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Edição deste ano do Agosto Lilás tem como foco os 20 anos da Lei Maria da Penha 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em agosto, a Secretaria da Mulher (SMDF) dá início às ações de conscientização e enfrentamento à violência contra as mulheres, por meio da distribuição de materiais informativos nos comércios locais e em pontos de grande circulação.  A mobilização tem como foco a divulgação dos canais de denúncia, da rede de proteção e dos serviços destinados às mulheres em situação de violência, reforçando a mensagem dos 20 anos da Lei Maria da Penha e aproximando as políticas públicas da população. Lei Maria da Penha investe na conscientização da campanha de combate à violência contra a mulher | Foto: Divulgação A iniciativa contempla diferentes regiões administrativas do Distrito Federal, ampliando o alcance da campanha Agosto Lilás e levando informação diretamente à população.  Vila Lilás  O projeto Mulheres em Movimento – Edição Buriti integra a programação oficial do Agosto Lilás. A ação é destinada às colaboradoras terceirizadas que atuam nas secretarias e órgãos instalados no Complexo do Buriti, como profissionais da limpeza, recepção, vigilância, copa, apoio administrativo, cuidadoras do berçário e demais colaboradoras terceirizadas.  Durante três dias, o Espaço dos Servidores será transformado em um ambiente de acolhimento, informação, valorização e cuidado, reunindo palestras, estande institucional da SMDF, feira de serviços, bazar solidário e parceiros, aproximando as pessoas das políticas públicas de proteção, autonomia e enfrentamento à violência contra a mulher. O objetivo é promover ações de conscientização, acolhimento, valorização e acesso às políticas públicas para aproximadamente 200 pessoas do Anexo do Buriti, em comemoração aos 20 anos da Lei Maria da Penha. O evento Agosto Lilás – 20 anos da Lei Maria da Penha | Mulheres em Movimento também propõe uma manhã de mobilização no Parque da Cidade, reunindo música, cuidado, lazer, informação, convivência e acesso à rede de proteção, em ambiente acolhedor e acessível. Confira, abaixo, a programação. 6/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas em Ceilândia / Comércio local 10/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — GDF na Sua Porta / Comércio de Sobradinho 11/8 → Das 9h às 16h, projeto Mulheres em Movimento. Local: Espaço dos Servidores, 16º andar, Palácio do Buriti 12/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas - Comércio local/  Recanto das Emas → Das 9h às 16h, projeto Mulheres em Movimento, no Espaço dos Servidores, 16º andar, Palácio do Buriti 13/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — GDF na Sua Porta / Comércio de Sobradinho 18/8 → Divulgação dos canais de denúncia e rede de proteção — Fórum Distrital Permanente de Mulheres Rurais  20/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas, Setor Central / Rodoviária do Gama 24/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — GDF na Sua Porta/ Taguatinga 26/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — Sempre por Elas/ Feira do Produtor, Taguatinga  27/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — GDF na Sua Porta/ Taguatinga/ Sempre por Elas — Feira do Produtor, Taguatinga  29/8 → Agosto Lilás — 20 anos da Lei Maria da Penha | Mulheres em Movimento:  Estacionamento 10, Parque da Cidade, das 9h às 12h.  Evento aberto ao público, com programação cultural, serviços, ações de cuidado, lazer e orientação. Música com a banda Elas que Toquem Projeto Mulheres em Movimento → Horário: Das 9h às 15h (todos os dias) → Local: Espaço dos Servidores, 16º andar, Palácio do Buriti • Estande institucional da Secretaria da Mulher • Bazar solidário • Feira de serviços e parceiros • Distribuição de materiais informativos sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha • Atendimento psicossocial • Limpeza de pele • Make express • Massagem rápida Evento aberto ao público, com programação cultural, serviços, ações de cuidado, lazer e orientação.   *Com informações da Secretaria da Mulher      

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Ação de vacinação atualiza cadernetas de colaboradores e residentes do Parque Tecnológico de Brasília

