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DF terá inventário sobre poluentes atmosféricos predominantes em seu território
Foi publicado pela Secretaria de Economia (Seec-DF), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (18), aviso de licitação com o objetivo de contratar empresa especializada para a confecção do inventário de emissão de poluentes atmosféricos e a formatação da rede de monitoramento da qualidade do ar do Distrito Federal. O Instituto Brasília Ambiental está desenvolvendo o Projeto SiMQar, que é o Sistema de Monitoramento da Qualidade do Ar e o inventário é uma das etapas desse projeto. | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Recebemos uma determinação direta do nosso governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão para ampliarmos a nossa rede de monitoramento da qualidade do ar. Contudo, não podemos ser negligentes com o mapeamento e levantamento das necessidades do DF. Por essa razão, realizaremos todos os estudos, que ocorrerão paralelamente ao processo de compra dos equipamentos”, lembrou o presidente do instituto, Rôney Nemer. “A contratação visa dar suporte técnico, base técnica para a montagem da rede de acompanhamento da qualidade do ar no DF”, disse o diretor de Emergências, Riscos e Monitoramento do Brasília Ambiental, Charles Dayler. O diretor explica que a contratação vai contemplar três estudos: o inventário propriamente dito, a demonstração do destino que a poluição mapeada segue e os pontos necessários para a realização do acompanhamento da qualidade do ar. Com a entrega do relatório da especificação dos gases poluentes, será possível saber, em detalhes, quais são os predominantes no território do DF, as quantidades e as fontes de emissão. Com esses dados será elaborado o segundo estudo, que é o modelo de dispersão desses poluentes para saber para onde vai a direção de vento e como se comportam na atmosfera ao longo do ano. E o último estudo indicará os melhores locais para a instalação de estações de inspeção da qualidade do ar. *Com informações do Brasília Ambiental
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Centro Olímpico e Paralímpico do Paranoá vai atender gratuitamente 5 mil alunos
O Paranoá vai ser a próxima cidade do Distrito Federal a ganhar um importante equipamento público de esporte e lazer: o Centro Olímpico e Paralímpico (COP). Essa será a 13ª unidade da capital. Até cinco mil crianças, jovens e adultos serão atendidos de forma gratuita, por dia, em diversas modalidades esportivas. A autorização para o início das obras foi dada nesta sexta-feira (18) pelo governador Ibaneis Rocha. “Quando assumimos em 2019 faltava muita coisa nesta região. Ao longo desse período, temos proporcionado toda a infraestrutura à cidade e vamos prosseguir agora nesse terreno com a construção do centro olímpico”, disse o governador Ibaneis Rocha, nesta sexta (18), ao autorizar o início das obras do COP do Paranoá | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília O COP será construído na Quadra 25 e terá investimento de R$ 2.534.223,86, o que vai permitir a geração de 40 empregos nesta primeira etapa. A estrutura do Paranoá se junta a outras importantes iniciativas feitas por este Governo do Distrito Federal (GDF) na região. No Paranoá Parque, o Executivo local construiu e entregou uma unidade básica de saúde (UBS 3) e um campo de grama sintética. “Quando assumimos em 2019 faltava muita coisa nesta região. Fizeram uma expansão aqui na cidade, com o Paranoá Parque, e não havia equipamentos públicos. Não tinha escola, nem posto de saúde que pudesse atender a comunidade. Ao longo desse período, temos proporcionado toda a infraestrutura à cidade e vamos prosseguir agora nesse terreno com a construção do centro olímpico. E iremos construir também, nessa mesma área, a nova Feira do Paranoá”, defendeu o governador Ibaneis Rocha. Com investimento de mais de R$ 2,5 milhões, o COP do Paranoá será construído na Quadra 25 e contará com pista de atletismo, quadras de tênis, poliesportiva e de areia, espaço multiúso, piscinas semiolímpicas e infantis e vestiários A primeira fase da obra do COP Paranoá será conduzida pela Secretaria de Esporte e Lazer do DF (SEL-DF) e contempla a construção de guarita, estacionamento, administração e campo sintético. “Os tratores e a retroescavadeira já estão aqui. A licitação foi feita e temos o contrato assinado para dar início à construção dessa primeira etapa. O COP será erguido em um ponto estratégico onde temos crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade. Sabemos o quanto o centro olímpico agrega valor na vida das pessoas”, afirmou o secretário da SEL-DF, Renato Junqueira. “Assim, ajudamos a Secretaria de Segurança Pública na redução do índice de violência e também a Secretaria de Saúde, porque diminuímos as filas nas unidades de saúde, tendo