Agricultura familiar ganha espaço na rede pública de ensino e movimenta, no DF, quase R$ 184 milhões
O Governo do Distrito Federal (GDF) movimentou R$ 183,9 milhões na compra de alimentos da agricultura familiar entre 2019 e 2025. Ao todo, quase 10 mil produtores participaram das aquisições, que abastecem principalmente a rede pública de ensino e ações de segurança alimentar. A política é executada por diversos programas, com destaque para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), responsável pela maior parte dos recursos. Somente pelo Pnae, foram R$ 125 milhões investidos no período, com crescimento contínuo a partir de 2022. O volume é reforçado por aportes locais, que chegam a superar em até sete vezes os repasses federais em alguns anos. O aumento da demanda tem ampliado a participação de produtores e incentivado a diversificação da produção. Embora seja uma política federal, o Pnae no Distrito Federal tem forte complementação de recursos locais. Em 2025, por exemplo, o repasse da União foi de R$ 32,4 milhões, enquanto o GDF investiu R$ 189,1 milhões. Em 2024, a lógica se repetiu: R$ 62,7 milhões vieram do governo federal, frente a R$ 112,4 milhões de recursos distritais. Na prática, isso evidencia a prioridade orçamentária dada à alimentação escolar e amplia significativamente a capacidade de compra de alimentos da agricultura familiar. Outras iniciativas também contribuem para o fortalecimento do setor. O Programa de Aquisição da Produção da Agricultura do Distrito Federal (Papa-DF) movimentou R$ 44 milhões e adquiriu mais de 9,6 milhões de quilos de alimentos, com a participação de mais de 3,3 mil agricultores. Já o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA/TA) somou R$ 14,8 milhões e envolveu 2,2 mil produtores, com destaque para os produtos orgânicos, que representaram cerca de 39,4% do valor total. Além de hortifrútis, as compras públicas passaram a incluir itens com maior valor agregado, como lácteos, mel e pescado | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília No caso do Papa-DF e do Pnae, a comercialização ocorre principalmente por meio de associações e cooperativas, o que fortalece a organização coletiva e amplia a capacidade de atendimento às demandas públicas. Já no PAA/TA, as compras são feitas diretamente com os produtores, permitindo maior inclusão de agricultores que ainda não estão vinculados a organizações formais. As aquisições são articuladas pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), com participação direta de órgãos como a Secretaria de Educação, responsável pela alimentação escolar, e a Secretaria de Desenvolvimento Social, que direciona os alimentos para programas de segurança alimentar e assistência social. Outros equipamentos públicos também podem ser atendidos, como o Zoológico de Brasília. O secretário de Agricultura, Rafael Bueno, afirmou que os programas de compras governamentais são estratégicos para dar estabilidade à agricultura familiar no DF. Segundo ele, a política reduz os impactos das oscilações de mercado, garante previsibilidade de renda e permite planejamento da produção, além de viabilizar investimentos e ampliar a competitividade dos produtores quando parte da produção é destinada aos mercados tradicionais, seja atacadista ou varejista. “Os programas de compra governamental são fundamentais e têm impulsionado a agropecuária no Distrito Federal, em especial a familiar. Por um lado, há o ganho do produtor familiar, por outro, há um alimento de qualidade produzido no DF e fornecido às comunidades locais”, declarou o chefe da pasta. Embora seja uma política federal, o Pnae no Distrito Federal tem forte complementação de recursos locais. Em 2025, por exemplo, o repasse da União foi de R$ 32,4 milhões, enquanto o GDF investiu R$ 189,1 milhões | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Além de hortifrutis, as compras públicas passaram a incluir itens com maior valor agregado, como lácteos, mel e pescado. A inclusão desses produtos amplia as cadeias produtivas atendidas e gera novas oportunidades de renda no campo. A previsão é de ampliação desse mercado, com aquisição mensal de filé de tilápia a partir de 2026. A mudança na prática Na Comunidade da Lagoinha, localizada no Núcleo Rural Rio Preto, em Planaltina, o produtor Ivan Engler, 49, acompanhou de perto essa transformação. Há mais de quatro décadas na atividade rural, ele fornece alimentos para a merenda escolar desde 2012 e hoje entrega cerca de 10 toneladas de hortifrútis, como cenoura, beterraba, mandioca, banana e tangerina. Bases alimentares como flocão, feijão e milho também saem da pequena propriedade para as salas de aula. Segundo o produtor, o acesso aos programas públicos trouxe estabilidade financeira e reduziu a dependência de intermediários. Ele também destaca o apoio técnico e estrutural recebido, que permitiu ampliar a produção e diversificar as atividades na propriedade, incluindo a criação de peixes. “O Pnae mudou nossa realidade. O mais importante é a segurança, saber que tenho uma venda garantida toda semana, com preço justo, e que faz com que cerca de 50% da minha renda já esteja assegurada. Antes, a gente dependia de intermediários comerciais e não tinha controle sobre o valor da produção. Hoje, conseguimos planejar, investir e crescer”, afirma. Além disso, o produtor ressalta a qualidade dos produtos colhidos e entregues frescos nas escolas. “A gente capricha porque sabe que são os nossos filhos que estão consumindo. Esse programa também ajudou a organizar os produtores, fortalecer cooperativas e mostrar que a agricultura familiar tem capacidade de atender grandes demandas com qualidade e profissionalismo”, observa. As mudanças no perfil das compras públicas também impactaram a organização do setor. O aumento da demanda incentivou a criação e fortalecimento de cooperativas, ampliando a capacidade dos produtores de atender contratos e acessar novos mercados. Com alimentos colhidos e distribuídos em curto intervalo de tempo, a produção local garante maior frescor e qualidade aos produtos entregues nas escolas, devido à proximidade entre campo e consumo. Esse modelo também reduz perdas logísticas, estimula a produção regional e mantém a renda circulando dentro do próprio Distrito Federal, fortalecendo a economia rural.
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GDF na Sua Porta, no Paranoá, começa segunda-feira (13) e vai até o dia 17
O Governo do Distrito Federal (GDF) avança na organização de mais uma edição do programa GDF na Sua Porta. A segunda rodada da iniciativa ocorre entre os dias 13 e 17 deste mês, no Paranoá, ao lado da administração regional. “Quando o programa GDF na Sua Porta passa, a cidade é transformada. A gente reúne todas as secretarias, levanta as demandas e executa tudo de forma unificada, poupando tempo e dando respostas mais rápidas para a população”, afirma a governadora Celina Leão. Governadora Celina Leão reúne gestores do Governo do Distrito Federal para tratar da organização do GDF na Sua Porta, edição Paranoá | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília No mês passado, o GDF lançou a primeira edição do programa no Itapoã. A ação levou um gabinete móvel e diversos serviços públicos à região. Durante cerca de 15 dias, o governo realizou atendimentos, ouviu a população e levantou as principais demandas locais. Como resultado, foram assinados 18 documentos, sendo 15 ordens de serviço para obras de zeladoria e infraestrutura, como construção de calçadas, reforma de espaços comunitários, melhorias na iluminação pública e intervenções viárias. Durante a ação, o governo também autorizou duas ordens de serviço voltadas ao transporte público, com a implantação e substituição de 22 abrigos de passageiros e a ampliação de duas linhas de ônibus no Itapoã. Celina Leão: "Quando o programa GDF na Sua Porta passa, a cidade é transformada. A gente reúne todas as secretarias, levanta as demandas e executa tudo de forma unificada, poupando tempo e dando respostas mais rápidas para a população" GDF na Sua Porta O programa reúne diversas secretarias e órgãos do Governo do Distrito Federal, como as pastas de Governo, Economia, Justiça e Cidadania, Saúde, Desenvolvimento Social, Mobilidade e Transporte, Segurança Pública, Meio Ambiente, Proteção Animal e Obras e Infraestrutura. Participam ainda órgãos como DF Legal, Detran-DF, DER, SLU, Novacap, Terracap, Procon-DF, Controladoria-Geral e as administrações regionais. [LEIA_TAMBEM]Também integram a iniciativa as forças de segurança, como as polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros, bem como a Defensoria Pública do DF e demais entidades públicas envolvidas, conforme a área de atuação. A coordenação do programa fica a cargo da Secretaria de Governo, por meio da Secretaria Executiva das Cidades. Todos os órgãos participantes vão disponibilizar equipes técnicas no local, com autonomia e capacidade para atender demandas e efetuar encaminhamentos imediatos.
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Acidentes com lagartas podem ocasionar danos graves e até mortes
Há quem as chame de lagarta-de-fogo, taturana e mandruvá, mas há diferenças entre cada um desses insetos. Nesta fase larval de mariposas, comum durante o período de chuvas, existe uma semelhança importante: a presença de pelos (cerdas) é sinal de perigo e pode causar muitos danos. Informar-se sobre esses riscos é importante para prevenir os acidentes e para contribuir com o trabalho da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) da Secretaria de Saúde (SES-DF). De acordo com o biólogo Israel Moreira, que atua na área, o Distrito Federal é um local com muita incidência desses tipos de lagartas. As chamadas lagartas-de-fogo não costumam ser encontradas dentro de casas, mas é bom prestar atenção ao encostar em troncos ou cipós, por exemplo | Foto: Arquivo/Agência Brasília “Embora não tenhamos muitos registros de acidentes, até mesmo pela peculiaridade do animal, que não vive dentro das casas, é importante contarmos com o apoio da população para que sejam feitas coletas do inseto, pois servem à produção de antídoto”, explica. O Brasil é o único país produtor do Soro Antilonômico (SALon), específico para o tratamento dos envenenamentos causados por lagartas Lonomia. Espécies Existem lagartas cujas cerdas longas e sedosas lembram cachorrinhos peludos e, por isso mesmo, são chamadas de lagartas-cachorrinho. Apesar da aparência fofa, escondem "espinhos" urticantes que, em contato com a pele, liberam um veneno que pode provocar reações severas, como inchaços, vermelhidão, dor e sensação de queimação. Arte: SES-DF Há, ainda, as lagartas com cerdas ramificadas, como pequenas árvores pinheiros. Essas são todas venenosas. Nesse grupo, encontra-se também a lagarta do gênero Lonomia, de maior relevância para a saúde pública. A inoculação do seu veneno em pessoas pode ocasionar acidentes graves com hemorragias e até óbitos. Acidentes As primeiras ocorrências de lagartas Lonomia no DF foram registradas em diferentes regiões administrativas no ano de 2018. Em 2024, de acordo com o boletim epidemiológico dos acidentes causados por animais peçonhentos, os registros somam 1% de todas as mais de quatro mil ocorrências. Em apenas três desses acidentes, houve a necessidade de soroterapia. Os acidentes com lagartas ocorrem pelo contato do indivíduo com o animal, que geralmente ocupa árvores ou vegetação próxima. Ao coletar frutas no pomar, encostar-se em troncos para descansar ou realizar quaisquer outras atividades em ambiente silvestre, é recomendado observar bem o local, os gravetos e as folhas antes de manuseá-las. O uso de luvas ajuda a minimizar os riscos de acidente. "As lagartas que não oferecem risco precisam permanecer no meio ambiente. Elas cumprem um papel fundamental no equilíbrio ecológico" Israel Moreira, biólogo Riscos a seres humanos As demais fases de mariposas e borboletas (pupa, ovo e adulto), de modo geral, são inofensivas aos seres humanos. A Dival não aplica inseticida para o controle do inseto; sua atuação se dá pelo recolhimento dos tipos perigosos. “As lagartas que não oferecem risco precisam permanecer no meio ambiente. Elas cumprem um papel fundamental no equilíbrio ecológico”, alerta o biólogo Israel Moreira. Para a identificação de qualquer espécie, é de suma importância entrar em contato com algum dos núcleos regionais de Vigilância Ambiental em Saúde. Em caso de acidente, o paciente deve ser levado ao serviço de saúde mais próximo, além de acionar o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox). *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Afastamento Remunerado para Estudos – Resultado Preliminar Documental
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Recapeamento da Avenida Del Lago melhora mobilidade no Itapoã
Há 18 anos, Michael Santini trabalha em um supermercado na Avenida Del Lago, no Itapoã, e vê no novo pavimento uma oportunidade de crescimento para o comércio da região. “É um asfalto de boa qualidade que traz mais mobilidade para a cidade. Quem vem de fora vai conseguir chegar com mais comodidade. Isso ajuda muito o comércio. A gente espera vender mais, ter mais clientes e gerar mais empregos”, acredita o comerciante. A obra de recapeamento é feita em um trecho de 1 km, a partir da DF-001. De acordo com o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, o cronograma segue em ritmo acelerado para garantir a conclusão dentro do prazo estabelecido. Nesta semana, começou a aplicação da segunda capa, etapa que deixa o pavimento mais resistente e durável. "Já avançamos 25% da obra e, nesta semana, iniciamos a aplicação da segunda camada asfáltica nos primeiros 500 metros. Nossa meta é concluir todo o cronograma até o início de maio, entregando um asfalto de alta qualidade que suportará o fluxo intenso e melhorará a vida de quem circula pelo Itapoã diariamente", destaca. A obra de recapeamento é feita em um trecho de 1 km, a partir da DF-001 | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Com investimento de R$ 3,4 milhões, a obra é executada pela empresa Hytec. A iniciativa busca melhorar as condições de tráfego, aumentar a segurança viária e proporcionar mais conforto para motoristas e pedestres que utilizam a via. Segundo o administrador do Itapoã, Dilson Bulhões, obra ainda inclui reformas na sinalização da via. “Vamos ter uma avenida totalmente revitalizada, com sinalização adequada, lombadas dentro das normas de trânsito e faixas de pedestres renovadas”, ressalta. A obra atende a uma demanda antiga da população por reformas na via. Leonilson Andrade mora no Itapoã desde 2009 e conta que há cerca de três anos chegou a quebrar o carro ao passar pela Avenida Del Lago. Com o novo asfalto, ele diz que a realidade é outra. “Eu já quebrei a balança do carro aqui. Tive que ir arrastando até o mecânico. Agora muda tudo. A gente passa com mais segurança e sem esse tipo de preocupação. Essa avenida é muito importante para o Itapoã. Com ela bem arrumada, vai atrair mais pessoas e melhorar a vida de quem mora aqui”, completa.
