PMAD – Pesquisa Metropolitana por Amostra de Domicílios
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Outubro Verde: boletim reforça a importância da prevenção da sífilis
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), por meio da Gerência de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis (Gevist), divulgou o Boletim Epidemiológico da Sífilis, que reúne dados sobre a infecção e informações sobre prevenção, testagem e tratamento na rede pública. O documento apresenta um panorama sobre o cenário da infecção entre os anos de 2021 e 2025, destacando a reemergência da doença no território e o impacto das ações de vigilância epidemiológica e pré-natal. Panorama epidemiológico no DF Teste de sífilis: infecção afeta predominantemente homens, com uma proporção de aproximadamente dois casos masculinos para cada um feminino | Foto: Divulgação Os dados revelam que a sífilis adquirida teve o crescimento mais expressivo na série histórica recente, registrando um aumento de 96,7% na taxa de detecção, ao passar de 69,4 para 136,5 casos por 100 mil habitantes no período analisado. A infecção afeta predominantemente homens, com uma proporção de aproximadamente dois casos masculinos para cada um feminino. Jovens de 20 a 29 anos e moradores das regiões de saúde Oeste e Sul são os mais atingidos. Em relação às gestantes, a taxa de detecção cresceu 47,5% no período analisado, alcançando 38,5 casos por mil nascidos vivos em 2025, com 1.342 mulheres diagnosticadas. Por outro lado, houve avanços importantes na assistência pré-natal: 51,9% das notificações em gestantes ocorreram no primeiro trimestre de gravidez e 93,4% das pacientes receberam o tratamento adequado com penicilina benzatina. Já os casos de sífilis congênita, transmitida durante a gestação, registraram queda de 16,7% no período analisado, chegando a 7,5 por mil nascidos vivos e alcançando uma taxa de evitabilidade de 80,5%. Contudo, a vigilância alerta para a gravidade dos desfechos desfavoráveis, uma vez que 16,9% dos casos resultaram em aborto, natimorto ou óbito, além de ter sido identificada uma redução na realização de exames complementares no recém-nascido. Como a sífilis se manifesta? Causada pela bactéria Treponema pallidum, a sífilis é uma infecção sistêmica, crônica e curável, que se manifesta alternando estágios de atividade e latência. Na fase inicial, surge uma ferida única no local de contágio, que desaparece espontaneamente mesmo sem tratamento. Isso pode gerar uma falsa impressão de cura e permite que a pessoa continue transmitindo a infecção sem saber. Em fases subsequentes, podem surgir manchas pelo corpo, além de períodos assintomáticos em que o diagnóstico é feito apenas por exames de sangue. Se não tratada, a doença pode evoluir, após anos, para complicações graves nos sistemas nervoso e cardiovascular. Durante a gestação, pode causar sérias consequências ao feto, incluindo prematuridade e sequelas congênitas. Como prevenir, testar e tratar A principal forma de controle da doença é a interrupção da cadeia de transmissão por meio do diagnóstico e do tratamento precoces, oferecidos gratuitamente em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal. A Secretaria de Saúde orienta que toda a população sexualmente ativa use preservativo de forma correta e frequente e realize testes rápidos para sífilis, HIV e hepatites virais ao menos uma vez ao ano ou após qualquer exposição de risco. Em caso de suspeita ou confirmação de gravidez, as mulheres devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência para dar início ao pré-natal e realizar a testagem durante a gestação. O diagnóstico e o tratamento das parcerias sexuais também são importantes para evitar reinfecções e proteger a saúde do bebê. Serviço: ⇒ Obtenha mais informações na sua UBS de referência (Clique aqui e descubra qual é a sua). *Com informações da SES-DF
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Delegação do Distrito Federal é convocada para os Jogos da Juventude 2026
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A delegação do Distrito Federal foi convocada para os Jogos da Juventude 2026, que serão disputados entre os dias 15 de outubro e 4 de novembro, em Foz do Iguaçu, no Paraná. Dada a importância da participação dos estudantes do DF e a necessidade de cumprimento da legislação aplicável, os atletas foram definidos com base na classificação final dos 66º Jogos Escolares do Distrito Federal (JEDF), realizados neste ano. A publicação saiu no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) dessa quinta-feira (1º/10), nomeando 187 estudantes-atletas que disputarão medalhas na competição, acompanhados de 33 técnicos. No ano de 2025, foram convocados 180 atletas para participar do torneio. Na ocasião, o Distrito Federal levou para casa 24 medalhas. Dentre as 20 modalidades esportivas disputadas estão atletismo, judô, taekwondo, tênis de mesa, triatlo, águas abertas, natação, badminton, ciclismo, wrestling, handebol, voleibol, ginástica artística, ginástica rítmica, tiro com arco, basquetebol, futsal, vôlei de praia, esgrima, remo virtual indoor, entre outros. Em 2025, foram 4.700 competidores nos Jogos da Juventude, sendo 2.368 meninas e 2.332 meninos, equidade de gênero que será mantida na edição de 2026 | Foto: Divulgação/SEEDF Os estudantes-atletas do DF devem ficar atentos, pois