em vista que esses alunos serão mais ativos com práticas esportivas”, destacou Renato Junqueira. Centros olímpicos A dona de casa Eva Conceição faz hidroginástica no COP de São Sebastião, mas comemora que vai poder praticar esportes ao lado de casa, com o COP do Paranoá: “Esse centro olímpico aqui vai ser uma bênção. É tudo o que pedi a Deus” O DF possui 12 unidades de centros olímpicos e paralímpicos, onde são atendidos 16.557 alunos, distribuídos em 32 modalidades. A dona de casa Eva Conceição Cavalcante, de 56 anos, será uma das beneficiadas com o COP do Paranoá. Hoje, ela precisa se deslocar duas vezes por semana até a unidade de São Sebastião para praticar hidroginástica — uma realidade que está prestes a mudar com o novo COP ao lado de casa. “Eu tenho que ir para lá porque aqui não tem. Fica muito longe para mim, tenho que ir e voltar de ônibus. Esse centro olímpico aqui vai ser uma bênção. É tudo o que pedi a Deus. Quantas vezes chorei e pedi uma vaga na hidroginástica. Eu ganhei, mas em São Sebastião. Com o novo COP, vai ficar perfeito, bem pertinho de casa”, disse a dona de casa. Essa facilidade foi lembrada pelo governador Ibaneis Rocha. “Hoje os alunos do Paranoá são matriculados em São Sebastião. Queremos encerrar esse problema para que todos sejam atendidos aqui na sua própria cidade, ao lado das suas casas, e todos possam continuar cada vez mais saudáveis. Além disso, esperamos que o centro olímpico e o trabalho que é feito pela Secretaria de Esporte e Lazer incentivem aqueles potenciais atletas para identificarmos novas lideranças que certamente vão nascer nesse COP”, concluiu. Presente na cerimônia, o grupo de alunos atendidos pelo projeto social BSBJJ comemorou o início das obras. “Somos um projeto social que leva aulas de jiu-jítsu gratuitas no Paranoá e Itapoã. Nós temos um espaço, mas estamos em busca de um ponto fixo. Com o COP talvez a gente consiga algo definitivo para impactar a vida de mais pessoas que contam com o esporte para serem transformadas”, revelou o instrutor do projeto, Israel Costa. “Aqui tem muitas crianças e jovens que não têm nada para fazer, e até nós que estamos quase na terceira idade seremos beneficiados também”, diz a copeira Marcia Oliveira O Centro Olímpico do Paranoá contará com pista de atletismo, quadras de tênis, poliesportiva e de areia, espaço multiúso, piscinas semiolímpicas e infantis e vestiários. A copeira Marcia Oliveira, 51, acompanhou o início das obras nesta sexta-feira (18) e projetou o bom uso do espaço. “Vai ser muito bem-vindo. Aqui tem muitas crianças e jovens que não têm nada para fazer, e até nós que estamos quase na terceira idade seremos beneficiados também. Eu mesma estou precisando. Tenho encaminhamento para fazer hidroginástica e aqui não tem. Então vai ser ótimo”, elogiou Marcia. * Colaborou Ian Ferraz
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Inexigibilidade de Licitação 7/2024
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Termos de Cessão de Uso
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Com quase 50 mil alunos, educação infantil da rede pública alia pré-alfabetização a ensino de valores
Em vez dos tradicionais A, B, C, D e E, amor, bondade, confiança, doação e empatia. Os nomes dados às cinco turmas de cada turno já dão pistas do tipo de trabalho desenvolvido no Centro de Educação Infantil (CEI) 10 de Taguatinga. “Os valores no mundo estão muito perdidos. Você escuta cada história, vê cada história. Então, uma educação desde o início faz falta, porque a gente sabe que vai levar para a vida. E aqui a escola ensina os valores. A gente achou a coisa mais linda a sala ser por nome, tudo bonitinho”, conta a empresária Áurea Rodrigues, mãe de Miguel, 4 anos. A busca por um ensino cuidadoso, em uma idade em que as crianças estão formando seu caráter, não é exclusiva do CEI 10. Essa é a tônica de toda a educação infantil no Distrito Federal, expressada, principalmente, por meio de projetos como a Plenarinha, que propõe aos pequenos o exercício da cidadania, por meio da escuta sensível. O projeto Plenarinha propõe aos pequenos o exercício da cidadania, por meio da escuta sensível | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília “A Plenarinha é um dos grandes destaques dessa perspectiva que o DF tem. Ela surgiu com o objetivo de fomentar a participação das crianças na construção do currículo publicado em 2014 e, desde então, tornou-se referência no DF, sendo reconhecida e tendo a participação da população”, explica a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “No ano passado, o tema foi ‘Identidade e diversidade na educação infantil: Sou assim, e você, como é?’