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Do acolhimento ao benefício: como acessar programas sociais no DF
Antes de conseguir organizar a própria vida, a dona de casa Mariana Burcos, de 42 anos, precisou romper com um ciclo de violência doméstica enquanto buscava apoio para cuidar do filho com transtorno do espectro autista. Foi nesse caminho que ela encontrou, na rede de assistência social do Distrito Federal, mais do que benefícios: acolhimento, orientação e a chance de recomeçar. Hoje, atendida por diferentes programas do GDF, ela vê no suporte recebido a possibilidade de garantir estabilidade para a família. Atualmente, Mariana é atendida por programas como o Cartão Prato Cheio, benefícios voltados a pessoas com deficiência e o auxílio-aluguel. Ao buscar apoio para o filho, ela foi encaminhada a diferentes serviços, fez o Cadastro Único e teve acesso a benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas). “Eu estava em uma situação difícil, sem rede de apoio, e aqui encontrei orientação, paciência e humanidade. Isso fez toda a diferença para recomeçar. Não foram só os benefícios, mas também o apoio para reorganizar a minha vida”, conta. No Centro de Referência de Assistência Social (Cras), é possível fazer inscrição no Cadastro Único | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Histórias como a de Mariana se repetem entre os beneficiários da rede socioassistencial do DF, que têm nos serviços públicos a porta de entrada para auxílios financeiros e acompanhamento social. É o caso da diarista Cristiana de Souza, 50 anos, que recebe o Bolsa Família e tem acesso ao Cartão Prato Cheio. Durante a pandemia, Cristiana enfrentou problemas de saúde e ficou impossibilitada de trabalhar, tendo buscado atendimento no posto de saúde da Vila Planalto. A partir dali, ela foi encaminhada ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras), onde realizou a inscrição no Cadastro Único, etapa fundamental para a análise e inclusão nos programas. “Os programas me ajudam muito, porque estou com problemas relacionados à menopausa e preciso de medicações. O benefício contribui tanto com esses gastos quanto com a alimentação. É um auxílio importante no dia a dia”, afirma Cristiana. Cristiana de Souza ressalta que os benefícios que recebe ajudam nos gastos com remédios e com a alimentação O Governo do Distrito Federal (GDF) disponibiliza diversos benefícios sociais voltados à população em situação de vulnerabilidade, com o objetivo de garantir acesso a direitos básicos, promover inclusão e reduzir desigualdades. Os programas atendem desde famílias de baixa renda até públicos específicos, como idosos, pessoas com deficiência e mulheres em situação de violência, com serviços que vão do apoio financeiro ao acompanhamento socioassistencial. “Este GDF triplicou o investimento no desenvolvimento social e temos a convicção de que é um marco histórico, por isso somos referência Brasil afora no combate à pobreza e no combate à fome. O importante agora é que as famílias vulneráveis se informem da melhor maneira para terem acesso aos benefícios e serviços porque temos casos de famílias que aguardam uma contemplação no Prato Cheio, já foram contempladas, mas não buscaram o cartão, por exemplo”, ressalta a secretária interina de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Para ter acesso, o cidadão deve procurar uma unidade do Cras, preferencialmente com agendamento pela Central 156, por meio do qual são feitos o cadastro e a avaliação para inclusão nos programas disponíveis; ou buscar atendimento pelo site da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes-DF). Em geral, é necessário ter renda per capita mensal de até meio salário mínimo, apresentar CPF, de preferência do responsável familiar, e, se possível, documentos de todos os integrantes da família. A seleção para a maioria dos programas no DF, como o DF Social, é automática e baseada nos dados do CadÚnico. 32% porcentagem da população do DF inscrita no CadÚnico Atualmente, o Distrito Federal tem quase 500 mil famílias inscritas no Cadastro Único, sistema que dá acesso a programas e benefícios sociais. Segundo a Sedes-DF, responsável pela gestão do CadÚnico na capital, mais de 90% dos cadastros estão atualizados. Ao todo, das mais de 2,9 milhões de pessoas que vivem no DF, cerca de 32% estão inscritas no sistema. Principais programas sociais DF Social — Concede R$ 150 mensais a famílias com renda per capita de até meio salário mínimo inscritas no CadÚnico. A seleção é automática, conforme cruzamento de dados e disponibilidade orçamentária, e o programa atende a cerca de 70 mil beneficiários. O valor pode ser sacado, usado para pagamentos ou transferências via Pix. A consulta da contemplação pode ser feita no Sistema de Cadastro Socioeconômico. Após a aprovação, é necessário abrir a conta social digital pelo aplicativo do BRB. Cartão Prato Cheio — Benefício de R$ 250 destinado à compra de alimentos para famílias em situação de insegurança alimentar. Atualmente, cerca de 130 mil pessoas recebem até 18 parcelas. A solicitação deve ser feita por meio de atendimento socioassistencial no Cras, com agendamento pela Central 156 ou pelo site sedes.df.gov.br. A situação também pode ser acompanhada pelo portal Sistema de Cadastro Socioeconômico. Cartão Gás — Auxílio de R$ 100, pago a cada dois meses, para a compra de botijão de gás, atendendo cerca de 70 mil famílias. A seleção é automática, a partir do CadÚnico atualizado e conforme critérios do programa. A consulta da contemplação é feita no Sistema de Cadastro Socioeconômico, e a retirada do cartão ocorre na agência do BRB indicada na mensagem de aprovação. Bolsa Família — Programa federal de transferência de renda acessado por meio do Cadastro Único, voltado a famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) — Garante um salário mínimo mensal a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência de baixa renda, também mediante inscrição no Cadastro Único.
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UBS, UPA, creche, moradia, um viaduto e muito mais para o Riacho Fundo II
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Neste sábado (11), Plano Piloto terá ação de acolhimento à população em situação de rua
Neste sábado (11), a partir das 9h, o Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em dez endereços distintos no Plano Piloto. Equipes da Codhab estão entre os órgãos do GDF mobilizados para a ação social | Foto: Agência Brasília A ação é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Também compõem a equipe o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes-DF. No decorrer de toda a semana, as secretarias atuaram em abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja abaixo os pontos de ação neste sábado. ⇒ Via N2, próximo à 5ªDP ⇒ SHCGN 710, atrás do prédio da Sicredi/Sabin ⇒ Via de acesso SGAN 908/909, do balão à Via W5 ⇒ SGAN 909 e 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx ⇒ SGAN 913, entre o colégio Anjo da Guarda e a mesquita ⇒ SGAN 915, ao lado da Escola Sagrada Família Menino Deus ⇒ SHCGN 716, entre os blocos G e H ⇒ Final da W3 Norte, entre o Setor Hospitalar e o Setor Terminal Norte ⇒ SQN 416, em frente ao Bloco M e à Via L2 ⇒ Final do calçadão da Asa Norte, beira do lago. *Com informações da DF Legal
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Hvep Móvel chega ao Paranoá nesta segunda-feira (13)
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UTI do Hospital da Região Leste é reconhecida entre as mais eficientes do país
Entre as melhores do país e única da rede pública do Distrito Federal a alcançar esse reconhecimento, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Região Leste (HRL) conquistou no mês passado a certificação de UTI Eficiente, categoria que atesta boas práticas assistenciais aliadas ao uso adequado de recursos. UTI do Hospital da Região Leste é destaque na avaliação da Associação de Medicina Intensiva Brasileira | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A certificação foi concedida pelo programa UTIs Brasileiras, uma iniciativa da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) em parceria com a Epimed Solutions criada para reconhecer e premiar as UTIs que demonstraram excelência em desempenho e qualidade no atendimento a pacientes críticos ao longo de cada ano. Em 2025, cerca de 800 hospitais foram monitorados pelo programa. Desses, 332 alcançaram os melhores resultados e receberam o reconhecimento, sendo 115 na categoria UTI eficiente. Em comparação ao ciclo anterior, houve crescimento de 29,3% na participação de unidades públicas, passando de 58 para 75 unidades vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) entre os reconhecidos. Trabalho coletivo A conquista reflete uma combinação de fatores como equipe altamente dedicada, gestão participativa com o envolvimento de múltiplos profissionais e protocolos bem-definidos. Na prática, isso se traduz em mais segurança, decisões clínicas mais assertivas e melhores resultados para os pacientes. Sidney Sotero, chefe da UTI do HRL, comemora a distinção: “Os profissionais estão constantemente engajados em processos de melhoria contínua, o que demonstra o comprometimento com resultados cada vez melhores” “É o reconhecimento de uma equipe que se dedica a oferecer o melhor atendimento ao usuário do SUS, com foco na excelência da assistência”, afirma a superintendente da Região de Saúde Leste, Maria de Lourdes Castelo Branco. “O principal fator que contribuiu para essa certificação foi o espírito de coletividade e colaboração da equipe”, reforça o chefe da UTI do hospital, Sidney Sotero. “Os profissionais estão constantemente engajados em processos de melhoria contínua, o que demonstra o comprometimento com resultados cada vez melhores.” [LEIA_TAMBEM]A UTI do HRL conta com uma equipe multiprofissional formada por médicos intensivistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos e odontólogos intensivistas, entre outros. O setor possui dez leitos, sendo quatro destinados ao pós-operatório de cirurgias eletivas, incluindo procedimentos complexos, como cirurgias de coluna — área em que o hospital é referência na região Centro-Oeste. Entre os indicadores avaliados, um dos principais é a mortalidade ajustada, que analisa o risco de óbito dos pacientes internados. “A taxa de mortalidade ajustada na UTI do HRL é de aproximadamente 0,5, indicando que, a cada dois pacientes com expectativa de óbito, apenas um falece”, detalha Sotero. “Esse resultado reflete a qualidade da assistência, o cuidado e o empenho da equipe”. O programa Criado em 2015, o programa UTIs Brasileiras é considerado o maior banco de dados epidemiológicos de leitos de terapia intensiva do mundo. O monitoramento contínuo permite reunir informações sobre taxas de ocupação, número de leitos, desfechos clínicos e evolução na recuperação de pacientes, caracterizando o perfil epidemiológico das UTIs no Brasil. *Com informações da Secretaria de Saúde
