Resultados da pesquisa

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Fim de semana terá provas de línguas estrangeiras do programa Pontes para o Mundo 

A Secretaria de Educação (SEEDF) realiza, neste fim de semana, a prova de conhecimentos em línguas estrangeiras do programa Pontes para o Mundo 2026. Ao todo, 1.177 estudantes foram convocados para esta etapa da seleção, que será aplicada no sábado (27) e no domingo (28), em diferentes locais e horários.  No dia da prova, é obrigatório apresentar documento oficial com foto. Estudantes foram orientados a chegar com, pelo menos, 30 minutos de antecedência | Foto: Divulgação/SEEDF “A prova tem duração de uma hora e o resultado será divulgado no dia 6 de julho” David Nogueira, coordenador do programa  O coordenador do programa, David Nogueira, orienta os candidatos a verificar com antecedência o dia, o horário e o local da prova. As informações foram enviadas para o e-mail institucional de cada um dos inscritos e também estão disponíveis no site da SEEDF.  Segundo David Nogueira, a maior parte das avaliações será realizada no sábado para facilitar a participação dos estudantes e de suas famílias. Já as provas de domingo são destinadas aos candidatos que, por motivos religiosos ou necessidades específicas, não poderão fazer a avaliação no primeiro dia.  Confira o local da prova aqui. “No dia da prova, é obrigatório apresentar um documento oficial com foto. Sem ele, não será possível realizar a avaliação. Também recomendamos chegar com pelo menos 30 minutos de antecedência, já que cada candidato foi convocado para um horário específico. A prova tem duração de uma hora e o resultado será divulgado no dia 6 de julho”, explicou o coordenador. [LEIA_TAMBEM]As provas serão aplicadas em dois turnos, pela manhã e à tarde. Os horários de cada candidato estão disponíveis na lista de convocados. Em todas as etapas, a entrada na sala será permitida 30 minutos antes do início, e os portões serão fechados 15 minutos após o horário previsto. Vagas ampliadas Criado em 2025, o Pontes para o Mundo levou 102 alunos da rede pública para um intercâmbio de três meses em instituições de ensino do Reino Unido. Em 2026, o programa foi ampliado, o número de participantes subiu para 400 estudantes e, além dos países que compõem o Reino Unido, também haverá instituições no Canadá, na França e na Espanha. O programa do Governo do Distrito Federal (GDF), promovido por meio da SEEDF, amplia as oportunidades de aprendizagem de idiomas e oferece experiências educacionais e culturais aos estudantes da rede pública. Até agora, os candidatos foram avaliados por critérios documentais. A partir desta etapa, o conhecimento do idioma escolhido passa a ser o principal critério para definir os 400 selecionados que irão ao intercâmbio.  Os alunos aprovados terão uma imersão de 13 a 16 semanas no exterior, com atividades promovidas exclusivamente na língua do país de destino e convivência com estudantes de diferentes nacionalidades. Cronograma Após a prova de idiomas, o cronograma prevê a divulgação do resultado preliminar em 6 de julho, com prazo para recursos entre 7 e 8 de julho. O resultado final será divulgado em 29 de julho. Para mais informações, os candidatos podem acessar a página do programa.  *Com informações da SEEDF

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Divulgação do programa: Luz,câmara e formação!

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Projeto apoiado pela FAPDF desenvolve tecnologia para controle de voo de foguetes

