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Carro da Vacina vai ao Sol Nascente e servidores são homenageados

Seja em uma rua de terra em uma área rural ou no asfalto de uma comunidade da periferia, a presença do Carro da Vacina se tornou uma realidade, comum em várias regiões administrativas do Distrito Federal ao longo de 2022. Criado em janeiro para ajudar na campanha de imunização contra a covid-19, o projeto ampliou o foco e agora ajuda a combater outras doenças, como a influenza e a pólio. Ao todo, já são mais de 9 mil doses aplicadas. Neste sábado (3), na 30ª edição do Carro da Vacina, a Secretaria de Saúde realizou na Escola Classe 66, no Sol Nascente, uma cerimônia para homenagear 25 servidores envolvidos na iniciativa. Lucilene Florêncio: “Eu acredito em um Sistema Único de Saúde que vá até o usuário”| Foto: Tony Winston/Secretaria de Saúde “O Carro da Vacina é um exemplo para o Brasil”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. A gestora destaca que o projeto foi iniciado em Ceilândia e no Sol Nascente e conta desde a primeira edição com a parceria de lideranças comunitárias, igrejas, escolas e outros apoiadores que ajudam a mobilizar a população e a definir as rotas de passagem dos carros. “Eu acredito em um Sistema Único de Saúde que vá até o usuário”, acrescenta. [Olho texto=”“Nós precisamos encontrar inovações, novas formas de aumentar a nossa cobertura vacinal. Por isso, o Carro da Vacina veio para ficar”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Em julho, o projeto foi expandido para outras regiões do Distrito Federal e o plano agora é ampliar a frota de veículos para reforçar a logística necessária para o projeto. “Nós precisamos encontrar inovações, novas formas de aumentar a nossa cobertura vacinal. Por isso, o Carro da Vacina veio para ficar”, completa a secretária. Lucilene Florêncio também elogia o trabalho dos servidores públicos responsáveis pelo planejamento e pela execução do trabalho. A diretora de Atenção Primária da região de saúde oeste, Sandra França, elenca as principais iniciativas para ampliar o acesso à vacinação, como a imunização dentro de escolas e a abertura de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) aos sábados. A UBS 2 de Ceilândia, por exemplo, vai completar um ano de vacinação todos os sábados. Porém, o Carro da Vacina é apontado como uma estratégia fundamental para levar imunizantes para quem dificilmente iria comparecer a uma UBS. “Conforme a gente foi percebendo a necessidade da população, a gente foi se reinventado para assistir”, explica. De acordo com Sandra França, o Carro da Vacina é uma alternativa adequada para pessoas que têm dificuldades de ir até um ponto fixo, seja por dificuldades do transporte ou por conta da rotina. “Imagine uma mãe de família com quatro crianças para se vacinar. Para ela, esse deslocamento é difícil. A gente passando na porta é muito melhor”, exemplifica. Também há o caso de trabalhadores que não encontram tempo para ir até uma Unidade Básica de Saúde. “A gente já pegou motoboy saindo para trabalhar e fizemos a vacina”, lembra. O Carro da Vacina é uma alternativa adequada para pessoas que têm dificuldades de ir até um ponto fixo, seja por dificuldades do transporte ou por conta da rotina | Foto: Tony Winston/Secretaria de Saúde Vacinação em escola A cada edição do Carro da Vacina é montado um ponto fixo para apoio logístico, que também funciona como local de vacinação. Hoje, no Sol Nascente, a Escola Classe 66 foi selecionada para o atendimento. Estavam disponíveis imunizantes contra covid, influenza e pólio, além dos imunizantes do calendário de vacinação, com exceção da BCG. Também foram ofertados serviços como testes rápidos de Infecções Sexualmente Transmissíveis, distribuição de preservativos, orientações sobre o combate à dengue e entregas de kits de higiene bucal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para animar, um pula-pula e palhaços animaram as crianças, o que significou uma verdadeira festa para a Gabriela Pereira. A menina completou nove anos e ficou feliz em ganhar parabéns de toda a equipe da Secretaria de Saúde. “Foi muito bom! E eu estudo aqui!”, conta. Quem também gostou foi a avó dela, a auxiliar de serviços gerais Maria Conceição Rosário, de 59 anos. A menina e avó receberam imunizantes contra a covid-19 e a influenza. “A proteção é a melhor coisa que se faz. Sempre vacinei meus filhos. E agora levo a minha neta”, garante Maria Conceição Rosário.