. Então, a criança passa a refletir: ‘eu uso óculos, uso aparelho, sou cadeirante, sou preta, branca, indígena’… É a diversidade trabalhada desde a educação infantil para que a criança se veja inserida no ambiente de diversidade. Essa temática procura colocar em evidência o respeito às diferenças.” Neste ano, o projeto focou as pessoas idosas. No CEI 10, foi realizada uma gincana com o objetivo de arrecadar doações para uma casa de repouso. “A gincana não foi nem só a questão da competição, mas o que ela passava”, lembra o pai de Miguel, o também empresário Hugo Oliveira. “O avô dele é acamado, então ele já tem essa vivência de cuidado do idoso”. A disputa solidária ainda contribuiu para outro ponto fundamental da educação infantil no DF: trazer os familiares para dentro da unidade de ensino. “Se escola e família não caminharem juntas, não funciona”, crava o vice-diretor do colégio, Gleisson da Costa. Outros projetos Ainda no CEI 10, os alunos têm a oportunidade de participar de diversos outros projetos ao longo do ano. Todos levam o nome do mascote da escola, o coração Tum Tum. “Ele é o nosso coração, que está de braços abertos acolhendo todas as crianças, todas as famílias, as diversidades que nós temos”, pontua Gleisson. Entre as iniciativas, estão a Tum Tum Horteiro e a Tum Tum Cozinha. Nelas, as crianças ajudam no cultivo de uma horta e, depois de colhidos os alimentos, aprendem noções básicas de como prepará-los. No CEI 10, os alunos têm a oportunidade de participar de diversos projetos ao longo do ano “Nossos três pilares são a questão do acolhimento, da participação e do trabalho em equipe. A gente sempre trabalha a brincadeira com a aprendizagem, valorizando a autonomia, essa questão da criança realmente colocar a mão na massa e aprender brincando”, aponta o vice-diretor, que ainda reforça: “Nessa faixa, elas absorvem muito. Então, a educação infantil não visa exatamente a alfabetização. Ela visa os primeiros conceitos”. Mãe de Benjamin, 5, a empreendedora Valcicleide Costa relata que todas essas iniciativas fazem uma “grande diferença na parte pedagógica”. O pequeno ainda repete em casa o que aprende no colégio. “O lado criativo dele aflorou”, conta. “Na idade em que ele está, ele vem para a escola não só para aprender a parte do ABC, de alfabetização. O que surpreende muito aqui na escola é essa parte de valores, que está sendo só fortalecida, que está sendo bem-feita”. Rede Somadas as creches (crianças de até 3 anos) e as pré-escolas (4 e 5 anos), são 47.814 estudantes atendidos atualmente — apenas em colégios da rede pública, sem considerar as instituições parceiras —, número que cresceu 40% desde 2011, quando era de 34.146. A quantidade de escolas também teve um salto, passando de 265 em 2011 para as atuais 281. Em relação às instituições parceiras, eram 88 em 2011. Hoje, são 137. Visita dos alunos do CEI 10 de Taguatinga ao Lar dos Velhinhos Maria Madalena “No início do governo Ibaneis Rocha, tínhamos uma fila de 24 mil [crianças à espera de uma vaga]. Caímos para cerca de 6 mil. Vamos entregar 17 creches até o fim do ano, uma política que faz parte e é prioritária no GDF e na nossa gestão. A gente tem avançado muito na oferta”, destaca Hélvia Paranaguá. A secretária ainda ressalta que o DF tem uma particularidade em relação às outras unidades da Federação: “Nos estados, a educação infantil fica a cargo dos municípios. Por isso que o DF é diferente, tem toda uma rede sob a nossa responsabilidade, desde os 4 meses até a EJA [Educação de Jovens e Adultos], onde nós temos uma aluna de 86 anos. A gente vai em todas as etapas. Nós temos a vantagem de poder programar a rede como um todo. Tenho que investir em creche, mas preciso investir também no sequencial. Tem que pensar no sequencial, vai para a creche e depois não volta para casa. Tem que ter todo um planejamento, de todas as etapas, a vida escolar da criança”. A biomédica Helica Santos conhece bem as diferentes etapas dessa rede. Ela tem dois filhos: Lavínia, 7, que passou pela educação infantil e segue na rede pública, e Pedro Miguel, 5, aluno do CEI 1 de Ceilândia. A mais velha foi diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA), o que não a impediu de ser completamente integrada à escola. “Ter descoberto o diagnóstico com três anos assusta um pouco, porque a gente não sabe como vai ser o futuro. Por isso, quando ela teve o primeiro contato [com a escola], para a gente, foi assustador, mas, para ela, foi a descoberta do mundo. Hoje ela é alfabetizada, e, para nós, foi muito importante o desenvolvimento dela. Ela desenvolveu coisas que a gente nem achava que ela desenvolveria, como a questão da socialização”, celebra a mãe. Questionada sobre qual a importância desse cuidado na educação infantil, Helica diz não saber especificar. “É tudo. Foi espetacular [com a Lavínia], tem sido com o Pedro. O ambiente é acolhedor, os professores capacitados, que trabalham toda a parte de valores e isso é muito importante, não fica se apegando só à alfabetização e a gente percebeu a diferença”.
