GDF na Sua Porta chega ao Gama e a Ponte Alta com mais de R$ 17 milhões em investimentos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Entre os dias 21 e 25 de setembro, Gama e Ponte Alta recebem o programa GDF na Sua Porta. Esta é a 18ª edição da iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) que leva à população serviços públicos por meio de gabinetes móveis, além de benfeitorias, zeladoria e assinatura de ordens de serviço — desta vez, mais de R$ 17 milhões foram aplicados nas regiões administrativas (RAs). Na segunda-feira (21/9), a governadora Celina Leão assinou 27 ordens de serviço a fim de viabilizar intervenções nas RAs e participou do lançamento do programa, cuja estrutura foi montada no Setor Central do Gama, próximo à rodoviária. Durante o lançamento da 18ª edição do GDF na Sua Porta, a governadora enfatizou: “O mais importante desse programa é que ele traz todas as secretarias e fica durante uma semana aqui na cidade com todos os serviços públicos” | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília “O mais importante desse programa é que ele traz todas as secretarias [do GDF] e fica durante uma semana aqui na cidade com todos os serviços públicos; aproxima muito o governo do cidadão para que a gente possa ouvir onde e o que nós precisamos melhorar”, comentou a chefe do Executivo, ressaltando a disponibilidade de serviços como vacinação, implante de métodos contraceptivos (Implanon) e castração de animais. Ela citou a oferta de serviços como vacinação, implante de métodos contraceptivos (Implanon) e castração de animais. Também é destaque, nesta edição do programa, a construção de um Centro de Educação de Primeira Infância (Cepi) na EQ 5/11, que atenderá a 188 crianças de 4 meses a 3 anos de idade em tempo integral, com investimento de aproximadamente R$ 5 milhões. “Acho que essa política pública tem que estar na porta da casa do cidadão, e nós não temos falta de vagas [em creches]”, afirmou Celina. “Temos o Cartão Creche, mas não paramos de construir as nossas próprias creches para a gente ter uma rede própria que possa atender nossas crianças.” A cerimônia de assinatura das ordens de serviço — 18 para o Gama e nove para a Ponte Alta — foi realizada na Administração Regional do Gama. Para a Ponta Alta, foram as primeiras ordens de serviço assinadas desde que o local se tornou a 37ª região administrativa (RA) do Distrito Federal, em 3 de julho deste ano. Serviços para a população A comerciante Isabel da Silva elogiou os serviços: “Quando você tem um movimento desse, que você pode encontrar várias coisas num só lugar, ajuda muito” Quem aproveitou os serviços disponíveis foi a comerciante Isabel Cristina da Silva, de 47 anos. Mãe de um filho autista, ela foi ao evento em busca de informações que pudessem contribuir para o tratamento do menino e aproveitou também outros serviços oferecidos no local. “Peguei absorventes aqui”, relatou. “O pessoal me abordou, perguntaram se eu tinha interesse e eu falei que sim”. Para a comerciante, iniciativas que reúnem diferentes serviços em um só lugar são importantes para a população. “O Gama estava muito abandonado nessa área de acolhimento da população; então, quando você tem um movimento desse, que você pode encontrar várias coisas num só lugar, ajuda muito”, avaliou. Rosana Reis, recepcionista: “É mais perto de casa, a gente