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5 de dezembro II

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5 de dezembro

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NÃO HAVERÁ ATENDIMENTO DA CAESB DIA 05/12/2022

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Consultas Públicas

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Pregão Eletrônico n.º 23/2022

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Pregão Eletrônico n.º 24/2022

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Raiva Humana

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Pregão Eletrônico n.º 27/2022

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Cerca de 60 mil adolescentes não tomaram 2ª dose da vacina contra covid

No Distrito Federal, cerca de 60 mil adolescentes – com idade entre 12 e 17 anos – tomaram somente a primeira dose da vacina contra a covid-19. Segundo a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, esse dado é preocupante. “Esse calendário vacinal não está completo. Isso significa dizer que eles não estão imunoprevenidos e que podem ser suscetíveis a adquirir o vírus”, explica. “Quando se tem vírus circulando e uma população com uma baixa cobertura, permitimos que haja mutação e o surgimento de novas cepas, de novas variantes”, complementa. [Olho texto=”“Vamos conseguir diminuir a circulação porque nós vamos ter a população prevenida, protegida, imunizada”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Até segunda-feira (7), 86,2% da população acima dos 3 anos de idade já havia recebido a primeira dose. A cobertura também está acima de 80% para a segunda dose: 82,5%. Porém, só 54,4% dos adolescentes voltaram para receber o primeiro reforço. E a segunda dose de reforço foi aplicada em 37,5% desse público-alvo. O foco da Secretaria de Saúde é levar os imunizantes para quem ainda não tomou nem a primeira dose e completar o ciclo vacinal de quem está atrasado. Para isso, são mais de 90 unidades básicas de saúde (UBS) com salas de vacina abastecidas com imunizantes contra a covid-19, além de ações extramuros, como o Carro da Vacina e a campanha montada nesse domingo (6) no Eixão Sul. Mais atividades fora das unidades de saúde estão ocorrendo, com foco nas escolas. “Vamos conseguir diminuir a circulação porque nós vamos ter a população prevenida, protegida, imunizada”, defende Lucilene Florêncio. [Olho texto=”“O GDF tem todo o interesse em baixar a faixa etária para vacinar. A questão, não só no DF, mas em todo o Brasil, é que a Política Nacional de Imunização é do Ministério da Saúde, que se baseia na Cetai”” assinatura=”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ampliação da campanha Hoje, conforme as orientações da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (Cetai), a primeira dose de reforço é indicada para quem tem mais de 12 anos, enquanto o segundo reforço é restrito para os de 40 anos ou mais. No DF, a Secretaria de Saúde até chegou a reduzir, temporariamente, a faixa etária do segundo reforço para 35 anos, mas recuou porque depende do envio de doses pelo Ministério da Saúde. “Quando o ministério faz a recomendação que tecnicamente não seria viável para um público-alvo, ele automaticamente não manda essas doses”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Divino Valero. A Secretaria de Saúde também aguarda orientações federais a respeito da vacinação de crianças de 3 e 4 anos. “O GDF tem todo o interesse em baixar a faixa etária para vacinar. A questão, não só no DF, mas em todo o Brasil, é que a Política Nacional de Imunização é do Ministério da Saúde, que se baseia na Cetai”, esclarece o subsecretário. Apenas 54,4% dos adolescentes voltaram para receber o primeiro reforço. E a segunda dose de reforço foi aplicada em 37,5% desse público-alvo | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Atualmente, há cerca de 40 mil doses disponíveis, entre os estoques das unidades de saúde e da Rede de Frio Central. Novas remessas já foram solicitadas. “Tão logo essas doses cheguem ao DF, nós temos toda uma infraestrutura de logística para atender a população”, completa Divino Valero. Segurança O subsecretário lembra ainda que as notas técnicas da Cetai consideram vários aspectos, como o cenário epidemiológico e a segurança para a população. “É um conselho multidisciplinar e multi-institucional, onde também estão a Sociedade Brasileira de Pediatria, a Sociedade Brasileira de Infectologia, técnicos do Ministério da Saúde e da Fiocruz, que determina um estudo científico, de evidência científica, de segurança da vacina”, ressalta. A Câmara Técnica, criada em agosto de 2021 pela Portaria GM/MS Nº 1.841, também conta com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde e do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Testagem Nesta quarta-feira (9), o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde mostrou que a taxa de transmissão, o chamado índice RT, está em 1,29. Isso significa que 100 pessoas com covid-19 contaminam outras 129. O número de novos casos ainda é pequeno: foram 223 registros entre os dias 8 e 9, porém os números indicam uma aceleração da doença. De acordo com a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, a primeira medida a ser tomada para enfrentar esse aumento no número de casos é ressaltar a importância da testagem. O DF conta com 280 mil testes no estoque e as UBSs, unidades de pronto atendimento (UPA) e hospitais estão com equipes preparadas para testar pacientes sintomáticos. “A população que está com sintoma gripal deve procurar nossas unidades básicas de saúde para fazer o teste, e assim nós vamos ter a população protegida”, indica. A secretária de saúde destaca ainda a importância da testagem para a detecção de novas variantes do coronavírus no Distrito Federal. “Quanto mais pessoas nós testamos, nós podemos fazer o sequenciamento genômico, sendo possível o Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) verificar se há a nova variante circulando”, detalha. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Consulta Pública: Redefinição de poligonal do Parque Ecológico do Paranoá e recategorização ARIE Paranoá Sul

