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Ação de acolhimento da população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana

Neste fim de semana, a partir das 9h, servidores estarão no Plano Piloto para oferecer acolhimento e assistência social a pessoas em situação de rua que quiserem ajuda. Após o atendimento, os pertences serão transportados ao endereço indicado por eles ou, caso não haja um ponto fixo, os objetos pessoais serão levados ao depósito (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. A divulgação das ações de acolhimento segue o que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A decisão determina que o Poder Executivo Distrital divulgue “previamente o dia, o horário e o local das ações de zeladoria urbana nos seus respectivos sites” e que preste “informações claras sobre a destinação de bens porventura apreendidos, o local de armazenamento dos itens e o procedimento de recuperação do bem”. Pontos de ação no Plano Piloto para sábado (25) e domingo (26): Proximidades da Torre de TV; Subsolo da Torre de TV; Setor Comercial Sul; Centro POP 903 Sul; Vias W5 e W4 Sul, extensão da 903 à 905 e da 702 à 705; Entre o complexo CBMDF e o Terminal Asa Sul; Praça da Estação, em frente aos novos empreendimentos; Rodoviária Interestadual; Canteiro central da Epia, em frente à Primetek; Mata entre a Abin e a Rodoviária; Canteiro central da Epia, em frente à concessionária Jeep; Canteiro central da Epia, por trás da parada de ônibus próxima à concessionária Jeep; Entrequadra 110/111 Norte; SQN 116, entrada da quadra; Entre o Eixo W e o Eixão, em frente à 115 e 116 Norte; Final do calçadão da Asa Norte, Parque Deck Norte na beira do lago; DF-004, em frente ao Deck Norte; SQN 416, Bloco M; SQN 216, ao lado dos blocos A e B; SQN 406, Bloco M; L2 Norte, na altura da 602, abaixo do Serpro; 601 Norte.  

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Com programa GDF na Sua Porta, Riacho Fundo II tem equipamentos de esporte reformados e novo parquinho

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Os equipamentos de lazer e desporto do Riacho Fundo II estão sendo reformados pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). São quadras poliesportivas e pontos de encontro comunitário (PECs) que recebem os serviços necessários para serem devolvidos à população nas condições adequadas. Também há instalação de novos parquinhos infantis, atendendo a demanda por mais espaços para a criançada. As obras atendem às ordens de serviços assinadas pela governadora Celina Leão durante a passagem do GDF na Sua Porta na cidade, em maio. Os parquinhos infantis estão sendo instalados em diversas quadras do Riacho Fundo II, como QN 5C, QN 12B, QN 12D, QN 14D, QN 22, QN 24, QN 26, QN 33, QC 04, QC 05, QC 06, QS 05, QS 09, QS 15, QS 19, além dos setores Caub I e Caub II. As quadras poliesportivas contempladas ficam localizadas no Caub I, Caub II, QS 14, QC 02, QC 04, QC 05, QS 06 e QN 7D. Os serviços executados seguem a necessidade de cada espaço, com recuperação de piso, ajuste de alambrados, pintura, entre outros. As obras do GDF na Sua Porta no Riacho Fundo II levam saúde e bem-estar à população | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília O gerente de Obras da Administração Regional do Riacho Fundo II, Itanê Sampaio, destaca o impacto do GDF na Sua Porta para a cidade. “Espaços que antes estavam sem utilização estão sendo reformados. Parquinhos novos para a criançada, ainda mais nessa época de férias, estão sendo construídos. É investimento em saúde, em cidadania. Isso faz com que as pessoas tenham cada vez mais oportunidades de praticar um esporte, fazer uma atividade física e melhorar a sua saúde”, ressaltou. Morador da QN 22 há mais de uma década, o analista fiscal Lucas Araújo, 35 anos, comenta que o novo parquinho da quadra foi bem recebido pela comunidade e já faz parte da rotina das crianças. “Os condomínios não têm área de lazer. Então, não têm lugar para as crianças brincarem. Com o parquinho fica ótimo para as crianças, principalmente para as famílias, que podem trazê-las para brincar”, disse ele, que é pai de dois meninos. Lucas Araújo aprovou a reforma no parquinho onde leva os filhos para brincar Já a reforma das quadras poliesportivas impacta a prática de exercícios da população. A estudante Suyah Borges, 15, conta que a quadra da QC 04 voltou a receber a população antes mesmo de a obra chegar ao fim. “Vejo gente jogando tênis todo dia, de manhã e de noite. E também vem muita gente brincar, andar de bicicleta, jogar bola”, disse. “Quando a reforma finalizar, provavelmente, vai ter muita gente frequentando na parte da noite por conta da iluminação. Eu chego tarde da escola e antigamente era bem escuro, não tinha quase nada de luz. Mas agora está mais iluminado e fica mais seguro também.” Suyah Borges: "Eu chego tarde da escola e antigamente era bem escuro, não tinha quase nada de luz. Mas agora está mais iluminado e fica mais seguro também" O trabalho nos pontos de encontro comunitário segue o mesmo objetivo: garantir condições adequadas de uso para a população. O chefe da Divisão de Equipamentos Públicos da Novacap, Ramon Castro, explica que os dispositivos são levados para a sede para passar por reparos ou são substituídos caso necessário. Ele reforça a importância do cuidado coletivo para a preservação dos espaços, uma vez que a aquisição de um novo exemplar custa de R$ 30 mil a R$ 35 mil. A manutenção varia de R$ 10 a R$ 15 mil.   “Precisamos do apoio da comunidade para cuidar dos equipamentos. Um ponto de encontro comunitário e um parquinho estragados impedem que as pessoas convivam. Os avós, tios, tias, mães, pais, ficam sem lugar para levar as crianças. O propósito do GDF é dar uma convivência maior às pessoas que moram na quadra, que tenham um local para se encontrar, fazer os seus exercícios e as crianças possam sair das telas e brincar”, salienta Castro. Outra frente do GDF na Sua Porta é voltada para a construção de calçadas no Caub I e no Caub II. Dados da Administração Regional do Riacho Fundo II apontam que serão erguidos 4.906 metros de calçadas nos dois setores, com investimento de mais de R$ 1,9 milhão. Já houve a preparação do terreno, concretagem, acabamento e corte das juntas de dilatação. Em breve, haverá a instalação dos passeios, ampliando a acessibilidade e a segurança dos pedestres, especialmente idosos, crianças e pessoas com deficiência. O programa Primeiro ato oficial da governadora Celina Leão, o GDF na Sua Porta foi criado em março deste ano para ouvir a população sobre as demandas de cada região administrativa, atender prioridades sociais e atuar de forma articulada com órgãos e entidades para trazer soluções eficientes para as necessidades locais. A ação já passou por Itapoã, Paranoá, Riacho Fundo II, Samambaia, Colônia Agrícola 26 de Setembro, Ceilândia, Planaltina, Plano Piloto, São Sebastião, Recanto das Emas. Com a Estrutural, 245 ordens de serviços já foram assinadas pela governadora, para promover obras e manutenções relacionadas à infraestrutura urbana, conforme demandas da população e mapeamento das administrações regionais.