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Colaboradores e residentes do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) participaram, na última sexta-feira (31/7), de uma ação de vacinação realizada em parceria com a Secretaria de Saúde (SES-DF). Durante essa edição, foram aplicadas 115 doses de imunizantes previstos no Calendário Nacional de Vacinação. Profissionais da Secretaria de Saúde avaliaram a situação vacinal dos participantes e realizaram a aplicação das doses indicadas, conforme o histórico de imunização de cada pessoa. Também foi disponibilizada a vacina contra a influenza exclusivamente para os integrantes dos grupos prioritários, de acordo com os critérios estabelecidos pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Esta foi a quarta edição da campanha de vacinação realizada no Biotic, proporcionando aos colaboradores e residentes a oportunidade de atualizar a caderneta de vacinação no próprio local de trabalho. Para Henrique Guimarães, sócio e diretor comercial da Cotidiano Aceleradora, empresa residente do Parque Tecnológico de Brasília, a iniciativa facilitou o acesso à imunização durante a rotina de trabalho. “A importância da vacinação é indiscutível. Mesmo assim, com a correria do dia a dia, muitas vezes acabamos deixando isso em segundo plano. Quando vi que havia uma equipe realizando a vacinação no local, passei lá, levei cerca de dez minutos e saí vacinado", comentou.   *Com informações do Biotic

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IgesDF abre seleção para cinco áreas com salários de até R$ 16 mil

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para cinco novos processos seletivos simplificados destinados à formação de cadastro de reserva. As oportunidades são para médico cardiologista intervencionista hemodinamicista, médico regulador, técnico de necropsia, técnico de enfermagem em urgência e emergência e analista de recrutamento e seleção, com remunerações que chegam a R$ 16.030,94. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. As cargas horárias mínimas variam entre 24 e 40 horas semanais. Os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, alimentação para jornadas superiores a seis horas, conforme previsão em Acordo Coletivo de Trabalho, na forma de alimentação in natura ou auxílio-refeição, quando não houver fornecimento de alimentação no local de trabalho, além de auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral, folga no mês de aniversário, folga para acompanhamento de filho em reunião escolar, auxílio maternidade e paternidade estendidos e auxílio funeral, conforme os normativos internos e os acordos coletivos de trabalho. Especialidades médicas O Edital nº 083/2026 prevê cadastro de reserva para médico cardiologista intervencionista hemodinamicista, com remuneração bruta de R$ 16.030,94 e carga horária mínima de 24 horas semanais. Para concorrer, é necessário possuir graduação em Medicina reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), residência ou título de especialista em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, além de experiência mínima de seis meses na especialidade. Será considerado diferencial ter experiência mínima de seis meses em intervenções complexas e no tratamento de cardiopatias estruturais. Já o Edital nº 084/2026 contempla cadastro reserva para médico regulador, com remuneração bruta de R$ 13.359,56 e jornada mínima de 24 horas semanais. Os candidatos devem possuir graduação em Medicina reconhecida pelo MEC, registro no CRM e experiência mínima de seis meses como médico regulador na área hospitalar. Entre os requisitos desejáveis estão pós-graduação completa em Urgência e Emergência e experiência mínima de seis meses na assistência hospitalar. Assistência em urgência e emergência O Edital nº 086/2026 é destinado à formação de cadastro de reserva para técnico de enfermagem em urgência e emergência, com remuneração bruta de R$ 3.405,40 e carga horária mínima de 36 horas semanais. Para participar, é necessário possuir curso técnico em Enfermagem reconhecido pelo MEC, registro no Conselho Regional de Enfermagem (Coren), capacitação em atendimento à parada cardiorrespiratória ou suporte à vida, com treinamento formal em ressuscitação cardiopulmonar, e experiência mínima de seis meses em urgência e emergência, pronto-socorro ou pronto atendimento adulto e pediátrico. São considerados diferenciais cursos na área de atendimento ao trauma e de administração segura de medicamentos. Técnico de Necropsia O Edital nº 085/2026 prevê cadastro de reserva para técnico de necropsia, com remuneração bruta de R$ 2.524,83 e jornada mínima de 36 horas semanais. Os candidatos devem possuir curso técnico completo em Necropsia, reconhecido pelo MEC, e experiência mínima de seis meses na função. Curso complementar em anatomia humana, anatomia patológica ou medicina legal será considerado diferencial. Gestão de pessoas O Edital nº 087/2026 contempla cadastro de reserva para analista de recrutamento e seleção, com remuneração bruta de R$ 4.451,35 e carga horária mínima de 40 horas semanais. A oportunidade é destinada a profissionais graduados em Administração, Gestão de Recursos Humanos ou Psicologia, com formação reconhecida pelo MEC. Também são exigidas experiências mínimas de seis meses em processos de recrutamento e seleção e em integração ou acolhimento de novos colaboradores, além de curso com carga horária mínima de 40 horas em Recrutamento e Seleção ou Entrevista por Competências. Entre os requisitos desejáveis estão pós-graduação em Gestão de Pessoas, experiência em recrutamento e seleção no segmento hospitalar e curso de Avaliação Comportamental. Inscrições As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site processoseletivo.igesdf.org.br, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções. Os editais têm como objetivo a formação de cadastro de reserva, permitindo que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial, técnica e administrativa das unidades da rede. Com a abertura das seleções, o IgesDF amplia seu banco de profissionais em áreas estratégicas para o funcionamento dos serviços de saúde, fortalecendo a assistência cardiovascular, a regulação hospitalar, o atendimento de urgência e emergência, o suporte técnico e a gestão de pessoas.   *Com informações do IgesDF

