Drenar DF: Concluído plantio de árvores e arbustos no Parque Urbano Internacional da Paz
As árvores e arbustos que vão compor o mais novo cartão-postal de Brasília já foram plantadas. Foram distribuídas 249 plantas em 5 mil m² de área livre, sendo a maioria nativa do Cerrado, no Parque Urbano Internacional da Paz. As espécies compõem o maior programa de captação de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF). O espaço de lazer e desporto é localizado no Setor de Embaixadas Norte, próximo à via L4, em frente ao Iate Club. O paisagismo foi pensado para oferecer sombra e frutos aos visitantes. Para a oferta de sombra, foram selecionadas magnólias-do-brejo, aroeiras-vermelhas e copaíbas. As frutíferas são aceroleira, pitangueira, amoreira, jabuticabeira e goiabeira. O Parque Urbano Internacional da Paz terá árvores frutíferas e que dão sombra aos visitantes | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília O parque também contará com uma praça homônima, com 1,1 km de ciclovia e 5 mil m² de calçadas e esculturas, além de abrigar a bacia de detenção do sistema de escoamento. O projeto de construção foi desenvolvido pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), executora do Drenar DF, em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), seguindo as exigências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “O local foi todo planejado para ter visitação e funcionar como um parque, e não apenas para ter uma lagoa. A área terá 3 mil m² em pedra portuguesa e mais 2 mil m² em outro tipo de piso. Será um novo local bucólico para as pessoas virem se divertir”, afirma o diretor-técnico da Terracap, Hamilton Lourenço. A Praça Internacional da Paz será erguida ao lado do parque e terá área de 8 mil m². O chão foi construído em relevo com revestimento antiderrapante para dar mais segurança e conforto para os futuros frequentadores. A área será um novo ponto turístico da capital federal e, assim como a Praça dos Cristais, no Setor Militar Urbano, e a Praça das Fontes, na Torre de TV, poderá receber ensaios fotográficos e piqueniques, por exemplo. Dentro do parque foi construída a bacia de detenção do Drenar DF. O objetivo da estrutura é reduzir a velocidade e melhorar a qualidade do volume pluvial captado pelo sistema de drenagem, antes que chegue ao Lago Paranoá. O tanque será totalmente cercado por alambrados de aço galvanizado, com placas informativas advertindo sobre o perigo de ultrapassar a barreira. Fim de alagamentos Com investimento na ordem de R$ 180 milhões, o Drenar DF duplica a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, minimizando o efeito das chuvas. O projeto foi dividido em cinco lotes e é executado pela Terracap. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB Mané Garrincha e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras da Asa Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte.
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Mais de 300 operários atuaram em todas as etapas do Drenar DF
Sondagem de solo, escavação e montagem de túneis – essas são etapas às quais mais de 300 operários se dedicam desde o início das obras do Drenar DF, o maior programa de escoamento e captação de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF). Equipes escavam mais de 7 quilômetros de túneis para redirecionamento da água da chuva | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília No auge dos serviços, o projeto contou com 35 equipes trabalhando nos cinco lotes. Os funcionários atuam na escavação dos 7,7 quilômetros de túneis que vão direcionar a água da chuva para a bacia de detenção do Drenar DF, localizada na ponta do projeto, próxima ao Lago Paranoá. “Esse processo fez com que os serviços avançassem de forma simultânea em diferentes lotes, reduzindo prazos e otimizando os recursos disponíveis”, afirma o diretor técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho. A segurança dos mais de 300 trabalhadores também é uma prioridade durante os serviços do Drenar DF. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) fazem parte da rotina dos operários. Na lista estão capacetes, luvas e óculos. Foi seguindo todas as normas técnicas de segurança que o projeto não registrou, até o momento, acidentes. O uso dos EPIs é indispensável e protege contra quedas e exposição à poeira, dentre outras situações. Além disso, treinamentos e orientações diárias são realizados para reforçar a importância das medidas de segurança e prevenir acidentes durante as atividades. “Tanto a equipe da Terracap quanto a equipe que supervisiona a obra atuam para que as empresas obedeçam esse planejamento. Tudo isso contribui para que seja um projeto sem acidentes”, reforça Lourenço Filho. Drenar DF Com um investimento de R$ 180 milhões, o Drenar DF vai duplicar a capacidade de drenagem da Asa Norte sem modificar a rede existente, minimizando as enchentes recorrentes em todo o período de chuvas. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB Mané Garrincha e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras da Asa Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além das vias L2 e L4 Norte.
