Resultados da pesquisa

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Escola Superior é criada para fortalecer capacitação e ampliar acesso à justiça

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) passa a contar com a Escola Superior da DPDF (ESDPDF). A criação foi oficializada pela Lei Complementar nº 1.071, sancionada pela governadora do DF, Celina Leão, e publicada no Diário Oficial do DF (DODF) desta quarta-feira (8/7). A nova representa um marco na estrutura institucional da DPDF. A ESDPDF nasce com a missão de promover formação, capacitação, pesquisa, inovação institucional e educação em direitos. Com mais aprimoramento e qualificação, a DPDF fortalece o seu trabalho junto à população em situação de vulnerabilidade e amplia o alcance dos serviços prestados. O defensor público-geral, Reinaldo Rossano, vê na criação da Escola um avanço estratégico. “A Escola Superior é um passo histórico para a instituição. Estamos estruturando um espaço permanente de produção de conhecimento, qualificação profissional e aproximação com a sociedade, com foco na promoção de direitos e na redução das desigualdades”, destacou. A nova estrutura também consolida a educação em direitos como política permanente, com foco na prevenção de conflitos, na promoção dos direitos humanos e no fortalecimento da cidadania | Foto: Divulgação/DPDF Entre as principais atribuições da ESDPDF estão a formação inicial e continuada de membros, servidores e colaboradores, além da realização de cursos, seminários, pesquisas e atividades de extensão. A escola também poderá firmar parcerias com instituições de ensino, órgãos públicos e organismos nacionais e internacionais. “A ESDPDF permitirá que a Defensoria avance na qualificação dos seus quadros e, ao mesmo tempo, leve informação e educação em direitos à população. Isso significa possibilitar que cidadãos conheçam e reivindiquem seus direitos de forma autônoma”, afirmou Rossano. A nova estrutura também consolida a educação em direitos como política permanente, com foco na prevenção de conflitos, na promoção dos direitos humanos e no fortalecimento da cidadania. Com isso, a DPDF reafirma seu compromisso com a ampliação do acesso à justiça e com a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e informada. *Com informações da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF)

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Prazo de inscrições para cursos de línguas é prorrogado até 12 de julho

Os interessados em estudar nos centros interescolares de línguas (CILs) no segundo semestre de 2026 terão mais tempo para se cadastrar. As inscrições foram prorrogadas e poderão ser feitas até o próximo domingo (12). Nesta edição, há um período único de inscrições destinado a três grupos: estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal, alunos dos colégios militares e a comunidade em geral. Estão disponíveis vagas para os cursos de inglês, espanhol, francês e japonês. O cadastro deve ser efetuado exclusivamente pela internet. Os candidatos podem fazer a inscrição para até quatro opções e escolher o CIL e o idioma desejado. Para os alunos que já estudam na rede pública, é obrigatório que a inscrição seja para o turno contrário ao da escola de origem.  Estão disponíveis vagas para os cursos de inglês, espanhol, francês e japonês | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Cronograma de chamadas A seleção será feita por meio de sorteio eletrônico, dividida em três etapas de acordo com o público-alvo. Os resultados estarão disponíveis no mesmo site do cadastro nas seguintes datas previstas: 1ª chamada (estudantes da rede pública): 18 de julho de 2026, após as 18h. 2ª chamada (estudantes da rede pública e colégios militares): 28 de julho de 2026, após as 18h. 3ª chamada (comunidade em geral): 4 de agosto de 2026, após as 18h. Matrículas e documentação A consulta ao resultado é de inteira responsabilidade do candidato — não há o envio de comunicados individuais aos contemplados. Uma vez sorteado, o candidato deverá comparecer à secretaria escolar do CIL para o qual conseguiu a vaga nos prazos estipulados: Contemplados na 1ª chamada: 20 a 23 de julho de 2026. Contemplados na 2ª chamada: 29 e 30 de julho de 2026. Contemplados na 3ª chamada: 5 e 6 de agosto de 2026. Para a efetivação da matrícula, será exigida a apresentação dos seguintes documentos: Original e cópia da Certidão de Nascimento ou Registro Geral (RG) do estudante; CPF do estudante; RG e CPF do responsável; 2 fotos 3×4; Comprovante de residência ou declaração, nos termos da Lei Distrital n° 4.225/2008;  Comprovante de tipagem sanguínea e fator RH, nos termos da Lei Distrital nº 4.379/2009. O responsável deverá apresentar, no ato da matrícula do estudante menor de idade: RG, CPF e declaração de escolaridade para matrícula. O candidato que não efetivar a matrícula no período estipulado para a sua respectiva chamada perderá o direito à vaga.