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CIL 01 de Brasília recebe prêmio Colegio del Año 2025, da Embaixada da Espanha
O Centro Interescolar de Línguas (CIL) 01 de Brasília foi um dos premiados na 7ª edição do Concurso Colegio del Año en español, promovido pela Consejería de Educación da Embaixada da Espanha no Brasil em reconhecimento às instituições que se destacam na promoção da língua e da cultura hispânica em 2025. Escolas de todo o país participam da disputa dividida em três categorias: Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Centros de Línguas. O CIL 01 de Brasília conquistou o segundo lugar na categoria Centro de Línguas. O bom desempenho em sua primeira participação no certame é resultado da dedicação de um grupo formado por docentes de espanhol do centro. O projeto vencedor foi concebido pelas professoras Tatiane de Cássia Farias Brito, Fanny Guadalupe Mattos Carneiro e Adriana Ribeiro Magnone Ottoni. “Foram dias intensos de trabalho até a consolidação da proposta, com o apoio da direção do CIL 01 de Brasília em uma construção conjunta marcada por dedicação, parceria e muitos momentos de troca”, contou Adriana. A professora Tatiane de Cássia Farias Brito celebrou a conquista. “Esse resultado é fruto de um trabalho coletivo da equipe de espanhol, que acredita em um ensino integrado entre língua e cultura, promovendo o uso significativo do idioma como ferramenta para ampliar experiências e atravessar fronteiras", disse. A honraria foi recebida pelos vencedores durante cerimônia realizada em 27 de março no Colégio Miguel de Cervantes, em São Paulo, durante a abertura do 33º Seminário Espanhol no Brasil. O evento foi composto pela embaixadora da Espanha no Brasil, María del Mar Fernández-Palacios Carmona; o embaixador do Peru, Rómulo Fernando Acurio Traverso; a conselheira de Educação da Embaixada da Espanha no Brasil, Yolanda Rodríguez García; e o diretor-gerente do Colégio Miguel de Cervantes, Luis Alberto Rascado Iglesias. Uma comissão do CIL 01 compareceu à cerimônia para receber o prêmio. Além das professoras responsáveis pelo projeto selecionado, estiveram presentes, representando a instituição, a diretora, Dóris Scolmeister da Silva; a vice-diretora, Harumi Shimizu, e a docente Maria Letícia Silva Borges. Comissão formada pela direção e professoras de espanhol do CIL 01 de Brasília foi receber o prêmio em São Paulo | Foto: Divulgação/CIL 01 de Brasília Segundo a diretora Dóris, a premiação foi um momento de grande emoção e celebração. “Após o segundo lugar no concurso, o CIL 01 de Brasília passa a integrar uma rede de centros de espanhol no Brasil, reforçando o trabalho desenvolvido e renovando o entusiasmo para ampliar, cada vez mais, as experiências dos alunos com a língua espanhola”, apontou. Concurso Colegio del Año O concurso foi criado em 2019 com o objetivo de reconhecer o compromisso e as boas práticas de instituições públicas e privadas no ensino de espanhol no Brasil. Na edição de 2025, entre os seis finalistas, destacaram-se o CIL 01 de Brasília e o CIL de Ceilândia. Essa foi a primeira vez que o CIL 01 de Brasília participou da disputa. Entre os vencedores, estavam também o Centro Cearense de Idiomas, de Fortaleza (CE), que ficou em primeiro lugar, e o Centro de Estudo de Línguas (CEL) Benedito Fagundes Marques, de Franco da Rocha (SP), que conquistou a terceira colocação. Embora seja uma iniciativa de âmbito nacional, há critérios específicos para participar. Podem concorrer escolas públicas e privadas de educação básica que ofereçam ensino de espanhol em seu currículo, bem como centros de línguas vinculados às secretarias de Educação. Todavia, não podem participar instituições que já tenham sido premiadas em edições anteriores. Prêmios Os cursos vencedores recebem uma bolsa de formação docente, com destaque para a participação na Semana del Español Excelente, curso de atualização realizado na Universidade de Salamanca, na Espanha. Além da formação, os centros premiados também recebem cursos de formação online para professores, acesso a plataformas e bibliotecas digitais, materiais didáticos e recursos pedagógicos (livros, videotecas, ambientes virtuais etc.), participação em ações formativas e seminários de editoras especializadas, e participação na Rede de Centros de Excelência, promovendo intercâmbio e cooperação entre instituições, além do reconhecimento institucional, com a entrega de uma placa oficial do concurso. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Uso de profilaxia contra o HIV mais que triplicou no DF desde 2023 e ultrapassa meta nacional
A cobertura da profilaxia pré-exposição (PrEP) ao vírus da imunodeficiência humana (HIV) no Distrito Federal mais que triplicou nos últimos três anos. Dados do Ministério da Saúde apontam que a taxa de uso passou de 3,39 em 2023 para 10,26 em fevereiro deste ano, mostrando a efetividade do trabalho contínuo do GDF para expandir o acesso à medicação. Atualmente, o tratamento preventivo é distribuído em mais de 20 equipamentos de saúde em diversas regiões administrativas, de modo gratuito, confidencial e seguro. O Ministério da Saúde utiliza o indicador de razão PrEP para avaliar a cobertura da medicação, que mostra quantas pessoas estão em uso para cada nova pessoa com HIV vinculada ao tratamento. Segundo o ministério, para que haja implementação dessa estratégia, a região deverá ter, no mínimo, uma razão de 3,0 — ou seja, três pessoas em PrEP para cada caso novo de HIV. O DF começou a implementação da PrEP em 2018, com oferta exclusiva do tratamento por meio do Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin). Em 2023, o combate foi descentralizado com a oferta da medicação por meio da Atenção Primária à Saúde (APS), que é a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Em seguida, outro avanço: a qualificação de enfermeiros e farmacêuticos da APS para que pudessem prescrever o tratamento — função que até então era restrita aos médicos. Camila Damasceno, referência técnica distrital (RTD) e Medicina de Família e Comunidade, explica que o modelo adotado no DF já é reconhecido nacionalmente. “Hoje o Ministério da Saúde usa o Distrito Federal como exemplo de expansão da PrEP, tanto pela ampliação da atenção primária quanto pela inclusão de outras categorias profissionais”, ressalta. Em 2025, a estratégia de prevenção também passou a ser ofertada diretamente no sistema prisional do DF. A estratégia também acompanha uma mudança de entendimento sobre o público-alvo. “Antes, era voltada para populações específicas. Hoje, a PrEP é para quem deseja se proteger e não tem contraindicação. Ela faz parte da prevenção combinada, junto com preservativo, testagem regular e vacinação contra infecções sexualmente transmissíveis, além da PEP [profilaxia pós-exposição], que é indicado para quando há suspeita da exposição ao vírus”, esclarece. Atualmente, o tratamento preventivo está disponível em mais de 20 equipamentos de saúde em diversas regiões administrativas, de modo gratuito, confidencial e seguro | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Damasceno salienta que a expectativa é que a ampliação do acesso contribua para a redução de novos casos de HIV, a exemplo do que já ocorreu em outros estados. “São Paulo conseguiu reduzir em cerca de 45% os casos novos de HIV em menos de dez anos, e a gente sabe que a PrEP é uma das principais estratégias para isso”, afirma. Quando usada corretamente, a profilaxia pode reduzir em mais de 90% o risco de infecção. O tratamento consiste na ingestão de comprimidos, permitindo que o organismo esteja preparado para enfrentar um possível contato com o vírus. “É uma medicação simples, de uso diário ou sob demanda, com poucos exames e um perfil de efeitos colaterais muito seguro”, reforça ela. Atualmente, a medicação está disponível em 26 equipamentos do DF: 20 unidades básicas de saúde (UBSs) — Sobradinho, Planaltina, Paranoá, São Sebastião, Gama, Santa Maria, Cruzeiro Novo, Lago Sul, Asa Norte, Asa Sul, Águas Claras, Recanto das Emas, Candangolândia, Estrutural, Guará, Brazlândia e Ceilândia —, policlínicas de Planaltina, de Ceilândia, de Taguatinga e do Gama; Farmácia Escola do Hospital Universitário de Brasília (HUB) e o Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin) — sendo este com exclusividade para pacientes do próprio espaço. Perfil De acordo com a Secretaria de Saúde (SES-DF), desde o início da distribuição no DF até fevereiro deste ano, 7.646 pessoas iniciaram a profilaxia. Deste total, 5.654 tiveram dispensa de medicamentos nos últimos 12 meses e 1.522 estão descontinuadas (não retiram a mais de 12 meses). Dados extraídos do portal do Ministério da Saúde mostram que 68% dos casos são originários de serviços públicos e 32% de serviços privados. O público analisado é formado por gays e homens que fazem sexo com homens (89,6%), homens heterossexuais (3,6%), mulheres cis (3,4%), mulheres trans (2,3%), homens trans (0,6%), pessoas não binárias (0,4%) e travestis (0,2%). A faixa etária com maior registro de acesso ao medicamento é de 30 a 39 anos (45,8%), seguida por 40 a 49 anos (22%), 25 a 29 anos (18,1%), 50 anos ou mais (7,8%); 18 a 24 anos (18,1%) e menores de 18 anos (0,1%). Além disso, 50% dos pacientes se definiram como brancos, 36% como pardos e 13% como pretos. Em relação à escolaridade, a ampla maioria respondeu que soma 12 anos ou mais de estudos. Público-alvo A profilaxia contra o HIV é disponibilizada a qualquer pessoa interessada, incluindo adolescentes, a partir de 15 anos, pesando 35 kg ou mais, sem necessidade de autorização dos pais. A dispensa dos medicamentos ocorre após consultas e exames para avaliar a situação da saúde do indivíduo. O HIV é transmitido principalmente por meio dos fluidos corporais específicos durante relações sexuais sem proteção, compartilhamento de seringas e de mãe para filho durante a gestação, parto ou amamentação (se não houver assistência oportuna). Veja abaixo onde a PrEP está disponível no DF. → UBS 1 Sobradinho → UBS 5 Planaltina → Policlínica de Planaltina → UBS 3 Paranoá → UBS 9 São Sebastião → UBS 3 Gama → Policlínica do Gama → UBS 2 Santa Maria → UBS 1 Cruzeiro Novo → UBS 1 Lago Sul → Farmácia Escola do Hospital Universitário de Brasília (HUB) → UBS 1 Asa Norte → Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin) → UBS 1 Asa Sul → UBS 1 Águas Claras → UBS 4 Recanto das Emas → Policlínica de Taguatinga → UBS 1 Candangolândia → UBS 1 Estrutural → UBS 1 Guará → UBS 2 Guará → UBS 3 Ceilândia → UBS 7 Ceilândia → UBS 16 Ceilândia (Sol Nascente) → Policlínica de Ceilândia II → UBS 1 Brazlândia.