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Pregão Eletrônico n.º 25/2022

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Congresso vai debater inovação, ensino e pesquisa em saúde

O Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF) realizará, nos dias 16, 17 e 18 de novembro, o II Congresso de Inovação, Ensino e Pesquisa. Por meio palestras, mesas-redondas e workshops, serão abordados quatro eixos temáticos: Urgência e Emergência, Atendimento ao Traumatizado Grave Adulto e Pediátrico, Oncologia e Gestão Voltada para o Atendimento de Excelência. Coordenado pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), o evento englobará a IV Jornada dos Residentes do IgesDF, a XI Jornada dos Médicos Residentes e Egressos do Hospital de Base do DF e o II Simpósio de Pesquisa Científica. [Olho texto=”“O evento reunirá estudiosos e especialistas, será uma excelente oportunidade de debate, capacitação e troca de experiências, algo tão enriquecedor para nossos colaboradores”” assinatura=”Mariela Souza de Jesus, diretora-presidente do IgesDF” esquerda_direita_centro=”direita”] Com vagas presenciais e online, o encontro promoverá debates entre pesquisadores, estudiosos, residentes e especialistas consagrados nacionalmente. “Estamos trabalhando para entregar um evento completo, com atividades dinâmicas, incluindo simulação realística, apresentação de trabalhos científicos, e-poster, mesas-redondas e palestras multidisciplinares, com o intuito de corroborar com as práticas assistenciais e de melhorar ainda mais o funcionamento de nossas unidades”, detalha a diretora da Diep, Emanuela Ferraz. As inscrições para o II Congresso de Inovação, Ensino e Pesquisa podem ser feitas até 15 de novembro por este link. “O evento reunirá estudiosos e especialistas, será uma excelente oportunidade de debate, capacitação e troca de experiências, algo tão enriquecedor para nossos colaboradores”, destaca a diretora-presidente do IgesDF, Mariela Souza de Jesus. Confira a programação completa do evento *Com informações do Iges-DF

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Audiências Públicas em andamento

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Apresentação e discussão do EIA/RIMA do parcelamento de solo urbano Hibisco

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Samambaia celebra 32 anos com reforços na saúde, iluminação e calçadas

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Boletim de Serviços – Outubro 2022

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Reforma na UTI do Hospital Regional de Taguatinga começa nesta quinta (27)