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DF terá esquema especial de segurança para o jogo da Seleção Brasileira nesta terça (15)
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) elaborou um Protocolo de Operações Integradas (POI) para coordenar as ações de segurança durante o jogo entre Brasil e Peru, válido pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. A partida ocorre nesta terça-feira (15), às 21h45, na Arena BRB Mané Garrincha, com previsão de abertura dos portões às 19h e público estimado em 70 mil pessoas, de acordo com os organizadores. A Polícia Militar (PMDF) reforçará o policiamento nas áreas interna e externa do estádio | Foto: Divulgação/SSP-DF O monitoramento do evento contará com cerca de 600 câmeras exclusivas do Centro de Comando e Controle (CCC) da Arena BRB, somadas às câmeras do Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU), do Centro Integrado de Operações (CIOB). Na área externa do estádio, será montada uma “cidade policial”, reunindo representantes das forças de segurança e de órgãos públicos, que acompanharão a operação. Eventuais ocorrências serão direcionadas à 5ª Delegacia da Polícia Civil (PCDF). Não será permitida a entrada e permanência de sinalizadores, fogos de artifício, artefatos explosivos, capacetes, garrafas e copos de vidro ou similares, guarda-chuvas, carrinhos de bebê, frascos de perfume, cigarros, vapers, materiais perfurocortantes, drones não autorizados, entre outros “É uma grande satisfação ver nossa cidade sediando mais um evento de destaque. As forças de segurança atuaram de forma integrada com diversos órgãos para garantir um espetáculo seguro e bem-organizado. Estamos confiantes de que será um sucesso, com a população participando de forma tranquila: sem maiores intercorrências para quem for prestigiar a partida e com o mínimo de impacto no trânsito”, destacou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. A Polícia Militar (PMDF) reforçará o policiamento nas áreas interna e externa do estádio, acompanhando também todos os deslocamentos das delegações. A área central de Brasília receberá reforço policial, em especial nos setores Hoteleiro Norte (SHN) e de Divulgação Cultural (SDC), na Zona Cívico-Administrativa, entre outros pontos e vias afetadas. As ações de trânsito ficarão a cargo do Departamento de Trânsito (Detran-DF). O Corpo de Bombeiros (CBMDF) fiscalizará as ações de prevenção contra incêndio e pânico, mantendo viatura de prontidão ao lado do efetivo do BPChoque da PMDF. Empresas privadas realizarão os serviços de segurança privada, de brigadistas e de atendimento pré-hospitalar. Serão realizadas revistas nos torcedores. Não será permitida a entrada e permanência de sinalizadores, fogos de artifício, artefatos explosivos, capacetes, garrafas e copos de vidro ou similares, guarda-chuvas, carrinhos de bebê, frascos de perfume, cigarros, vapers, materiais perfurocortantes, drones não autorizados, entre outros. Também ficam vedados cartazes, bandeiras, símbolos ou outros sinais com mensagens ofensivas. Intervenções no trânsito Imagem: Divulgação/Detran-DF O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizará diversas intervenções no trânsito nas proximidades da Arena BRB Mané Garrincha a partir das 23h59 desta segunda-feira (14). As alterações visam otimizar o fluxo de veículos e garantir a segurança dos torcedores durante a partida entre Brasil e Peru, que acontecerá nesta terça-feira (15), às 21h45, na Capital Federal. Os condutores que transitam na área devem redobrar a atenção, pois haverá sinalização especial para facilitar o acesso e o fluxo de veículos. Serão estabelecidos diversos pontos de travessia de pedestres, além de ações para coibir o estacionamento irregular, garantindo a fluidez nas vias ao redor do estádio. Imagem: Divulgação/Detran-DF Na Via N1, altura do Planetário, será implantado um ponto de travessia de pedestres. A via que contorna a Arena BRB Mané Garricha receberá atenção especial, com equipes dedicadas à sinalização e à fiscalização do estacionamento em locais proibidos, especialmente nas proximidades do Colégio Militar de Brasília e do estacionamento rotativo. Dispersão do trânsito Durante a dispersão, que ocorrerá entre 22h45 e 1h, na Via N1, nas proximidades do estacionamento leste do ENB, três faixas de rolamento serão liberadas para facilitar o acesso à Via N2 e a saída dos veículos. Para garantir a fluidez do trânsito, a rotatória da 5ª Delegacia de Polícia e a rotatória de acesso ao Autódromo estarão fechadas. Além disso, o fluxo na Via Contorno do ENB será direcionado em sentido único na Curva do Chinelo e no Cine Drive-in. Imagem: Divulgação/Detran-DF Semáforos em pontos estratégicos, como na interseção da SRPN com a Via N1 e na saída do estacionamento do Buriti, funcionarão em modo intermitente para facilitar o trânsito durante o evento. Guinchos estarão posicionados ao longo da Via Contorno do ENB, prontos para serem acionados, e uma equipe será designada para a área do Setor Recreativo Parque Norte (SRPN), nas proximidades da Procuradoria-Geral do DF (PGDF), com o mesmo objetivo. O Detran-DF recomenda que os motoristas evitem estacionar em áreas não permitidas e fiquem atentos às orientações da equipe de trânsito para evitar transtornos. Essas medidas visam garantir a segurança e fluidez durante o evento, além de facilitar o deslocamento dos torcedores que comparecerão à Arena BRB Mané Garrincha para assistir ao jogo. Órgãos envolvidos O planejamento foi realizado em conjunto com as polícia Militar (PMDF) e Civil (PCDF), o Corpo de Bombeiros (CBMDF) e uma série de órgãos e instituições, como as secretarias de Mobilidade (Semob), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Saúde (SES) e das Cidades (Secid), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Detran-DF, DER-DF, Metrô-DF, Samu, Ministério Público (MPDFT), Companhia Energética (CEB), Neoenergia, Brasília Ambiental, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), administrações regionais, empresas de segurança privada e a organizadora do evento, a Arena BRB. *Com informações da SSP-DF e do Detran-DF
