Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

1o de maio

Ler mais...

Detran faz operação Sossego no Paranoá, Ceilândia e Santa Maria

Ler mais...

Thumbnail

Capsi de Sobradinho celebra dez anos

?“O Capsi, durante muito tempo, foi minha segunda casa. Não são somente as pessoas, mas o ambiente daqui faz com que você se sinta melhor”. Essa foi a avaliação que o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) da região Norte recebeu da universitária Helen Kubota, durante a comemoração de dez anos do espaço. Ela começou a frequentar a instituição devido à depressão e à ansiedade, após encaminhamento do Conselho Tutelar. Helen Kubota: “Aqui a gente se conecta muito com as pessoas. Se hoje faço faculdade, trabalho, consigo morar sozinha e me sustentar, o Capsi tem uma parte muito importante nisso” | Foto: Rafaella Félix/Agência Saúde Helen entrou no projeto aos 13 anos e permaneceu até os 19. Hoje, com 22, ela cursa geofísica na Universidade de Brasília (UnB) e reconhece que o centro fez diferença na sua jornada. “Aqui a gente se conecta muito com as pessoas”, conta. “Não é só um profissional atendendo, tem uma empatia, tem sensibilidade. Se hoje faço faculdade, trabalho, consigo morar sozinha e me sustentar, o Capsi tem uma parte muito importante nisso”. Localizado em Sobradinho, o Capsi recebe, em média, de 280 a 300 pacientes por mês, moradores de Sobradinho, Sobradinho II, Fercal e Planaltina. O centro atende, principalmente, crianças e adolescentes em sofrimento psíquico grave, bem como menores de 16 anos que fazem uso abusivo de álcool e outras drogas. Além disso, a unidade na região norte atua em parceria com outros serviços públicos, como Conselho Tutelar e Secretaria de Educação (SEE). Atendimento Sem necessidade de encaminhamento, o centro conta com equipe composta por médico, terapeuta ocupacional, enfermeiro, técnico de enfermagem, fonoaudiólogo, psicólogo, psiquiatra, assistente social e residentes de áreas diversas. Em regra, o atendimento é grupal mas, se necessário, há a possibilidade de assistência individual com profissionais especializados. “O trabalho é feito em grupo para desenvolver essa reabilitação da parte psicossocial”, explica a supervisora do Capsi Sobradinho, Ingrid Jeane. “São feitos grupos de adolescentes, de crianças e de pais. Além disso, temos uma equipe multidisciplinar e observamos a evolução do paciente”. Os grupos funcionam no horário oposto às atividades escolares dos pacientes. Por indicação da escola, Kátia (nome fictício) buscou atendimento no Capsi de Sobradinho para a filha, que é autista e tem fobia social, e à época tinha dez anos. “Acredito que esse espaço é uma válvula de escape para ela interagir com pessoas que a entendem”, avalia. “Aqui ela melhorou muito, pois convive com os colegas da escola, que antes não tinha. Todo o amparo que ela precisa, tem no centro”. Hoje com 16 anos, a jovem participa semanalmente de um grupo com outros adolescentes e faz acompanhamento com fonoaudióloga, psiquiatra e terapeuta ocupacional. Caminho de uma década No evento que celebrou mais de uma década de Capsi, neste mês, foi feita uma assembleia coordenada pelos adolescentes atendidos e pelos pais. Servidores e convidados conheceram as ideias de quem é assistido pela instituição.  [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O objetivo foi ouvir as demandas dos usuários e discutir suas propostas”, conta a gerente do Capsi Sobradinho, Priscila Bueno. “Isso também é resultado do trabalho realizado na conferência da região Norte [de Saúde], realizada neste ano”. Bate-papo para trocas de experiência, atividades recreativas, pintura de rosto e apresentação de vídeos também fizeram parte da programação.? O Capsi ganhou protagonismo especialmente após o período mais intenso da covid-19. “A saúde mental infantil de certa maneira sempre foi negligenciada e, com a pandemia, cresceu”, afirma a diretora de atenção secundária da Secretaria de Saúde (SES), Elzileide de Albuquerque. “Quando as crianças deveriam estar socializando, elas estavam em casa. A ansiedade infantil é uma realidade. É preciso olhar com cuidado o sofrimento psíquico pediátrico. Ainda bem que podemos contar com o trabalho dos Capsis para atender as crianças, os pais e ajudá-los a lidar com isso”. Saiba mais Capsi Sobradinho ? Telefone: 2017-1145, ramais 2115/2116/2117 ? e-mail: capsisobradinho@gmail.com ? Horário de atendimento: segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 18h. ? Acesse mais informações sobre o Centro de Atenção Psicossocial Infantil da região Norte de Saúde.  *Com informações da Secretaria de Saúde

Ler mais...