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) incentiva o desenvolvimento de uma tecnologia considerada estratégica para o setor aeroespacial brasileiro: o sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes. A pesquisa é realizada na Universidade de Brasília (UnB), no Laboratório de Propulsão Química (CPL), sob coordenação do professor Olexiy Shynkarenko. O projeto "Desenvolvimento e teste do sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes” foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea, na modalidade de pesquisa tecnológica, com investimento de R$ 140 mil. A proposta tem como objetivo desenvolver e testar um sistema compacto de vetorização de empuxo em nível de maturidade tecnológica TRL 4, que corresponde à validação de componentes em ambiente de laboratório. Na prática, o empuxo é a força de propulsão gerada pelo motor para impulsionar o foguete. O sistema de vetorização de empuxo permite controlar a direção dessa força, corrigindo e orientando a trajetória durante o voo. Essa tecnologia é fundamental para veículos suborbitais, foguetes de sondagem e futuras aplicações em sistemas espaciais mais complexos.  Segundo o professor Olexiy Shynkarenko, coordenador do projeto e do Laboratório de Propulsão Química da UnB, a equipe já dominava estudos de propulsão híbrida em motores de pequeno porte. O desenvolvimento do sistema de vetorização de empuxo, conhecido pela sigla TVC, foi o passo seguinte para avançar da propulsão estática para o controle ativo de voo. “A capacidade de controlar a trajetória é o que viabiliza veículos espaciais guiados”, destaca o pesquisador. A tecnologia tem importância estratégica porque o controle de voo é uma das etapas mais sensíveis do desenvolvimento aeroespacial. Em situações de baixa velocidade ou em ambientes de vácuo, por exemplo, o controle por superfícies aerodinâmicas não é suficiente. Nesses casos, direcionar o empuxo do motor se torna essencial para manter a trajetória planejada. O projeto "Desenvolvimento e teste do sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes” foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea, na modalidade de pesquisa tecnológica, com investimento de R$ 140 mil | Fotos: Divulgação/FAPDF Além do impacto científico, o domínio dessa tecnologia também contribui para a soberania tecnológica do país. De acordo com o pesquisador, sistemas desse tipo costumam ter acesso restrito no mercado internacional, o que reforça a necessidade de desenvolver soluções nacionais para reduzir a dependência de fornecedores externos. Da simulação ao teste em laboratório O projeto envolve diferentes etapas de pesquisa, desenvolvimento e validação. O trabalho começa com cálculos estruturais e simulações computacionais, usados para prever o comportamento do fluxo de gases, das temperaturas e dos esforços mecânicos envolvidos. Depois, a equipe desenvolve a parte mecânica do sistema, realiza a prototipagem e faz testes de integração com eletrônica e atuadores. Na etapa final, o sistema é acoplado a um motor de foguete em bancada de testes, permitindo a realização de ensaios em condições próximas às necessárias para validar a tecnologia em ambiente laboratorial. Esse processo é o que caracteriza o avanço do projeto para o TRL 4, nível que indica a validação de um componente em laboratório. Outro ponto importante é a preocupação em utilizar materiais, componentes e capacidades industriais disponíveis no Brasil. A equipe priorizou componentes comerciais, ligas metálicas de fácil acesso e processos convencionais de fabricação, de forma a tornar o sistema mais viável para produção nacional e reduzir gargalos de importação. Impacto para o Distrito Federal e para o setor aeroespacial O desenvolvimento do sistema de vetorização de empuxo pode fortalecer a posição do Brasil no setor aeroespacial ao permitir que projetos nacionais avancem da fabricação de componentes isolados para a engenharia de sistemas integrados. A pesquisa também pode abrir oportunidades para empresas nacionais, startups e indústrias de alta tecnologia. Isso porque o sistema envolve áreas como atuadores eletromecânicos, aquisição de dados, algoritmos de controle e integração mecatrônica, conhecimentos que também podem ser aplicados em automação, robótica e sistemas de posicionamento de precisão. Para o Distrito Federal, o projeto contribui diretamente para a formação de recursos humanos qualificados, especialmente na área de Engenharia Aeroespacial da UnB. A proposta também tem potencial para ampliar a produção científica, gerar cooperações com empresas do setor e fortalecer o ecossistema de ciência, tecnologia e inovação local. Sistema de vetorização de empuxo desenvolvido para controle de voo de foguetes. O apoio da FAPDF foi essencial para que a pesquisa avançasse. O fomento possibilitou a ampliação da infraestrutura do Laboratório de Propulsão Química da UnB e inseriu o Distrito Federal em atividades práticas de desenvolvimento de subsistemas aeroespaciais. Para o professor Olexiy, o investimento permitiu elevar a pesquisa a um novo patamar. “O fomento da FAPDF viabilizou a infraestrutura necessária para elevar a pesquisa de vetorização de empuxo à fase de testes físicos”, afirma. Segundo o pesquisador, atualmente a UnB se destaca por trabalhar com sistemas de vetorização de empuxo de dois graus de liberdade, o que amplia a capacidade de controle e coloca a universidade em posição relevante entre instituições brasileiras que atuam na área. Estratégia para o setor O avanço da pesquisa também se conecta a um movimento mais amplo de fortalecimento do setor aeroespacial no Distrito Federal. Na última semana, foi lançado oficialmente o hub de Inovação Aeroespacial do Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB), durante o SpaceBR Show 2026, realizado em São Paulo. A iniciativa, que tem a FAPDF e a Agência Espacial Brasileira (AEB) entre os parceiros, busca ampliar o protagonismo de Brasília no desenvolvimento de soluções voltadas à economia espacial, à inteligência territorial e à soberania nacional. O hub foi criado como uma plataforma de articulação entre governo, universidades, centros de pesquisa, empresas, startups, investidores e organismos internacionais. Entre os principais eixos de atuação estão inteligência artificial aplicada, monitoramento territorial, drones, nanossatélites, segurança cibernética, tecnologias de uso dual e desenvolvimento de startups deep tech. A proposta reforça o ambiente de inovação no qual pesquisas como a de vetorização de empuxo estão inseridas, contribuindo para consolidar o Distrito Federal como um dos polos estratégicos do setor aeroespacial no país. Próximos passos A base técnica desenvolvida no projeto já começa a ser incorporada em novas pesquisas do laboratório. Um dos desdobramentos é o projeto SARA v3, apoiado pelo CNPq, que prevê um motor híbrido de 1 kN f, ou seja, com força de propulsão equivalente, aproximadamente, ao peso de 100 kg na Terra. A experiência acumulada com o apoio da FAPDF permitiu que esse novo motor fosse concebido já com suporte estrutural para vetorização de empuxo, preparando a tecnologia para futuras etapas de qualificação em bancada e integração em veículos experimentais. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)

