Painel reúne dados sobre atendimentos a pessoas em situação de violência no DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. No mês de conscientização pelo fim da violência doméstica e familiar contra a mulher, o Agosto Lilás, a rede pública de saúde amplia seu rastreio de atendimentos às vítimas. A Secretaria de Saúde (SES-DF) passou a consolidar os dados da assistência em um único painel, que mostra detalhes, como região administrativa, gênero e faixa etária dos pacientes. "Agora, vemos, em forma de gráficos e números, o tamanho da demanda que chega para a saúde. É possível também quantificar e qualificar melhor os perfis de pessoas em situação de violência. É uma forma de desenhar a política pública", explica a assistente social da Subsecretaria de Saúde Mental da SES-DF, Elizabeth Maulaz. Perfil da violência No primeiro semestre deste ano, 3.811 pessoas passaram por um dos 17 centros de especialidades para a atenção às pessoas em situação de violência sexual, familiar e doméstica (Cepavs). É possível localizar a unidade mais próxima por meio do CEP residencial. No primeiro semestre deste ano, 3.811 pessoas passaram por um dos 17 centros de especialidades para a atenção às pessoas em situação de violência sexual, familiar e doméstica (Cepavs) | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF O Painel de Monitoramento dos Atendimentos às Pessoas em Situação de Violência permite organizar esses atendimentos. Nos gráficos, é possível verificar, por exemplo, que as mulheres são as maiores vítimas. As adultas representam 40,73% do total dos pacientes. O segundo grupo mais afetado é o de meninas (13,41%) e o de adolescentes do sexo feminino (13,15%). Só depois vêm os meninos (10,74%), adolescentes (8,90%) e adultos (8,75%) do sexo masculino. Essa predominância das mulheres entre as vítimas se mantém entre os idosos: do total de atendimentos, 3,08% foram de mulheres idosas, contra 1,24% que representam os homens. Ao todo, em seis meses deste ano, foram 16.357 (70,36%) atendimentos ao sexo feminino e 6.890 (29,64%) ao público masculino. Destaca-se que o número de atendimentos supera a quantidade de pessoas acompanhadas porque uma mesma pessoa pode receber mais de um tipo de assistência. Os dados são referentes a diferentes serviços, como terapias em grupo, atendimento multiprofissional, consultas e atividades educativas. Na visão de Maulaz, são informações que ajudam a compreender os desafios enfrentados. "A cultura é a rocha mais difícil de ser abalada em uma sociedade. Precisamos de um trabalho contínuo de sensibilização pelo fim da violência e do feminicídio." Serviços na rede pública Além dos centros especializados, a população do Distrito Federal tem à disposição outros serviços de cuidado a pessoas em situação de violência. Das unidades básicas de saúde (UBSs) às ambulâncias, passando pelas emergências dos hospitais e pelas policlínicas, os profissionais estão preparados para identificar situações de violência, seja física, psicológica ou até patrimonial. Outros atos, como abandono, negligência, trabalho infantil e tráfico de seres humanos, estão no foco da Linha de Cuidado para Atenção às Pessoas em Situação de Violência da SES-DF, lançada em 2025. O documento também prevê ações educativas tanto para servidores quanto para a sociedade. *Com informações da SES-DF
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UnDF recebe Moção de Louvor em sessão solene da Câmara Legislativa
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em celebração pelos cinco anos de inauguração da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) concedeu à instituição uma Moção de Louvor durante sessão solene realizada na última sexta-feira (14/8), no plenário da Casa. A homenagem reconheceu a relevância da universidade para a educação pública superior e sua contribuição para o desenvolvimento social do Distrito Federal. Presidida pelo deputado distrital Gabriel Magno, membro da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da CLDF, a solenidade teve como objetivo destacar a importância da UnDF e valorizar a educação pública superior no Distrito Federal. Compuseram a mesa de honra a reitora interina da UnDF, professora Fernanda Marsaro, além de representantes do Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF), da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), da seção sindical dos docentes da UnDF (SinDUnDF) e do corpo discente da universidade. A cerimônia também contou com a participação de servidores técnico-administrativos, docentes e discentes da UnDF, além de convidados ligados à área da educação. Durante os discursos, foram destacadas iniciativas da universidade voltadas à ampliação do acesso ao ensino superior público, às políticas de assistência e permanência estudantil e à valorização dos profissionais que integram a instituição, tanto das carreiras técnico-administrativas quanto docentes. *Com informações da UnDF