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Agenda do Diretor-Presidente
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Atenção, motoristas: há mudanças no trânsito da Epig
Motoristas que utilizam a Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) no sentido Taguatinga já podem acessar o Sudoeste pela 4ª Avenida. A mudança foi implementada nesta quinta-feira (9) para melhorar a fluidez, aumentar a segurança viária e acompanhar o avanço das obras na região. Enquanto as etapas da obra são concluídas, os trechos vão sendo aos poucos liberados para o trânsito | Foto: Divulgação/SODF No trecho 4, ao longo da faixa reversa, haverá uma alça que permite o acesso ao Sudoeste pela 4ª Avenida. A faixa reversa atualmente em operação seguirá funcionando da mesma forma, sem alterações significativas neste momento. “As obras da Epig continuam avançando dentro do cronograma estabelecido”, assegura o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. “À medida que as etapas são concluídas, vamos liberando as vias para a população, sempre buscando melhorar a mobilidade e reduzir os transtornos no dia a dia de quem passa pela região.” A orientação é que os condutores fiquem atentos à nova sinalização e respeitem as mudanças, contribuindo para um trânsito mais seguro e organizado durante esse período de transição. * Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura
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IgesDF abre edital para reforçar exames que identificam doenças no Hospital de Base
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu o Edital nº 19/2026 para a aquisição de um micrótomo semiautomático, equipamento utilizado para cortar amostras de tecido em lâminas extremamente finas. A tecnologia é essencial para a realização de biópsias, exame que permite identificar doenças a partir de fragmentos do corpo. Presente em laboratórios de patologia, o equipamento possibilita que especialistas observem as células com mais clareza ao microscópio, o que permite decisões clínicas mais seguras e rápidas. A iniciativa integra a estratégia do Instituto de qualificar a estrutura assistencial do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), referência em atendimentos de alta complexidade. Com a aquisição, o IgesDF avança na modernização do setor de anatomia patológica, responsável pelo estudo de doenças a partir de tecidos, e fortalece a capacidade de resposta da rede pública. A contratação será realizada por meio de processo eletrônico, com envio de propostas e documentos de habilitação pela plataforma Apoio Cotações. Como participar Empresas interessadas devem acessar o edital completo e seus anexos para consultar as exigências técnicas, critérios de habilitação e demais condições do processo. As propostas poderão ser cadastradas entre 9 e 23 de abril de 2026, prazo de 10 dias úteis. Serviço Edital nº 19/2026 — Aquisição de micrótomo semiautomático Prazo para envio de propostas: de 9 a 23 de abril de 2026 Plataforma para envio: Apoio Cotações Cotação: 1499046 Link da plataforma: Apoio Login Edital completo: https://igesdf.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Edital_19_2026.pdf Mais informações: https://www.igesdf.org.br *Com informações do IgesDF
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Cinema inclusivo leva estudantes ao Cine Brasília em ação pedagógica
Uma manhã diferente, fora da rotina e cheia de descobertas. Foi assim que estudantes do Centro de Ensino Especial (CEE) 01 do Guará viveram a experiência desta quarta-feira (8), no Cine Brasília. Cerca de 40 estudantes participaram de uma sessão adaptada do projeto Cinema Inclusivo e Especial. Para muitos, mais do que assistir a um filme, foi a oportunidade de ocupar um espaço cultural da cidade e vivenciar algo novo. A atividade integra o projeto Territórios Culturais, que aproxima estudantes da rede pública dos equipamentos culturais do Distrito Federal. A iniciativa é realizada em parceria entre as secretarias de Educação (SEEDF) e de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). No período da tarde, estudantes do CEE 01 de Santa Maria também participaram da programação. Estudantes do CEE 01 do Guará assistiram ao filme ‘Cara de um, focinho de outro’, no Cine Brasília | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF Atentos ao enredo da animação Cara de um, focinho de outro, os pequenos acompanharam a história que traz valores, como a importância de preservar a natureza, a união, a amizade e o trabalho em equipe. “Eu acho uma experiência bem enriquecedora, muitas vezes eles não têm oportunidade de transitar nesses espaços culturais. Eu achei bacana, principalmente por ter uma adaptação, uma acessibilidade. Isso faz parte do desenvolvimento deles, esse acesso à cultura, arte, experiência de socialização, interação”, afirma a coordenadora pedagógica do CEE 01 do Guará, Bruna Ferraz. Territórios Culturais Illane Nogueira: "Nós sempre tomamos cuidado em relação ao espaço, nós queremos que eles se sintam acolhidos" O projeto Territórios Culturais tem como objetivo incentivar a conexão entre as unidades escolares e os patrimônios culturais do DF, transformando esses espaços em extensões do processo educativo e fortalecendo o sentimento de pertencimento. “Nós temos um pré-agendamento, por meio das escolas que se inscreveram para o projeto, selecionamos as escolas de todas as coordenações regionais de ensino e o transporte traz os estudantes. Nós enviamos o material pedagógico dos Territórios Culturais para que os professores possam trabalhar os temas do filme a que os meninos vão assistir. Nós sempre tomamos cuidado em relação ao espaço, nós queremos que eles se sintam acolhidos”, descreve a responsável pelo projeto, Ilane Nogueira. Coordenada pela Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, a ação se repete há quatro anos e vem sendo ampliada para atender diferentes perfis de estudantes, sempre com atenção às necessidades de cada grupo. "Esse projeto é importante para que esses estudantes possam ter acesso à cultura, saídas pedagógicas, conhecerem o patrimônio da nossa cidade, até para serem vistos nestes espaços culturais" Alex Vasconcelos, assessor da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral “Esse projeto é importante para que esses estudantes possam ter acesso à cultura, saídas pedagógicas, conhecerem o patrimônio da nossa cidade, até para serem vistos nestes espaços culturais. Então, escolhemos o público e vamos adequar a sessão para esse perfil. Hoje, estamos com a sessão à meia-luz, por conta da sensibilidade dos estudantes, som mais baixo, ar-condicionado não muito gelado. Se estamos recebendo deficiente auditivo, por exemplo, a gente busca ter uma janela de libras aberta, se for deficiente visual é necessário a audiodescrição”, destaca o assessor da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, Alex Vasconcelos. Conforme a Portaria nº 265, de 16 de agosto de 2016, são princípios básicos da Educação Patrimonial: memória, identidade, preservação, pluralismo, acessibilidade, valorização, formação e a abordagem inter, multi e transdisciplinar. Para participar do projeto, algumas orientações são importantes: realizar o agendamento prévio, verificar a classificação indicativa dos filmes, preparar os estudantes com atividades sobre cinema e patrimônio, além de orientar sobre roupas confortáveis, hidratação e alimentação. *Com informações da Secretaria de Educação (SEE-DF)
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Curso do Detran-DF forma professores para ampliar educação no trânsito nas escolas públicas
Nesta quinta-feira (9), teve início o 17º ciclo de formação do curso Mobilidade e Trânsito, promovido pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF). A abertura do curso ocorreu no auditório da sede do órgão, na 913 Sul, com a presença de 297 professores inscritos nesta edição. A iniciativa integra o programa Detran nas Escolas e é voltada à capacitação de profissionais da rede pública de ensino do DF, com o objetivo de ampliar e aprimorar a educação para o trânsito no ambiente escolar. O curso de formação continuada tem carga horária de 120 horas/aula, realizado em formato híbrido, com encontros presenciais, atividades síncronas e conteúdo online. A proposta é preparar professores, orientadores educacionais, psicólogos e pedagogos para trabalhar o tema da mobilidade de forma integrada ao currículo escolar, incentivando práticas pedagógicas que promovam comportamentos mais seguros no trânsito. O gerente da Escola Pública de Trânsito, Marcelo Granja, destacou que o programa é uma parceria com a Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE-DF), vinculada à Secretaria de Educação do DF (SEEDF), e detalhou o funcionamento da formação. “O objetivo é preparar o professor para trabalhar o trânsito de forma transversal dentro da própria disciplina, sem precisar de um conteúdo paralelo, aplicando os ensinamentos de formas práticas e lúdicas, integralizando os aprendizados em cada uma das etapas — seja educação infantil, ensino fundamental ou ensino médio — facilitando assim o conhecimento em trânsito para cada faixa etária”, afirmou. A abertura do curso ocorreu no auditório da sede do órgão, na 913 Sul, com a presença de 297 professores inscritos nesta edição | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília O diretor de Educação de Trânsito, Dayveson Franklin, destacou a importância da capacitação dos educadores é essencial para promover mudanças de comportamento na sociedade, recordando a proximidade do Maio Amarelo — campanha que promove a paz no trânsito. “É uma data nacional importantíssima, porque lembra que já tivemos números de fatalidades por sinistros de trânsito no Brasil parecidos com os de guerras. A gente só faz essa revolução de paz com conscientização por meio da educação, capacitando os professores para levarem, desde cedo, valores como respeito à vida, empatia e segurança no trânsito. Desde pequenos, eles já fazem parte como pedestres ou ciclistas, então é importantíssimo orientar sobre o comportamento nesse meio”, observou. Aplicações práticas As atividades seguem nas próximas semanas com encontros síncronos e desenvolvimento das temáticas propostas, com foco na aplicação prática dos conteúdos no cotidiano escolar. Durante a aula inaugural, os participantes tiveram acesso à apresentação da plataforma do curso, ao material pedagógico que será utilizado nas atividades em sala de aula e à programação das próximas etapas, que incluem encontros temáticos e desenvolvimento de projetos educativos. Entre os alunos está a professora Ana Paula Barbosa da Silva, da Escola Classe 45 PSul, em Ceilândia. Ela ressaltou a aplicação prática do conteúdo no dia a dia escolar e a influência no comportamento dos alunos: “Eu gostei muito do curso porque a mobilidade é uma área em que as crianças convivem diariamente. E o material lúdico é muito bom, podemos trabalhar com jogos, brincadeiras e elas levam isso para a vida, inclusive orientando a família sobre cuidados no trânsito”. A docente Bruna Alessandra Silva Lima, da Escola Classe 413 Sul, reforçou o envolvimento dos estudantes e o impacto das atividades no cotidiano: “A gente vê mudanças reais, como alunos que deixaram de ter relutância em usar a cadeirinha no carro, entendendo a importância; ou se interessam em ‘tirar’ uma CNH infantil simbólica, para motorista de patinete ou bicicleta e levam esse aprendizado para a vida. Recebemos um material riquíssimo, com quebra-cabeça, jogos da memória e apostilas totalmente adaptadas. Para as crianças, acaba sendo uma brincadeira onde aprendem”. As atividades seguem nas próximas semanas com encontros síncronos e desenvolvimento das temáticas propostas, com foco na aplicação prática dos conteúdos no cotidiano escolar Didática O programa Detran nas Escolas é estruturado em dois eixos, o primeiro sendo Mobilidade e Trânsito, voltado à formação dos profissionais da educação. O segundo, Cidadania no Trânsito, é direcionado a estudantes do ensino médio da rede pública, oferecendo formação teórica gratuita relacionada ao processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Nesse último, os alunos têm acesso a conteúdos como legislação de trânsito, direção defensiva, noções de primeiros socorros, meio ambiente e funcionamento de veículos. A formação dos estudantes busca contribuir para a redução de acidentes e promover uma cultura de paz no trânsito, alinhada às metas internacionais de diminuição de mortes e lesões nas vias. Em 2025, o programa atendeu centenas de alunos da rede pública em diversas regiões administrativas do DF.
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Agências do trabalhador fecham a semana com 592 vagas de emprego disponíveis
As agências do trabalhador do Distrito Federal fecham a semana, nesta sexta-feira (10), com 592 vagas abertas para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3,5 mil. O posto com maior remuneração é o de garçom, na Asa Norte. São 10 vagas para pessoas com ensino fundamental completo e experiência prévia na função. Outros cargos destacam-se pelo número de oportunidades oferecidas, com 40, cada. Entre eles, o de atendente de padaria, sem local fixo. É preciso ter ensino médio completo, mas não há exigência de experiência. O salário é de R$ 1,7 mil. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das Agências do Trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
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Edital para parceria com OSC que atende crianças e adolescentes tem cronograma atualizado
A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) publicou, nesta quinta-feira (9), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o extrato de retificação do cronograma do Edital de Chamamento Público nº 01/2025 — Parceria com Organização da Sociedade Civil (OSC). A atualização traz novas datas para todas as etapas do processo seletivo, desde o recebimento das propostas até a assinatura do Termo de Fomento. O edital tem como objetivo selecionar uma Organização da Sociedade Civil para firmar parceria com a administração pública, visando a execução de projeto social voltado à promoção dos direitos da criança e do adolescente no Distrito Federal. A iniciativa é vinculada à política pública da área e segue as diretrizes estabelecidas pela legislação federal e distrital, incluindo o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (Lei nº 13.019/2014). A retificação foi realizada com base em deliberação da Diretoria Executiva do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do DF (CDCA/DF), adotada ad referendum do plenário, e tem como principal finalidade dar maior previsibilidade e organização ao processo, com a definição de datas específicas para cada fase. O edital tem como objetivo selecionar uma Organização da Sociedade Civil para firmar parceria com a administração pública, visando a execução de projeto social voltado à promoção dos direitos da criança e do adolescente no Distrito Federal | Foto: Divulgação/Sejus-DF Como funciona o edital O chamamento público está estruturado em duas etapas principais: 1. Fase de Seleção: Nesta fase, as OSCs interessadas apresentam suas propostas de projeto. Após o período de inscrição, as propostas são avaliadas por uma comissão de seleção, que divulga um resultado provisório. Há previsão de prazo para recursos antes da publicação do resultado definitivo e convocação da organização selecionada. Com a retificação, o período de recebimento das propostas foi definido entre 6 de fevereiro e 7 de março de 2026, e o resultado provisório da seleção deve ser divulgado até 16 de abril de 2026. 2. Fase de Habilitação: A organização selecionada precisa apresentar documentação que comprove sua regularidade jurídica, fiscal e técnica. Essa etapa inclui análise documental, possibilidade de recursos e, ao final, a homologação do resultado definitivo. De acordo com o novo cronograma, a fase de habilitação começa em 15 de maio de 2026, com prazo para apresentação de documentos até 24 de maio, e segue com etapas de análise e recursos até a homologação final, prevista para outubro de 2026. A assinatura do Termo de Fomento — instrumento que formaliza a parceria e viabiliza o repasse de recursos públicos para execução do projeto — está prevista para ocorrer até 30 de outubro de 2026. A íntegra do edital atualizado, com todas as regras, critérios de seleção e cronograma detalhado, está disponível na Plataforma GDF MROSC, além dos sites oficiais da Sejus-DF e do CDCA/DF. A publicação da retificação reforça o compromisso com a transparência e a organização do processo seletivo, garantindo que as organizações interessadas tenham clareza sobre os prazos e etapas para participação. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Hvep Móvel chega ao Paranoá com atendimento veterinário gratuito nesta segunda-feira (13)