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Exercícios orientados podem melhorar qualidade de vida durante tratamento contra o câncer

Quando recebeu o diagnóstico de câncer, em 2020, a profissional de educação física e gestora de academia Maria Erenice Mendonça, conhecida por todos como Berê, viu a rotina mudar completamente. Em meio aos desafios do tratamento, decidiu não abrir mão de algo que sempre fez parte da sua vida: a atividade física. Hoje, em remissão, ela olha para trás com gratidão e acredita que o exercício foi um importante aliado durante esse período. "Foi um período desafiador, mas também de muito aprendizado. Hoje sou profundamente grata por tudo o que vivi", afirma. A decisão de continuar se exercitando não tinha como objetivo manter o desempenho físico ou alcançar resultados estéticos. O foco era preservar a qualidade de vida e enfrentar o tratamento com mais equilíbrio. Berê conta que, mesmo nos dias em que conseguia realizar apenas uma atividade leve, percebia melhora na forma como lidava com a rotina. "Minha maior motivação era preservar minha saúde mental e não permitir que o câncer definisse quem eu era. Sempre que conseguia me exercitar, eu me sentia melhor física e emocionalmente." Nem todos os dias, porém, eram iguais. Os efeitos colaterais do tratamento exigiram uma mudança de perspectiva e ensinaram que respeitar os limites do próprio corpo também faz parte do processo. Ela relembra que houve momentos em que caminhar por alguns minutos já representava uma vitória. "Aprendi que persistir não significa ignorar os limites, mas continuar dentro do que é possível." Maria Erenice Mendonça, paciente em remissão de câncer: "Minha maior motivação era preservar minha saúde mental e não permitir que o câncer definisse quem eu era" | Foto: Divulgação   Embora experiências como a de Berê sejam inspiradoras, os especialistas reforçam que não existe uma recomendação única para todos os pacientes. A oncologista Katia Marchetti explica que a atividade física integra o cuidado oncológico quando há indicação clínica e acompanhamento especializado. "Ela deve ser adaptada à condição clínica, às limitações do paciente e ao momento do tratamento. Em muitos casos, a fisioterapia motora também é uma importante forma de manter o corpo ativo, principalmente entre pacientes mais frágeis", pontua. Além de favorecer a disposição e a funcionalidade, a prática orientada pode trazer benefícios para diferentes aspectos do tratamento. Segundo a médica, estudos indicam que o exercício realizado antes, durante e após o tratamento pode contribuir para manter a capacidade física, auxiliar no controle de alguns efeitos colaterais e favorecer a recuperação após procedimentos cirúrgicos. Em determinadas situações, também pode estar associado a melhores desfechos clínicos. Ela ressalta, no entanto, que o excesso pode trazer consequências negativas. "O exercício nunca deve ultrapassar a capacidade de execução do paciente, pois isso pode provocar lesões físicas ou gerar ansiedade por não conseguir atingir aquilo que foi proposto", salienta. "O exercício nunca deve ultrapassar a capacidade de execução do paciente" Katia Marchetti, oncologista Exercício exige