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Programa Conectadas abre 140 vagas gratuitas para impulsionar mulheres na tecnologia no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O programa Conectadas abriu inscrições para 140 vagas voltadas para a formação de mulheres no mercado de tecnologia no Distrito Federal. Com início previsto para 2 de outubro, a iniciativa terá capacitações distribuídas em duas trilhas, entre outubro e novembro deste ano. O objetivo é ampliar a presença feminina nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. As inscrições podem ser feitas até quarta-feira (16) pelo site oficial do programa. As formações presenciais serão realizadas no Hub de Empreendedorismo, localizado no 4º andar do Estádio Nacional Mané Garrincha, enquanto parte das atividades ocorrerá online, permitindo a participação de mulheres de diferentes regiões do DF e do Entorno. O programa é dividido em duas jornadas: Conectadas Universidade, para universitárias; e Conectadas Mulheres, para mulheres acima de 18 anos | Foto: Divulgação O programa é dividido em duas jornadas, com públicos e conteúdos distintos. A primeira, batizada de Conectadas Universidade, oferece 50 vagas para estudantes de graduação a partir do segundo período em cursos das áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, na modalidade presencial ou EAD. Ao longo de 80 horas, as participantes terão aulas voltadas para competências técnicas e comportamentais, mentorias individuais e coletivas, preparação de currículo e de perfil no LinkedIn, um bootcamp de inovação e um hackathon com premiação. Já a trilha Conectadas Mulheres na TI concentra 90 vagas e é voltada a mulheres a partir de 18 anos interessadas em qualificação, letramento digital ou transição de carreira para a tecnologia. A formação, também com carga de 80 horas, passa por fundamentos de TI, lógica de programação, Python, Git/GitHub, SQL, dados, computação em nuvem (AWS) e inteligência artificial generativa. A jornada é encerrada com a apresentação de um produto digital em um Demo Day. As selecionadas terão acesso a professoras com atuação no mercado de TI, emissão de certificado de conclusão, destaque para os melhores projetos desenvolvidos durante as formações e entrega de kits estudantis para as alunas com melhor desempenho. As participantes também passam a integrar a Rede Alumni Conectadas. Serviço Conectadas – Formação de mulheres para a tecnologia Vagas: 140 gratuitas Data: 2 de outubro de 2026 Local: Hub de Empreendedorismo – 4º andar do Estádio Nacional Mané Garrincha Modalidade: presencial e on-line Inscrições: até 16 de setembro Informações: hubconectadas.com.br   *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Informação (Secti-DF)  

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Distrito Federal é líder nacional em pesquisa científica pelo segundo ano consecutivo