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Fisioterapia pélvica ajuda mulheres a retomar a rotina após cirurgias ginecológicas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A recuperação após uma cirurgia ginecológica ou uma intercorrência gestacional exige cuidados que vão além do repouso. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o serviço de Fisioterapia em Saúde da Mulher acolhe e acompanha mulheres nessas e em outras situações, contribuindo para uma recuperação mais segura e para a retomada gradual das atividades do dia a dia. Entre as abordagens oferecidas está a fisioterapia pélvica, voltada à musculatura do assoalho pélvico, responsável pela sustentação de órgãos como bexiga, útero e intestino. Alterações nessa região podem ocorrer após cirurgias, gestações e partos e provocar sintomas como incontinência urinária, dores, sensação de peso vaginal e dificuldades funcionais. Segundo a fisioterapeuta Giovanna Cassaro, muitas mulheres convivem com esses sintomas sem saber que existem formas de tratamento. "O objetivo é orientar, reabilitar e ajudá-las a identificar possíveis disfunções para que façam o tratamento adequado”, explica. Além do trabalho específico com a musculatura pélvica, o acompanhamento fisioterapêutico contribui para prevenir complicações, reduzir desconfortos e recuperar a funcionalidade, favorecendo um retorno mais seguro à rotina. Reabilitação que faz diferença Elia Elizabeth Astudillo, de 49 anos, passou recentemente por uma histerectomia total no HRSM | Foto: Divulgação/IgesDF Elia Elizabeth Astudillo, de 49 anos, passou recentemente por uma histerectomia total no HRSM. Antes da cirurgia, os sangramentos intensos afetavam diretamente sua qualidade de vida. Durante a recuperação, ela encontrou na fisioterapia mais um apoio para retomar as atividades. “Os sangramentos eram muito intensos e impactavam diretamente minha qualidade de vida. Desde o primeiro atendimento, me senti acolhida e os fisioterapeutas têm contribuído muito para minha recuperação”, relata. Embora seguir as orientações de repouso seja importante após uma cirurgia ginecológica ou uma intercorrência gestacional, permanecer muito tempo sem se movimentar pode dificultar a recuperação. Por isso, a equipe incentiva a movimentação gradual, sempre respeitando os limites da paciente e as recomendações médicas. “Nos primeiros dias, pode ser comum sentir desconforto na região operada, principalmente quando as orientações não são seguidas. Ao realizar as atividades de forma ergonômica e adaptada, a tendência é melhorar progressivamente, proporcionando mais liberdade à paciente”, explica Giovanna. Entre as orientações estão a maneira adequada de levantar da cama, pequenas caminhadas ao longo do dia e exercícios respiratórios, que auxiliam na oxigenação do organismo e na redução da tensão muscular. A ativação da musculatura abdominal e do assoalho pélvico também pode fazer parte da recuperação. “São exercícios simples, mas que auxiliam no suporte da musculatura, na estabilidade do corpo e na recuperação funcional da paciente”, destaca a fisioterapeuta. Cuidados durante a recuperação Alguns hábitos também podem contribuir para uma recuperação mais confortável, como manter uma boa hidratação, consumir fibras conforme orientação nutricional e evitar esforço excessivo durante a evacuação. Após cirurgias ginecológicas, também é fundamental respeitar as recomendações da equipe assistencial. Entre os cuidados estão evitar carregar peso nas primeiras semanas, cumprir o período de repouso indicado, não retomar atividades físicas sem liberação médica e seguir corretamente as orientações sobre atividade sexual. A retomada das atividades deve ocorrer gradualmente, respeitando as condições e necessidades de cada paciente. Informação como aliada do cuidado Para reforçar as orientações oferecidas às mulheres, o Serviço de Saúde Funcional (Sesaf) desenvolveu a cartilha “Recuperação Pélvica e Funcional”, que reúne informações sobre o processo de reabilitação, sinais de alerta, cuidados e exercícios que podem auxiliar durante esse período. O material também apresenta situações em que é necessário procurar atendimento especializado, contribuindo para a identificação precoce de possíveis alterações e para a busca pelo cuidado adequado. Dessa forma, a cartilha complementa o trabalho desenvolvido pela equipe multiprofissional e amplia o acesso das pacientes a informações importantes para uma recuperação mais segura e consciente. *Com informações do IgesDF
