GDF na Sua Porta investe R$ 271 mil em primeira quadra pública de tênis de Ceilândia
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Marcus Lima, de 32 anos, mora em Taguatinga e vai a Ceilândia pelo menos três vezes por semana para jogar tênis com o filho, Fernando, de 6 anos. Os dois frequentam a quadra da Praça dos Eucaliptos, em Ceilândia Norte, reformada pelo GDF na Sua Porta. “É uma facilidade incrível. A gente não precisa ir para o Plano Piloto nem pagar para jogar em um clube. Consigo buscar meu filho na escola e já vir para cá jogar. Também trago três raquetes porque outras crianças sempre querem jogar”, conta o corretor de imóveis. José Cristino é professor de tênis e lembra que começou a dar aulas no local há um ano. Segundo ele, antes das ações do programa, a quadra era precária. “A gente improvisava a rede, jogava sem iluminação, tinha buracos no piso e o espaço era bem abandonado”, lembra. Com o GDF na Sua Porta, a quadra de 720 m² recebeu investimento de R$ 271,4 mil. Os serviços incluíram a recuperação de todo o piso, a conclusão da cerca lateral, a substituição da tela do perímetro e a aplicação de pintura de poliuretano (PU), específica para quadras de tênis. A proteção lateral também foi elevada. “A gente está conseguindo trazer mais pessoas para o tênis. Agora, com a iluminação pública, também podemos usar o espaço à noite. É um espaço de vida, um espaço de renovação”, comemora o professor de tênis. Com o GDF na Sua Porta, a quadra de 720 m² recebeu investimento de R$ 271,4 mil | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Segurança no trânsito Além da quadra, o GDF na Sua Porta também levou melhorias para o trânsito na Expansão do Setor O, em Ceilândia. Na QNO 18, a Novacap executa três novos retornos, que ocupam cerca de 450 m², além de um acesso de aproximadamente 350 m² em frente à unidade do Corpo de Bombeiros. O comandante Eduardo Dias destaca que a nova configuração cria uma saída exclusiva para as viaturas do Corpo de Bombeiros e facilita os deslocamentos da corporação. Segundo ele, o local registrava cerca de duas a três ocorrências de trânsito por mês. “Quando as viaturas saíam, havia risco de colisão porque os motoristas não sabiam se deveriam parar ou seguir. Com a nova estrutura, esse problema será reduzido e a saída das viaturas ficará mais segura”, explica. Após a conclusão das obras, a via ainda receberá sinalização horizontal para alertar os motoristas sobre a saída de emergência e evitar que veículos parem no local. Para o chefe de gabinete da Administração Regional de Ceilândia, João Marcelo, as duas ações mostram como o programa atende demandas apresentadas diretamente pela comunidade. “O GDF na Sua Porta trouxe benefícios para a população diretamente ligados à infraestrutura e à zeladoria. São obras que atendem necessidades apontadas pela própria comunidade”, afirma.
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Migrantes no DF podem buscar apoio, capacitação e orientação para acessar serviços públicos
Para quem chega a um novo país, conhecer os serviços disponíveis e encontrar caminhos para se integrar à comunidade pode ser um desafio. No Distrito Federal, migrantes podem buscar atendimento para receber orientação, apoio e encaminhamentos de acordo com suas necessidades. Diferentes serviços do GDF podem ser acessados por migrantes que procuram atendimento | Foto: Divulgação Entre os serviços disponíveis estão apoio para integração social, orientações sobre acesso a direitos, capacitações e atividades voltadas à autonomia e inclusão. O atendimento também pode ajudar o migrante a identificar outros serviços públicos adequados à sua situação. A capacitação é uma das frentes de atendimento e pode contribuir para ampliar oportunidades de inserção social e profissional. As atividades podem abordar temas relacionados a qualificação, cidadania, direitos e acesso a serviços. Também é possível buscar orientação sobre documentação e regularização migratória. Nesses casos, o atendimento auxilia na identificação do serviço responsável e no encaminhamento adequado. Para facilitar o atendimento, é recomendado reunir os documentos disponíveis, mesmo que estejam vencidos, além de protocolos e comprovantes relacionados à situação migratória. Serviço ► Apoio e orientação a migrantes Telefone: (61) 2244-1232 e-mail: getpam@sejus.df.gov.br ► Regularização e documentação migratória Telefone: (61) 2024-7402 e-mail: delemig.drex.srdf@pf.gov.br ► Atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Para registro migratório, é preciso agendamento.