GDF + PERTO DO CIDADÃO

Ler mais...

GDF + PERTO DO CIDADÃO 3ª Edição

Ler mais...

VALIDAÇÃO DE CURSOS EXTERNOS 2023

Ler mais...

Validação de Cursos Externos 2023

Ler mais...

Operações no fim de semana prolongado flagraram 44 condutores alcoolizados

Ler mais...

Dispensa de Licitação 09/2023

Ler mais...

Informativo para os dias 21 e 22 de abril:

Ler mais...

Eleição CIPA 2023

Ler mais...

Publicidade DODF 2023

Ler mais...

Atas de Reuniões 2022 CCAF

Ler mais...

Atas de Reuniões 2021 CCAF

Ler mais...

Chamada para Submissão de Trabalhos – Dossiê Temático da RCC#34 – agosto 2023

Ler mais...

Termos de Compromisso de 2023

Ler mais...

Termos de Compromisso de Compensação Florestal 2023

Ler mais...

Termos de Compromisso de Compensação Florestal 2022

Ler mais...

Deliberações CCAF 2023

Ler mais...

Deliberações CCAF 2022

Ler mais...

Deliberações CCAF 2021

Ler mais...

Aviso de manutenção do Moodle

Ler mais...

SEAPE

Ler mais...

Termos de Compromisso de 2022

Ler mais...

Termo de Compromisso de Compensação Ambiental 2022

Ler mais...

Thumbnail

Redução de quase 60% em casos prováveis de dengue no DF

As ações do Governo do Distrito Federal (GDF) contra a o mosquito Aedes aegypti tiveram resultado positivo no primeiro trimestre de 2023. De acordo com o Boletim Epidemiológico nº 13, da Secretaria de Saúde (SES), houve uma redução de 58,8% no número de casos prováveis de dengue, de janeiro a 1º de abril deste ano, em comparação com o mesmo período de 2022 – foram 14.539 casos prováveis nos três primeiros meses de 2023, contra 24.535 em igual período do ano passado. Somente no primeiro trimestre deste ano, foram mais de 585 mil imóveis inspecionados e 418 mil estabelecimentos impactados pelo fumacê. O resultado positivo das ações é graças ao trabalho em conjunto de órgãos do GDF, que atuam insistentemente no combate ao mosquito. Somente no primeiro trimestre de 2023, foram mais de 585 mil imóveis inspecionados | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A queda no número de casos prováveis de dengue no DF é resultado de uma série de ações promovidas pela Vigilância Ambiental, como o controle químico, que é o famoso fumacê, a inspeção presencial realizada pelos agentes e o manejo ambiental, que inclui o recolhimento de material inservível, as podas de árvores e a limpeza de gramados. Trata-se de uma atuação intersetorial na promoção da saúde pública que resulta em um impacto positivo direto na população. “Cada região tem suas particularidades, então a gente vai nas administrações para entender a demanda daquele local e conseguir fazer um trabalho efetivo. É um trabalho em conjunto com as administrações regionais, a Vigilância Ambiental, o Corpo de Bombeiros e os órgãos de execução, como a Novacap”, explica o diretor da Vigilância Ambiental em Saúde, Jadir Costa. Neste ano, 418 mil estabelecimentos já foram impactados pelo fumacê | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília De janeiro a março de 2023, os agentes da Vigilância Ambiental inspecionaram mais de 585 mil imóveis. Desse total, cerca de quatro mil não autorizaram a entrada dos agentes para a inspeção de rotina, o que prejudica as ações preventivas contra a reprodução do mosquito e o combate à doença. Jadir Costa ressalta a importância de as pessoas autorizarem a atuação dos agentes nos domicílios. “É preciso que o dono ou responsável pelo imóvel confira se o agente está devidamente identificado, com colete e crachá, e o deixe entrar para fazer a inspeção. A gente atua com fumacê nas regiões, mas a inspeção interna por algum técnico é essencial para identificar possíveis focos”, defende. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além disso, a Vigilância Ambiental inspecionou, neste ano, mais de 1 milhão e 400 mil de depósitos com eventuais focos do mosquito da dengue. Deste número, foram mais de 140 mil recipientes tratados com aplicação de larvicida ou com a atuação mecânica, ao identificar e descartar água parada nos recipientes. A atuação da população é fundamental para que os números de casos prováveis diminuam ainda mais. A inspeção feita pelo proprietário do imóvel leva cerca de dez minutos e basta que seja feita uma vez por semana. “É bem rápido. Os donos dos estabelecimentos fazem a própria inspeção em poucos minutos. Basta ficar atento nos gramados e no quintal se não tem nenhum acúmulo de água por lá”, ensina.