o kit com os uniformes, bolsa de viagem, mala, entre outros itens, será entregue no dia 14 de outubro na reunião de pais e atletas na Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). Um novo capítulo para o esporte Este ano, os Jogos da Juventude serão realizados pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) em parceria com o Governo do Paraná e a Prefeitura de Foz do Iguaçu. Nesta edição, o evento reunirá cerca de cinco mil atletas, um recorde na quantidade de estudantes-atletas, de 13 a 17 anos, das 27 unidades federativas e de três delegações internacionais que também participarão: Argentina, Japão e Paraguai. Em 2025, foram 4.700 competidores, sendo 2.368 meninas e 2.332 meninos, equidade de gênero que será mantida na edição de 2026. O esporte desempenha um papel fundamental na formação dos estudantes-atletas ao promover valores como disciplina, respeito, responsabilidade, cooperação e superação. As competições proporcionam oportunidade de integração, troca de experiências com estudantes de outros estados e países, além do desenvolvimento pessoal, permitindo que os jovens aprendam a enfrentar desafios, vitórias, derrotas e fortaleçam o espírito de equipe. *Com informações da SEEDF
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Hemodiálise no Hospital Cidade do Sol já soma 436 sessões e amplia cuidado a pacientes internados
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Desde março, pacientes internados no Hospital Cidade do Sol (HSol) que precisam de hemodiálise podem realizar o tratamento sem aguardar a disponibilidade de leito em outra unidade da rede. Em seis meses, o novo serviço realizou 436 sessões e atendeu 32 pacientes, incorporando a terapia à assistência oferecida dentro do próprio hospital. Antes da implantação, quem tinha indicação para hemodiálise precisava aguardar um leito em unidades que ofereciam o tratamento, como o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) ou o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A transferência era necessária para garantir a continuidade da assistência e dependia da disponibilidade de vagas. Com o serviço em funcionamento desde 25 de março, o tratamento passou a ser realizado enquanto o paciente permanece sob os cuidados da equipe do HSol. Atualmente, oito pessoas estão em acompanhamento e são realizadas, em média, 24 sessões por semana. “Não precisar transferir o paciente para outra unidade significa mais conforto, além de reduzir custos com transporte e contribuir para a otimização do leito”, explica o chefe do Núcleo de Enfermagem do HSol, Leandro Queza. Antes de o HSol contar com a hemodiálise, pacientes precisavam aguardar um leito em unidades que ofereciam o tratamento, como o Hospital de Base ou o Hospital Regional de Santa Maria | Foto: Divulgação/IgesDF "Esses primeiros seis meses mostram que estamos construindo um serviço que tem impacto direto na assistência e, principalmente, na experiência do paciente” Julia Gurgel, gerente do HSol A estrutura conta atualmente com uma enfermeira, um técnico de enfermagem e quatro médicos nefrologistas. Segundo a equipe, não houve registro de intercorrências graves nas 436 sessões realizadas durante os primeiros seis meses. Os pacientes acompanhados pelo serviço tiveram diferentes evoluções clínicas. Alguns receberam alta e passaram a realizar hemodiálise em clínicas especializadas, outros tiveram indicação para diálise peritoneal e também houve casos em que a recuperação da função renal permitiu a continuidade do acompanhamento com tratamento conservador. Para a gerente do HSol, Julia Gurgel, oferecer a terapia dentro da unidade beneficia o paciente e também contribui para a organização do fluxo assistencial. “Quando conseguimos oferecer a hemodiálise dentro do próprio Hospital Cidade do Sol, damos um passo importante para garantir mais continuidade ao cuidado", observa. "Para o paciente, significa não precisar aguardar uma transferência para ter acesso a um tratamento essencial." Para a gestão do Hsol, destaca a gerente, a hemodiálise permite também organizar melhor o fluxo assistencial e utilizar os recursos da rede de forma mais eficiente. "Esses primeiros seis meses mostram que estamos construindo um serviço que tem impacto direto na assistência e, principalmente, na experiência do paciente”, avalia. Nefrologia também apoia as UPAs A atuação da equipe de nefrologia vai além dos pacientes internados no Hospital Cidade do Sol. Por meio da telemedicina, os especialistas também dão suporte às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Distrito Federal. Somente em 2026, a equipe respondeu a 1.208 pareceres relacionados a pacientes atendidos nas UPAs. O fluxo começa quando uma unidade identifica a necessidade de avaliação especializada. A solicitação é encaminhada à equipe de Telemedicina, e os médicos analisam o caso e orientam os profissionais sobre a conduta mais adequada. Para a chefe do Serviço de Nefrologia, Juliana Alves, os primeiros meses representam também o início de uma estrutura que ainda pode avançar. “Meu muito obrigado a cada um que se esforça para tudo isso acontecer da melhor forma possível. Espero que um dia o serviço cresça e a gente possa olhar para este início com saudosismo e orgulho”, agradece. *Com informações do IgesDF
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