Começa nesta quinta-feira (27) o processo de renovação da ala de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Ao longo de 40 dias, será feita a troca do piso, das portas, do forro de gesso e dos dutos de ar-condicionado, de água quente, de esgoto e de vácuo. Os serviços de manutenção são possíveis graças ao novo contrato regular assinado pela Secretaria de Saúde e publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (26). Construído no início dos anos 1970, o Hospital Regional de Taguatinga terá serviços de renovação da ala de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF A diretora administrativa da Região Sudoeste de Saúde, Loyani Katrina Ipac, lembra que o HRT foi construído no início dos anos 1970 e suas estruturas são muito antigas, com dutos ainda em cobre. “A tubulação será trocada porque a antiga apresentava vazamentos”, conta. [Olho texto=”“Vamos entregar uma nova ala, com qualidade para prestar o melhor atendimento aos pacientes e com infraestrutura completa para os servidores trabalharem”” assinatura=”Loyani Katrina Ipac, diretora administrativa da Região Sudoeste de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Ao longo dos 40 dias do serviço de manutenção, os pacientes que necessitarem de leitos de UTI serão transferidos para outras unidades, como o Hospital Regional de Samambaia ou o Hospital Regional de Ceilândia. No período, também será realizada a manutenção dos equipamentos de apoio aos oito leitos de UTI adulta e cinco de UTI pediátrica, com recursos do Programa de Descentralização de Aquisições de Saúde. “Vamos entregar uma nova ala, com qualidade para prestar o melhor atendimento aos pacientes e com infraestrutura completa para os servidores trabalharem”, conclui Loyani Katrina Ipac. Novos contratos A manutenção da UTI do HRT é a primeira grande ação prevista no âmbito dos novos contratos regulares de manutenção assinados pela Secretaria de Saúde. A publicação no DODF desta quarta é referente a 19 lotes da contratação, do total de 28. Ao todo, em um ano, serão investidos R$ 74 milhões para melhorar as condições físicas de 297 unidades de saúde. Os contratos podem ser prorrogados por até cinco anos. “Esses novos contratos vão ajudar os gestores a melhorar a infraestrutura dos espaços. Vão servir para conserto de infiltrações em telhados, pintura, arrumar banheiros, reparar pisos em centros cirúrgicos e ambulatórios. Estamos comemorando muito essa contratação”, enumera a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A licitação foi dividida em 28 lotes, negociados separadamente em pregões online, com participação de empresas de todo o Brasil. A ampla concorrência permitiu fechar os contratos com uma economia de 27% frente ao valor total estimado. Oito companhias foram vencedoras, ficando responsáveis por serviços em todas as sete regiões de saúde. Os diretores administrativos das regiões de saúde foram orientados previamente a fazer um levantamento dos reparos necessários. “A prioridade é focar na cobertura, teto e telhado, por causa do período chuvoso. Estamos, ainda, orientando ações voltadas à manutenção elétrica e hidráulica, para dar mais conforto e segurança para a comunidade. Também é prioridade número um a manutenção voltada à infraestrutura das maternidades do DF”, destaca o subsecretário de Infraestrutura em Saúde, Mário Furtado. Os contratos cobrem reparos e manutenção em todas as unidades de saúde, passando por policlínicas, laboratórios, hospitais, unidades básicas de saúde (UBSs) e centros de atenção psicossocial. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Processo Seletivo Externo Simplificado para Formador(a) da EAPE

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UBS oferece ensaio fotográfico às grávidas que concluírem pré-natal