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Cuidados com saúde mental de jovens são discutidos em seminário internacional
Nesta quinta-feira (10), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) participou do seminário internacional “Saúde mental, redes e desafios atuais – crianças, adolescentes e jovens”. O evento – promovido pelo Ministério da Saúde e pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), com apoio da Fiocruz – segue até sexta (11) e pode ser acompanhado pelo canal do DataSUS no YouTube. A Secretaria de Saúde participou, nesta quinta (10), de seminário internacional sobre a saúde mental de crianças, adolescentes e jovens | Fotos: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde-DF Durante uma das mesas temáticas, a gerente do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil III (Capsi) de Taguatinga, Kelly Cristina, destacou experiências bem-sucedidas na unidade e o diálogo com a rede de atendimento da capital. Para ela, o foco das iniciativas deve ser os usuários. “Nossas atividades buscam, principalmente, o protagonismo social e o engajamento dos pacientes”, disse. No Dia Mundial da Saúde Mental, lembrado hoje, o seminário pretende jogar luz no impacto do cuidado psicológico em crianças e adolescentes. Por meio de oficinas e mesas temáticas, as discussões giram em torno de temas como políticas públicas na área, trajetórias e experiências, intersetorialidade e redes assistenciais. Nas oficinas, grupos aprofundam os tópicos e debatem, por exemplo, a saúde mental dos jovens no sistema judiciário ou nas escolas. Atendimento especializado Na rede pública do DF, são oferecidos diversos serviços especializados no cuidado mental infantojuvenil. Dentre eles, estão o Centro de Orientação Médico-Psicopedagógica (Compp) e o Adolescentro, ambulatórios voltados ao público mais jovem com transtorno mental moderado ou que seja usuário eventual de substâncias psicoativas. O Compp atende pacientes de até 12 anos e o Adolescentro, de 12 a 18 anos. Ambos os serviços podem ser acessados por meio das unidades básicas de saúde (UBS). Já o Capsi trabalha com um acolhimento de portas abertas, isto é, sem a necessidade de ser encaminhado por uma UBS. A unidade é voltada a crianças e adolescentes que apresentam intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes (até os 18 anos) ou sofrimento psíquico resultante do uso de substâncias psicoativas (até os 16 anos). A rede pública do DF oferece diversos serviços especializados no cuidado mental infantojuvenil, alguns com acesso por meio das UBSs e outros com atendimento de portas abertas Rede de Atenção Psicossocial A Rede de Atenção Psicossocial (Raps) foi instituída ainda em 2011, por meio de portaria, e foi atualizada em 2017. O objetivo é organizar os dispositivos que oferecem assistência em saúde mental. Na capital federal, a Diretoria de Serviços de Saúde Mental (Dissam) é a responsável pelos serviços na área aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A SES-DF apresentou, no dia 1º de outubro, os principais resultados alcançados no primeiro ano do projeto “Maps – Implementação e Fortalecimento do Cuidado em Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde do DF”. A estratégia de trabalho prevê a elaboração de planos regionais, articulando os diferentes serviços da rede: equipes multiprofissionais (e-Multis), centros de Atenção Psicossocial (Caps) e ambulatórios de saúde mental. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Alunos e docentes da Escs podem se inscrever para o Projeto Rondon 2025
A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) abriu inscrições para o processo seletivo do Projeto Rondon – operações Sul de Minas I e Sul de Minas II, que serão realizadas em janeiro e fevereiro de 2025. Podem candidatar-se à seleção interna estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação em enfermagem e medicina, além de docentes da instituição. O prazo para se inscrever vai até esta quinta-feira (10). Projeto disponibiliza quatro vagas para estudantes de medicina, quatro para alunos de enfermagem e três para docentes | Foto: Arquivo/Agência Saúde Serão ofertadas quatro vagas para estudantes do curso de enfermagem e quatro para estudantes de medicina da Escs. Além disso, também haverá três vagas para docentes, que devem necessariamente pertencer ao quadro da instituição e atuar em projetos de extensão. Os interessados devem observar os critérios do edital e realizar a inscrição conforme orientação do documento. Para Viviane Peterle, diretora substituta da Escs e docente da instituição há 12 anos, a participação dos alunos e docentes da escola é de grande importância na formação cidadã dos futuros profissionais de saúde. “A integração dos alunos em ações de inclusão social e redução de desigualdades regionais enriquece a formação acadêmica e humana”, afirma. Sobre a participação dos docentes, Viviane acredita que “garante a supervisão e o aprimoramento das estratégias de atuação, promovendo um ambiente de aprendizagem participativa e engajada em prol da cidadania e do desenvolvimento coletivo”. Inscrições No ato da inscrição, é necessário ler atentamente ao edital e preencher as informações solicitadas, além de enviar a documentação listada nos subitens 4.3.1 a 4.3.8. Após a análise dos critérios de seleção e pontuação que constam no edital, o resultado será divulgado no site da Fepecs, a partir do dia 18. As inscrições podem ser feitas por meio de formulário disponibilizado no site da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). Projeto Rondon O Projeto Rondon é uma ação coordenada pelo Ministério da Defesa (MD) e tem como objetivo promover benefícios duradouros às comunidades atendidas, contribuindo com o desenvolvimento local sustentável e com a construção e promoção da cidadania nas áreas visitadas. As instituições de ensino superior são parceiras da iniciativa, que também conta com o apoio de outros ministérios, governos estaduais e municipais e Forças Armadas. *Com informações da Fepecs
