Apresentação e discussão do RIVI Reserva do Lago
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Saiba os dias e horários da coleta de lixo na sua região
Saber o dia e o horário da passagem do caminhão de coleta é uma forma simples de contribuir para a limpeza da cidade, evitar o acúmulo de resíduos nas ruas e dar a destinação correta do lixo. No Distrito Federal, os cronogramas da coleta convencional e da coleta seletiva podem ser consultados pelo mapa interativo disponível na internet ou pelo aplicativo. Coleta pode ser feita tanto durante o dia quanto das 19h às 3h20, em diferentes intervalos | Foto: Divulgação A consulta pode ser feita por meio do endereço informado pelo usuário ou da localização do imóvel no mapa interativo. O sistema informa os dias da semana em que o serviço ocorre e o período previsto para a coleta, que pode ser diurno, entre as 7h e as 15h20, ou noturno, das 19h às 3h20. O horário exato de passagem do caminhão pode variar dentro desse intervalo. Na maior parte das regiões administrativas, a coleta ocorre em dias alternados e segue o cronograma das segundas, quartas e sextas-feiras e o das terças, quintas e sábados. A coleta seletiva, por sua vez, costuma ocorrer em dias alternados aos da convencional, o que orienta a separação dos resíduos recicláveis e orgânicos. Além da consulta pelo site, o aplicativo, disponível gratuitamente para Android e iOS, permite ao cidadão acompanhar os dias e horários da coleta em seu endereço e receber notificações quando o caminhão estiver próximo. O aplicativo também reúne orientações sobre separação de resíduos, reciclagem e descarte de diferentes materiais. Passo a passo ⇒ Acesse a página de consulta dos dias e horários da coleta no portal ⇒ Digite o endereço completo ou localize o imóvel no mapa interativo ⇒ Consulte os dias da coleta convencional e da coleta seletiva, além do turno em que o serviço ocorre. Para evitar transtornos, a orientação é colocar os resíduos fora de casa apenas perto do horário previsto para a coleta. Dessa forma, reduz-se o risco de espalhamento do lixo por animais, bem como o de espalhar mau cheiro e de sujeira nas vias públicas.
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GDF aprova projeto de obras de calçadas e ciclovias no Parque Burle Marx, no Noroeste
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão anunciou, nesta quarta-feira (12/8), a aprovação pelo Brasília Ambiental do anteprojeto de calçadas, ciclovias e trilhas rústicas do Parque Ecológico Burle Marx, no Noroeste. A autorização permite rapidez nas obras previstas para a área, uma demanda aguardada havia anos pelos moradores da região. “Muitas pessoas adquiriram imóveis no Noroeste por conta do projeto que existia para o parque, mas que nunca foi implementado devido à falta de aprovação do licenciamento ambiental. Esse projeto foi aprovado hoje”, afirmou. Celina Leão: "Muitas pessoas adquiriram imóveis no Noroeste por conta do projeto que existia para o parque, mas que nunca foi implementado devido à falta de aprovação do licenciamento ambiental" | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O projeto contempla 7 quilômetros de calçadas e ciclovias, separadas por canteiro central; 1,6 quilômetro de percurso alternativo em saibro; e 2,1 quilômetros de trilhas rústicas em solo natural compactado, com cordão de concreto para delimitação das áreas mais preservadas. Segundo a chefe do Executivo, a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) está fazendo um convênio com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) para viabilizar essa primeira etapa do projeto. Celina Leão ressaltou que ainda há outras intervenções previstas para a região. “Há uma segunda etapa que também está encaminhada: a construção de uma avenida que vai ligar as duas áreas do Parque do Noroeste, fazendo a conexão com o sistema ambiental da região”, explicou.
