores e a população. Ele trabalha no estabelecimento que promoveu a iniciativa de separar com fitas adesivas os espaços para cada pessoa ficar. “Estamos tentando organizar, respeitando o distanciamento, usando álcool em gel e máscaras. Mas essa presença física da Vigilância Sanitária ajuda bastante, para mostrar como temos que nos prevenir”, disse Paulo. “É importante que a população e os estabelecimentos realmente sigam as orientações técnicas. É o momento de cada um fazer sua parte, com distanciamento social, lavar as mãos com água e sabão, para que possamos, juntos, enfrentar e superar essa pandemia”, destacou a gerente de Apoio à Fiscalização da Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa), Márcia Olivé. De acordo com a gestora, 18 notas técnicas foram elaboradas para cada estabelecimento que oferece serviços essenciais a população, com o objetivo de impedir a disseminação da Covid-19. “É necessário que cumpram com o recomendado. Em março, atendemos 146 denúncias de ouvidorias e descobrimos oito estabelecimentos fabricando de forma clandestina álcool em gel, sendo autuados e interditados”, informou a gerente. Reabertura As 23 feiras permanentes do Distrito Federal voltaram a receber clientes no dia 4 de abril. Os espaços foram retomados após a publicação do Decreto n°40.587, que autoriza o funcionamento desses locais, neste momento, exclusivamente para a comercialização de gêneros alimentícios de consumo humano ou animal. A abertura foi feita de forma consciente e segura, pois o Governo do Distrito Federal higienizou as feiras como medida de combate à proliferação da Covid-19. O público também tem recebido todas as orientações, inclusive com aferição de temperatura na entrada das feiras feita pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). Os procedimentos são necessários para garantir que tudo transcorra com a maior segurança. * com informações da Secretaria de Saúde
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