Centros de Vivências Lúdicas Celebram 40 Anos de Oficinas Pedagógicas com Arte, Memória e Ludicidade na EAPE
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Hemocentro promove coleta de sangue nesta quinta (25) na Faculdade Mackenzie
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) promove, nesta quinta-feira (25), coleta de sangue na Faculdade Presbiteriana Mackenzie. A unidade móvel vai atender os doadores das 9h às 16h no estacionamento da instituição, localizada na SGAS 902. Os interessados podem agendar a doação pelo site ou pelo telefone 160, opção 2. O Hemocentro também disponibilizará atendimento sem agendamento, conforme a capacidade máxima da estrutura. Durante a ação na faculdade, as pessoas inscritas na 2ª Corrida Tá no Sangue Run poderão retirar os seus kits oficiais de participação. A retirada do material ocorrerá no mesmo local, das 10h às 20h. Últimas vagas para a corrida As inscrições para a corrida, que une esporte e conscientização sobre a importância da doação de sangue no Distrito Federal, continuam abertas e vão até esta quinta-feira (25) pelo site oficial do evento com taxa de inscrição no valor de R$ 119. As vagas são limitadas para a prova que ocorre neste sábado (27), com largada às 17h30, no Memorial dos Povos Indígenas, oferecendo percursos de 3 km para caminhada e 6 km para corrida. Os participantes cadastrados receberão um kit composto por sacochila, cantil, boné, camiseta e medalha, além de brindes dos patrocinadores, e haverá premiação para os primeiros colocados de cada categoria. Serviço · Coleta Externa (Unidade Móvel): Quinta-feira (25), das 9h às 16h. · Retirada de kits da corrida: Quinta-feira (25), das 10h às 20h. · Local: Faculdade Mackenzie — SGAS 902, Asa Sul. · Agendamento de doações: Pelo site agenda.df.gov.br ou telefone 160, opção 2. · Data da corrida: Sábado (27), às 17h30, no Memorial dos Povos Indígenas. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)
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Nova gestão fiscal do GDF começa a dar resultados
O Governo do Distrito Federal (GDF) já começa a colher os frutos da nova política fiscal, adotada desde abril de 2026. Nela, a Secretaria de Economia (Seec-DF) adotou a orientação estratégica de gastar com qualidade e melhorar a performance da arrecadação para, no fim, recuperar a saúde financeira. “O objetivo dessa política não é apenas arrecadar mais, mas fazê-lo melhor e transformar os recursos em serviços públicos de qualidade”, disse o subsecretário do Tesouro do DF, Luiz Barreto, em palestra na 68ª reunião da Comissão de Gestão Fazendária (Cogef), instituição criada no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária, o Confaz, e realizada na semana passada em Brasília. O gestor valeu-se de diversos gráficos para festejar algumas melhorias nos aspectos relacionados à receita e despesa. Por exemplo: em janeiro deste ano, a receita realizada (aquela que efetivamente entrou no caixa) foi de R$ 3,76 bilhões. Entretanto, a despesa empenhada (recursos reservados para garantir o pagamento de serviço ou obra) chegou a R$ 6,08 bilhões. A diferença entre o arrecadado e o empenhado neste mês chegou a 61,7% negativos. Em abril, a receita foi de R$ 3,42 bilhões e o montante empenhado ficou em R$ 3,54 bilhões, num registro já positivo de 3,5%. Os números falam por si só, mas Barreto elencou outras medidas em andamento que demonstram uma harmonização da receita e da despesa. Por exemplo: foi adotada uma carteira estratégica para ampliar a arrecadação de forma sustentável. “Ela garante justiça fiscal e modernização”, reforçou Luiz Barreto. São 18 iniciativas em curso, com potencial de arrecadação de até R$ 4 bilhões anuais. O foco global? A conformidade e o combate à fraude. Passa pelo apoio do Legislativo, com alterações normais para tributos como o IPVA e o ITCD; infraestrutura tecnológica, com investimentos de Data Lakes e Inteligência Artificial preditiva; e, por fim, capacitação técnica do capital humano para auditoria eletrônica e inteligência fiscal. Subsecretário do Tesouro do DF, Luiz Barreto: “O objetivo dessa não é apenas arrecadar mais, mas fazê-lo melhor e transformar os recursos em serviços públicos de qualidade” | Foto: Divulgação/Seec-DF Com essas ações, o horizonte de incremento chega a R$ 1,45 bilhão a curto prazo (2026) com automação e malhas fiscais; R$ 1,27 bilhão (médio prazo, para 2027) com as revisões normativas e legislativas; e R$ 1,30 bilhão (estruturante, de 2028 para frente) com conformidade e monitoramento. Revisões e renegociação Tudo isso foi, segundo Luiz Barreto, criado a partir de decretos governamentais propostos pela governadora Celina Leão e pelo