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Setembro Amarelo reforça importância da escuta e do acolhimento
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Às vezes, o cuidado começa com uma pergunta simples: “Você está bem?”. Quando feita com atenção e acompanhada de uma escuta verdadeira, ela pode abrir espaço para que alguém fale sobre uma dor enfrentada em silêncio e encontre apoio para buscar ajuda. Foi com esse olhar que o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) iniciou, nesta quinta-feira (10), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), a programação do Setembro Amarelo, campanha de conscientização e prevenção ao suicídio. Promovido pelo Projeto Acolher, o bate-papo “Atos de Acolhimento – Falar, acolher e agir pode transformar histórias” reuniu psicólogos, profissionais de saúde e representantes das forças de segurança para conversar sobre sofrimento emocional, sinais de alerta e formas de abordagem. O encontro também destacou a importância de estar disponível para ouvir e ajudar quem precisa de apoio. A abertura ocorreu em uma data simbólica, 10 de setembro, Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Ao longo do mês, a campanha percorrerá diferentes unidades administradas pelo Instituto, aproximando o tema da rotina dos colaboradores. Acolher começa pela escuta Nem sempre quem enfrenta um sofrimento intenso consegue pedir ajuda de forma direta. Por isso, mudanças de comportamento podem servir de alerta para familiares, amigos e colegas de trabalho. Isolamento, alterações importantes no sono, aumento do consumo de álcool e atitudes muito diferentes do habitual estão entre os sinais que merecem atenção. O chefe da Psiquiatria do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Sérgio Cabral Filho, explicou que o sofrimento psíquico pode se tornar intenso e persistente e que, nesses momentos, contar com uma rede de apoio faz diferença. “O adoecimento mental é multifatorial e causa um sofrimento persistente. Muitas vezes, a pessoa não quer acabar com a própria vida, mas com uma dor que se tornou insuportável”, explica. Acolher sem julgamentos e ajudar na busca por assistência profissional estão entre as formas de apoio. O psiquiatra também chama atenção para a automedicação, especialmente para o uso de psicotrópicos sem acompanhamento médico. “Nem todo medicamento utilizado por um conhecido é adequado para outra pessoa. O tratamento precisa considerar as necessidades de cada paciente”, alerta. Os psicólogos do Projeto Acolher, Igor Almeida, Anamaria Pugsley e Rafaela Redusino, também participaram da conversa e reforçaram a importância de abordar a saúde mental de maneira responsável. “Falar da prevenção ao suicídio e do tratamento em saúde mental é de extrema relevância, principalmente diante do aumento do adoecimento mental da população nos últimos anos”, afirma Igor. Manifestações de desejo de desaparecer ou morrer, planejamento de suicídio e tentativa de tirar a própria vida exigem atenção imediata. Nesses casos, a orientação apresentada durante o encontro é procurar os serviços da rede de saúde, como Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e prontos-socorros. Para Igor, quem está por perto não precisa ter todas as respostas. Ouvir com respeito, não minimizar o sofrimento e ajudar a pessoa a chegar ao atendimento adequado já são formas importantes de cuidado. Representantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal também compartilharam experiências de atendimento a pessoas em situações de crise. A aproximação cuidadosa, o diálogo e a escuta ativa estão entre as estratégias utilizadas para estabelecer vínculo e ajudar a pessoa a se reconectar com referências afetivas e com sua sensação de pertencimento. Com o mote “A vida é feita de atos”, a programação do Projeto Acolher seguirá ao longo de setembro nos hospitais, UPAs e áreas administrativas do IgesDF | Foto: Divulgação/IgesDF A psicóloga Rafaela Redusino ressaltou que situações de sofrimento psíquico exigem um olhar multidisciplinar, capaz de considerar a história e as necessidades de cada pessoa antes da definição da melhor conduta. Anamaria Pugsley chamou atenção para uma atitude que está ao alcance de todos: perceber quem está ao lado. “Às vezes, perguntar se está tudo bem já faz diferença. Há momentos na vida que nos desestruturam, e os vínculos com família, amigos e pessoas especiais ajudam a ressignificar essas experiências. O colega de trabalho, com quem passamos grande parte do dia, também pode fazer parte dessa rede de apoio”, afirma. Para a técnica de enfermagem do trabalho do HRSM, Hedriane Moreira, levar essa discussão para o ambiente profissional também ajuda a construir relações mais solidárias. “É importante enxergar a dor do outro, oferecer ajuda, escuta e acolhimento. Às vezes, uma conversa pode fazer toda a diferença”, destaca. Cuidado que percorre as unidades Com o mote “A vida é feita de atos”, a programação do Projeto Acolher seguirá ao longo de setembro nos hospitais, UPAs e áreas administrativas do IgesDF. As atividades serão adaptadas à realidade de cada unidade e à rotina dos profissionais. Para a chefe do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (NUQVT), Paula Paiva, ampliar o acesso à informação é uma das principais propostas da campanha. “Nosso objetivo é levar informação de forma clara e uniforme aos colaboradores de todas as unidades do IgesDF. O bate-papo marca o início da campanha e amplia esse alcance, inclusive com a transmissão on-line, que fica disponível para acesso posterior”, explica. Segundo Paula, a proposta vai além das atividades realizadas durante o mês e busca contribuir para que os profissionais reconheçam quando precisam de ajuda e saibam como apoiar quem enfrenta um momento de sofrimento. “Queremos falar sobre saúde mental de forma aberta e responsável, com profissionais capacitados, para que os colaboradores saibam reconhecer quando precisam de ajuda e também como acolher e apoiar um colega que esteja passando por um momento de sofrimento”, reforça. O Setembro Amarelo ajuda a colocar o tema em evidência, mas o acolhimento não precisa de data para acontecer. Pode começar no corredor do trabalho, em casa ou entre amigos. Perceber uma mudança, perguntar, ouvir sem julgar e ajudar alguém a procurar assistência são pequenos atos que, no momento certo, podem transformar uma história. *Com informações do IgesDF
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Semana termina com 1,3 mil oportunidades nas agências do trabalhador
As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.396 vagas abertas nesta sexta-feira (11). As oportunidades contemplam candidatos com diferentes níveis de escolaridade, incluindo opções para quem já tem experiência e também para aqueles que buscam ingressar pela primeira vez no mercado de trabalho. Entre as vagas disponíveis, a de supervisor de lavanderia se destaca pela remuneração. O cargo oferece salário de R$ 3,5 mil, além dos benefícios, e conta com duas vagas exclusivas para pessoas com deficiência na Ceilândia. Com 155 vagas, o cargo de operador de caixa lidera entre as oportunidades disponíveis. A remuneração chega a R$ 1,7 mil, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das ofertas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam oferecer vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou por e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.
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