Agências do trabalhador oferecem 1.420 vagas nesta quinta-feira (13)
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quinta-feira (13), 1.420 vagas para candidatos em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. As chances contemplam profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência, incluindo quem busca o primeiro emprego. Os maiores salários entre as vagas disponíveis são para os cargos de marceneiro, com duas vagas, e mecânico de automóvel, com três vagas. Ambos oferecem remuneração de R$ 3 mil, além dos benefícios. Outro cargo que se destaca pela quantidade de vagas oferecidas é o de operador de caixa, com 154 oportunidades. A remuneração chega a R$ 1,7 mil, além dos benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.
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Tratamento de pé torto no Hospital de Base transforma a vida de pacientes adultos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. “Estou vivendo um sonho. É uma felicidade que não cabe no peito.” A frase de Lucineia Alves de Souza, de 52 anos, resume o sentimento de quem, depois de uma vida inteira convivendo com dores e limitações, finalmente consegue dar os primeiros passos de uma nova realidade. Moradora de Sooretama, município a cerca de 160 quilômetros de Vitória (ES), ela passou aproximadamente quatro meses em tratamento para pé torto congênito no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Lucineia nasceu com uma malformação que deixou os dois pés e tornozelos torcidos, condição que provocava dores constantes e comprometia diretamente sua qualidade de vida. Sem acesso ao tratamento adequado durante a infância, aprendeu a conviver com as limitações e com dificuldades para realizar atividades simples do dia a dia. “Eu nunca usei um tênis na vida. Não tratei isso antes porque não tinha condições, por morar em uma cidade pequena. As dores foram só aumentando, meus pés rachavam, era muito difícil”, relembra. A história começou a mudar quando Lucineia conheceu o trabalho do ortopedista Davi Haje, do HBDF, que utiliza uma adaptação do Método de Ponseti, tradicionalmente empregado no tratamento de crianças com pé torto congênito, para atender pacientes adultos. “Foi muito doloroso, eu quis voltar para a minha casa várias vezes. Mas eu lutei e sabia que iria viver esse sonho. Nem acredito que criei coragem e vim até o Hospital de Base. Só tenho gratidão ao doutor Haje”, conta. Método adaptado para adultos O tratamento utiliza manipulações suaves dos pés, seguidas de imobilização com gesso em uma posição gradualmente corrigida | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF O tratamento utiliza manipulações suaves dos pés, seguidas de imobilização com gesso em uma posição gradualmente corrigida. A cada semana, o gesso é trocado e novas correções são realizadas até que o membro alcance uma posição adequada. Após essa etapa, o paciente passa por uma pequena cirurgia, chamada tenotomia, para alongar o tendão de Aquiles e auxiliar na correção da posição do calcanhar. Haje explica que o método foi desenvolvido originalmente para recém-nascidos, mas precisou ser adaptado para adultos que passaram décadas convivendo com a deformidade. “O dorso do pé não foi feito para suportar carga, e surgem dores e deformidades ao longo do tempo. O corpo se adapta como pode, mas com consequências prejudiciais. O único caminho para um adulto com essa condição era uma cirurgia invasiva, com alto risco de complicações. Nossa técnica é um divisor de águas na qualidade de vida dessas pessoas”, detalha. Desde 2018, quando iniciou o tratamento adaptado para adultos, o ortopedista já tratou 63 casos. O processo, que envolve as sessões de gesso e os procedimentos cirúrgicos, dura entre três e seis meses. Depois disso, o paciente ainda precisa passar por fisioterapia para reaprender movimentos e fortalecer a musculatura. Para Lucineia, porém, a etapa mais difícil ficou para trás. Com os dedos trêmulos, ela afagou os dois pés, agora retos, sem conseguir conter a emoção. O sorriso e os olhos brilhantes revelavam a dimensão de uma conquista esperada por toda a vida. Ao contar uma das primeiras coisas que pretende fazer ao voltar para casa, a resposta veio acompanhada de uma risada. “Vou pintar as unhas do pé! Meus dedos ficavam virados para baixo e eu nunca pude ter as unhas bonitas. Agora só vou andar com o pé lindo”, comemora. Primeiros passos de uma nova fase A emoção também tomou conta de Maria de Fátima Ramos Pereira, de 25 anos. Moradora de Caldas Novas (GO), ela realizou o tratamento no mesmo período que Lucineia e retirou o último gesso no mesmo dia. Mãos inquietas e olhos atentos denunciavam a ansiedade por um momento aguardado durante toda a vida. “Desde o início do tratamento, sempre esperei por esse momento. É muito surreal, não tenho palavras”, confessa. Depois que o gesso foi retirado e o pé, agora reto, passou por avaliação, Fátima calçou o primeiro sapato fechado da vida e tentou caminhar novamente. Um gesto aparentemente simples para muitos, mas que, para ela, representa o início de uma nova fase. “Para outras pessoas não parece nada, mas para nós, isso é uma conquista tremenda”, comemora. Como acessar o tratamento Pacientes com pé torto congênito devem procurar uma unidade de saúde para avaliação e encaminhamento médico. Com a indicação, o caso pode ser direcionado ao Hospital de Base, onde será avaliado pela equipe especializada e, quando houver indicação, seguirá o fluxo de regulação para o tratamento. *Com informações do IgesDF
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Avenida Hélio Prates recebe novo asfalto em trecho de Taguatinga
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Avenida Hélio Prates, em Taguatinga, está recebendo serviços de recapeamento no trecho entre o Pistão Norte e o Taguacenter. Executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a intervenção contempla 2.150 metros da via e tem investimento total de R$ 4,8 milhões. Atualmente, as equipes do Consórcio Recuperação de Vias realizam os serviços de fresagem, etapa que consiste na retirada da camada desgastada do pavimento, seguida pela aplicação de uma nova capa asfáltica. A intervenção é necessária em razão do desgaste natural do asfalto existente no trecho. Recapeamento vai tornar avenida mais segura e confortável para quem trafega pela região | Foto: Divulgação/Novacap Segundo o diretor de Obras da Novacap, André Luiz Oliveira Vaz, a recuperação da avenida contribui para melhorar as condições de circulação e a segurança viária para quem utiliza a região diariamente. “O recapeamento permite recuperar a qualidade do pavimento e oferecer uma via mais segura e confortável para motoristas, motociclistas e demais usuários. Acompanhamos a execução dos serviços para garantir que o trabalho avance dentro do cronograma previsto e que a população possa contar novamente com um pavimento em melhores condições”, afirma Vaz. Intenso fluxo de veículos A Avenida Hélio Prates é uma das principais vias de Taguatinga e concentra intenso fluxo de veículos ao longo do dia. A recuperação do pavimento busca corrigir os efeitos do desgaste, ampliar a durabilidade da estrutura viária e proporcionar melhores condições de tráfego. Para quem utiliza a avenida diariamente, a melhoria representa uma mudança importante na rotina. “A gente passa por aqui todos os dias e percebe quando o asfalto está desgastado", observa o aposentado Francisco de Oliveira, morador da região. "Com a recuperação, a expectativa é de que o trânsito fique mais tranquilo e que a gente tenha uma via melhor para circular." *Com informações da Novacap
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