A partir de segunda-feira (13), moradores do Paranoá passarão a contar com atendimento veterinário gratuito para cães e gatos por meio da unidade móvel do Serviço Veterinário Público (Hvep). O veículo ficará estacionado na administração regional local, onde permanece nos próximos dois meses. Além da transferência do atendimento do Hvep Móvel, a Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF) estará presente no evento GDF na Sua Porta, que será realizado também no Paranoá, entre os dias 13 e 17 deste mês, das 9h às 16h, oferecendo 250 vagas para castração gratuita de cães e gatos. Segundo o secretário de Proteção Animal, Cristiano Cunha, a iniciativa reforça o compromisso de ampliar e democratizar o acesso aos serviços públicos. “Levar o Hvep Móvel até as regiões administrativas é uma forma de aproximar o serviço da população e garantir que mais tutores tenham acesso ao atendimento veterinário gratuito e de qualidade. Nosso objetivo é descentralizar o atendimento e facilitar a vida do cidadão, chegando a quem muitas vezes tem dificuldade em se deslocar até a sede do hospital”, destacou. O Hvep Móvel oferece atendimentos veterinários básicos para cães e gatos da comunidade | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O Hvep Móvel oferece atendimentos veterinários básicos para cães e gatos da comunidade, com a distribuição de dez senhas diárias, a partir das 8h. Entre os serviços disponíveis estão triagem clínica, exames laboratoriais, como hemogramas e testes bioquímicos, curativos simples, aplicação de medicamentos e orientações educativas aos tutores. Nos primeiros três meses de 2026, a unidade móvel já prestou 422 atendimentos. Em 2025, foram 1.800 atendimentos ao longo do ano, e mais de 2 mil em 2024, o que demonstra o alcance e a importância do serviço para a população. Além de garantir cuidados veterinários essenciais, a iniciativa também reforça a importância da assistência contínua e da guarda responsável de cães e gatos. *Com informações da Sepan-DF
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Política de qualidade de vida do GDF é replicada em Goiás
O Distrito Federal é uma das primeiras unidades da Federação a adotar uma política completa e abrangente de qualidade de vida no trabalho (QVT). E essa iniciativa não rende frutos apenas para os mais de 70 mil servidores da administração distrital. O programa da Secretaria de Economia (Seec-DF) está sendo reproduzido em outros estados. Desta vez, foi o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) que adotou práticas semelhantes, inspiradas nas ofertadas pelo GDF. O lançamento da política ocorreu durante seminário realizado em Goiânia (GO) nos dias 7 e 8 deste mês. Pelo menos 100 bombeiros militares participaram dos encontros que resultaram em um importante avanço institucional na promoção do bem-estar e na valorização dos profissionais da corporação. No lançamento do programa em Goiânia, temas como promoção da saúde física, mental e organizacional foram abordados | Foto: Divulgação/Seec-DF Nos encontros, foram abordados temas essenciais para a promoção da saúde física, mental e organizacional. Nele, por exemplo, foi feito um trabalho de escuta ativa com chefes de unidade e comandantes regionais. “Estamos dando um passo estratégico no cuidado com nossos militares, reconhecendo que a valorização profissional e o bem-estar impactam diretamente na qualidade dos serviços prestados à sociedade”, ressaltou o chefe do Estado-Maior do CBMGO, coronel Emerson Ferreira. “Nosso papel é compartilhar conhecimento técnico, metodologias e experiências bem-sucedidas já implementadas por nós, apoiando os órgãos na estruturação de políticas sólidas e efetivas”, destacou o o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida no Trabalho da Seec-DF, Epitácio Júnior *Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)
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Aberto edital para aquisição de novos equipamentos que ampliam diagnóstico do colo do útero
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publicou um edital para a aquisição de três colposcópios, equipamentos que ampliam a imagem do colo do útero e permitem identificar alterações com mais precisão. Destinados ao Hospital de Base (HBDF), os equipamentos vão contribuir para diagnósticos mais assertivos e um acompanhamento mais eficaz das pacientes. Aparelho é utilizado para investigar alterações que tenham sido identificadas em exame preventivo | Foto: Divulgação/IgesDF Os equipamentos serão utilizados no serviço de ginecologia oncológica e vão reforçar a assistência prestada às pacientes. A iniciativa amplia o uso de métodos mais eficazes no diagnóstico, no tratamento e no acompanhamento de doenças do colo e do corpo do útero, além de vulva, vagina e ovários. Na prática, os colposcópios são utilizados para investigar alterações identificadas no exame preventivo — o Papanicolau —, detectar lesões que podem evoluir para câncer, apoiar o diagnóstico de infecções como o HPV e avaliar inflamações e outras alterações ginecológicas. [LEIA_TAMBEM]Segundo a equipe técnica responsável, a aquisição tem o objetivo de garantir a continuidade e a segurança dos atendimentos ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com equipamentos essenciais funcionando de forma regular e segura. As propostas podem ser enviadas até o dia 23 deste mês, por meio deste portal eletrônico. O edital completo e os anexos estão disponíveis no site do IgesDF. *Com informações do IgesDF
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Wi-Fi Social DF amplia alcance e reforça inclusão digital em mais de 25 regiões administrativas
Disponível em diversas regiões administrativas, o Wi-Fi Social DF já garante conexão de internet gratuita à população em áreas que vão da Fercal ao Gama, de Brazlândia a São Sebastião e do Itapoã a Ceilândia. Criado em 2019, o programa do Governo do Distrito Federal (GDF) ultrapassou a marca de 150 milhões de acessos e mantém o ritmo de crescimento, com ampliação da rede prevista ao longo de 2026. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e se consolidou como uma das principais políticas públicas voltadas à inclusão digital no Distrito Federal. Atualmente, a cobertura já alcança mais de 25 regiões administrativas, com a relação completa dos pontos ativos disponível no site oficial. Na página também podem ser consultadas informações sobre futuras instalações. Os novos locais autorizados foram publicados no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e podem ser conferidos no último Termo de Autorização. De acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), Rafael Vitorino, o Wi-Fi Social DF é uma política pública que transforma realidades ao garantir acesso gratuito à internet em espaços públicos. “Nosso objetivo é seguir expandindo o programa, levando conectividade, inclusão digital e oportunidades para todas as regiões do Distrito Federal”, declarou. O programa ultrapassou a marca de 150 milhões de acessos e mantém o ritmo de crescimento, com ampliação da rede prevista ao longo de 2026 | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Como funciona Para acessar a rede, o usuário deve ativar o wi-fi do celular, selecionar a opção “Wi-Fi Social DF” e preencher um cadastro simples no primeiro uso. Nos acessos seguintes, basta inserir login e senha. O sistema pode apresentar limitações de tempo e velocidade, como forma de garantir estabilidade e acesso democrático. A rede segue critérios de segurança e é identificada pelo nome oficial vinculado ao programa do GDF. A recomendação é que o usuário confirme a autenticidade antes de se conectar e evite o uso para acesso a dados sensíveis em ambientes públicos.
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Programa da Ceasa transforma desperdício em alimento na mesa de famílias
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Tremores do Parkinson podem ser reduzidos com tecnologia inovadora
No contexto do Dia Mundial do Parkinson, celebrado em 11 de abril, é importante chamar atenção para os impactos dos tremores causados pela doença, que vão muito além de um sintoma clínico — eles afetam diretamente a autonomia, a autoestima e a qualidade de vida de quem convive com a condição, dificultando tarefas simples do dia a dia, como escrever, segurar objetos ou se alimentar. Foi a partir dessa realidade que surgiu uma nova tecnologia desenvolvida na Universidade de Brasília (UnB), com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio da chamada pública BIO Learning, vinculada ao Programa FAPDF Learning (2023). A pesquisa é coordenada pela professora Marcela Rodrigues Machado, do Departamento de Engenharia Mecânica da Faculdade de Tecnologia da UnB, que lidera uma equipe multidisciplinar dedicada ao desenvolvimento da solução. “A ideia surgiu da necessidade de oferecer mais autonomia e qualidade de vida às pessoas com Parkinson, por meio de uma solução tecnológica que acompanhe a evolução dos tremores ao longo do tempo”, destaca a coordenadora do projeto. A iniciativa resultou em um dispositivo vestível — ou seja, que pode ser utilizado diretamente no corpo — capaz de reduzir esses movimentos involuntários de forma inteligente e adaptável. Protótipo vestível instrumentado com sensores e circuitos eletrônicos para aquisição de dados e validação experimental do controle de tremores. (Foto: acervo do projeto) Como funciona o dispositivo inteligente A tecnologia é baseada em estruturas chamadas metamateriais inteligentes — materiais projetados para responder de forma específica a determinados estímulos, como vibrações e movimentos. Esse tipo de material já é utilizado em tecnologias que controlam ondas sonoras, vibrações mecânicas e até na engenharia aeroespacial para reduzir impactos e ruídos. No caso do Parkinson, os tremores acontecem em frequências específicas, como um “ritmo” repetitivo do movimento involuntário. O dispositivo atua exatamente nessas frequências, funcionando como um filtro que reduz a intensidade dos tremores sem interferir nos movimentos voluntários do usuário. Além disso, o sistema conta com sensores capazes de registrar os padrões de movimento do paciente, permitindo acompanhar a evolução da doença e gerar dados que podem apoiar decisões clínicas. Um dos diferenciais está no uso de materiais piezoelétricos, capazes de transformar movimento em energia elétrica. Na prática, isso permite que o próprio dispositivo aproveite a energia gerada pelos tremores para alimentar seus sistemas internos, tornando a tecnologia mais eficiente. Diferencial em relação às soluções atuais As órteses tradicionais geralmente utilizam estruturas rígidas ou mecanismos passivos que limitam o movimento e precisam ser substituídas conforme a progressão da doença. A proposta do projeto é oferecer uma solução mais leve, adaptável e programável, capaz de acompanhar as mudanças nos padrões de tremor sem necessidade de troca constante do dispositivo. Outro avanço importante é a possibilidade de monitoramento contínuo, algo que ainda não está amplamente disponível nas soluções existentes no mercado. Os testes em laboratório já demonstram resultados promissores, com redução significativa na intensidade das vibrações, inclusive em faixas de baixa frequência — um dos principais desafios nessa área. Impacto direto na qualidade de vida Se chegar ao mercado, a tecnologia pode representar um avanço significativo no cuidado com pacientes com Parkinson, permitindo maior estabilidade e segurança na realização de atividades cotidianas. “Nosso principal objetivo é devolver autonomia às pessoas, permitindo que elas realizem tarefas simples do dia a dia com mais segurança e confiança”, destaca a coordenadora do projeto. Além disso, o projeto já conta com pedidos de patente, evidenciando seu potencial inovador e sua relevância no cenário científico e tecnológico. Formação de talentos e geração de inovação A iniciativa também se destaca pela formação de recursos humanos qualificados, envolvendo estudantes de graduação e pós-graduação em atividades de pesquisa, desenvolvimento de protótipos e experimentação. Com investimento de R$ 1 milhão da FAPDF, o projeto busca avançar no Nível de Maturidade Tecnológica (TRL), escala que mede o grau de desenvolvimento de uma tecnologia, desde os estágios iniciais até sua aplicação no mercado. Atualmente, a solução encontra-se no nível TRL 4 — fase de validação em laboratório — e tem como objetivo avançar para os níveis 5 e 6, que envolvem testes mais avançados e aproximação da aplicação prática. Apoio da FAPDF e próximos passos O apoio da FAPDF tem sido fundamental para viabilizar o desenvolvimento da tecnologia, incluindo a aquisição de equipamentos, a estruturação de laboratório e a formação da equipe. “O apoio da FAPDF foi essencial para que o projeto avançasse do campo teórico para uma aplicação mais próxima da realidade”, destaca a coordenadora. “O fomento permitiu investir em infraestrutura, desenvolver protótipos e formar uma equipe qualificada para transformar essa pesquisa em uma solução concreta.” *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)
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Programa Desperdício Zero da Ceasa-DF destina 96,2 mil kg de alimentos a 57 entidades nos primeiros três meses de 2026