A enfermeira Ana Cristina Braz é uma profissional que vai além de suas atribuições funcionais para que o serviço prestado atinja os objetivos esperados. Chefiando a Unidade Básica de Saúde (UBS) Torre, na zona rural de Brazlândia, ela encontrou uma maneira de fazer com que as mulheres que realizam acompanhamento pré-natal na unidade compareçam a no mínimo seis consultas e a pelo menos  uma visita ao dentista, como determina o Ministério da Saúde. Para evitar a evasão, Ana criou a promoção do book, que consiste em oferecer para a grávida um ensaio fotográfico no final da gestação. [Olho texto=”A iniciativa reduziu a evasão ao pré-natal em mais de 90%” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Em busca de encontrar uma forma de evitar que as futuras mães abandonassem o acompanhamento da gravidez, o que era comum na UBS, há cerca de um ano Ana teve a ideia de fazer o book. “No ano passado tive essa ideia devido à baixa adesão ao pré-natal e neste ano resolvemos implementar. O projeto é apresentado à gestante, e assim incentivamos que elas compareçam às consultas”, explica a enfermeira. Segundo Ana, para ganhar o ensaio fotográfico é preciso estar no terceiro trimestre de gravidez, comparecer a pelo menos seis consultas, mais uma com o odontólogo, e ter participado de ao menos uma das atividades oferecidas. Hoje, existem 13 gestantes realizando pré-natal na unidade da Torre e todas são trabalhadoras rurais. A grávida Ana Cristina Lucena, no oitavo mês de gestação, posa para a enfermeira Ana Cristina Braz, que criou a ideia do ensaio fotográfico na UBS Torre, em Brazlândia | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Ana Cristina e os oito servidores que trabalham com ela na UBS de Brazlândia são os patrocinadores do book. Antes do ensaio, as gestantes são produzidas com maquiagem e penteado. O ensaio fica por conta de Ana Cristina, e o cenário onde as fotos são feitas foi comprado e montado pela equipe da UBS. Após a sessão de fotos é oferecido um lanche à futura mãe. “Nós compramos o lanche, fazemos vaquinha. Cada um traz uma coisa”, conta. Ana garante que a iniciativa reduziu a evasão ao pré-natal em mais de 90%. Importância do pré-natal Antes do ensaio as gestantes são produzidas com maquiagem e penteado, tudo feito pelas servidoras da UBS Todo o esforço dos servidores da UBS Torre para que as mulheres da localidade não abandonem o pré-natal deve-se ao fato da grande importância do acompanhamento de uma gestação. De acordo com a enfermeira, as consultas periódicas previnem a morte materna, a morte neonatal e faz com que sejam descobertas doenças na mãe, como hipertensão, sífilis, HIV e toxoplasmose, por exemplo. “Quanto mais cedo elas iniciarem o acompanhamento, mais cedo será possível descobrir essas doenças e tratar”, avalia a enfermeira. A participação dos maridos no pré-natal é incentivada pela UBS e eles podem participar do ensaio fotográfico. Para a grávida Ana Cristina Lucena, que ganhou o ensaio no oitavo mês de gestação, o book foi uma boa surpresa para ela, que não tinha pensado em fazer um. A filha Isabela, a primeira de Ana, era esperada para setembro. A mãe já faz planos de enviar as fotos para amigos e parentes.  

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Busca da interoperabilidade dos sistemas para dar celeridade a atendimentos