não precisa fazer vários deslocamentos para poder ter acesso a esses serviços” Desempregada há mais de um ano, a recepcionista Rosana Reis, 59, conseguiu uma entrevista de emprego um dia antes do lançamento do programa na cidade. Ela soube do evento por meio da agência do trabalhador e aproveitou a oportunidade para acessar outros serviços oferecidos no local. “Hoje eu consegui uma cesta básica e já vou ali fazer um exame de vista”, comentou. “É muito bom esse tipo de evento aqui. É mais perto de casa, a gente não precisa fazer vários deslocamentos para poder ter acesso a esses serviços”. O programa Criado em março deste ano como primeiro ato oficial da governadora Celina Leão, o GDF na Sua Porta leva gabinetes móveis e serviços públicos às regiões administrativas. A iniciativa ouve os moradores, identifica prioridades locais e articula a atuação de órgãos e entidades para atender às demandas apresentadas. Com o Gama e a Ponte Alta, o programa chega à 18ª edição. Ao todo, a governadora assinou 397 ordens de serviço para obras e manutenção da infraestrutura urbana, definidas a partir das demandas da população e do levantamento feito pelas administrações regionais. Veja abaixo as ordens de serviço assinadas até o momento. Itapoã: 17 Paranoá: 30 Riacho Fundo II: 31 Samambaia: 27 Colônia Agrícola 26 de Setembro: 9 Ceilândia: 35 Planaltina: 24 Plano Piloto: 21 São Sebastião: 17 Recanto das Emas: 15 Estrutural: 19 Sobradinho I e II: 35 Sol Nascente/Pôr do Sol: 19 Taguatinga: 17 Guará: 20 Santa Maria: 18 Brazlândia: 16 Gama e Ponte Alta: 27 Confira a lista completa de ordens de serviço assinadas para o Gama e para a Ponte Alta. Gama: 18 Implantação e manutenção de 7 pontos de encontro comunitário (PECs): R$ 338 mil Implantação e reforma de 3,9 km de calçadas: R$ 1,5 milhão Implantação de 2 parquinhos em novo modelo: R$ 590 mil Reforma de quadra poliesportiva: R$ 250 mil Implantação de 9 novos pontos do programa De Cara Nova: R$ 180 mil Implantação de 31 novos redutores de velocidade: R$ 121,5 mil Reforma de 8 praças: R$ 80 mil Reforma de 1.700 m² de área gramada: R$ 50 mil Reparo asfáltico com fresagem em cerca de 3,5 km de vias: R$ 5,6 milhões Implantação de pista de cooper na Praça do Castelinho: R$ 600 mil Recuperação e implantação de meios-fios: R$ 199 mil Realização de podas de árvores Consertos de buracos em vias: R$ 1 milhão Construção de muro de arrimo no Setor Norte: R$ 250 mil Implantação de rede de água tratada no Lote 3 do Engenho das Lages Interligação de Estação de Tratamento de Água (ETA): R$ 149 mil Implantação de iluminação em LED na nova Feira dos Goianos ao lado da UPA, na Quadra 2 do Setor Norte e na Praça 4 do Setor Sul Construção de Centro de Educação da Primeira Infância - R$ 5 milhões. Ponte Alta: 9 Implantação de 2 PECs: R$ 300 mil Implantação de 1 parquinho em novo modelo: R$ 390 mil Implantação de 3 novos redutores de velocidade: R$ 31 mil Implantação de calçadas Implantação de rede de água tratada no Residencial Paraíso Realização de podas de árvores Implantação de iluminação em LED nos conjuntos S, R e N do Residencial Paraíso e na Avenida Buritis, nas proximidades do balão do São Francisco, na Ponte Alta Norte Criação e adequação de bolsões de retenção de águas pluviais na Ponte Alta Norte: R$ 1 milhão; Recuperação e manutenção de estradas rurais da Ponte Alta: R$ 300 mil.