avaliação individual Hoje, de volta ao trabalho e vivendo a remissão, Berê acredita que a atividade física contribuiu para atravessar o tratamento com mais autonomia e confiança. Para ela, cada pequena conquista ajudou a construir o caminho percorrido. "A atividade física me fez sentir viva, capaz e esperançosa. O câncer faz parte da minha história, mas não definiu o final dela." A enfermeira Kelly Marques destaca que os efeitos positivos também são percebidos no acompanhamento diário realizado pela equipe. Segundo ela, pessoas em tratamento que conseguem manter algum nível de atividade física tendem a apresentar mais autonomia para realizar tarefas simples, preservar melhor a força muscular e relatar melhora do humor e da autoestima. "Cada paciente responde de uma forma diferente, por isso todas as orientações são individualizadas e respeitam as condições clínicas e emocionais de cada pessoa", frisa. Kelly lembra que alguns cuidados são indispensáveis antes de iniciar qualquer atividade. Febre, anemia importante, dor intensa, alterações laboratoriais, risco de infecção ou limitações decorrentes de cirurgias precisam ser avaliados pela equipe assistencial. Durante os exercícios, sinais como falta de ar, tontura, dor ou cansaço excessivo merecem atenção e devem ser comunicados aos profissionais responsáveis. "O objetivo nunca é exigir desempenho, mas promover saúde com segurança", acrescenta. O fisioterapeuta André Luiz Maia, especialista em traumato-ortopedia e fisioterapia desportiva, explica que o movimento precisa ser encarado como parte do cuidado, mas sempre acompanhado por profissionais capacitados. Antes da prescrição dos exercícios, a equipe avalia fatores como força muscular, mobilidade, equilíbrio, capacidade cardiorrespiratória, dor, fadiga, risco de quedas, além das características da doença e dos tratamentos realizados. "Não basta dizer ao paciente para se exercitar. É preciso definir qual atividade realizar, em que intensidade, com quais adaptações e qual o nível de supervisão necessário", orienta. Segundo ele, não existe um exercício ideal para todas as pessoas com câncer. Caminhadas podem ser um bom começo para alguns pacientes, enquanto outros precisam priorizar fortalecimento muscular, exercícios de equilíbrio, mobilidade ou fisioterapia específica. "O importante é encontrar uma dose de movimento que seja segura e útil naquele momento, preservando a autonomia e a qualidade de vida durante todo o tratamento", detalha. A atuação multiprofissional permite que cada paciente receba orientações compatíveis com sua realidade, com ajustes sempre que necessário ao longo do tratamento. Mais do que incentivar a prática de exercícios, os especialistas reforçam que o movimento, quando orientado por profissionais e adaptado às condições de cada paciente, pode contribuir para atravessar o tratamento com mais autonomia, segurança e qualidade de vida. Para quem ainda enfrenta o câncer, Berê deixa uma mensagem de esperança. "Cada tratamento é único, e, se houver liberação da equipe de saúde, a atividade física pode ser uma grande aliada. Respeitem seus limites e celebrem cada pequena vitória", afirma. 

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