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2023
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Curso capacita equipe para ampliar o atendimento a vítimas de violência
A Secretaria da Mulher (SMDF) realizou, nesta segunda-feira (7), um curso voltado para capacitar 40 servidores das unidades de atendimento da pasta ー como os Centros Especializados de Atendimento à Mulher (CEAMs), Casa da Mulher Brasileira, Casa Abrigo, Espaços Acolher e Comitês de Proteção à Mulher ー para o uso do boletim de ocorrência online. O treinamento foi ministrado pela promotora de Justiça do Ministério Público (MPDFT), Vyvyany Viana, e pelo delegado da Polícia Civil, Haendel da Silva Fonseca. O curso teve como objetivo aprofundar o conhecimento dos servidores sobre o boletim de ocorrência online, ferramenta fundamental no combate à violência contra as mulheres. A secretaria busca assegurar uma orientação clara e um acompanhamento adequado dos casos registrados na plataforma, reforçando a rede de proteção e apoio às vítimas. Além disso, a capacitação visa preparar os servidores para ajudar as mulheres a descreverem os detalhes do boletim de ocorrência, garantindo que as informações sejam valiosas para o enquadramento do registro na Lei Maria da Penha. O BO online é uma ferramenta fundamental no combate à violência contra as mulheres | Fotos: Divulgação/SMDF A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressaltou a importância de preparar a equipe para oferecer um atendimento eficiente e acolhedor às mulheres em situação de violência. “É fundamental que nossa equipe esteja preparada para atender com excelência, oferecendo não apenas o suporte técnico, mas também o emocional. Quando o servidor compreende a importância da atuação, podemos salvar vidas e romper o ciclo de violência”, destacou Giselle. Ao longo do primeiro semestre de 2024, foram realizados cerca de 23 mil atendimentos pelas unidades geridas pela SMDF, reforçando o papel essencial desses espaços no acolhimento e proteção às vítimas de violência. “A disseminação desse conhecimento para os profissionais na ponta faz com que cheguem às mulheres vítimas de violência as informações necessárias para a proteção delas. Portanto, quanto mais informações forem disseminadas, mais as mulheres conhecerão seus direitos”, afirmou a promotora Vyvyany Viana. A ação faz parte de um conjunto de iniciativas da SMDF para aprimorar o atendimento e proteger mulheres vítimas de violência no Distrito Federal, promovendo a capacitação contínua dos profissionais que atuam diretamente nessa área. “Com a formação, damos celeridade e capacidade de pronto atendimento às unidades. Dessa maneira, a confiança e o suporte necessários para utilizar esse serviço são cruciais para as vítimas”, declarou o delegado Haendel Fonseca, que está à frente da delegacia eletrônica. *Com informações da SMDF
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Com investimento de R$ 65 milhões, Park Sul ganha bacias de detenção e reforço na drenagem
Um conjunto de obras de drenagem e infraestrutura vai levar mais qualidade de vida para os moradores da Superquadra Park Sul, antigo Setor de Oficinas Sul, no Guará. Os serviços incluem a construção de quatro bacias de detenção com capacidade para abrigar 29 mil m³ de água – equivalente a 11 piscinas olímpicas. As lagoas vão receber o volume pluvial captado por bocas de lobo ao longo do bairro e direcionar ao córrego Guará em menor volume e velocidade. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), investe R$ 65 milhões na construção das lagoas e de galerias pluviais, além da instalação de pavimento asfáltico, paisagismo, mobiliário urbano, calçadas e estacionamento público. As intervenções englobam os setores de Garagens e Concessionárias de Veículos (SGCV), de Oficinas Sul (SOF Sul) e de Múltiplas Atividades Sul (SMAS). As lagoas vão receber o volume pluvial captado por bocas de lobo ao longo do bairro e direcionar ao córrego Guará em menor volume e velocidade | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Este GDF tem feito investimentos robustos para levar infraestrutura para a Superquadra Park Sul. Estamos aproveitando o período de estiagem para fazer as obras necessárias que vão acabar de uma vez por todas com os alagamentos na região e garantir segurança e conforto aos moradores”, observa a vice-governadora Celina Leão. “Isso inclui garantir iluminação pública, mobiliário urbano e sinalização nas ruas, além da pavimentação da via que liga a região à EPTG, o que vai melhorar o trânsito na região. É um trabalho amplo que tem como finalidade levar qualidade de vida à população”. “O que estamos entregando para o Park Sul é mais que infraestrutura. É segurança e tranquilidade para os moradores e motoristas que passam pela região, principalmente durante as chuvas. A área, que antes sofria com enchentes, agora está preparada para enfrentar esse período crítico com a robustez que