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Moradores da Fercal terão multas por ligações de água substituídas por advertências

Mais de 2 mil famílias da Fercal serão beneficiadas por novas medidas de regularização do abastecimento de água anunciadas nesta sexta-feira (26), durante agenda da governadora Celina Leão na região administrativa. A iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da  Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), prevê a substituição de multas por advertências, limite para cobrança do consumo retroativo e parcelamento da dívida em até 36 meses. A Caesb também passará a oferecer condições mais acessíveis para que os moradores regularizem as ligações de água, em uma ação que busca ampliar a segurança hídrica, reduzir perdas e garantir atendimento regular à população. A medida foi possível após atualização normativa da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), que passou a permitir a substituição das multas por advertências em casos específicos de irregularidades históricas no abastecimento. A governadora Celina Leão destacou que a ação leva dignidade à população da Fercal | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília “Não tem nada que indigna mais as pessoas do que conta, principalmente quem quer pagar em dia. Essa ação da Caesb está tirando essas multas da população. É uma decisão que dá dignidade para a pessoa chegar em casa e falar assim: ‘Eu não devo mais essa dívida’. E isso é muito importante para as pessoas daqui, são mais de 2 mil famílias”, defendeu Celina Leão. A mudança beneficia principalmente moradores que aguardavam a regularização formal das ligações de água. Em muitos casos, a rede de abastecimento já havia sido instalada, mas sem a colocação dos hidrômetros, o que levou famílias a realizarem ligações irregulares enquanto aguardavam a medição oficial. Além da retirada das multas, a cobrança do consumo retroativo terá um teto e poderá ser parcelada em até 36 meses. Para a maioria dos moradores da Fercal, enquadrados na Tarifa Social, o valor devido ainda será reduzido em 50%. A advertência não gera custo adicional ao morador Segundo a companhia, a advertência não gera custo adicional ao morador. Com isso, o usuário passa a pagar apenas pelo consumo medido, considerando a tarifa mínima, com parcelamento facilitado ao longo de até três anos. A medida beneficia famílias que vêm aderindo ao processo de regularização e faz parte das políticas públicas definidas pelo Executivo local para assegurar e reforçar a universalização do saneamento básico no DF e de levar mais segurança ao abastecimento de água na região. A iniciativa também contribui para reduzir perdas de água e combater o desperdício, garantindo que toda comunidade seja atendida de forma regular e segura. Regularização em andamento O presidente da Caesb, Luís Antônio Reis, explicou que o processo de regularização na Fercal vem sendo conduzido desde o ano passado e já resultou em mais de mil ligações regularizadas em toda a região administrativa, que inclui localidades como Bela Vista e Queima Lençol. A expectativa do presidente da Caesb, Luís Antônio Reis, é zerar as pendências em contas da cidade até o fim deste ano  “As pessoas acabaram fazendo ligações irregulares nas suas casas aguardando a instalação dos hidrômetros. Com a atualização da norma da Adasa, essas multas deixam de ser aplicadas e passam a ser substituídas por advertências, o que permite uma regularização mais justa para a comunidade”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Segundo ele, a expectativa é zerar as pendências até o fim de 2026. Para isso, a companhia mantém um ponto fixo de atendimento na Fercal e equipes em campo realizando visitas porta a porta para orientar os moradores sobre o processo de regularização. “Hoje mesmo tem uma tenda da Caesb, um ponto de atendimento na Fercal, e estamos chamando a comunidade, passando de porta em porta, para que isso aconteça de forma tranquila e segura”, destacou. A ação também está alinhada ao programa Água Legal, iniciativa da Caesb voltada para a ampliação do acesso regular à água em comunidades mais vulneráveis e em áreas de ocupação consolidada no Distrito Federal. *Com informações da Caesb  

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