Nos três primeiros meses deste ano, o programa Desperdício Zero, das Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF), destinou 96.248 kg de alimentos a 57 entidades por meio do banco de alimentos. Em 2025, a iniciativa havia arrecadado 480.347,35 kg com atendimento a 187 instituições. Somente no ano passado, o programa beneficiou aproximadamente 60 mil pessoas. O Desperdício Zero é um dos três eixos do Programa de Coleta e Doação de Alimentos da Ceasa-DF. Os produtos recebidos são alimentos fora do padrão de venda, geralmente por estarem muito maduros ou com pequenas avarias, mas ainda próprios para consumo humano. Depois da coleta, o banco de alimentos faz a triagem, a pesagem e a logística de distribuição. Os alimentos coletados no programa são vendidos ou distribuídos a famílias em situação de vulnerabilidade | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Além do recolhimento dentro do complexo da Ceasa-DF, o programa recebe doações diretamente nas propriedades rurais. Segundo o coordenador do Banco de Alimentos, Cleison Wellington Gonçalves de Oliveira, parte importante desse fluxo vem dos dias de comercialização da agricultura familiar, quando produtores levam mercadorias à pedra — área da Ceasa-DF designada à venda direta da produção rural — e destinam ao banco aquilo que não foi vendido até o fim do dia. “O produtor vem para a Ceasa com a mercadoria, vende durante o dia e, no fim, aquilo que não saiu e que muitas vezes iria para o lixo é doado para o banco de alimentos. A gente recolhe, seleciona os alimentos próprios para consumo e distribui para as entidades cadastradas”, afirma. Segundo Cleison, o programa atua ao mesmo tempo no aproveitamento de alimentos que perderam espaço no mercado e no atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade. “O programa tem duas vertentes principais. Uma delas é fomentar a agricultura familiar dentro do Distrito Federal. A outra é levar uma alimentação nutritiva para as famílias. Quando a gente visita as instituições, vê a necessidade que esses alimentos atendem. Em muitos casos, é esse o alimento que chega à mesa dessas famílias”, diz. 200 Número de entidades cadastradas no banco de alimentos da Ceasa Hoje, de acordo com o coordenador, o banco de alimentos tem cerca de 200 entidades cadastradas e atende, em média, 120 dentro desse eixo. Na ponta, os efeitos aparecem na rotina das instituições que recebem as doações. Vice-presidente da Associação Gênesis e Qualificação, Alex da Silva afirma que a entidade busca alimentos para famílias atendidas em Santa Maria, Ceilândia e Sol Nascente. Como o volume varia de uma entrega para outra, a distribuição é feita em rodízio. “A gente trabalha com pessoas que realmente necessitam. Muitas vezes não tem uma proteína, mas tem uma verdura que complementa a alimentação. Então, uma semana a gente leva para uma quantidade de famílias, na outra para outra, e vai fazendo esse rodízio para alcançar mais gente”, relata. Segundo Alex, o retorno aparece no contato com as famílias e, sobretudo, com as crianças. “A felicidade é muito grande. Você imagina a pessoa que não tem nada e passa a ter alguma coisa para colocar no prato do filho. Às vezes é uma batata, uma verdura, algo simples, mas que já entra na refeição. E a gente ouve isso depois, vê o efeito que tem nas casas e vê a satisfação das mães e das crianças”, afirma. Cleison Wellington: “A gente recolhe, seleciona os alimentos próprios para consumo e distribui para as entidades cadastradas” Ele conta que a atuação social acompanha sua história desde a infância. “Desde que eu me entendo por gente, a garagem da minha casa estava cheia de verdura, porque minha mãe já fazia esse trabalho. Continuar nisso tem muito propósito para mim. Vale a pena ver o sorriso das pessoas, ver as crianças indo com as mães buscar os alimentos e saindo com a sacola na mão”, acrescenta. No Sol Nascente, Rogéria Cristina da Silva relata que as doações passaram a reforçar a rotina da instituição onde atua, no Trecho 3. Segundo ela, 85 crianças de 1 a 14 anos recebem três refeições por dia no local. “Esses alimentos ajudam a complementar a alimentação das crianças. Lá a gente oferece lanche, almoço e lanche da tarde. As verduras e frutas entram no dia a dia da creche. A gente faz polpa, prepara a alimentação e serve isso todos os dias. Como verdura e fruta pesam bastante no custo, quando essas doações chegam, elas fazem diferença para a nossa rotina”, diz. Rogéria Cristina da Silva utiliza alimentos do banco da Ceasa para alimentar crianças atendidas em um projeto social no Sol Nascente Rogéria afirma que a variedade dos produtos recebidos também interfere no cardápio servido. “A gente atende crianças de 1 a 14 anos, então precisa oferecer uma refeição balanceada. Vem folhagem, vem fruta, vem alimento que traz energia. A gente consegue fazer salada de frutas, fazer suco, variar a forma de servir e colocar coisas diferentes no prato ao longo da semana”, relata. Segundo ela, a entrada no programa mudou a capacidade de atendimento da instituição. “Antes, era muito complicado, porque a gente tinha que correr atrás de alguma maneira para oferecer pelo menos uma fruta ou uma verdura para as crianças. Depois que conseguimos regularizar a documentação e entrar no programa, isso passou a chegar com mais facilidade. Hoje, além de abastecer a creche, em alguns momentos a gente ainda consegue repassar alimentos para as famílias das crianças atendidas”, afirma. Entre os produtores que colaboram com o banco, a lógica é evitar o descarte do excedente e ampliar o alcance da produção. Produtor rural em Alexânia, no Entorno, Valmir Rodrigues da Cruz diz que mantém a parceria com o banco de alimentos com doações recorrentes de batata-doce e mandioca. “Eu faço as duas coisas: dou e vendo também. Sempre estou doando batata-doce e mandioca. Às vezes, se o banco paga 30 caixas, eu mando 35. O banco paga 30, e eu dou cinco. Doar sempre é bom, e para a pessoa que está precisando é melhor ainda”, conta. Valmir Rodrigues da Cruz ressalta que o programa faz uma ponte entre os produtores rurais e quem precisa de alimento Para ele, o programa cria uma ponte entre o que sobra da produção e quem precisa de alimento. “Tem muita coisa que não vai ter saída comercial, mas está boa para consumo. Então, em vez de perder isso, a gente manda para o banco. Saber que vai chegar à mesa de quem precisa é importante”, resume. Os números consolidados mostram a escala dessa circulação. Em 2025, foram mais de 480 mil quilos arrecadados dentro da Ceasa-DF. Nos três primeiros meses de 2026, o volume já passou de 96 mil quilos. Entre bancas, galpões, propriedades rurais e instituições cadastradas, o programa organiza o caminho desse excedente até famílias atendidas por entidades do Distrito Federal.
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Música, teatro, cinema e atrações alternativas agitam o fim de semana no DF
O fim de semana será de muita música no Distrito Federal. E o melhor: de graça. Matheus & Kauan, Xand Avião, Lauana Prado, Mari Fernandez, Henry Freitas, Zezo e Eduardo Costa estão entre as atrações de eventos promovidos ou apoiados pelo Governo do Distrito Federal (GDF). O cardápio de opções para os próximos dias tem ainda teatro, cinema, tecnologia e oficinas para todos os públicos. Eduardo Costa se apresenta em Brazlândia, durante a Feira da Goiaba de Brasília | Fotos: Divulgação Em Brazlândia, a 11ª edição da Feira da Goiaba de Brasília chega ao segundo fim de semana. No local, é possível visitar estandes de produtores da fruta e, à noite, curtir os shows de Henry Freitas, nesta sexta (10); Zezo, no sábado (11); e Eduardo Costa, no domingo (12). Já Planaltina recebe, pela primeira vez, o festival ExpoMix Brasil. A programação musical conta com atrações locais e nacionais. Entre os destaques, Xand Avião na sexta, Lauana Prado no sábado e Matheus & Kauan e Mari Fernandez no domingo. Ainda sobre música, notas e letras se unem no lançamento do livro Rima em todo canto, que ocorre durante edição especial da Batalha do Neurônio, domingo, na Praça do Cidadão, em Ceilândia. Além da obra, produzida por participantes do projeto A Arte de Rimar, o público poderá assistir ao show do grupo Viela 17. Teatro e cinema O Cine Brasília tem em cartaz o filme Velhos bandidos Para os fãs de teatro, o fim de semana reserva muitas opções. A primeira é a Mostra de Espetáculos no Espaço Cultural Cidade dos Bonecos, na Ponte Alta Norte do Gama. No domingo, a montagem da vez é A História de Mané Bocó, a partir das 17h. Outra alternativa é o monólogo Tolice do mundo, inspirado no universo de Guimarães Rosa. O espetáculo está em cartaz no Teatro Mapati, na 707 Norte, de quinta a domingo, nesta e na próxima semana, sempre às 20h. Quem quer curtir um cinema pode aproveitar a programação do Cine Brasília. O destaque da semana é Velhos bandidos, filme com Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Bruna Marquezine, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta. Oficinas, tecnologia e mais Brasília Virtual leva ciência, tecnologia e inovação ao Pátio Brasil Shopping De sexta a domingo, o Espaço Cultural Renato Russo recebe a Mostra Cultural Mães pela Diversidade, que conta com palestras nas áreas de direitos humanos e psicologia, oficinas, shows, performances cênicas e feira de empreendedorismo. O evento é promovido pela ONG Mães Pela Diversidade, formada por mães e pais de pessoas LGBTQIA+. No Pátio Brasil Shopping, a partir desta sexta, a tecnologia é atração no Brasília Virtual, evento voltado à ciência, inovação e formação de novos talentos no universo digital. Haverá simuladores imersivos, campeonatos gamers com premiação, palestras e oficinas. Em tempo: aos domingos e feriados, o Jardim Botânico e o Zoológico de Brasília têm entrada gratuita, por meio do programa Lazer Para Todos. Nos mesmos dias, também é possível chegar a todas as atrações com ônibus e metrô gratuitos, pelo programa Vai de Graça.
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Acompanhamento online facilita processo de adoção de animais de grande porte apreendidos no DF
A Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) passou a disponibilizar, de forma online, a posição na fila de interessados em adotar animais de grande porte apreendidos em vias públicas no DF. Com a novidade, quem já entrou com o pedido pode acompanhar o andamento da solicitação e sua colocação na lista de espera. "O intuito é fortalecer a iniciativa, trazendo mais transparência ao processo de adoção e permitindo que os candidatos tenham maior previsibilidade sobre a liberação dos animais. Isso também contribui para um fluxo mais organizado e eficiente, ampliando a adesão à adoção e possibilitando que mais pessoas recebam esses animais em suas propriedades rurais, garantindo uma boa qualidade de vida àqueles que tanto sofrem, principalmente com o abandono”, destacou o titular da pasta, Rafael Bueno. A nova ferramenta já está em funcionamento e pode ser acessada de forma simples pelo site da Seagri-DF. Basta entrar na página da doação, informar o CPF e acompanhar, em tempo real, o andamento da solicitação e a posição na fila de adoção. Em breve, também será disponibilizado um catálogo online para os interessados, com acesso aos animais disponíveis para adoção. A plataforma contará com um banco de fotos e informações detalhadas sobre cada animal, facilitando a escolha e tornando o processo ainda mais transparente. Em 2025, cerca de 180 animais foram adotados por meio do projeto Adote um Animal, após serem resgatados das ruas e receberem cuidados das equipes da Seagri-DF | Foto: Divulgação/Seagri-DF Em 2025, cerca de 180 animais foram adotados por meio do projeto Adote um Animal, após serem resgatados das ruas e receberem cuidados das equipes da Seagri-DF. Em 2026, até março, já foram adotados 78 animais. A maior parte dos resgates envolve equinos abandonados, que passam por avaliação e tratamento antes de serem destinados a novos lares. Como adotar Para adotar um dos animais disponíveis, o interessado deve comparecer à sede da Seagri-DF, no Setor Terminal Norte (STN), na Asa Norte, e apresentar documentos como comprovante de residência, RG e CPF. Também é necessário preencher formulários com informações detalhadas sobre a propriedade e a finalidade da adoção. A relação completa de documentos está disponível no site da Seagri-DF. Todos os dados são analisados por técnicos da secretaria, e, após a aprovação, a adoção é autorizada. O processo inclui ainda o acompanhamento pós-adoção, com até três visitas de veterinários da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), garantindo que o animal esteja recebendo os cuidados adequados. A ação reforça o compromisso do governo com o bem-estar animal e com a segurança nas vias públicas, ao reduzir a presença de animais soltos e o risco de acidentes. *Com informações da Seagri-DF
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Mais de 13,6 mil moradias entregues pelo GDF beneficiam 40 mil pessoas no DF
Com as chaves na mão e um sorriso de quem realizou um sonho, João Mário de Oliveira e Silva, de 49 anos, se prepara para mudar para o condomínio 30, no Itapoã Parque, com a esposa e a filha de 14 anos. “A oportunidade que o governo ofereceu, construindo empreendimentos com preços mais acessíveis, abre portas para muitas pessoas. Para mim, é a chance de finalmente fixar moradia em Brasília”, conta o servidor público. Natural de Pernambuco, João veio para a capital em 2012 e, até então, morava de aluguel no Guará II. “A vida de aluguel é um dinheiro sem retorno. Você paga caro por uma coisa que não é sua. Era um anseio muito grande vir morar em um lugar seguro, amplo e com espaço de lazer”, descreve. O condomínio para onde ele vai se mudar dispõe de 96 apartamentos, e cada unidade abriga, em média, de três a quatro pessoas. Os últimos ajustes dependem da ligação do gás e da energia elétrica, mas a mudança está prevista para a próxima semana. Agora, ele e a família planejam cada detalhe do novo lar. “A gente está fazendo orçamentos de como vai ser a sala com o sofá novo. Queremos uma cozinha planejada com armários e com todos os espaços que a gente puder ocupar dentro do apartamento”, explica. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Codhab, já impactou as vidas de mais de 40 mil pessoas | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A conquista de João é um exemplo de como o programa habitacional do DF transforma sonhos em realidade. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), já impactou mais de 40 mil pessoas. Foram entregues mais de 13,8 mil moradias, e a previsão é de que outras 20 mil unidades sejam inauguradas ainda neste ano. “É importante destacar que, quando falamos em 13.857 unidades habitacionais entregues, estamos falando de cerca de 40 mil pessoas beneficiadas. Eu sempre digo que a Codhab não entrega apenas números, telhas, tijolos ou cimento. A gente entrega sonhos. São pessoas que tinham o sonho da casa própria e, em uma entrega desse tamanho, conseguimos realizar o sonho de mais de 40 mil cidadãos”, destaca o presidente da Codhab, Marcelo Fagundes. Os planos para o futuro são ainda maiores. Segundo o chefe da pasta, há mais unidades para serem inauguradas em diferentes regiões do DF: “Hoje, temos mais de 63 mil unidades em fase de produção e, considerando também os próximos editais que ainda serão lançados, a projeção é que, nos próximos cinco anos, esse governo entregue cerca de 100 mil novas unidades habitacionais para o Distrito Federal”. Além do Itapoã Parque, a Codhab busca ofertar moradias em todo o DF, como no Riacho Fundo II | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A Codhab busca ofertar moradias em todo o DF, especialmente próximas às regiões com maior demanda social. “Temos grandes projetos no Recanto das Emas, que atendem a moradores do próprio Recanto, do Riacho Fundo II e de Ceilândia, mas, de todos, posso destacar o Itapoã, onde está o Itapoã Parque, considerado hoje o maior empreendimento habitacional de interesse social do Brasil”, explica. “É importante destacar que, quando falamos em 13.857 unidades habitacionais entregues, estamos falando de cerca de 40 mil pessoas beneficiadas. Eu sempre digo que a Codhab não entrega apenas números, telhas, tijolos ou cimento. A gente entrega sonhos" Marcelo Fagundes, presidente da Codhab A atuação não se restringe a essas regiões. Há também empreendimentos no Riacho Fundo II, Samambaia, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente e Gama, onde novos editais devem ser lançados em breve. Também há uma grande área em desenvolvimento em Brazlândia e projetos em Ceilândia, como na QNR 6, o que mostra que praticamente todas as regiões administrativas estão sendo contempladas. A prioridade, segundo o presidente da Codhab, é implantar esses empreendimentos próximos a equipamentos públicos, corredores de transporte, comércio e serviços, para garantir mais qualidade de vida às famílias. Além disso, Marcelo Fagundes destaca que cada novo projeto habitacional também movimenta a economia local, com a geração de cerca de dois a três mil empregos diretos e indiretos, que beneficiam não apenas os moradores contemplados, mas toda a região. Atualmente, a lista de demanda da Codhab é contínua e se renova constantemente. “A cidade continua crescendo”, explica Marcelo Fagundes. “A todo momento, um jovem completa 18 anos, novos núcleos familiares se formam, pessoas chegam ao DF; ou seja, essa demanda está sempre se renovando. Ainda assim, será um marco histórico: um volume de entregas que nunca foi alcançado no Distrito Federal”, conclui.