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Distrito Federal ocupa o 1º lugar nacional em Pesquisa Científica no Ranking de Competitividade dos Estados 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O indicador faz parte do pilar Inovação do levantamento. O DF alcançou 34 pontos, de um máximo de 42, à frente de Pernambuco e Espírito Santo, ambos com 31 pontos. O resultado apresentado no Relatório Técnico do Ranking de Competitividade dos Estados representa a manutenção de uma liderança já registrada na edição de 2025, quando o Distrito Federal também ocupou a primeira posição do país nesse indicador, com 36,3 pontos de um máximo de 42. Mas o que esse primeiro lugar significa na prática? O indicador compara o desempenho das universidades de cada unidade da Federação na área de pesquisa científica. A pontuação tem como base o desempenho dessas instituições no Ranking Universitário Folha (RUF). O resultado expressa o desempenho conjunto das universidades do Distrito Federal em pesquisa, considerando também o tamanho de cada instituição | Foto: Divulgação/FAPDF   De onde vem a nota do DF Para chegar à pontuação de pesquisa científica de cada unidade da Federação, o ranking de competitividade utiliza dados do RUF. Primeiro, o ranking universitário atribui a cada instituição uma nota específica para pesquisa, que pode chegar a 42 pontos. A avaliação considera aspectos relacionados à produção e ao impacto científico, como publicação de artigos, citações recebidas e desempenho da produção acadêmica. Depois, o CLP reúne as notas das universidades localizadas em cada estado e no Distrito Federal. Nesse cálculo, o número de estudantes matriculados em cada instituição também é considerado: universidades com mais matrículas têm maior peso no resultado da unidade da Federação. Movimentação de estudantes no Instituto Central de Ciências (ICC), da Universidade de Brasília (UnB), uma das instituições que integram o ambiente acadêmico e científico do Distrito Federal. Foi a partir desse cálculo que o Distrito Federal chegou aos 34 pontos na edição de 2026. Isso significa que a classificação não representa a quantidade total de pesquisas realizadas no DF, nem que cada universidade local recebeu nota 34. O resultado expressa o desempenho conjunto das universidades do Distrito Federal em pesquisa, considerando também o tamanho de cada instituição. Outros destaques do DF O primeiro lugar em pesquisa científica se soma a outros resultados de destaque do Distrito Federal no levantamento. No panorama apresentado pelo CLP, o DF ocupa a 1ª posição nacional nos indicadores Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), População Economicamente Ativa (PEA) com ensino superior, avaliação da educação, atuação do sistema de Justiça Criminal e backhaul de fibra óptica. O Distrito Federal também aparece na primeira posição no indicador destinação inadequada do lixo. Apesar do nome, o resultado é positivo: como o indicador mede uma situação indesejada, a metodologia inverte a pontuação, e a primeira colocação corresponde ao menor nível de destinação inadequada de resíduos sólidos urbanos. Os resultados abrangem diferentes áreas. No caso de capital humano, por exemplo, a liderança em PEA com ensino superior indica o destaque do Distrito Federal na presença de pessoas com graduação completa entre aquelas que integram a força de trabalho. “A liderança do Distrito Federal em pesquisa científica revela a qualidade das nossas universidades e da comunidade científica local. É um resultado que também reforça a importância do investimento contínuo em pesquisadores, formação e produção de conhecimento. A FAPDF atua justamente para fortalecer esse ecossistema e ampliar a capacidade da ciência de gerar desenvolvimento e benefícios para a população”, afirma Leonardo Reisman, presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). Entre as frentes de atuação da FAPDF estão o fomento de projetos científicos e tecnológicos, o apoio a pesquisadores e instituições e iniciativas voltadas à formação de recursos humanos, à ciência, à tecnologia e à inovação. Além de pesquisa científica, o pilar Inovação considera outros indicadores, como investimentos públicos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), patentes, bolsas de mestrado e doutorado, estrutura de apoio à inovação, informação e comunicação e empresas de alto crescimento. O Ranking de Competitividade dos Estados compara as 27 unidades da Federação a partir de dez pilares relacionados a diferentes dimensões econômicas, sociais e institucionais. Na classificação geral da edição de 2026, o Distrito Federal ocupa a 6ª posição nacional. Arte: Divulgação   Sobre o Ranking de Competitividade dos Estados  Criado pelo Centro de Liderança Pública (CPL) em 2011, o Ranking de Competitividade dos Estados surgiu com o objetivo de produzir diagnósticos capazes de orientar gestores públicos e apoiar decisões baseadas em evidências. Na primeira fase, o desenvolvimento técnico ficou a cargo da Economist Intelligence Unit. Em 2015, a Tendências Consultoria Integrada passou a participar da elaboração e, desde 2021, responde integralmente pela concepção técnica do estudo.  Atualmente, o ranking analisa as 27 unidades da Federação a partir de dez pilares temáticos (Infraestrutura, Sustentabilidade Social, Segurança Pública, Educação, Solidez Fiscal, Eficiência da Máquina Pública, Capital Humano, Sustentabilidade Ambiental, Potencial de Mercado e Inovação) e 100 indicadores, permitindo identificar pontos fortes e fragilidades de cada estado em áreas como infraestrutura, educação, segurança pública, capital humano, sustentabilidade, gestão pública, mercado e inovação.  A série histórica disponibilizada pelo CLP reúne edições anuais de 2015 a 2026, com relatórios técnicos e bases de dados que permitem acompanhar a evolução dos estados ao longo do tempo.  Acesse o relatório completo de 2026 clicando aqui.   *Com informações da FAPDF

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