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Torcedores devem observar orientações de acesso e trânsito para o jogo Gama x São José, no Bezerrão
Torcedores que forem ao Estádio Valmir Campelo Bezerra, o Bezerrão, no Gama, neste domingo (16), para a partida entre Gama e São José-RS, devem ficar atentos às orientações de acesso, trânsito e segurança previstas para o evento. O jogo, válido pela Série D do Campeonato Brasileiro de Futebol, começa às 16h, com abertura dos portões duas horas antes, às 14h. A previsão é de público de até 16,4 mil pessoas, de acordo com os organizadores. O Planejamento Operacional prevê orientações para a chegada e a saída dos torcedores. A partida será realizada com torcida única do Gama, conforme acordo entre as agremiações. O acesso do público ocorrerá pelos setores Oeste, Leste, Norte e Sul do estádio. Delegações, profissionais de imprensa e demais credenciados utilizarão acessos específicos. Haverá operação para organizar o fluxo de veículos nas imediações do Bezerrão | Foto: Divulgação A orientação é para que os torcedores cheguem com antecedência e, sempre que possível, utilizem transporte coletivo ou compartilhado. A medida contribui para reduzir a concentração de veículos nas vias próximas ao estádio, especialmente no período que antecede a abertura dos portões. Trânsito e embarque Nas imediações do Bezerrão, haverá operação para organizar o fluxo de veículos e pedestres e preservar as áreas destinadas à circulação de ambulâncias e delegações. Haverá bloqueio e controle do trânsito na via do Fórum, nas proximidades do acesso ao Instituto Educacional de Brasília (Ineb), até o semáforo da região. Motoristas que circularem pelo local devem observar a sinalização e as orientações dos agentes. Táxis e veículos de transporte por aplicativo deverão utilizar o estacionamento público externo ao Estádio Bezerrão para embarque e desembarque de passageiros. A utilização da área indicada evita paradas em locais que possam comprometer o fluxo de veículos e a circulação segura dos pedestres. Itens proibidos Antes de sair de casa, o torcedor deve conferir os objetos cuja entrada será proibida. Não será permitido o acesso com: * Garrafas plásticas, copos e recipientes de vidro; * Objetos perfurocortantes, espetinhos, espetos, palitos ou hastes pontiagudas de qualquer material; * Alimentos ou bebidas acondicionados em latas metálicas; * Fogos de artifício, tanto para utilização em ambientes internos quanto externos; * Bandeiras, faixas e instrumentos de percussão de torcidas organizadas que não estejam expressamente autorizados para a partida. Para este jogo, está vedada a entrada de materiais pertencentes à torcida organizada Ira Jovem. Materiais da Torcida Rasta do Gama estão autorizados na arquibancada Norte. Também não é permitido fumar no interior do estádio. A venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos é proibida. Para os demais torcedores, a comercialização de bebidas alcoólicas será permitida somente até 15 minutos do segundo tempo, e o consumo, até os 30 minutos finais da partida. Vestimentas Será permitido o acesso com camisas das equipes participantes da partida e com roupas neutras. Camisas de outros clubes ou de torcidas organizadas que não tenham relação com o jogo não serão permitidas. O ingresso com camisas da Seleção Brasileira poderá ser restringido pelas equipes responsáveis pela segurança, caso a vestimenta seja identificada, no contexto da partida, como elemento capaz de provocar conflito ou associação com torcida adversária. Segurança O público deve seguir a sinalização instalada no entorno e as orientações das equipes responsáveis pelo evento, especialmente durante os períodos de maior movimentação na abertura dos portões e após o término da partida, previsto para as 18h. A recomendação é evitar aglomerações desnecessárias, não bloquear vias ou acessos de emergência e não portar objetos proibidos. Condutas violentas ou que configurem infrações poderão resultar nas medidas previstas em lei. Imprensa Profissionais de imprensa previamente credenciados terão acesso pelo portão de serviço localizado ao lado da escadaria principal do estádio, no Setor Oeste.
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