secretário de Economia, Valdivino de Oliveira. O primeiro, o de nº 48.509/2026, foram feitos revisão e renegociação de contratos administrativos; controle de despesas de custeio e pessoal; restrições à expansão de despesas obrigatórias; e instituição do Comitê Gestor do Gasto Público. No segundo, o de nº 48.549, foi a vez da suspensão do limite automático de empenho; a centralização da programação orçamentária e financeira; o controle da execução via Siggo; liberação de recursos condicionada ao fluxo de caixa; e compatibilização entre execução orçamentária e capacidade financeira. O Siggo é o Sistema Integrado de Gestão Governamental, que concentra todas as informações sobre a movimentação financeira, orçamentária, contábil e patrimonial da administração pública distrital. A Secretaria de Economia também determinou para si própria a centralização das alterações orçamentárias, passou a exigir a formalização via SEI das solicitações, e com exigência de justificativa técnica e de impacto financeiro. Com isso, fortaleceu o controle fiscal e financeiro e ampliou a rastreabilidade e governança das decisões. Desta forma, segundo o subsecretário do Tesouro, o GDF, que hoje tem a Capacidade de Pagamento classificada como C, pulará para a B (reabrindo o aval para garantia), chegará a A (reconhecimento de liquidez) até chegar à A+, encerrando todas as travas e ganhando autonomia fiscal. *Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)
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Portal de Dados Abertos do DF é modernizado para ampliar transparência
O Portal de Dados Abertos do Distrito Federal foi modernizado para garantir que qualquer pessoa possa acessar as informações disponibilizadas pelo governo em bases de dados em formatos abertos e com livre utilização. A atualização foi anunciada em 19 de junho e traz uma nova experiência ao usuário com uma organização intuitiva e tecnologia avançada aplicada. O interesse da população pelos dados públicos do Distrito Federal pode ser medido pelos números de utilização da plataforma. Em 2025, o Portal de Dados Abertos registrou mais de 160 mil visualizações de páginas, representando uma recuperação significativa em relação a 2024, quando foram contabilizadas cerca de 105 mil visualizações. Entre os conjuntos de dados mais procurados no Portal estão informações sobre violência contra a mulher, fluxo veicular, locação de imóveis, despesas da administração pública e crimes contra o patrimônio | Foto: Divulgação CGDF Entre os conjuntos de dados mais procurados no Portal estão informações sobre violência contra a mulher, fluxo veicular, locação de imóveis, despesas da administração pública e crimes contra o patrimônio, demonstrando o interesse da sociedade por temas relacionados à transparência e à segurança pública. Disponibilizado pelo Governo do Distrito Federal desde 2017, o portal funciona como um grande catálogo que reúne dados e informações públicas produzidos pelos órgãos e entidades do Poder Executivo distrital, facilitando sua busca e utilização. Segundo a Fundação do Conhecimento Aberto, dados abertos são aqueles que podem ser livremente usados, reutilizados e redistribuídos por qualquer pessoa, estando sujeitos, no máximo, à exigência de atribuição de autoria e compartilhamento sob a mesma licença. Para acompanhar a evolução das necessidades dos usuários e oferecer uma experiência mais moderna e intuitiva, o portal passou por uma ampla atualização, desenvolvida com base nas melhores práticas adotadas por iniciativas semelhantes em todo o mundo. “Agora, o portal que você usa mostra tudo de forma muito mais simples, organizada e agradável para quem precisa usar a ferramenta", explica Victor Hugo Franco, coordenador de Transparência e Governo Aberto. Além disso, a estrutura mais moderna oferece mais liberdade para a futura utilização de outras funcionalidades, como ferramentas para que os cidadãos possam participar mais ativamente, contribuindo com o aprimoramento do Portal e da Política de Dados Abertos. Com a modernização da plataforma, a expectativa é aproximar cada vez mais a sociedade das informações públicas e fortalecer a cultura de transparência no Distrito Federal. Nesse sentido, a Controladoria-Geral do Distrito Federal já publicou diversos materiais sobre transparência e acesso à informação, como a Cartilha de Dados Abertos, voltada a cidadãos, pesquisadores, jornalistas, desenvolvedores e servidores públicos interessados em compreender e utilizar os dados públicos de forma mais eficiente. Outros materiais podem ser acessados no site da Lei de Acesso à Informação. *Com informações da CGDF
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