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Capacita SAN reforça boas práticas na produção de refeições dos restaurantes comunitários
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Compartilhar informações sobre atualizações na legislação de vigilância sanitária e incentivar boas práticas de manipulação e conservação dos alimentos nos 18 restaurantes comunitários do DF. Esse é o objetivo do Capacita SAN, treinamento realizado por meio de uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e a Diretoria de Vigilância Sanitária do DF para servidores e colaboradores que atuam no atendimento ao público e produção de refeições, que ocorre durante toda esta semana no auditório do Sedes Colab, na 515 Norte. A expectativa é receber cerca de 300 pessoas, no total, de segunda a sexta-feira: pela manhã, os funcionários terceirizados que atuam na operacionalização dos restaurantes e no atendimento direto ao público se revezam para participar da capacitação; à tarde, servidores dos equipamentos, como as nutricionistas da Sedes que atuam no monitoramento das refeições, responsáveis técnicos e gestores de contratos. Cada dia, um tema diferente. “Destacamos as orientações corretas para manipulação de alimentos, todo o fluxo de preparo do alimento, do recebimento da matéria-prima até esse alimento estar pronto para ser servido aos usuários, à comunidade. Abordamos todas as etapas do processo produtivo, inclusive outras ações que interferem indiretamente na segurança deste alimento, na saúde do colaborador, no correto tratamento de água, controle de pragas e todos os outros requisitos para chegar ao final com um alimento seguro para quem o consome diariamente”, pontua Alessandra Machado, da Gerência de Alimentos da Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde (SES-DF), responsável por ministrar o treinamento. Esta é a 3º edição do Capacita SAN – Boas Práticas na Manipulação de Alimentos | Foto: Divulgação/Sedes-DF Esta é a 3º edição do Capacita SAN – Boas Práticas na Manipulação de Alimentos, capacitação realizada anualmente com as equipes da Sedes e das empresas terceirizadas que produzem as refeições nos restaurantes comunitários. “É o momento em que a gente compartilha todas as experiências e vivências que a vigilância sanitária identifica ao longo das suas inspeções. E, sim, já percebemos bons resultados da capacitação na mudança de postura dos colaboradores, na compreensão da importância de seguir as regras e até na redução dos descartes de alimentos que foram produzidos de forma inadequada. Desde que começamos o treinamento, percebemos uma diminuição considerável de ouvidorias feitas pelos usuários e que chegam até a vigilância sanitária sobre as questões de manipulação de alimentos”, explica a gerente. Troca de experiências Funcionário terceirizado da empresa Norte Sul, Thales Xavier é cozinheiro do Restaurante Comunitário de Samambaia Expansão e está aproveitando o curso para se atualizar e trocar experiências. “Tem sido bastante produtivo o curso. Fundamental para aperfeiçoar nosso trabalho no dia a dia. Além de eu ter a oportunidade de trocar ideias com companheiros de outras unidades, a gente vai conversando, vai trocando: ‘Ah, você faz a feijoada assim, eu faço assim, o frango fica bom assim’. Vamos trocando experiências, fora o conhecimento da Alessandra, que é muito grande”, conta o colaborador. São cinco módulos que tratam de temas como exercício profissional na garantia das boas práticas de manipulação para serviços de alimentação; contaminação dos alimentos: riscos físicos, químicos e biológicos; doenças de transmissão hídrica e alimentar transmitidas por alimentos; manipulação segura de alimentos de alto risco (carnes, ovos e produtos lácteos); controle de temperatura e armazenamento de alimentos; gestão da qualidade; responsabilidade sanitária e documentação obrigatória; e sustentabilidade alimentar. “Essa parceria com a vigilância sanitária foi muito importante para entregarmos um serviço de maior qualidade, porque eles começam a entender o processo, o porquê das coisas, e isso reflete na qualidade do serviço e na entrega de uma alimentação saudável e de qualidade. No Termo de Referência com as empresas, nós determinamos que os funcionários passem por capacitações. Então, as empresas viabilizam transporte e fazem escalas para que eles possam participar do treinamento”, enfatiza a diretora de Gestão dos Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Karen Moreno. “Investir na capacitação das equipes é investir diretamente na qualidade do serviço que chega à população. Nos Restaurantes Comunitários, a segurança dos alimentos é uma prioridade, e essa parceria com a Vigilância Sanitária fortalece o trabalho de servidores e colaboradores, aprimorando os processos e garantindo refeições cada vez mais seguras e de qualidade para os usuários”, reforça o secretário de Desenvolvimento substituto, Rafael Rodrigues. *Com informações da Sedes-DF
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