a população merece”, destaca o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. As obras, que têm gerado cerca de 200 empregos diretos e indiretos, ocorrem em etapas. Atualmente, as equipes trabalham na escavação das bacias de detenção, na construção da rede pluvial e na pavimentação asfáltica das vias que já receberam a nova tubulação. A rede de drenagem terá extensão total de 6,7 mil metros, dos quais 4.530 metros já foram instalados. Em relação à pavimentação asfáltica, 16 mil m² do total de 75 mil m² estão prontos. O asfalto novo já cobre as quadras 7 a 19 e os trabalhos seguem em execução nas quadras 1 a 6. O comerciário Geraldo Lopes, 58 anos: “Tem muito tempo que aqui alaga quando chove. Essa obra veio em boa hora” O engenheiro da SODF, Marcelo Takahashi, explica que o volume pluvial será captado pela nova tubulação por meio de bocas de lobo, seguirá para a bacia, onde ficará por algumas horas para que haja o processo de decantação, até ser devolvido à natureza em menor velocidade, evitando assoreamento do corpo hídrico. “Estamos trabalhando na instalação da rede nas ruas que cortam as quadras do setor e, em breve, vamos iniciar o trabalho na avenida”. Takahashi acrescenta que “a rede antiga não atendia todos os setores, causando diversos problemas no período de chuvas, principalmente alagamentos. A nova rede e as bacias de detenção vão evitar que essas situações se repitam, e, junto com o novo pavimento, estacionamento e calçadas, vão proporcionar melhores condições de vida para os comerciantes e moradores da área”. Gilvan Sousa Dias, empresário, 41 anos: “Acho que vai realmente resolver o nosso problema” Após a finalização da rede de drenagem, o foco serão as obras de urbanização. Além da nova pavimentação, o setor receberá iluminação pública em LED, paisagismo – com previsão de plantio de 87 árvores e de 23 mil metros de grama -, mobiliário urbano, sinalizações horizontais e verticais, estacionamentos públicos, calçadas mais acessíveis, além de duas praças entre as quadras 5/6 e 10/11, e a pavimentação da Via IA SP1, que liga o Park Sul à Estrada Parque Taguatinga (EPTG). Para o empresário Gilvan Sousa Dias, 41 anos, as obras vão impactar no movimento de clientes durante os períodos chuvosos. Ele mantém uma loja de pintura automotiva na região há mais de uma década e já vivenciou episódios de alagamentos. “Acho que vai realmente resolver o nosso problema. Aqui, quando chove, fica muito ruim, as pessoas até evitam de vir. Com a obra pronta, acho que isso vai mudar e o movimento de clientes no comércio deve crescer”, avalia. O comerciário Geraldo Lopes, 58 anos, também será beneficiado com as ações feitas na Superquadra Park Sul, onde trabalha há 25 anos. Ele afirma que a intervenção urbana era uma demanda antiga da população que frequenta a área. “Tem muito tempo que aqui alaga quando chove. Essa obra veio em boa hora”, pontua. Dos valores investidos nas obras, R$ 42,5 milhões são custeados pelo GDF, enquanto os demais R$ 22,5 milhões são pagos por incorporadoras que ergueram prédios residenciais na região e devem repassar os valores como medida compensatória relativa ao Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). Os setores de Garagens e Concessionárias de Veículos (SGCV), de Oficinas Sul (SOF Sul) e de Múltiplas Atividades Sul (SMAS) passaram a ser chamados de Superquadra Park Sul em março deste ano. Anteriormente, a região era intitulada como Setor de Oficinas Sul. A nova nomenclatura foi oficializada pelo Decreto nº 45.599/2024, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).
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Investimento de R$ 195 milhões leva infraestrutura e qualidade de vida aos moradores do Gama
Prestes a completar 64 anos, o Gama acumula uma série de melhorias nas áreas de educação, saúde, acessibilidade e mobilidade. De 2019 para cá, a região administrativa recebeu investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF) de aproximadamente R$ 195 milhões. Os recursos viabilizam a execução de 113 obras de infraestrutura, trazendo benefícios aos 160 mil habitantes. “A cidade estava parada e sem investimentos. Desde 2019, com o Governo Ibaneis Rocha, a gente tem visto o fortalecimento do Gama. Hoje a região deixou de ser uma cidade-dormitório. É uma cidade que tem vida própria, que continua em crescimento, transformando a vida das pessoas de forma positiva”, afirma a administradora do Gama, Joseane Feitosa. Uma importante obra em curso é a reforma da rodoviária do Gama Centro. Investimentos do GDF ultrapassam os R$ 8,3 milhões | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Com as melhorias na infraestrutura, moradores do Gama destacam que a região administrativa é diferenciada. A diarista Mariluz Alves Silva, 62, confessa sua paixão pelo local que há 40 anos escolheu para chamar de casa. “A cidade estava parada e sem investimentos. Desde 2019, com o Governo Ibaneis Rocha, a gente tem visto o fortalecimento do Gama. Hoje a região deixou de ser uma cidade-dormitório. É uma cidade que tem vida própria, que continua em crescimento, transformando a vida das pessoas de forma positiva” Joseane Feitosa, administradora do Gama “Eu acho o Gama maravilhoso. A cidade tem um pouco de tudo. É uma região maravilhosa e que acolhe muitas pessoas. Minha família inteira mora aqui. A minha vida toda é aqui. Eu consigo resolver tudo na região sem precisar me deslocar para o Plano Piloto. A estrutura da cidade só tem evoluído. Não trocaria por nada. Quem bebe da água do Gama não esquece”, diz, com um sorriso no rosto. Quem também não sai do Gama por nada é o empresário Rodrigo Rodrigues Gamas, 47. Mineiro, ele se mudou para lá aos 17 anos e diz