Fortalecer o sistema público de saúde é um dos grandes desafios do governo. Esta também é a missão que a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, assumiu quando passou a liderar a pasta, há pouco mais de quatro meses. Há mais de 30 anos atuando como médica do Sistema Único de Saúde (SUS), ela carrega na bagagem experiência suficiente para provocar mudanças significativas na rede pública local. Tem liderado ações de reforço da cobertura vacinal contra covid-19, inclusive implementando o projeto de busca ativa. O carro da vacina foi uma ação exitosa que Lucilene coordenou inicialmente em Ceilândia, e que agora chegou a todas as sete regiões de saúde do Distrito Federal. Em entrevista à Agência Brasília, a secretária fala sobre o cenário atual da covid-19, o mutirão de cirurgias eletivas em parceria com a rede privada e a organização dos processos com a efetivação de contratos importantes, como o de manutenção predial. Ela revela ainda os projetos para melhorar a gestão da pasta, com reflexos diretos para o cidadão. “Vamos buscar a interoperabilidade dos sistemas da Saúde para dar celeridade aos processos de trabalho e melhorar a assistência ao cidadão”, afirma. “Isso é urgente.” Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista. Foto: Divulgação/Agência Saúde A taxa de transmissibilidade para covid vem aumentando nos últimos dias. Como a Secretaria de Saúde está se preparando para isso? Considerando que não houve mudança no cenário epidemiológico quanto ao aumento de hospitalização ou óbito por covid-19, como até o momento não houve introdução de uma nova variante no país, o aumento do número de casos demonstra que o vírus está circulando. Por isso, a necessidade de fortalecer as estratégias de testagem dos casos suspeitos e a vacinação. Neste sentido, abrimos pontos para vacinação e testagem tanto em horário noturno quanto aos sábados. O Distrito Federal sai na frente quando faz a busca ativa com o carro da vacina. Estamos indo às localidades mais vulneráveis, fazendo inquérito vacinal, o que nos permite aumentar a cobertura vacinal da população. Com a chegada do fim de ano, festas, confraternizações, viagens, o cenário aponta ainda mais para a importância da vacinação. Estamos fazendo nossa parte como responsável sanitário e conclamamos a população a completar o calendário vacinal. [Olho texto=”“Precisamos trabalhar a questão do descarte do lixo e de inservíveis. Nossos agentes ambientais, este ano, visitaram mais de 2,3 milhões de residências”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Outro desafio que se observa no fim de ano é a chegada das chuvas e a proliferação da dengue. Quais são os planos para combater os casos? Estamos absolutamente focados nas arboviroses – não só a dengue, mas zika e chikungunya. O cuidado com a dengue não é isolado. É uma doença que perpassa várias secretarias. Precisamos primeiramente evitar e coibir os criadouros. A maior contaminação de dengue é peridomiciliar, ou seja, próximo das residências. Precisamos trabalhar a questão do descarte do lixo e de inservíveis. Nossos agentes ambientais, este ano, visitaram mais de 2,3 milhões de residências, vistoriaram, alertaram. Mas precisamos muito da colaboração da população. Estamos no nível 3 da ação. A SES adquiriu inseticidas e larvicidas, mais de 4,5 toneladas; intensificaremos os ciclos de fumacê em regiões de maior risco. O borrifamento será inicialmente feito em regiões administrativas como Sobradinho II, Vicente Pires, Estrutural e Santa Maria, locais onde identificamos um maior número de casos. A senhora traz no currículo 30 anos de SUS e a experiência como gestora em quase todas as regiões de saúde do DF. Esse histórico a ajudou a diagnosticar os problemas da rede pública de saúde? O que precisa mudar? A população aumentou nas últimas décadas, e parte de nossos equipamentos públicos são da década de 1980, exigindo ampliações e adequações. Mesmo em momento pandêmico, tivemos incremento na rede na atenção, com a construção de UPAs [unidades de pronto atendimento], UBSs [unidades básicas de saúde] e hospitais acoplados em Ceilândia e Samambaia, que ficaram como legado. Também ampliamos a força de trabalho com muitas contratações em diversas categorias. Mas faz-se necessária a mudança nos processos de trabalho, exercitar na sua plenitude os acordos de gestão regional e local em todas as regiões de saúde e unidades de referência distrital. Conhecemos as necessidades da população do DF, e as pactuações e metas vêm ao encontro dos maiores desafios encontrados, na melhoria da prestação dos serviços de saúde. Precisamos focar logística, abastecimento, sistemas de informação e vocacionar os hospitais para economia de escala, aumentando a produtividade – aumento da cobertura da Estratégia Saúde da Família e cobertura vacinal. [Olho texto=” “A rede pública também não parou. Estamos reabrindo salas de cirurgias, reativando leitos, e também adquirimos mais 32 perfuradores e arcos cirúrgicos para dar mais celeridade às cirurgias ortopédicas”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O que pode ser feito para melhorar a gestão do serviço de saúde no DF? A motivação e valorização do servidor é, sem dúvida, pilar fundamental para melhoria da saúde no DF. Acredito que, com a melhoria dos sistemas de informação, daremos um salto do ponto de vista de gestão. Hoje, temos vários