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Educação e PMDF realizam IV Seminário de Segurança Pública Escolar
Um ambiente escolar mais seguro será o foco do IV Seminário de Segurança Pública Escolar, programado para a próxima terça-feira (14), no auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A iniciativa, fruto de parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF), é da Polícia Militar (PMDF), por meio do Batalhão de Policiamento Escolar (Bpesc). O público-alvo são professores, orientadores e gestores da educação. As inscrições são gratuitas mediante preenchimento deste formulário. Com o tema “Proteger, prevenir e educar”, o seminário reunirá profissionais da educação, segurança pública e justiça para discutir estratégias de prevenção à violência nas escolas e fortalecimento da cultura de paz no ambiente escolar. A programação terá início às 8h30, e, logo pela manhã, haverá a palestra “Segurança pública preventiva no ambiente escolar: a escola como território de promoção da cultura de paz”, ministrada pela chefe da Assessoria Especial de Paz nas Escolas, professora Ana Beatriz Goldstein. “Esse seminário mostra que o trabalho de prevenção ao bullying e à violência nas escolas acontece o ano todo. A Assessoria de Cultura de Paz da Secretaria de Educação desenvolve ações contínuas, em parceria com outros órgãos, para promover a cultura de paz e tornar o ambiente escolar cada vez mais seguro”, destacou Ana Beatriz Goldstein. Com o tema “Proteger, prevenir e educar”, o seminário reunirá profissionais da educação, segurança pública e justiça para discutir estratégias de prevenção à violência nas escolas | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Ainda pela manhã, o major Leandro Lima da Silva, subcomandante do Colégio Militar Tiradentes (CMT), apresentará a estrutura, as estratégias operacionais e os resultados do Batalhão de Policiamento Escolar na promoção da segurança nas unidades de ensino. Ambiente digital e seus riscos No período da tarde, os debates abordarão os desafios contemporâneos enfrentados pela comunidade escolar. O delegado da Polícia Civil do DF, Fabrício Augusto M. Borges, falará sobre os riscos do ambiente digital e as implicações do anonimato. Encerrando a programação, as especialistas Lívia Borges Lopes e Rachel Heringer Salles conduzirão a palestra sobre bullying e cyberbullying. A atividade integra as ações do Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, celebrado em 7 de abril e instituído pela Lei nº 13.277/2016. A iniciativa também faz parte das ações articuladas pela Assessoria de Cultura de Paz da SEEDF, que desenvolve atividades voltadas à prevenção da violência e à promoção de um ambiente escolar mais seguro, respeitoso e acolhedor ao longo do ano. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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Desafio Liga Jovem mobiliza estudantes do DF a criarem com inovação
A Secretaria de Educação (SEEDF) lançou, nesta quarta-feira (8), a 4ª edição do Desafio Liga Jovem, uma das principais competições estudantis de empreendedorismo do país. O lançamento reuniu gestores, coordenadores regionais de ensino e representantes da pasta no auditório do Sebrae-DF, no SIA. Voltado a estudantes do 8º e 9º anos do ensino fundamental, do ensino médio e da Educação Profissional e Tecnológica (EPT), o desafio propõe que jovens criem soluções tecnológicas para problemas reais do cotidiano escolar ou da comunidade. Aplicativos, jogos, produtos ou serviços estão entre as possibilidades. "É uma alegria imensa fazer o lançamento da quarta edição do Desafio Liga Jovem. O programa busca desenvolver competências nos jovens, enxergar as suas realidades e criar ideias que façam um mundo melhor", destacou a secretária de Educação do DF interina, Iêdes Braga. As equipes, formadas por dois a cinco estudantes e um professor orientador, terão como missão desenvolver e apresentar um protótipo funcional. A iniciativa é realizada em parceria com o Instituto Ideias do Futuro e o Sebrae-DF, que oferecerá oficinas, palestras e mentorias presenciais e online ao longo da competição. O desafio Liga Jovem, uma das maiores competições educacionais de empreendedorismo do país | Foto: Mary Leal/SEEDF Além da inovação, os projetos deverão dialogar com o currículo escolar e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O histórico do programa mostra o alcance da iniciativa. Na última edição, foram cerca de 55 mil inscritos em todo o Brasil. No Distrito Federal, participaram 17 escolas públicas, com 63 equipes, sendo 12 do ensino fundamental e 51 do ensino médio. Para 2026, a expectativa é ampliar a adesão e alcançar ainda mais unidades da rede. Fernando Leite, gestor do Sebrae para o ensino médio, EPT e EJA, destacou o impacto do projeto na trajetória dos estudantes. "Na segunda edição, levamos uma equipe que nunca tinha viajado de avião para São Paulo, onde os alunos conheceram startups e uma feira de inovação. A ideia deles era reaproveitar cadernos usados para fabricar novos. Isso os levou a um universo que eles nem imaginavam que existia", contou. A premiação também chama a atenção. A equipe vencedora ganhará uma viagem internacional, prevista para o primeiro semestre de 2027. O segundo lugar será contemplado com um notebook, e o terceiro, com um celular. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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Novacap reforça atuação no Itapoã com serviços de zeladoria no lançamento do GDF na Sua Porta
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Hemocentro prorroga prazo para cadastro de pacientes com doença falciforme no DF
Ter em mãos um documento que facilite o atendimento pode fazer toda a diferença na rotina de quem possui uma condição crônica. Pensando nisso, a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) prorrogou o prazo para o cadastro de pacientes com doença falciforme atendidos pela rede pública de saúde do Distrito Federal. Até o dia 15 deste mês, é possível obter a carteirinha de identificação. Para solicitar, basta preencher um formulário eletrônico. Os dados informados serão utilizados na confecção do documento, com entrega prevista para o segundo semestre. A expectativa é ampliar de forma significativa o número de beneficiados: cerca de 50 carteirinhas já foram entregues em 2025, e, neste ano, a meta é ultrapassar mil pacientes. Nova versão do documento traz diretrizes específicas de classificação de risco para pacientes com doença falciforme e inclui um QR code que dá acesso a uma área exclusiva no site do Hemocentro | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Realizada em parceria com a Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme (Abradfal), a iniciativa busca aumentar o alcance da ação e possibilitar que mais pessoas sejam contempladas. Atendimento rápido e assertivo A carteirinha funciona como uma aliada no cuidado, especialmente em situações de urgência e emergência, ao garantir que a condição do paciente seja identificada rapidamente. Isso contribui para decisões mais rápidas, seguras e adequadas por parte das equipes de saúde. Na nova versão do documento, há diretrizes específicas de classificação de risco para pessoas com doença falciforme e um QR code que dá acesso a uma área exclusiva no site da FHB. Nesse ambiente digital, ficam disponíveis protocolos de urgência, manual de classificação de risco, o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) e outros materiais técnicos de apoio. Doença falciforme O documento contribui para decisões mais rápidas, seguras e adequadas por parte das equipes de saúde A doença falciforme é uma das condições genéticas hereditárias mais comuns no Brasil. Ela ocorre devido a uma alteração na hemoglobina, proteína responsável por transportar oxigênio no sangue, fazendo com que as hemácias assumam formato de foice ou de lua minguante. Por esse motivo, é classificada como uma hemoglobinopatia. Pessoas com doença falciforme podem apresentar anemia, crises de dor e maior suscetibilidade a infecções, além do risco de complicações graves, como acidente vascular cerebral (AVC). Carteirinha de identificação em saúde Quem pode solicitar: pessoas com doença falciforme acompanhadas pela rede pública de saúde do DF ou seus responsáveis Como solicitar: preenchimento de formulário eletrônico Prazo: até o dia 15 deste mês Entrega: prevista para o segundo semestre. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)
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Aberto quinto edital exclusivo para concessão de imóveis a entidades religiosas e assistenciais no DF
Entidades religiosas e de assistência social têm uma nova chance de conquistar espaços próprios no Distrito Federal. A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) lançou o quinto edital de licitação pública de Concessão de Direito Real de Uso de Imóveis (CDRU-S) do Programa Igreja Legal, disponibilizando 31 oportunidades em sete regiões administrativas: Ceilândia, Gama, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia e Santa Maria. A caução deve ser depositada até 13 de maio, e a licitação ocorrerá no dia seguinte, entre as 9h e as 10h, no auditório do edifício-sede da Terracap. O edital já está disponível para download no portal da Terracap. Os interessados têm até 13 de maio para pagar a caução; a licitação será aberta no dia seguinte | Foto: Daniel Santos/Terracap Entre os imóveis disponíveis, destacam-se quatro lotes de grande potencial. Em Santa Maria, a Área Complementar 101, Conjunto E, Lote 2 oferece o maior terreno do certame, com 2.100 m² de área e valor mínimo de concessão de R$ 2.625 mensais. Em Samambaia, o Lote QN 319-A, Área Especial 2, com 1.985,92 m², é o segundo maior imóvel e tem proposta mínima de R$ 2.790 por mês. No Riacho Fundo II, o lote da Quadra Central 3, Conjunto 10, Lote 5, com 450 m², é um dos imóveis de melhor custo-benefício entre os destaques do edital, com mensalidade mínima de R$ 903. Já em Ceilândia, o lote QNN Quadra 11, Via NN 11-A, Lote 17, com 540 m², tem valor mínimo de proposta de R$ 1.935 mensais. “A iniciativa reforça a importância de garantir um espaço seguro e legal para que as entidades possam exercer suas atividades, manifestar sua fé e prestar serviços essenciais à comunidade” Leonardo Mundim, diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap Os editais exclusivos são uma resposta à crescente demanda por um modelo imobiliário que atenda às necessidades dessas entidades, muitas das quais ainda operam em locais inadequados. O diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim, tem destacado que o sucesso dos editais anteriores motivou a continuidade do programa: “A iniciativa reforça a importância de garantir um espaço seguro e legal para que as entidades possam exercer suas atividades, manifestar sua fé e prestar serviços essenciais à comunidade”. Com base na Lei Distrital nº 6.888/2021 e no Decreto Distrital nº 43.209/2022, as entidades não competem com empresas ou investidores. O valor do aluguel mensal corresponde a 0,15% da avaliação da terra nua. Após dois anos de concessão, a entidade poderá solicitar a aplicação da moeda social, tornando a concessão gratuita em troca da execução de um plano de trabalho voltado a grupos vulneráveis. As entidades participantes devem ter pelo menos um ano de existência formal na data da licitação, e a escritura pública de CDRU-S tem prazo de vigência de 15 anos, prorrogável por igual período. O processo licitatório pode ser realizado online, mas também é possível entregar a proposta pessoalmente na sede da Terracap, no Setor de Áreas Municipais (SAM), Bloco F, em Brasília, no dia da concorrência. A licitação será transmitida ao vivo pelo canal da Terracap no YouTube. Mais informações podem ser obtidas pelo call center (61) 3350-2222 ou pelo chat online em www.terracap.df.gov.br. *Com informações da Terracap
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Descarte correto de resíduos hospitalares é reforçado no Hospital de Santa Maria