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Acordo permite cruzar investigações policiais com cadastro de trabalhadores e empreendedores
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) firmaram cooperação mútua para o tratamento e o compartilhamento de dados e informações do sistema e-Trabalho, plataforma utilizada pelo GDF para a gestão de dados relacionados a trabalhadores, empregadores, empreendedores e beneficiários de programas de qualificação e inclusão produtiva. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a atuação da segurança pública, permitindo à PCDF o acesso direto a informações cadastrais que possam contribuir para a apuração de infrações penais e para a produção de inteligência de segurança pública. Entre os dados que poderão ser acessados pela Polícia Civil do DF estão os cadastros de trabalhadores e empregados do sistema público de emprego do Distrito Federal, empreendedores urbanos e rurais, entidades qualificadoras e outras informações cadastrais disponíveis na plataforma. A cooperação também prevê que a PCDF possa, quando solicitada pela Sedet, auxiliar na apuração da veracidade de dados ou documentos apresentados por usuários dos serviços, observadas as restrições previstas no acordo, especialmente quanto a informações relacionadas a terceiros. O compartilhamento seguirá protocolos de segurança da informação e regras de confidencialidade. A PCDF utilizará os dados exclusivamente para atividades de segurança pública, inteligência, investigação e repressão de infrações penais, sendo vedada a comercialização, cessão, empréstimo ou transferência das informações a terceiros. A parceria também estabelece responsabilidades para os dois órgãos quanto à guarda, segurança e confidencialidade dos dados, além da observância da legislação aplicável à proteção de dados pessoais e dos respectivos limites legais para o tratamento das informações. A cooperação terá vigência de 24 meses, a contar da publicação da Portaria Conjunta nº 10, de 15 de setembro de 2026, podendo ser prorrogada, alterada ou revogada mediante novo ato. *Com informações da PCDF
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Saúde regulamenta vacinação extramuros para ampliar cobertura e promover equidade no DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Saúde (SES-DF) normatizou as diretrizes para a realização de ações de vacinação extramuros, estratégias de imunização realizadas fora das unidades de saúde da rede. A nova regulamentação busca aproximar as vacinas do cotidiano da população, otimizar recursos e priorizar quem mais precisa. A principal inovação da norma é a criação de uma ordem de prioridade. A organização admite flexibilidade técnica em situações de emergência e orienta o planejamento das regiões de saúde para que os imunizantes cheguem primeiro aos contextos de maior risco e vulnerabilidade socioeconômica. “A norma traça diretrizes para toda a rede de saúde, pautando-se nos princípios da equidade, na situação vacinal de cada território e no cenário epidemiológico do DF. A medida combate as barreiras de acesso que muitas vezes impedem os cidadãos de se deslocarem até uma unidade de saúde”, ressalta a gerente da Rede de Frio do DF, Tereza Luiza Pereira. A nova regulamentação busca aproximar as vacinas do cotidiano da população, otimizar recursos e priorizar quem mais precisa | Foto: Divulgação Prioridades A escala estabelecida coloca no topo as ações de vacinação imediatas diante de surtos ou epidemias. Na sequência, estão o atendimento em escolas públicas, privadas e creches, bem como em instituições de longa permanência para idosos e serviços de acolhimento para pessoas com deficiência. A prioridade se estende, ainda, a comunidades indígenas, abrigos para pessoas em situação de rua, unidades de privação de liberdade, regiões carentes ou de difícil acesso geográfico e pontos de grande circulação urbana, como aeroporto, rodoviária interestadual, feiras, shoppings e centros comerciais. Além de conferir maior agilidade no combate a surtos, a vacinação extramuros passa a integrar a rotina nos locais de trabalho, estudo e convivência. As ações devem seguir exigências de segurança vacinal, que incluem a manutenção da cadeia de frio para conservação das vacinas e o registro obrigatório de cada dose aplicada nos sistemas oficiais do Programa Nacional de Imunizações. Adequação à nova norma A portaria entrará em vigor 180 dias após sua publicação. Durante esse período de adequação, a SES-DF disponibilizará orientações complementares, fluxos operacionais e modelos padronizados para preparar todas as regiões de saúde do DF. Nesse intervalo, as áreas técnicas de imunização elaborarão seus planejamentos regionais específicos e poderão firmar parcerias estratégicas com órgãos públicos, instituições de ensino e entidades da sociedade civil para viabilizar as ações no território. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Farmácias públicas: novas regras organizam prescrição e retirada de medicamentos na rede