sistemas na Secretaria de Saúde. São sistemas que não se comunicam. Começamos o processo de modernização do nosso parque computacional agora, com a aquisição de 7,5 mil computadores. É um pedido do nosso governador, a interoperabilidade. Precisamos que o médico no hospital conheça todo o histórico do paciente na rede pública, toda a medicação que ele já usou, seja porque buscou nas nossas farmácias, seja como ele foi acompanhado no prontuário da UBS. Isso vai melhorar a oferta dos serviços, facilitará o trabalho do servidor. O estudo técnico preliminar já está em andamento, bem como as demais etapas exigidas pela legislação até o lançamento do edital de licitação para contratação desse sistema. Não é um plus, é uma necessidade. Quero esse edital na rua até o primeiro semestre de 2023. Estamos trabalhando diuturnamente neste projeto. Um dos grandes gargalos são as cirurgias eletivas. Como enfrentar essa fila de pacientes sem comprometer o atendimento emergencial na porta dos hospitais? O DF tem uma demanda reprimida de cerca de 27 mil pacientes aguardando cirurgias eletivas de todas as especialidades. Esse represamento deveu-se principalmente à pandemia. Para resolver, buscamos a complementaridade do SUS pela rede privada para quatro patologias: hérnias inguinais, hérnias umbilicais, histerectomias [retirada do útero] e vesícula. Por que essas cirurgias? Observamos que são as patologias mais comuns, que acabavam por se tornar situações levadas às emergências impactando os PSs [prontos-socorros] dos hospitais. Quando fizemos esse recorte, encontramos em torno de 3,5 mil pacientes esperando por essas quatro especialidades. No entanto, conseguimos um aporte de recurso da Secretaria de Economia para realizar 3.233 procedimentos. Então, elaboramos um edital de chamamento público, que é previsível nos normativos; e, com a aprovação do controle social e sempre acompanhados pelo Ministério Público, conseguimos contratar, por tempo determinado, sete hospitais particulares. Estamos atualizando os pré-operatórios dos doentes já cadastrados na fila do complexo regulador, respeitando o tempo de inserção e a classificação. A rede pública também não parou. Estamos reabrindo salas de cirurgias, reativando leitos, e também adquirimos mais 32 perfuradores e arcos cirúrgicos para dar mais celeridade às cirurgias ortopédicas. Hoje, estamos conseguindo realizar em torno de mil cirurgias por mês, e seguimos em busca pelo incremento desses números. Uma grande reclamação dentro da saúde pública é burocracia. Como enfrentar isso? O enfrentamento da burocracia é fundamental, e hoje, na gestão pública, há formas de enfrentamento, como revisão de processos de trabalho, capacitação continuada e permanente motivação e autonomia à equipe. São ações que abordamos e valorizamos em todos os momentos, com gestão participativa e focada no coletivo. [Olho texto=”“São 7 milhões de pessoas (3,1 milhões no DF e 4 milhões no Entorno) que estão sob os nossos cuidados”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A senhora, nesses quatro mês de gestão, já consegue citar avanços? Podemos listar vários avanços nesse curto intervalo em que estamos à frente da pasta: assinatura do contrato das cirurgias cardíacas em adultos e crianças no ICTDF [Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal]; celebração do contrato de complementaridade nas cirurgias eletivas com a rede privada; assinatura do contrato regular de manutenção predial nos equipamentos públicos da saúde, sendo que o último foi assinado em 2011; grupo de trabalho para dar celeridade nos processos judiciais com três procuradores dentro da SES com apoio da Procuradoria-Geral do DF e grupo de trabalho na Subsecretaria de Infraestrutura com a construção de matriz de acompanhamento em todos os processos, melhorando a infraestrutura para a assistência. Outro tema constante na saúde do DF é o acolhimento dos pacientes do Entorno. A senhora esteve com o secretário de saúde de Goiás;  qual entendimento tiveram? Estamos em construção de um termo de cooperação. Já tivemos a primeira reunião com o secretário de Saúde de Goiás, o Ministério Público dos dois estados e a Defensoria Pública de Goiás. A gente tem consciência de que precisamos andar juntos e focados na saúde desse cidadão, que muitas vezes reside em Goiás e trabalha no Distrito Federal. São 7 milhões de pessoas [3,1 milhões no DF e 4 milhões no Entorno] que estão sob os nossos cuidados. A demanda do DF fica bastante tensionada, principalmente nas portas de emergência, no diagnóstico e nas cirurgias eletivas. O estado de Goiás reconhece isso, e por isso nós precisamos primeiramente orientar o usuário para estar na porta certa. Nosso dever de casa foi criar os grupos temáticos e iniciar o debate. Vamos ter um segundo encontro no mês de novembro. Depois, vamos para a construção do termo de cooperação, que foi uma proposição do Ministério Público do DF e que nós recebemos com muita alegria. Foi o olhar do controle externo vendo a necessidade desse alinhamento nas relações na saúde de Goiás e do DF.  

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Pregão Eletrônico n.º 20/2022

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Dispensa de Licitação 29/2022

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Pregão Eletrônico n.º 22/2022

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