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Descarte adequado de lixo auxiliará sistema do Drenar DF
O acúmulo de resíduos sólidos em bocas de lobo e nas redes de drenagem pode comprometer o escoamento da água da chuva. Por isso, o descarte correto de lixo é essencial para o funcionamento do Drenar DF, o maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF). A primeira parte do projeto tem como objetivo minimizar alagamentos e enchentes no início da Asa Norte. Com a conscientização da população, a eficiência do sistema do Drenar DF fica assegurada, dando mais conforto e tranquilidade aos moradores de Brasília. “Nós pedimos para que a população tenha essa consciência de que lugar de lixo é no lixo. O descarte precisa ser no lugar correto para que a coleta seja feita de forma adequada pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Não ter essa consciência tem um custo ambiental muito grande”, destaca o diretor técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho. Os danos causados pelo descarte incorreto de lixo vão além de enchentes e inundações. No período chuvoso, a prática favorece a proliferação de vetores de doenças e cria abrigos para animais peçonhentos | Foto: Divulgação/ Terracap Para evitar que o lixo chegue ao Lago Paranoá, além do auxílio da população, o Drenar DF também conta com uma bacia de detenção, que faz a triagem dos materiais que chegam ao reservatório. Mesmo com as obras do projeto ainda em curso, o tanque já está em funcionamento graças à recente ligação de parte da nova infraestrutura de drenagem à rede antiga de captação. A partir dessa conexão, a água da chuva cai na rede nova, o que elimina o risco de sobrecarga do sistema antigo, uma vez que a maior parte da captação será direcionada para o sistema novo. Pelo projeto, o índice de sujeira que chega à bacia é separado da água da chuva por meio do processo de decantação. Após essa etapa, a água presente no tanque segue para os vertedores de saída do reservatório, que possuem túneis de 2,6 metros de diâmetro responsáveis por conduzir o volume até o Lago Paranoá. “A bacia funciona como um filtro. Toda a sujeira que vem carregada com a água da chuva pelas tubulações do sistema vai ser decantada para o fundo do reservatório — até pelo peso dos materiais. Então, é só depois que a água vai para o Lago Paranoá. Antes dessa obra, essa água ia direto para o lago com toda a sujeira. Agora, com o Drenar DF, existe essa contribuição com o meio ambiente”, afirma o presidente da Terracap, Izidio Santos. Mesmo com as obras do projeto ainda em curso, o tanque já está em funcionamento graças à recente ligação de parte da nova infraestrutura de drenagem à rede antiga de captação | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Descarte irregular Os danos causados pelo descarte incorreto de lixo, porém, vão além de enchentes e inundações. No período chuvoso, a prática favorece a proliferação de vetores de doenças e cria abrigos para animais peçonhentos. Materiais acumulados, como restos de concreto, madeira e outros resíduos, também podem reter água e formar criadouros para o mosquito Aedes aegypti – transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. Além disso, o acúmulo de entulho atrai ratos e outros animais, que podem ser vetores de leptospirose e outras enfermidades, aumentando os riscos à saúde pública. O descarte irregular de resíduos, incluindo os restos de obras, é uma prática ilegal e prejudicial que afeta não apenas o meio ambiente, mas também a saúde pública e a economia da cidade. No Distrito Federal, a legislação é clara: o descarte deve ser feito da maneira correta e em locais apropriados, sob pena de uma multa inicial de R$ 2.799,65 aos infratores, valor que pode ser multiplicado por dez em caso de reincidência. Além dos danos ambientais, o descarte irregular de resíduos sólidos urbanos tem um custo econômico substancial. Segundo a Associação Internacional de Resíduos Sólidos, o tratamento de doenças provocadas pela exposição ao lixo descartado inadequadamente custou aos cofres públicos do Brasil cerca de US$ 370 milhões em 2015, o equivalente a mais de R$ 2 bilhões na cotação atual. Onde descartar? No Distrito Federal, os papa-entulhos do SLU são os espaços adequados para o descarte de restos de obra, podas de árvores, móveis velhos e recicláveis. Atualmente, a capital conta com 23 equipamentos espalhados por 15 regiões administrativas: Águas Claras, Plano Piloto, Brazlândia, Ceilândia, Gama, Guará, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho, Sobradinho II e Taguatinga. Para encontrar o papa-entulho mais perto de você, basta acessar os endereços dos contêineres disponíveis no site do SLU. O atendimento ocorre de segunda a sábado, das 7h às 18h. Em casa, a orientação é separar resíduos entre lixo seco e reciclável. Eles devem ser ensacados e colocados em frente à residência, seguindo o cronograma de coleta. O transporte público coletivo é equipado com lixeiras em seu interior. Da mesma forma, o DF conta com diversos pontos de descarte em ruas e grandes avenidas.
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Conclusão de escavação e montagem de túneis vai permitir funcionamento total do Drenar DF
As obras do Drenar DF, maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF), estão se aproximando do fim. A conclusão da escavação e a montagem dos túneis são as fases finais necessárias para garantir o funcionamento total do sistema de drenagem. Atualmente, operários estão concentrados na escavação dos últimos 24 metros de solo rígido – etapa essencial para que o projeto avance. Concluída essa fase, outras ações importantes serão iniciadas, como a montagem das chapas do túnel liner, que garantirão a estrutura dos túneis, seguida pela injeção de solo-cimento, uma técnica que proporciona maior estabilidade à construção. Além disso, também será executado o concreto projetado, que vai revestir os túneis. Com um investimento de R$ 180 milhões, o Drenar DF é o maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF) | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Com a conclusão dessas etapas, o Drenar DF estará pronto para operar de forma plena. Em janeiro, foi realizada a ligação de parte da nova infraestrutura de drenagem à rede antiga de captação, com a perfuração de dois dispositivos de derivação. A partir dessa conexão, a água da chuva cai na rede nova. Esse processo elimina o risco de sobrecarga do sistema antigo, uma vez que a maior parte da captação será direcionada para o sistema novo. Drenar DF Com um investimento de R$ 180 milhões, o Drenar DF é o maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF). O projeto duplicará a capacidade de escoamento da Asa Norte sem modificar a rede existente, dando fim a enchentes recorrentes em todo o período de chuvas. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB Mané Garrincha e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras da Asa Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte.
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