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Está em vigor a Portaria nº 117, de 20 de setembro de 2026, que atualiza e consolida normas relacionadas à prescrição, ao fornecimento e à dispensação de medicamentos, produtos para a saúde e alimentos nas farmácias ambulatoriais da rede pública de saúde do Distrito Federal. O objetivo é facilitar e organizar o acesso dos usuários aos insumos. O documento é válido para a Atenção Primária à Saúde (APS) e a Atenção Ambulatorial Especializada, com regras para as unidades básicas de saúde (UBSs), centros de atenção psicossocial (Caps), policlínicas, centros especializados e farmácias do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf). A medida substitui a Portaria nº 250, de dezembro de 2014. Portaria vale para UBSs, Caps, policlínicas, centros especializados e farmácias do Componente Especializado | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde Prescrições e atendimento Além de atualizar regras já existentes, a norma estabelece procedimentos para facilitar e organizar o acesso dos usuários aos medicamentos e demais itens fornecidos pela rede. Entre as novidades está a aceitação de prescrições eletrônicas, desde que atendam à legislação vigente. Para ser aceita, a prescrição de medicamentos deve estar legível e não pode apresentar rasuras que prejudiquem o entendimento da solicitação. A receita deve conter informações como identificação da unidade de saúde responsável pela prescrição; nome completo do usuário; nome, concentração e forma farmacêutica do medicamento; quantidade, via de administração, posologia ou modo de usar; duração do tratamento; data de emissão; e assinatura e carimbo do profissional de saúde responsável. Na falta do carimbo, podem constar o nome legível do profissional, o número de inscrição no respectivo conselho de classe e a assinatura. A normativa também reforça a necessidade de apresentação de documento oficial de identificação com foto para a retirada dos itens solicitados. Em caso de receitas direcionadas a menores de idade, a Certidão de Nascimento original pode ser apresentada. Na ausência do documento de identificação por motivo de furto, roubo ou perda, o usuário poderá apresentar o boletim de ocorrência. O novo texto garante, ainda, atendimento a pessoas privadas de liberdade, em situação de rua e indígenas que não possuam documentos de identificação. Nesses casos, o acesso é assegurado mediante a apresentação dos documentos específicos previstos para cada nível de atenção à saúde. Quando uma prescrição não puder ser atendida por não cumprir os requisitos previstos, o farmacêutico deverá orientar o usuário sobre o motivo e encaminhá-lo ao profissional, com justificativa por escrito quando aplicável. A medida busca esclarecer quais providências devem ser tomadas para a continuidade do atendimento. Entrega nas UBSs Uma das diretrizes previstas é que uma receita atendida parcialmente por uma UBS poderá ser complementada posteriormente em qualquer outra farmácia de UBS da rede, desde que sejam respeitados o prazo de validade da receita e as exigências de documentação. A possibilidade não se aplica aos medicamentos sujeitos a controle especial. Para ser aceita, a prescrição de medicamentos deve estar legível e não pode apresentar rasuras que prejudiquem o entendimento da solicitação Caps, policlínicas e farmácias especializadas As farmácias dos Caps, das policlínicas e dos centros especializados, além da Farmácia Oncológica do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), da Farmácia Ambulatorial do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e das farmácias do Ceaf, seguem as regras gerais de identificação e apresentação de receitas previstas na portaria. Em algumas situações, também será necessária a apresentação de formulários específicos para a dispensação do item. No caso dos Caps, o fornecimento de medicamentos é destinado aos usuários acompanhados pela própria unidade. A quantidade pode corresponder a até 60 dias de tratamento, conforme a posologia prescrita. Nas farmácias ambulatoriais das policlínicas e dos centros especializados, a entrega de medicamentos e produtos para a saúde pode ocorrer por até 30 dias de tratamento, conforme a prescrição e o fator de embalagem. As receitas podem ser emitidas por serviços públicos ou privados, desde que atendam às exigências da portaria e aos protocolos clínicos assistenciais do DF. Para os fármacos do grupo oncológico, a distribuição ocorre na unidade de referência do usuário, mediante apresentação de receituário médico com o número da Apac-Onco do hospital, assinatura do responsável e duração do tratamento autorizado. No âmbito do Ceaf, a solicitação dos medicamentos pode ser realizada virtualmente por meio do Ceaf Digital. Os pacientes que não conseguirem fazer o cadastro online podem solicitar atendimento presencial para essa finalidade pelo telefone 160, opção 3. Na data agendada, a pessoa deverá comparecer à unidade indicada, levando a documentação obrigatória. O fornecimento de medicamentos no Ceaf é realizado após as etapas de solicitação, avaliação e autorização. Os medicamentos também podem ser retirados por representantes previamente cadastrados. Cada usuário pode indicar até cinco pessoas maiores de 18 anos como representantes. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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