ter encontrado o seu lugar. “A cidade vem evoluindo bastante, vem se destacando com novos moradores, novas moradias. Tem melhorado muito. Vim de Minas para cá com 17 anos e não trocaria o Gama para uma cidade porque já diz o ditado: ‘Quem ama mora no Gama’. E não só mora, como fica no Gama”, complementa. Nascido e criado na região administrativa, o corretor de imóveis Romeu Rodrigues dos Anjos Junior, 57, viu de perto a evolução de toda a infraestrutura. “A tendência da cidade é só crescer. O Gama tem evoluído bastante. Este GDF está olhando com mais carinho para a cidade. Claro que toda obra traz transtorno, mas eu creio que vai melhorar bastante. Já tem melhorado e é visível”, relata. Desde 2019, o Gama ainda recebeu 11 km de calçadas em vários pontos da cidade, reforçando a segurança e a acessibilidade da população Pavimentação de vias Entre as obras do GDF que estão em andamento e vão beneficiar a população do Gama, uma delas é a pavimentação das vias vicinais 383 e 379, que ligam o Gama à comunidade rural do Jardim Serra Dourada, em Santo Antônio do Descoberto (GO). As rodovias têm um trecho total de 8 km de extensão e são importantes rotas de escoamento agrícola. Elas estão sendo pavimentadas pela primeira vez, com investimento de mais de R$ 13,5 milhões. A pavimentação das vicinais irá beneficiar diretamente 10 mil pessoas, entre moradores da região, produtores rurais e motoristas. Há mais de 2,4 mil produtores rurais na área, segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater). Com estradas melhores, esses agricultores poderão transportar suas colheitas com mais eficiência e segurança, reduzindo perdas e aumentando a competitividade dos seus produtos no mercado. Mobilidade Outra importante obra em curso prestes a ser finalizada é a reforma da rodoviária do Gama Centro. Sob gestão da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), os investimentos do GDF ultrapassam os R$ 8,3 milhões. O empresário Rodrigo Rodrigues Gamas, mineiro, diz que não sai do Gama por nada. Ele se mudou para lá aos 17 anos e diz ter encontrado o seu lugar O local passará a contar com 24 vagas para estacionamento dos ônibus e oito boxes somente no ponto que está em obras. Toda a obra tem acessibilidade, com piso tátil e corrimão para facilitar o deslocamento de pessoas com deficiência ou alguma dificuldade de locomoção. As adequações físicas e de logística estão sendo feitas para ampliar a capacidade operacional da Rodoviária do Gama, que conta com mais de 30 linhas de ônibus circulando pela cidade e saindo para outras regiões administrativas. Desde 2019, o Gama ainda recebeu 11 km de calçadas em vários pontos da cidade, reforçando a segurança e a acessibilidade da população. Estão sendo executados outros 10 km. Educação Na área da educação, a população do Gama está prestes a receber o primeiro Centro de Educação de Primeira Infância (Cepi). A nova unidade foi projetada para fornecer ambientes educacionais de alta qualidade para crianças de até 5 anos e 11 meses. O projeto é gerenciado pela Secretaria de Educação do DF e é uma importante iniciativa para a comunidade local, pois oferece espaços específicos para cada faixa etária. A diarista Mariluz Alves Silva confessa sua paixão pelo local que há 40 anos escolheu para chamar de casa: “Eu acho o Gama maravilhoso. A cidade tem um pouco de tudo. A estrutura da cidade só tem evoluído. Não trocaria por nada” Além disso, a cidade também será beneficiada com as obras de reconstrução do Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (Caic) Castello Branco, localizado no Setor Oeste do Gama. O espaço atenderá 1.120 alunos em dois turnos do ensino fundamental. Ao todo, são mais de 5,6 mil m² que contarão com 22 salas de aula, espaço dos professores, diretoria, biblioteca, auditório, laboratórios de informática, ciência, música, pedagogia, banheiros, refeitório, cozinha e área de alimentação. Na parte externa, uma quadra coberta será recuperada, com pintura do piso e instalação de traves e tabela de basquete. Saúde Ainda neste ano, a readequação do Fórum do Gama também será finalizada para funcionamento da policlínica da cidade, que deixará de usar o espaço do Hospital Regional do Gama. Entre os serviços oferecidos estão cardiologia, dermatologia, endocrinologia, geriatria, oftalmologia, psiquiatria, pneumologia, reumatologia, otorrinolaringologia, ortopedia e outras. Com a estrutura do fórum otimizada e possibilidade de ofertar novos serviços, a unidade passará a ser a maior policlínica do DF e deve aprimorar os serviços prestados à população. O edifício possui três pavimentos, com 2.717 m² de área construída. A previsão de investimento total é de cerca de R$ 1,2 milhão. Em 2023, a Policlínica do Gama realizou uma média de 10 mil atendimentos mensais. As obras do novo Hospital do Gama estão planejadas para começar em 2025. O investimento total deve chegar a R$ 360 milhões. A unidade deve ser instalada próximo ao campus da UnB na cidade. Entre as obras já entregues, um dos destaques foi a reconstrução da Unidade Básica de Saúde (UBS) 7, antigo Centro de Saúde 8 do Gama. O GDF investiu mais de R$ 8,1 milhões na recuperação do espaço, permitindo ampliar de 14 mil para 30 mil os atendimentos públicos aos moradores da região. Com uma área total de 1,8 mil metros quadrados, a UBS é a maior do Distrito Federal e um dos principais pontos de apoio da Região de Saúde Sul. Além da UBS 7 e do já existente Hospital Regional do Gama (HRG), a cidade também conta com uma unidade de pronto atendimento (UPA) apta a atender 4,5 mil pacientes. O espaço foi inaugurado em 2023 e contou com um investimento de R$ 5,3 milhões.
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