Colaboradores do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) receberam, nesta semana, um treinamento sobre descarte adequado de resíduos hospitalares, atitude determinante para a segurança de profissionais, pacientes e do meio ambiente. O foco foi o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS). Encontro com profissionais ligados ao HRSM abordou o gerenciamento correto de resíduos hospitalares | Foto: Divulgação/IgesDF Organizada em turnos para ampliar o alcance entre as equipes sem comprometer a rotina assistencial da unidade, a atividade foi conduzida pela bióloga Laura Gatti, chefe do Núcleo de Responsabilidade Socioambiental. Durante o encontro, foram apresentadas as diretrizes que orientam todo o fluxo de gerenciamento, desde a geração até a destinação final. Segundo a especialista, o PGRSS estabelece critérios claros para classificação, acondicionamento, transporte e descarte ambientalmente seguro. Classificação correta Ao longo da capacitação, foram detalhadas as cinco etapas do gerenciamento: geração, identificação e classificação, acondicionamento, transporte e destinação final. Entre elas, a classificação foi destacada como ponto crítico, por impactar diretamente todas as etapas seguintes. “Ainda há muita dificuldade na identificação das classes, o que leva à mistura de materiais, como papel e embalagens no lixo infectante”, pontuou Laura Gatti. [LEIA_TAMBEM]Os resíduos, explica a gestora, são divididos em grupos — infectantes, químicos, radioativos, comuns e perfurocortantes, cada um com exigências específicas de descarte: “Trabalhamos em um ambiente com diversos patógenos e estamos sempre suscetíveis à contaminação. O descarte incorreto pode gerar impactos graves, como a contaminação do solo, da água e até do ar, no caso da incineração”. Entre os grupos, os materiais perfurocortantes figuram entre os principais causadores de acidentes de trabalho. A orientação é que o descarte seja feito imediatamente após o uso, sem reencapar ou manipular os itens, seguindo rigorosamente os protocolos de segurança. O PGRSS está disponível para consulta no sistema MV Documentos. “Todos os colaboradores podem acessar o plano, onde estão descritos os fluxos, e também é possível me procurar pessoalmente no setor de hotelaria do HRSM, às terças-feiras”, orientou a bióloga. A transmissão completa da capacitação está disponível no canal do IgesDF no YouTube. *Com informações do IgesDF
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Novos exames disponíveis na rede pública de saúde ampliam precisão e agilidade no diagnóstico
A Secretaria de Saúde (SES-DF) passou a ofertar dois novos exames laboratoriais que ampliam a precisão diagnóstica e a agilidade no atendimento aos pacientes: a procalcitonina e o NT-proBNP (Peptídeo Natriurético Tipo B – fração N-terminal). Oferta de novos exames marca mais um passo no alinhamento da Secretaria de Saúde com as necessidades da população | Foto: Yuri A iniciativa integra o processo de modernização do parque tecnológico laboratorial da rede, fortalecendo o suporte às equipes clínicas e assistenciais. Com esses novos exames, a SES-DF avança na qualificação da assistência, promovendo diagnósticos mais rápidos, precisos e alinhados às necessidades da população. Atuando como um marcador sanguíneo utilizado na identificação de infecções bacterianas graves, como a sepse, a procalcitonina ajuda a diferenciar esses quadros de infecções virais ou de inflamações não bacterianas. O exame está disponível exclusivamente em laboratórios hospitalares. [LEIA_TAMBEM]De acordo com o especialista em patologia clínica da SES-DF, Samuel Dias, o uso da procalcitonina contribui diretamente para a segurança do paciente: “É um marcador importante para orientar o início e a suspensão de antibióticos de forma segura. Isso favorece o uso racional de antimicrobianos e ajuda a reduzir a resistência bacteriana”. Insuficiência cardíaca O NT-proBNP, por sua vez, é um biomarcador amplamente utilizado na avaliação da função cardíaca, especialmente em casos suspeitos de insuficiência do coração. O exame pode ser solicitado tanto para pacientes internados quanto para quem se encontra em acompanhamento ambulatorial, auxiliando no diagnóstico e no prognóstico da doença. “O NT-proBNP é fundamental para identificar situações em que o coração está com sobrecarga”, explica Samuel Dias. “Trata-se de uma ferramenta essencial tanto para o atendimento em pronto-socorro quanto para o acompanhamento clínico dos pacientes.” *Com informações da Secretaria de Saúde
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Lei que facilita acesso ao crédito para mulheres empreendedoras do DF é sancionada
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Museu Nacional apresenta 36ª Bienal de São Paulo, em formato itinerante
A partir desta sexta-feira (10), o público brasiliense poderá conhecer a 36ª Bienal de São Paulo, uma das mais relevantes mostras de arte contemporânea da América Latina, que, em formato itinerante, estará no Museu Nacional da República, com visitação gratuita até 31 de maio. Instalação artística da 36ª Bienal de São Paulo, em cartaz no Museu Nacional da República | Foto: Divulgação/Secec-DF A iniciativa integra o programa de circulação da Fundação Bienal de São Paulo e ocorre em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e o Serviço Social do Comércio (Sesc DF). Esta é a terceira vez que Brasília recebe uma mostra itinerante da Bienal, ampliando o acesso da população local a produções artísticas contemporâneas de alcance internacional. A exposição apresenta um recorte da edição de São Paulo, cujo tema, “Nem todo viandante anda estradas — Da humanidade como prática”, propõe reflexões sobre convivência, diversidade e relações humanas em diferentes contextos sociais, culturais e ambientais. As obras abordam questões como pertencimento, transformação e resistência, conectando experiências individuais a desafios coletivos. [LEIA_TAMBEM]Além da mostra, haverá programação educativa, incluindo mediações e visitas orientadas, com apoio do Sesc DF. A proposta é estimular a formação de público e ampliar a compreensão sobre arte contemporânea, aproximando diferentes perfis de visitantes. Para o secretário adjunto da Secec-DF, Fernando Modesto, a mostra reforça o papel das políticas públicas na democratização do acesso à cultura. “Isso fortalece o direito à cultura e amplia o diálogo entre diferentes realidades e territórios”, aponta. 36ª Bienal de São Paulo — mostra itinerante ► Visitação: até 31 de maio, de terça a domingo, das 9h às 18h30 ► Local: Museu Nacional da República – Setor Cultural Sul, Lote 2 (próximo à Rodoviária do Plano Piloto) ► Entrada gratuita, com classificação indicativa livre. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Águas Claras terá ação de acolhimento à população em situação de rua nesta quinta (9) e na sexta (10)
Nesta quinta-feira (9) e na sexta (10), a partir das 9h, o Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 13 endereços distintos em Águas Claras. Coordenada pela Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Participam também o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. Transporte de pertences pessoais ao local indicado pelo ocupante irregular faz parte dos serviços oferecidos | Foto: Agência Brasília As pessoas em situação de rua receberão a oferta de serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, orientações sobre cuidados com animais domésticos e ainda benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Igualmente estarão disponíveis vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais. Após o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado por elas. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias atuaram em abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja, abaixo, os pontos programados para a ação desta quinta e da sexta-feira ⇒ Área verde entre a linha do metrô e o Colégio Leonardo da Vinci ⇒ Rua 25 Sul ⇒ Av. Boulevard Sul, entre as ruas 21 Sul e 20 Sul ⇒ Rua 21, próximo à Praça Quero-Quero ⇒ Praça da Caesb, próximo ao Parque Ecológico de Águas Claras ⇒ Av. Boulevard Norte, entre as ruas 16 e Buriti ⇒ Av. Boulevard, próximo à Estação Arniqueiras ⇒ Avenida das Araucárias nº 4.530, marquise da Artes Claras ⇒ Cruzamento das ruas Ipê Amarelo e 07 com Av. Boulevard Sul ⇒ Quadra 301, Praça das Gaivotas ⇒ Quadra 301, Alameda Gravatá – próximo ao restaurante Fornassa ⇒ Quadra 301, Conjunto A, Av. Parque Águas Claras nº 695 ⇒ Avenida Flamboyant Norte, lateral do condomínio Top Life. *Com informações da DF Legal
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Lei que facilita acesso ao crédito para mulheres empreendedoras do DF é sancionada
A governadora Celina Leão sancionou o Projeto de Lei nº 2.209/2026 para criação do Programa de Apoio à Mulher Empreendedora do Distrito Federal nesta quarta-feira (8). A iniciativa visa ao desenvolvimento e ao fortalecimento dos empreendimentos de pequeno porte controlados e liderados por mulheres, com geração de oportunidades, renda e independência financeira por meio do acesso a crédito, capacitação e suporte técnico. “Algumas pessoas erroneamente acham que a luta das mulheres é só delas, mas é uma luta da sociedade, homens e mulheres unidos pela igualdade de direitos, pela igualdade de oportunidades”, declarou a governadora Celina Leão durante a solenidade | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Celina ressaltou a importância de ampliar políticas públicas voltadas às mulheres: “Esse PL que foi votado pela Câmara Legislativa é um projeto muito importante e foi um pedido da superintendente do Sebrae [Rose Rainha], que tem um olhar muito forte para o público feminino. Sabemos que muitas delas precisam de crédito, precisam de ajuda, e tudo está na lei sancionada, que vai prever uma prioridade de investimento para as nossas mulheres”. O programa tem o objetivo de viabilizar o suporte financeiro às mulheres que lideram e chefiam negócios. O texto sancionado propõe diretrizes de concessão de crédito mais favoráveis do que as praticadas no mercado convencional, com taxas de juros reduzidas ou subsidiadas, prazos de carência estendidos e a simplificação de garantias. Os recursos poderão ser aplicados de modo diverso, desde o suporte à rotina empresarial, com aquisição de equipamentos e modernização das operações, a fim de garantir o pleno funcionamento e o crescimento dos negócios. De acordo com a govenadora, os esforços por igualdade não são exclusivos do público feminino, mas sim um compromisso de toda a sociedade. “Algumas pessoas erroneamente acham que a luta das mulheres é só delas, mas é uma luta da sociedade, homens e mulheres unidos pela igualdade de direitos, pela igualdade de oportunidades”, declarou. Sancionado na íntegra, o texto foi aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em 17 de março e é de autoria dos deputados distritais Jaqueline Silva, Wellington Luiz, Dayse Amarilio, Doutora Jane e Paula Belmonte. A ideia do programa surgiu durante os debates do Movimenta 2026, evento organizado pelo Sebrae com participação de líderes, parlamentares e especialistas para articular políticas públicas de transformação social. Rose Rainha, superintendente do Sebrae, enfatizou: “É uma política pública de facilitação e acesso ao crédito” A superintendente do Sebrae-DF, Rose Rainha, falou sobre a importância da iniciativa e do esforço coletivo em incentivar os negócios femininos. “Nós entregamos ao presidente da Câmara Legislativa a minuta de uma proposta de projeto de lei focada em empreendedorismo, e, para nossa felicidade, em 15 dias a proposta foi aprovada por unanimidade”, comemorou. “É uma política pública de facilitação e acesso ao crédito”. Giselle Ferreira, secretária da Mulher, comemorou: “É mais uma ação para o empreendedorismo feminino, visando a mulheres, mães solos, microempreendedoras, justamente porque a saída para um mundo sem violência contra meninas e mulheres passa pela autonomia financeira” A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, lembrou que o programa é mais uma política pública implementada pelo governo para fortalecer a autonomia das mulheres: “É mais uma ação para o empreendedorismo feminino, visando a mulheres, mães solo, microempreendedoras, justamente porque a saída para um mundo sem violência contra meninas e mulheres passa pela autonomia financeira. Este é mais um braço do GDF. Com o Sebrae, temos uma parceria que percorre as cidades justamente para chegar às mulheres, e agora de forma ainda mais efetiva com microcrédito”. Programa de Apoio à Mulher Empreendedora [LEIA_TAMBEM]Podem participar mulheres que sejam microempreendedoras individuais ou donas de micro e pequenas empresas, tanto na área urbana quanto na rural, desde que tenham controle e gestão do negócio. Terão prioridade no acesso ao crédito as mães solo, vítimas de violência, mulheres negras, de baixa renda, mães atípicas, mulheres acima de 50 anos e em situação de vulnerabilidade social. A proposta condiciona o acesso ao crédito à realização de capacitação técnica e à apresentação de um plano de negócios estruturado. As áreas de qualificação incluem gestão empresarial, educação financeira, marketing e liderança de equipes, bem como preparação para exportação e participação em licitações públicas. Os cursos serão ministrados online, com horários flexíveis para facilitar a adesão das empreendedoras.
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