Ler mais...

6, 7 e 8/4

Ler mais...

DF Livre de Carcaças vai a Samambaia e já soma 796 veículos recolhidos

Ler mais...

Estágio e cursos

Ler mais...

CURSO DE FORMAÇÃO PARA OS NOVOS SERVIDORES DA CARREIRA ASSISTÊNCIA À EDUCAÇÃO – 2023

Ler mais...

Autistas têm direito às vagas de estacionamento preferencial

Ler mais...

Atenção para as interdições deste sábado, 1º/4

Ler mais...

2º Edição do GDF Mais Perto do Cidadão será em Ceilândia

Ler mais...

Afastamento Remunerado para Estudos – 1º/2023 – RESULTADO FINAL – 2ª etapa

Ler mais...

Pregão Eletrônico n.º 9/2023

Ler mais...

Thumbnail

DF Livre de Carcaças recolhe 58 veículos abandonados de Ceilândia

Em mais uma etapa da Operação DF Livre de Carcaças, retomada na última semana, foram recolhidos 58 veículos abandonados das ruas de Ceilândia entre segunda (20) e esta sexta-feira (24). Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), a ação integrada reúne administrações regionais, Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), SLU, DF Legal e Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival). Mapeadas pelas administrações regionais a partir de monitoramento e denúncias na Ouvidoria do GDF, as carcaças recolhidas pela operação conjunta são levadas para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER-DF, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial | Fotos: Divulgação/SSP-DF [Olho texto=”“Iniciamos uma nova fase da Operação DF Livre de Carcaças, que tem como objetivo contribuir com a segurança da população, com a limpeza e estética das cidades e, ainda, para atuar em consonância com as medidas do Governo do Distrito Federal (GDF) no enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti”” assinatura=”Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O objetivo é, além de contribuir com a sensação de segurança da população, eliminar focos do Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya. A orientação junto à população quanto aos cuidados necessários para acabar com os criadouros do mosquito é uma das prioridades dos servidores dos órgãos participantes. A atuação está alinhada junto à Sala Distrital Permanente de Coordenação e Controle das Ações de Enfrentamento às Doenças Transmitidas pelo Aedes (SDCC), que aponta as regiões administrativas com maior necessidade da operação. “Iniciamos uma nova fase da Operação DF Livre de Carcaças, que tem como objetivo contribuir com a segurança da população, com a limpeza e estética das cidades e, ainda, para atuar em consonância com as medidas do Governo do Distrito Federal (GDF) no enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti”, ressalta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. A operação reúne administrações regionais, Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), SLU, DF Legal e Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) Para a secretária executiva de Políticas Públicas, Meire Mota, a retomada da operação conjunta é essencial para ações do GDF. “Com o comprometimento dos envolvidos e, principalmente, das administrações regionais e apoio da população no trabalho de localização dessas carcaças, estamos conseguindo promover uma grande limpeza nas cidades. Esse retorno da DF Livre de Carcaças é a soma saúde, proteção ambiental e segurança, que são políticas públicas fundamentais para o bem-estar da nossa população”. As carcaças são mapeadas pelas administrações regionais a partir do monitoramento e denúncias na Ouvidoria do GDF. Os Conselhos de Segurança (Consegs) também contribuem com a lista. “A partir das informações que chegam à Secretaria de Segurança Pública (SSP), temos a possibilidade de identificar e geomapear o material. A partir daí, contactamos os órgãos envolvidos e preparamos a ação integrada para recolhimento dos veículos”, explica o subsecretário de Integração de Políticas em Segurança Pública, tenente-coronel Jasiel Fernandes. “Importante ressaltar que recolhemos automóveis que não sejam produtos de algum ato ilícito, como furto, roubo ou assalto. Nos casos de identificação de situações criminosas, a Polícia Civil é chamada”, completa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os carros recolhidos são levados para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER-DF, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial. Como denunciar O governo conta com dois canais para denúncias: a Ouvidoria do GDF, pelo site https://www.participa.df.gov.br/ ou pelo número 162, e nas próprias administrações regionais. Ao enviar a informação, é importante incluir detalhes que facilitem a localização dos veículos, como endereço, ponto de referência e, se possível, fotos. *Com informações da SSP-DF

Ler mais...

Dispensa de Licitação 05/2023

Ler mais...

Eleição CA 2023

Ler mais...

Chamada para Submissão de Trabalhos – Dossiê Temático da RCC#33 – maio 2023

Ler mais...

Detran-DF promove curso de mecânica para mulheres

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador