Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto nesta quinta (23) e sexta (24)
Nesta quinta (23) e e na sexta (24), a partir das 9h, servidores estarão no Plano Piloto para oferecer acolhimento e assistência social a pessoas em situação de rua que quiserem ajuda. Após o atendimento, os pertences serão transportados ao endereço indicado por eles ou, caso não haja um ponto fixo, os objetos pessoais serão levados ao depósito (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. A divulgação das ações de acolhimento segue o que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A decisão determina que o Poder Executivo Distrital divulgue “previamente o dia, o horário e o local das ações de zeladoria urbana nos seus respectivos sites” e que preste “informações claras sobre a destinação de bens porventura apreendidos, o local de armazenamento dos itens e o procedimento de recuperação do bem”. Pontos de ação no Plano Piloto para quinta (23) e sexta (24): 1. SQN 216, ao lado dos Blocos A e B; 2. SRTVN Bloco P, quadra 701/2, Edifício Brasília Rádio Center; 3. Hemocentro, em frente à SQN 302; 4. L2 Norte, na altura da Quadra 5 do SAUN; 5. Via N4 Leste, SGAN 601; 6. Eixo Rodoviário Norte (Eixão) altura das quadras 107, 110, 114 e 115; 7. DF-004, em frente ao Deck Norte; 8. Final do calçadão da Asa Norte, beira do lago; 9. Embaixo da Ponte do Bragueto.
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Exposição dos Povos da Floresta chega a Brasília e ocupa Memorial dos Povos Indígenas
Brasília recebe, a partir desta quarta-feira (29), a Exposição dos Povos da Floresta, uma mostra que reúne artistas de diferentes territórios da Amazônia em um encontro entre arte, ancestralidade, território e memória. Integrando a Etapa Brasília do Festival dos Povos da Floresta, a exposição ocupa o Memorial dos Povos Indígenas (MPI), com visitação gratuita até 27 de setembro. Idealizado pelo Centro de Inovação da Amazônia (Rioterra), o Festival dos Povos da Floresta promove a circulação de artistas, mestres tradicionais e comunidades originárias, ampliando o acesso às múltiplas expressões culturais amazônicas em diferentes regiões do país. A cerimônia de abertura será na terça-feira (28), das 19h às 21h, marcando o encontro de artistas, curadores, convidados e público em uma celebração da diversidade cultural brasileira. Exposição integra a etapa local do Festival dos Povos da Floresta, que amplia o acesso a múltiplas expressões culturais amazônicas em diferentes regiões do país | Fotos: Divulgação A exposição reúne fotografias, pinturas, esculturas, instalações, registros audiovisuais, experiências em realidade virtual e curtas-metragens, construindo um percurso sensorial que aproxima o visitante das diferentes narrativas e modos de vida presentes na Amazônia. Entre os destaques estão obras de Gustavo Caboco, Paula Sampaio, Will Arehj, Wauto Am, além do acervo fotográfico da Rioterra com trabalhos de Marcela Bonfim, Alexis Bastos, Fred Bastos, Alexandre Rotuno e do próprio Will Arehj. A mostra também reúne artistas de Rondônia, Roraima, Amapá e Pará, refletindo a diversidade estética, cultural e territorial da região amazônica. Participam nomes como Saulo de Souza, Rafael Prado, Evandro Câmara, Bototo, Avener Prado, Isaías Miliano, Pedro Macuxi, Kaiwino Wiz (Georgina), Vinícius Kenede, Caripoune Yermollay, Ya Juarez, Keyla Palikur, Thay Ptit, Hugo Figueiredo e Gilson Tupinambá, entre outros. Ao longo de sua trajetória, a Exposição dos Povos da Floresta percorreu Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Macapá (AP) e Belém (PA), incorporando novas ocupações artísticas e diferentes olhares curatoriais em cada território. Em Brasília, essas experiências convergem em uma exposição que sintetiza os diálogos construídos ao longo do projeto, sob curadoria de Isabela Bastos e Lucas Baim. Mais do que apresentar obras de arte, a mostra propõe uma reflexão sobre a pluralidade dos povos amazônicos, evidenciando suas memórias, cosmologias, formas de resistência e modos de produzir conhecimento por meio da arte. Além da mostra, o público poderá explorar tecnologia imersiva e assistir a seleção de curtas-metragens, com narrativas que dialogam com os temas da exposição Programação audiovisual e realidade virtual Além das obras expostas, o público poderá assistir a uma seleção de curtas-metragens produzidos em Rondônia, Roraima, Amapá e Pará, com narrativas que dialogam com os temas da exposição e ampliam a experiência do visitante. A programação inclui ainda uma imersão em realidade virtual composta por quatro experiências audiovisuais que apresentam paisagens, saberes e vivências da Amazônia, permitindo ao público conhecer diferentes territórios por meio de tecnologia imersiva. Comprometida com a democratização do acesso à cultura, a exposição contará com recursos de acessibilidade, incluindo intérpretes de Libras e audiodescrição das obras por meio de QR Code. Ao reunir diferentes linguagens artísticas, territórios e experiências culturais, a Exposição dos Povos da Floresta reafirma o compromisso do festival em fortalecer o protagonismo dos povos amazônicos e ampliar a circulação de suas produções, aproximando o público brasileiro da riqueza artística e cultural da região. Serviço Exposição dos Povos da Floresta ⇒ Local: Memorial dos Povos Indígenas (MPI) ⇒ Cerimônia de abertura: terça-feira (28), das 19h às 21h ⇒ Visitação: de quarta-feira (29) a 27 de setembro ⇒ Funcionamento: terça-feira a domingo, das 9h às 17h ⇒ Entrada gratuita.
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Veja os critérios e prazos das inscrições para apoio a transporte de atletas em competições oficiais
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Atletas do Distrito Federal que participam de competições esportivas oficiais podem solicitar transporte por meio do programa Compete Brasília. A medida abrange atletas de rendimento e profissionais de apoio técnico, com a oferta de passagens aéreas nacional e internacional e transporte terrestre em território nacional, segundo critérios previstos na legislação do programa. Antes de iniciar o pedido, é necessário verificar se a entidade esportiva à qual o atleta está vinculado está com o cadastro atualizado no sistema do órgão responsável pelo esporte no DF. Essa atualização é condição obrigatória para a análise da solicitação. Quanto aos prazos para solicitação, os pedidos devem ser apresentados respeitando a antecedência mínima em relação à data do evento: 40 dias para transporte aéreo nacional e transporte terrestre e 60 dias para transporte aéreo internacional. As solicitações apresentadas fora do prazo não serão analisadas. Atletas do Distrito Federal que participam de competições esportivas oficiais podem solicitar transporte por meio do programa Compete Brasília | Foto: Edmundo Souza/SEL-DF Como solicitar O pedido pode ser enviado de duas formas: → Pela internet, no portal oficial de esporte do DF, na página do programa Compete Brasília. É necessário efetuar cadastro prévio como usuário externo. → Pelo sistema eletrônico de protocolo local, recomendado para casos de instabilidade no sistema principal ou proximidade do fim do prazo. As normas completas e formulários estão disponíveis para acesso na página oficial do programa. Documentos exigidos Para formalizar o pedido, é necessário apresentar: Formulário da entidade esportiva, preenchido e assinado pelo presidente da entidade. Requerimento do atleta, assinado pelo próprio praticante ou responsável legal. Comprovante da competição com a programação completa (não serão aceitos apenas folhetos, cartazes ou imagens). Documento de identidade (RG) e CPF do atleta e, se for menor de idade, também do responsável legal. Currículo esportivo. Em caso de viagens internacionais, também é obrigatória a apresentação de passaporte com validade mínima de seis meses e visto consular, quando exigido pelo país de destino. Caso haja necessidade de extensão do benefício, deve ser anexada justificativa. Para inclusão de técnico, é exigida a apresentação de RG, CPF e currículo técnico. Já para acompanhantes em viagens internacionais, é necessária a apresentação de passaporte e visto, quando aplicável.
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Cuidar da boca também é cuidar do coração
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Escovar os dentes, usar fio dental e visitar o dentista regularmente ajudam a prevenir cáries e outras alterações bucais. Mas o que muita gente não sabe é que, em determinadas situações, esses cuidados também podem contribuir para proteger o coração. Pessoas que convivem com doenças nas válvulas cardíacas, cardiopatias congênitas ou que já passaram por procedimentos cardiovasculares precisam de uma atenção especial. Nesses casos, infecções na cavidade oral podem representar um risco adicional. Segundo a cardiologista Simone Souza, do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), a principal preocupação é a endocardite infecciosa, uma inflamação que pode ocorrer quando bactérias da boca alcançam a corrente sanguínea e se instalam em estruturas cardíacas mais vulneráveis. “Pessoas com alterações nas válvulas cardíacas, sejam elas naturais ou substituídas por próteses, devem receber um acompanhamento mais cuidadoso. Em procedimentos odontológicos que podem causar sangramento, por exemplo, a conduta precisa ser avaliada de forma individualizada”, explica. Cirurgia A relação entre saúde bucal e saúde cardiovascular fica ainda mais evidente antes de cirurgias cardíacas. No HRSM, a avaliação odontológica integra o protocolo de segurança adotado no pré-operatório desses procedimentos. “Quando o paciente vai realizar uma cirurgia, como ponte de safena, o pré-operatório inclui uma avaliação criteriosa. É fundamental que ele esteja sem focos de infecção na boca para reduzir o risco de complicações durante e após o procedimento”, destaca Simone. Pessoas que convivem com doenças nas válvulas cardíacas, cardiopatias congênitas ou que já passaram por procedimentos cardiovasculares precisam de uma atenção especial | Foto: Divulgação/IgesDF É o caso do aposentado Carmelito Pereira do Nascimento, de 66 anos. Após sofrer um infarto, ele aguarda a realização de uma ponte de safena. Durante a avaliação odontológica, a equipe identificou a necessidade de remover um fragmento de raiz dentária que poderia causar complicações futuras. “Estou sendo muito bem-atendido por toda a equipe. Saber que eles estão cuidando de todos os detalhes me deixa mais confiante para a cirurgia”, elogia o paciente. Segundo a cirurgiã-dentista especialista em estomatologia do HRSM, Dryele Ferreira Flores, essa atenção é necessária porque a saúde bucal está diretamente ligada ao funcionamento do organismo. “A boca não está separada do restante do corpo. Por isso, problemas como gengivite e periodontite, inflamações causadas pelo acúmulo de placa bacteriana, não devem ser negligenciados e precisam ser acompanhados adequadamente”, afirma. Cuidados simples A frequência das consultas odontológicas varia de acordo com a necessidade de cada pessoa. Quem convive com doenças periodontais, por exemplo, costuma precisar de acompanhamento mais frequente para evitar o agravamento do quadro. Independentemente da condição de saúde, algumas medidas ajudam a preservar a boca e reduzir riscos: escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia, utilizar fio dental diariamente, manter uma alimentação equilibrada com menor consumo de açúcar, evitar o tabagismo e realizar consultas periódicas com o dentista. “Uma boa higiene oral e o acompanhamento profissional são fundamentais para todos. Para quem tem problemas cardíacos, essa atenção se torna ainda mais importante, pois manter a saúde bucal em dia também é uma forma de proteger o coração”, conclui a cirurgiã-dentista. Os atendimentos odontológicos na rede pública do Distrito Federal começam nas unidades básicas de saúde (UBSs), que oferecem consultas, ações de prevenção, tratamentos e orientações sobre saúde bucal. Quando há necessidade de atendimento especializado, o paciente é encaminhado pela própria UBS para um centro de especialidades odontológicas (CEO). Em situações de urgência, como dor intensa, infecção, sangramento ou traumatismos, deve ser procurada uma unidade da rede pública com pronto atendimento odontológico. *Com informações do IgesDF
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