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Como agir ao encontrar um animal silvestre em perigo no DF

Encontrar um animal silvestre dentro de casa, no quintal ou em áreas urbanas pode acontecer no Distrito Federal, especialmente durante o período de seca e nas épocas reprodutivas de algumas espécies. Nesses casos, a principal orientação é não tentar capturar, alimentar ou afugentar o animal. O procedimento recomendado é ligar para o número 190, que encaminhará a ocorrência à instituição responsável pelo atendimento. Muitos animais passam a circular em áreas urbanas em busca de alimento, água ou abrigo, fenômeno que tende a aumentar com a expansão das cidades e a redução de áreas verdes. No caso do saruê, por exemplo, o período reprodutivo no Cerrado ocorre principalmente entre julho e novembro, com pico de nascimentos em setembro. Nessa época, é mais comum encontrar adultos e filhotes próximos às áreas urbanas. A convivência entre pessoas e fauna silvestre exige cuidados para preservar a segurança de ambos.  Na época de reprodução do saruê no Cerrado, que vai de julho a novembro, é mais comum encontrar adultos e filhotes da espécie próximos a áreas urbanas | Foto: Divulgação  O que fazer Ao localizar um animal silvestre, a recomendação é manter distância e evitar qualquer tipo de manejo. Pessoas sem treinamento podem se machucar ou agravar a situação do próprio animal. Ao ligar para o 190, é importante informar o endereço completo, um ponto de referência e o tipo de animal, caso seja possível identificá-lo. Também é essencial informar o local exato onde ele está, se apresenta ferimentos ou oferece risco e, ainda, se há pessoas vulneráveis nas proximidades. Enquanto a equipe especializada não chega, o ideal é isolar a área, impedindo a aproximação de pessoas e animais domésticos, mas sem cercar o animal ou bloquear uma eventual rota de fuga. Se ele conseguir deixar o local naturalmente, não é necessário interferir.  Quando o animal envolvido é potencialmente perigoso, como serpentes, tamanduás, capivaras, javalis ou outros mamíferos de maior porte, a orientação é redobrar os cuidados. A recomendação principal é aguardar a chegada da equipe de socorro.  Ao localizar um animal silvestre, a recomendação é manter distância e pedir ajuda pelo 190. Pessoas sem treinamento correm o risco de se machucar | Foto: Divulgação Outro ponto importante é manter cães e gatos sob supervisão, preferencialmente com coleiras de identificação e sem acesso livre às ruas. Ataques domésticos estão entre as causas frequentes de animais silvestres feridos. Também é fundamental não abandonar animais domésticos, prática que causa impactos sobre a fauna nativa, favorecendo confrontos, competição por alimento e transmissão de doenças. Quando não intervir Também é válido lembrar que nem todo animal parado está ferido. Um animal que permanece imóvel, apático ou não reage à presença humana pode estar machucado, mas essa não é uma regra. Algumas espécies utilizam mecanismos naturais de defesa, como no caso do saruê, que pode apresentar a chamada “tanatose” — um comportamento em que simula estar morto para afastar possíveis predadores. Outras situações podem não exigir o resgate do animal, como as aves que constroem ninhos em telhados ou outras estruturas da residência. A orientação é aguardar até que os filhotes deixem o ninho naturalmente, visto que a remoção de ninhos é infração ambiental. Após a saída das aves, o morador pode adotar medidas para evitar novas ocupações, como limpar o local e vedar frestas com telas ou espuma expansiva. Já em situações de animais vivendo próximos a residências ou causando conflitos frequentes, como primatas acessando apartamentos ou animais utilizando telhados como abrigo, o cidadão pode solicitar orientação técnica. Dependendo do caso, uma equipe realiza vistoria no imóvel e indica medidas específicas de manejo. O contato pode ser feito pelo WhatsApp (61) 99148-73064. Entre as medidas preventivas estão podar galhos próximos às janelas para dificultar o acesso de primatas, instalar telas de proteção, manter o lixo fechado e evitar deixar ração de animais domésticos exposta.

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