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Hospital de Base desenvolve tratamento inédito com células-tronco para regenerar traqueia e laringe

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Pacientes que desenvolveram lesões graves na traqueia ou na laringe após traqueostomias, intubações prolongadas ou outros procedimentos podem ganhar uma nova alternativa de tratamento. O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) está desenvolvendo uma técnica inédita no Brasil que utiliza células-tronco do próprio paciente para estimular a regeneração dos tecidos lesionados e reduzir o risco de novas complicações.  O cirurgião torácico Humberto Alves de Oliveira diz que a necessidade de uma nova técnica mais eficaz ficou evidente após a pandemia de Covid-19 | Fotos: Divulgação/IgesDF O estudo busca oferecer uma opção para pessoas que já esgotaram outras possibilidades terapêuticas e convivem com limitações para respirar, falar e realizar atividades simples do dia a dia.   "Esses casos costumam deixar sequelas permanentes e dificultam atividades simples do dia a dia. Nossa expectativa é oferecer esperança a centenas, talvez milhares de pessoas no Brasil e em outros países que vivem traqueostomizadas e ainda não encontraram uma solução eficaz para o problema" Humberto Alves de Oliveira, cirurgião torácico do Hospital de Base  Responsável pelo desenvolvimento da técnica, o cirurgião torácico Humberto Alves de Oliveira, do Hospital de Base, explica que a necessidade de uma alternativa mais eficaz se tornou ainda mais evidente após a pandemia de Covid-19, quando aumentou o número de pacientes com sequelas provocadas por longos períodos de intubação. "Complicações podem ocorrer sempre que a intubação é necessária, seja em casos de doenças graves, traumas ou outras situações clínicas. Temos um grande número de pacientes internados em UTIs em todo o país, e uma parcela significativa deles pode desenvolver lesões na traqueia ou na laringe." Entre essas complicações está a estenose, caracterizada pelo estreitamento anormal das vias aéreas. A condição compromete a respiração e a fala, e pode surgir após traumas ou períodos prolongados de intubação. A proposta do tratamento é utilizar células-tronco retiradas do próprio paciente para estimular a regeneração adequada dos tecidos lesionados, diminuindo o risco de formação de uma nova estenose. Ao todo, 30 pacientes participarão do estudo. Segundo Humberto, os primeiros resultados são animadores. "Esses casos costumam deixar sequelas permanentes e dificultam atividades simples do dia a dia. Nossa expectativa é oferecer esperança a centenas, talvez milhares de pessoas no Brasil e em outros países que vivem traqueostomizadas e ainda não encontraram uma solução eficaz para o problema." Além da assistência aos pacientes, o projeto também tem foco na produção e na disseminação do conhecimento científico. Com apoio da Diretoria de Ensino, Pesquisa e Inovação (Diep) do IgesDF, as cirurgias são transmitidas ao vivo pelo YouTube, permitindo que profissionais de saúde acompanhem a técnica e contribuam para o avanço da pesquisa.  Dotadas de elevada capacidade de regeneração, as células-tronco favorecem a recuperação do tecido, tornando o processo de cicatrização mais eficiente Como funciona o procedimento Embora o potencial regenerativo das células-tronco já seja amplamente reconhecido pela ciência, esta é a primeira vez que a tecnologia é aplicada no Brasil para o tratamento de lesões na traqueia e na laringe. Segundo Humberto, todo o protocolo foi aprovado pelos órgãos responsáveis pela pesquisa e fiscalização.  "Esse tratamento será indicado para pessoas que já esgotaram as possibilidades cirúrgicas e clínicas disponíveis. Nossa expectativa é promover a regeneração adequada dos tecidos e devolver qualidade de vida a essas pessoas" Antônio Bonaparte, chefe do Serviço de Cirurgia Torácica do Hospital de Base As células-tronco possuem elevada capacidade de regeneração e atuam estimulando a produção de moléculas que favorecem a cicatrização dos tecidos lesionados. "Quando aplicadas na área da lesão, elas estimulam a produção de novas moléculas e favorecem a recuperação do tecido, tornando o processo de cicatrização mais eficiente." As células são retiradas do próprio paciente durante a cirurgia. Inicialmente, a equipe coleta pequenas porções de tecido adiposo, geralmente da região abdominal. A partir desse material, é preparado o concentrado de células-tronco aplicado diretamente na área lesionada. Após o procedimento, todos os participantes serão acompanhados periodicamente pela equipe do Hospital de Base para avaliar a evolução clínica e documentar os resultados do estudo. O chefe do Serviço de Cirurgia Torácica do HBDF, Antônio Bonaparte, afirma que a técnica poderá ampliar as possibilidades de tratamento para pacientes com lesões complexas. "Esse tratamento será indicado para pessoas que já esgotaram as possibilidades cirúrgicas e clínicas disponíveis. São pacientes que passaram por diversos procedimentos sem sucesso e convivem com casos extremamente complexos. Nossa expectativa é promover a regeneração adequada dos tecidos e devolver qualidade de vida a essas pessoas."  *Com informações do IgesDF

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Apresentação e discussão do RIVI Morada do Sol

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